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BRUNO, Sampaio

Foram localizados 5 resultados para: BRUNO, Sampaio

 

Referência:13864
Autor:BRUNO, Sampaio
Título:O PORTO CULTO
Descrição:

Magalhães & Moniz editores, Porto, 1912. In-8º de 518-(1) págs. Br. Capas de brochura envelhecidas e com picos de acidez.

PRIMEIRA EDIÇÃO.
 

Observações:

Última obra publicada por Sampaio Bruno amplamente anotada e documentada, que se debruça sobre personalidades como José Anastácio da Cunha, Filinto Elísio, Jacob de Castro Sarmento, Francisco Solano Constâncio, Lopes de Mendonça, Soares de Passos, Ricardo Jorge, Júlio de Matos e Joaquim de Araújo, entre outros.

Preço:27,00€

Referência:13652
Autor:BRUNO, Sampaio
Título:A DICTADURA. Subsidios moraes para seu critico.
Descrição:

Livraria Chardron, Porto, 1909. In-8º de 293.(1) págs. Encadernação editorial em percalina verde, com ferros dourados nas pastas.

Observações:

Bruno ou Sampaio Bruno (1857-1915) foi escritor, ensaísta e filósofo portuense; figura cimeira do pensamento português do seu tempo Sampaio Bruno integrou o directório do Partido Republicano Português e fundou vários semanários portuenses. Com Antero de Quental e Basílio Teles elaborou os estatutos da Liga Patriótica do Norte no seguimento do Ultimato Britânico de 1890; participou na malograda revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891, de cujo manifesto foi redactor e exilando-se depois em Paris com João Chagas. A depressão que o afectou no exílio contribuiu para encaminhar a sua pesquisa no sentido do misticismo e do esoterismo, mergulhando na literatura gnóstica de inspiração judaica, na cabala e na ideologia maçónica. No regresso a Portugal em 1893 publicou então as Notas do Exílio. Em 1898 publicou o Brasil Mental, em que desenvolveu a sua crítica ao positivismo comteano iniciada vinte anos antes. Em 1909 foi nomeado director da Biblioteca Pública Municipal do Porto mantendo o cargo após a proclamação da República até à sua morte em 1915. O seu pensamento filosófico de crescentes contornos místicos e esotéricos influênciou Fernando Pessoa.

Paulo Costa Domingos, no seu blog de informação bibliográfica, diz-nos o seguinte: "... Em pleno conflito ideológico com Afonso Costa, que chegou a agredir Sampaio Bruno fisicamente, o que levou este último a afastar-se do Partido Republicano, será ainda «[...] na qualidade de jornalista republicano independente que ele vai travar o veemente combate, que foi o seu, contra a ditadura de João Franco. Volta-lhe o ardor combativo de outrora. Escreve quase diàriamente um artigo. Insurge-se contra a supressão dos direitos cívicos e, quando, em 1908, João Franco caiu, logo após o assassinato do rei e do príncipe herdeiro, exclama: “o regicídio é, seguramente, um acto condenável, mas o despotismo não o é menos. O tiranicídio é, na verdade, um crime; mas a tirania é também um crime”. [...]»
. O vertente livro serve História na exactidão dos factos e na conotação posta nos mesmos.

Preço:24,00€

Referência:13450
Autor:BRUNO, Sampaio
Título:A IDEIA DE DEUS
Descrição:

Livraria Chardron, Porto, 1902. In 8º de LXIV-483-(3) págs. Encadernação editorial.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra onde Sampaio Bruno se dedica dedica-se a uma reflexão, com o intuito de reabilitar a metafísica. Uma das questões centrais da obra é mostrar a viabilidade entre a metafísica e a ciência, entre a metafísica e a história do pensamento. O autor tece algumas considerações, quer negativas, quer positivas, sobre o estatuto da metafísica enquanto ciência.

“Eis a quimera basilar do progresso metafísico, consiste em dar uma extensão abusiva a uma face do fenómeno, aplicando-a, por uma imagem analógica, onde ela não cabe. Desta insensatez audaciosa, derivam duas consequências. A primeira é que, enquanto, que os sistemas científicos se penetram, os sistemas metafísicos excluem-se. Voltaire poe-los às brigas num poemeto famoso. A segunda consequência é que, no entanto, os sábios herdam uns dos outros, os metafísicos, no essencial, não herdam nada reciprocamente.  Finalmente quando um sistema científico cai alguma coisa se aproveita. O fracasso dum sistema metafísico, ou antes de todos os sistemas metafísicos até aqui, tem sido completo e absoluto.”

Preço:28,00€

Referência:9457
Autor:BRUNO, Sampaio
Título:A GERAÇÃO NOVA. Ensaios críticos. Os Novelistas
Descrição:Magalhães & Moniz Editores, Porto, 1886. In-8º de 359-(1) págs. Encadernação moderna meia francesa em pele com bela decoração dourada na lombada. Conserva ambas as capas de brochura. Exemplar magnífico.
Observações:"...Coleção de ensaios de crítica literária sobre os novelistas portugueses, publicada em 1886, nos quais Sampaio Bruno acompanha diacronicamente as etapas conducentes ao romance realista-naturalista, que passam por "o romance histórico", "o romance de intriga", "o romance íntimo", "o romance de costumes", "o romance de intuito", "o conto satírico", "o conto fantástico", "o conto rural" e "o romance rural", sem esquecer "as revistas literárias e o folhetim".Na extensa "Conclusão", Bruno defende a estética realista dos erros de apreciação crítica que sobre ela vinham sendo proferidos (nomeadamente as acusações de obscenidade, de excessiva pormenorização e de deficiências de estilo), mas critica-a enquanto mero "trabalho de coligir o documento humano, de registar factos, de compendiar observações, de desfibrar o tecido sentimental, de dissecar os elementos histológicos das volições", sustentando que "o romance tem [...] de continuar a ser romance; e a sua crítica final de ultimar-se, como em todas as obras de arte, numa questão de gosto...".
Preço:40,00€