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DANTAS, Júlio

Foram localizados 9 resultados para: DANTAS, Júlio

 

Referência:13990
Autor:DANTAS, Júlio
Título:GUERRA JUNQUEIRO
Descrição:

Lello & Irmão, Porto, 1950. In-4º de 24 págs. Br. leve assinatura de posse.

Observações:

Discurso inaugural das comemorações centenárias do Poeta, pronunciado na sessão solene realizada em 2 de Dezembro de 1950, na Câmara Municipal de Lisboa.

"... e os poetas, como os santos, não pertencem apenas à terra em que nascem, mas também àquela em que morrem."

Preço:15,00€

Referência:13898
Autor:DANTAS, Júlio
Título:PÁTRIA PORTUGUESA
Descrição:

Parceria António Maria Pereira, Lisboa1914. In-4º de 294-(2) págs. Encadernação já gasta meia inglesa com dizeres e florões a ouro na lombada. Conserva capas de brochura. Profusamente ilustrado ao longo do texto com desenhos de Alberto Sousa e um retrato fotográfico do autor.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra publicada em folhetins no Jornal de Lisboa 'A Capital' e louvada em Portaria do Govêrno da República Portuguesa, de 20 de Dezembro de 1913 (Diário do Govêrno, nº301 de 26 do mesmo mês e ano)."

 

Edição cuidada de um dos mais belos livros de Júlio Dantas onde através de episódios da história nacional o autor faz uma exaltação do povo e uma condenação da nobreza.

 

Preço:20,00€

Referência:12661
Autor:DANTAS, Júlio
Título:LISBOA DOS NOSSOS AVÓS.
Descrição:

Publicações Culturais Da C.M.L., Lisboa, 1969. In-8º de 280 pags. Br. Ilustrado com o retrato do autor em anterrosto. Ilustração da capa de Roque Gameiro. Obra impressa em papel couché. Capas ligeirmente empoeiradas.

Observações:

Conjunto de crónicas onde o autor  aborda a vida quotidiana de Lisboa e as suas personagens.
Encerra capítulos como: "Tipos das ruas de Lisboa", "As velhas procissões", "Os cafés lisboetas", "As feiras", "A vida lisboeta no segundo quartel do século XIX", "Modas", "As meninas".

"Logo que a casa estivesse pronta, bem armada de damascos de seda e provida de bufetes, de contadores e de pesadas serpentinas de prata de muitos lumes, começaria a provação terrível das visitas de cerimónia. As salas encher-se-iam de peraltas, descritos pelo autor como «certos animais com figura humana, que constituem nova espécie entre racional e irracional», e de casquilhas de grandes toucados de plumas, «tão altos, que, se as velas dos lustres lhes pegassem fogo, elas não dariam por isso», - toucados que ao tempo (refere o autor, com justa indignação) se chamavam «mitras», e que os cabeleireiros só conseguiam riçar e polvilhar "montando escadas e andaimes em volta das cabeças das senhoras"".

Preço:27,00€

Referência:7243
Autor:DANTAS, Júlio
Título:CARTA 9
Descrição:Carta manuscrita sobre papel, frente e verso, folha dobrada em duas, com dimensões 17,5 x 26,5 cm, assinado no final (verso). Sem qualquer indicação de data.
Observações:Júlio Dantas (Lagos, 19 de Maio de 1876 — Lisboa, 25 de Maio de 1962) foi um médico, político e diplomata, que se distinguiu como um dos mais conhecidos intelectuais portugueses das primeiras décadas do século XX. Na sua actividade intelectual foi um polígrafo, cultivando os mais variados géneros literários, da poesia ao romance e ao jornalismo, mas foi como dramaturgo que ficou mais conhecido, em particular pela sua peça A Ceia dos Cardeais (1902), uma das mais populares produções teatrais portuguesas de sempre. Na política foi deputado, Ministro da Instrução Pública e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1921-1922 e 1923), terminando a sua carreira pública como embaixador de Portugal no Brasil (1941-1949). Considerado retrógrado por alguns intelectuais coevos, como foi o caso de Almada Negreiros, que foi ao ponto de escrever o Manifesto Anti-Dantas e de publicamente o desconsiderar, conseguiu granjear durante a vida grande prestígio social e literário, prestígio que decaiu após a sua morte. Foi eleito sócio da Academia de Ciências de Lisboa (1908), instituição a que presidiu a partir de 1922.

"Meu Exm.º e bom amigo: ... Fazia ter a intenção de ir hoje ao ensaio da "Terra (?)": acabam, (?), a prevenir-me do ministerio da guerra de que (?) hoje uma das comissões da que faço parte e a que não posso faltar. Talvez na volta ainda chegue a tempo de felicitar V.Ex., a quem desejo um grande triumpho e um vitorioso exito - Com affectuosos cumprimentos e agradecimentos pela gentileza da sua carta, peço-lhe que me (?), Julio Dantas
Preço:50,00€

Referência:7242
Autor:DANTAS, Júlio
Título:CARTÃO MANUSCRITO
Descrição:Cartão timbrado dO Theatro de D. Maria II - Gabinete do Commissarrio do Governo (11,5 x 9 cm) manuscrito frente e verso, autografado, dirigido a Manuel Bordalo Pinheiro. Apresenta uma data de 27 de Novembro de 1906. Conversa subscrito.
Observações:Júlio Dantas (Lagos, 19 de Maio de 1876 — Lisboa, 25 de Maio de 1962) foi um médico, políticoe diplomata, que se distinguiu como um dos mais conhecidos intelectuais portugueses das primeiras décadas do século XX. Na sua actividade intelectual foi um polígrafo, cultivando os mais variados géneros literários, da poesia ao romancee ao jornalismo, mas foi como dramaturgoque ficou mais conhecido, em particular pela sua peça A Ceia dos Cardeais (1902), uma das mais populares produções teatrais portuguesas de sempre. Na política foi deputado, Ministro da Instrução Pública e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1921-1922 e 1923), terminando a sua carreira pública como embaixadorde Portugal no Brasil (1941-1949). Considerado retrógrado por alguns intelectuais coevos, como foi o caso de Almada Negreiros, que foi ao ponto de escrever o Manifesto Anti-Dantas e de publicamente o desconsiderar, conseguiu granjear durante a vida grande prestígio social e literário, prestígio que decaiu após a sua morte. Foi eleito sócio da Academia de Ciências de Lisboa (1908), instituição a que presidiu a partir de 1922.

"Meu querido Manuel...Muito e muito obrigado pela collecção das suas Parodias. É brilhantíssima. V. honra, n'essas bellas paginas, o seu nome de artista e a menina do seu querido pai. Abraço-o de todo o coração - A Ilustração Portuguesa lá irá fazer-lhe a sua visita e os seus cumprimentos. - a proposito: não se esqueça das páginas sobre a Pavana, gavola e (?). Tem de entrar na machina...Vá lá, coragem, Manuel! E muitos abraços do seu, do coração, Julio."
Preço:65,00€