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BRANDÃO, Fiama Hasse Pais

Foram localizados13 resultados para: BRANDÃO, Fiama Hasse Pais

 

Referência:14786
Autor:BRANDÃO, Fiama Hasse Pais
Título:ÂMAGO I - Nova Arte
Descrição:

Limiar, Porto, 1985. In-8º de 72-(7) págs. Brochado. Inserido na colecção Os Olhos e a Memória.

Observações:

Na badana:
"...só o nome de Fiama começa logo por ser uma garantia de (alta) qualidade. Sem a preocupação de evitarmos o lugar comum, mas ainda assim solução de recurso para a pressa com que se escrevem os jornais: Fiama - diremos - é um das fortes referências na (vasta e complexa) constelação da poesia portuguesa de hoje, e as proporções da sua obra (a complexificar-se de referências e de sugestões progressivamente, e a enriquecer-se também, precisamente por isso) já excederam há muito (desde «(este) Rosto» em 70, poderemos talvez dizer) os limites que antes a tornavam significativa ou representativa, somente. Fiama é hoje muito mais do que um nome da «Poesia 61», dos anos 60, de uma geração, de uma tendência, de uma linha de produção que a partir da «Poesia 61» se foi alargando e tornando cada vez mais fecundas as suas experiências. A obra de Fiama é hoje um lugar de vanguarda (de grande avanço, de avançadas conquistas) no domínio da linguagem poética, no âmbito da poesia portuguesa dos anos correntes..."

Preço:15,00€

Referência:14785
Autor:BRANDÃO, Fiama Hasse Pais
Título:NOVAS VISÕES DO PASSADO
Descrição:

Assírio & Alvim, Lisboa, 1975. In-8º de 69-(2) págs. Brochado. Inserido na colecção Cadernos Peninsulares, série de literatura.

Primeira edição.

Observações:

Neste livro, que segundo Carlos Filipe Moisés, "...empreendem, em última instância, uma lúcidda embora sibilina interrogação no encalço das origens culturais, sociais e humanas, no encalço das bases ideológicas que sirvam de fundamento e confiram significação e autenticidade ao momento historicamente decisivo que o país vive, no presente. Tais bases (parece ser esta a visão,a «nova visão» de Fiama) somente no passado podem ser encontradas, se o forem, se lá estiverem, à espera de que a consciência de hoje, angustiadamente forçada a superar-se a si própria, as surpreenda. [...] Neste sentido, o livro tem dois antecessores ilustríssimos: a epopeia camoniana e a Mensagem, de Fernando Pessoa. [...] Os seus poemas estão entre as composições mais densas e vigorosas de toda a poesia portuguesa dos anos recentes..."

Preço:17,00€

Referência:14784
Autor:BRANDÃO, Fiama Hasse Pais
Título:QUEM MOVE AS ÁRVORES
Descrição:

Arcádia, Lisboa, 1979. In-8º de 145-(2). Brochado. Capa de brochura com sinais de manuseamento.

PRIMEIRA EDIÇÃO

Observações:


"Moimenta da Beira, 25 - Em Vila Cova, povoação da freguesia de Caria, deste concelho, deu-se há dias um acontecimento que pôs em alvoroço aa população. Ao terem conhecido de que o presidente da Junta de Freguesia mandara cortar vários pinheiros na mata de Santo André, que faz parte das terras de Vila Cova que uns dizem serem baldios da junta e outros alegam pertencer aos bens da paróquia, os habitantes informados de que o produto da venda do pinhal não seria aplicado na sua povoação, juntaram-se e foram derrubar algumas centenas de árvores que levaram consigo. O caso foi comunicado ao poder judicial da comarca de Moimenta da Beira. Pedida a comparância da Guarda Nacional Republicana pelo presidente da Freguesia de Caria, aquela não se fez esperar, sob o comando do senhor tenente José Francisco da Costa Ferreira, que deteve vários poplares para averiguações.
Diário de Lisboa, 25/1/64
"

Preço:13,00€

Referência:14752
Autor:BRANDÃO, Fiama Hasse Pais
Título:O TEXTO DE JOÃO ZORRO
Descrição:

Editorial INOVA, Porto, 1974. In-8º de 258-(17) págs. Brochado. Muito bom estado de cosnervação.

Inserido na colecção Coroa da Terra, dirigida por Egito Gonçalves. Capa de brochura e desenhos de Ângelo de Sousa.

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO do livro que reunia a poesia toda até então publicada, com excepção de "Em Cada Pedra Um Voo Imóvel" e incluindo ainda um livro inédito: ERA.

Iniciou o seu percurso com as prosas poéticas de "Em Cada Pedra um Voo Imóvel", 1958, edição de autor, que conquistou o prémio de poesia Adolfo Casas Monteiro. Continuou pela prosa poética em "O Aquário", de 1959. Em 1961, integra o grupo "Poesia 61" com o folheto "Morfismos". A partir daí, publica poesia, de onde se destacam por exemplo "Barcas Novas" (1967), "Melómana" (1979) ou "Âmago 1: Nova Arte" (1985); no domínio da prosa poética acaba por esbater as separações entre a poesia e ficção com "Falar Sobre o Falado" (1988) e "Movimento Perpétuo" (1991); produz abundantemente para teatro, iniciando o seu percurso como dramaturga com "Os Chapéus de Chuva" (1961); e escreveu ainda um único romance, "Sob o Olhar de Medeia" (1998). Reuniu a sua obra em 1974, "O Texto de Joao Zorro" e em 1990, "Obra Breve". Foi-lhe atribuído o Prémio APE para poesia por duas vezes, "Epístolas e Memorandos" (1997) e "Cenas Vivas" (2000). O seu último livro de poesia foi publicado em 2002 pela Quasi, "As Fábulas".

Preço:30,00€