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DUARTE, Afonso

Foram localizados8 resultados para: DUARTE, Afonso

 

Referência:14161
Autor:DUARTE, Afonso
Título:LÁPIDES E OUTROS POEMAS (1956 - 1957)
Descrição:

Iniciativas Editoriais, Lisboa, 1960. In-8.º de 52-(4) págs. Brochado, impecavelmente bem conservado nao obstante uma pequena mancha na capa posterior. Miolo muito limpo e fresco. Apresenta um poema facsimilado.

Observações:

Edição apresenta um Apêndice assinado por Carlos de Oliveira e João José Cochofel.

Preço:28,00€

Referência:14160
Autor:DUARTE, Afonso
Título:OS 7 POEMAS LÍRICOS
Descrição:

Edições Presença, Coimbra, 1929. In-8º de 206 págs. Brochado com picos de humidade.

PRIMEIRA EDIÇAO.

INVULGAR.
 

Observações:

Reunião dos três primeiros livros do autor,  Cancioneiro das Pedras-1912;Tragédia do Sol Posto-1914;e Rapsódia do Sol-1916, reorganizando-os, eliminando alguns poemas e introduzindo outros. Afonso Duarte pertenceu ao grupo da revista "Águia" e dirigiu a revista "Rajada".

Preço:35,00€

Referência:14159
Autor:DUARTE, Afonso
Título:UM ESQUEMA DO CANCIONEIRO POPULAR PORTUGUÊS
Descrição:

Seara Nova, Lisboa, 1948. In-8.º de 78(1) págs. Brochado. Capas de brochura com pequenas manchinas de acidez, próprias da qualdiade do papel e da acção do tempo. Miolo fresco.

Observações:
Preço:25,00€

Referência:14158
Autor:DUARTE, Afonso
Título:OSSADAS
Descrição:

Seara Nova Editora, Lisboa, 1947. In. 8.º de 98(4) págs. Brochado. Rubrica de posse no anterosto. Exemplar muito limpo e fresco, impresso sobre papel de boa quailidade.

PRIMEIRA EDIÇÃO

Observações:

Primeira edição. Afonso Duarte, poeta que se situa entre o saudosismo e o movimento da Revista Presença, acabou por ter relevante influência na geração de poetas do neo-realismo. Livro de Poemas breves / como o instante da flor / que abriu para morrer.

Preço:30,00€

Referência:14157
Autor:DUARTE, Afonso
Título:TRAGÉDIA DO SOL POSTO
Descrição:

França Amado, Coimbra, 1914. In-8º de (7)-48 págs. Brochado com todos os cadernos por abrir. Conserva no final a cinta da errata. Exemplar em excelente estado de conservação, não obstante o ligeiro empoeiramento das capas. Ilustração de Correia Dias.

PRIMEIRA EDIÇÃO

Observações:

Segunda obra do autor, de muito reduzida tiragem e bastante invulgar de aparecimento no mercado.

Segundo José Carlos Seabra Pereira, na Edição Crítica Comemorativa do Cinquentenário da Morte do autor publicado pela INCM (2008), diz-nos:
"... O sincretismo neo-romântico que hoje o soneto «Inscrição»estatui, como pórtico de Os 7 Poemas Líricos, tinha no início dacarreira de Joaquim AFONSO Fernandes DUARTE (Ereira, 1884--Coimbra, 1958) desenvolta manifestação na profusa colabora-ção que de 1910 em diante dava não só à capital A Águia, masa quase todas as revistas que a acompanham ou se lhe seguem, em Coimbra (A Farsa, Alma Académica, Dionysos, Gente Nova,A Rajada, cuja 1.a série dirige, etc.) e pelo país fora (O Ave minhoto, A Labareda portuense, a Gente Lusa, etc.). Afonso Duar-te movia-se, de resto, nessa colaboração literária à imagem dodescomprometimento ideológico, mas em atitude crítica, com que,então como doravante, resguarda as suas ligações ao meio estu-dantil, em particular com o grupo dos «Esotéricos» (hegemoni-zado pelos futuros integralistas).O mesmo sincretismo neo-romântico houvera talvez marca-do o poema Visitação da morte que desde 1903 tentara, em vão,realizar; e encontra já acolhimento na compleição originária doCancioneiro das Pedras (Lisboa, 1912), composto por alguns dospoemas de 1906 a 1910, posteriores aliás aos outros versos ado-lescentes de umas repudiadas Composições verdes e a prosas nãomenos incipientes. Desse primitivo Cancioneiro das Pedras viriao poeta a destacar, aquando da organização de Os 7 Poemas Líricos nas edições da Presença (1929), muitos textos para o Romanceiro das Águas, para o Episódio das Sombras, para o Ritual do Amor. Boa parte dos poemas que integrarão a Tragédia do Sol-Posto (Coimbra, 1914) e a Rapsódia do Sol-Nado seguidado Ritual de Amor (Porto, 1916) datam também do período juve-nil e dispersam-se já por aquelas revistas.Logo em 1911, o mais notável estudo da época sobre as ten-dências emergentes na literatura portuguesa — A Nova Geração de Veiga Simões — já qualificava o primeiro Afonso Duarte noalto nível de uma plêiade de novos poetas próximos de Pascoaes (junto a Jaime Cortesão, Mário Beirão, Augusto Casimiro); e na Água Lustral de 1913 era ainda a recepção de Cancioneiro das Pedras que levava Artur Ribeiro Lopes a considerar Afonso Duarte «o maior instinto poético do momento». À medida que mais colabora n’A Águia, na Dionysos e n’A Rajada, a sua poesia parece predisposta a identificar-se com o Saudosismo, mas o seu encanto (por vezes pávido) com o mundo físico preserva sempreuma irredutível singularidade e alguma abertura para marcastradicionalistas, mais próprias de colaboradores lusitanistas d’A Águia (Afonso Lopes Vieira, António Corrêa d’Oliveira e seusdiscípulos) como se vê por 1912 também na colaboração de Afonso Duarte na Alma Académica. Desde então até às sequelas imedia-tas da publicação da Tragédia do Sol-Posto, acentuam-se os parentescos com o expressionismo saudosista e ainda mais os gestos de vontade de incorporação de Afonso Duarte no cânone dessa corrente neo-romântica, por parte de Pascoaes (no primeiro grande Inquérito Literário do tempo, conduzido por Boavida Portugal em 1912 no República e em 1914 em livro, e depois n’O Génio Português..., de 1913), por parte de Leonardo Coimbra (n’O Criacionismo de 1912), etc. ..".
 

Preço:40,00€