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Livros do mês: Janeiro 2023
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FERRO, António

Foram localizados12 resultados para: FERRO, António

 

Referência:14952
Autor:FERRO, António
Título:ÁRVORE DE NATAL
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, 1920. In. 8.º de 124-(2) págs. Brochado.
Capa com bonita ilustração figurativa, muito modernista, de Jorge Barradas. Livro muito invulgar impresso em papel de linho de excelente qualidade. Assinatura de posse no frontispício e na capa de brochura anterior.


Primeira e única edição deste belo livro.

Observações:

A obra abre com poemas com cariz religiosa, sob o capítulo "Jerusalêm", em torno de temas católicos , incluindo a "Virgem Maria", "Sermão da Montanha", "Canção de Madalena", a "Ressurreição" e "Imitação de Christo". Seguem-se oito poemas no capítulo  "Abdicação", versando a epifania, a catedral, a religiosa portuguesa Soror Mariana e a Nossa Senhora do Poente. Seguem-se novamente oito poemas como título "Relíquias" ,outros nove poemas  em "Ternura" e por fim "Aladino" com seis poemas incluindo entre outros, "Scheherezade", "Sevilha", "Cabinda" e "Opio".

 

António [Joaquim Tavares] Ferro (Lisboa, 1895 - 1956) foi um escritor, jornalista e político português. Sob o Estado Novo, António Ferro abraçou a carreira política, tendo dirigido o Secretariado da Propaganda Nacional (SPN) desde a sua criação por Salazar, em 1933, até 1949. É sua a formulação doutrinária, a partir de 1932, da chamada Política do Espírito, nome que teve em Portugal a política de fomento cultural e de propaganda do regime. Depois de em 1933 ter publicado um livro de entrevistas com o ditador (Salazar, o Homem e a Obra), este chamou-o para seu próximo colaborador com as funções simultâneas de chefe da propaganda e de responsável pelo sector cultural. Com apenas 19 anos foi editor da revista Orpheu, responsabilidade para que foi escolhido por Fernando Pessoa precisamente por ser ainda menor. Foi jornalista nos diários O Jornal 1915 (dirigido por Boavida Portugal e no qual também colaborou Fernando Pessoa), O Século e Diário de Notícias, dirigiu a revista Ilustração Portugueza e fundou ainda a revista Panorama. Em 1921 publicou o manifesto modernista Nós. Simpatizante do fascismo, fascinado por Benito Mussolini e pelos regimes autoritários da época, foi ele quem sugeriu a Salazar a criação de um organismo que fizesse propaganda aos feitos do regime. Esse organismo chamou-se Secretariado de Propaganda Nacional até ao final da II Guerra Mundial, quando passou a chamar-se Secretariado Nacional de Informação (SNI). Ferro dirigiu o organismo até 1949, quando partiu para a legação portuguesa em Berna. Esteve ligado às áreas do espectáculo, jornalismo, turismo e às actividades culturais em geral. Foi comissário-geral das exposições internacionais de Paris (1935) e de Nova Iorque (1938), fundador do Museu de Arte Popular, do Grupo de Bailado Verde Gaio e presidente da Emissora Nacional (1941). Como era um homem de cultura e de espírito, Ferro serviu-se do organismo criado para defender e divulgar alguns dos artistas mais arrojados do seu tempo. Travou lutas com os conservadores do regime em defesa da arte moderna. António Ferro foi casado com a poetisa Fernanda de Castro, pai do escritor António Quadros e avô da escritora Rita Ferro.

Preço:40,00€

Referência:11754
Autor:FERRO, António
Título:D. MANUEL II O DESVENTURADO
Descrição:Livraria Bertrand, Lisboa, 1954. In-8.º de 229(1) pág. Br. Ilustrado com gravuras em extra-texto sobre papel couché.
Observações:Notas de Correia Marques.
"figura portuguesíssima, insinuante, de D. Manuel II. Se houve um rei luso que se perdeu na bruma, esse foi, sem dúvida, o triste exilado de Fullwell Park, o Desejado de muitos portugueses, outro D. Sebastião teimosamente aguardado numa manhã de nevoeiro. Mas nem os próprios, que tanto ansiavam por ele, conheciam bem, como eu pude conhecer, a esbelteza da sua alma, a sua doce melancolia de português saudoso, distante. Viam nele apenas o Rei, o símbolo ainda vivo do seu ideal, a esperança do regresso, mas não conheciam o homem, o seu encanto pessoal, a distinção e a graça das suas maneiras, não sabiam, por exemplo, que D. Manuel fingia viver em Inglaterra, mas que continuava, de facto, a ser rei na nossa maior possessão: na saudade."
Preço:30,00€

Referência:10572
Autor:FERRO, António
Título:D. MANUEL II O DESVENTURADO
Descrição:Livraria Bertrand. Lisboa. S/d.(1954). In-8º de 229 págs. Br. Ilustrado com gravuras em extra-texto sobre papel couché. Capa com pequenas falhas marginais.
Primeira Edição.
Observações:Do prefácio:

figura portuguesíssima, insinuante, de D. Manuel II. Se houve um rei luso que se perdeu na bruma, esse foi, sem dúvida, o triste exilado de Fullwell Park, o Desejado de muitos portugueses, outro D. Sebastião teimosamente aguardado numa manhã de nevoeiro. Mas nem os próprios, que tanto ansiavam por ele, conheciam bem, como eu pude conhecer, a esbelteza da sua alma, a sua doce melancolia de português saudoso, distante. Viam nele apenas o Rei, o símbolo ainda vivo do seu ideal, a esperança do regresso, mas não conheciam o homem, o seu encanto pessoal, a distinção e a graça das suas maneiras, não sabiam, por exemplo, que D. Manuel fingia viver em Inglaterra, mas que continuava, de facto, a ser rei na nossa maior possessão: na saudade.
Preço:20,00€

Referência:9661
Autor:FERRO, António
Título:PRAÇA DA CONCÓRDIA
Descrição:Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1929. In.8º de 228 págs. Br.Rubrica da posse no ante-rosto. Capa de brochura ilustrada, mas com ligeiros picos de acidez. Capabastante expressiva de Bernardo Marques.

Primeira edição.
Observações:Livro de crónicas/entrevistas realizadas em Paris entre 1924 e 1926 avultos da actualidade francesa da época: Herriot, Cocteau, Clemenceau,Poincaré, Petain, Foch, etc.
Os lugares, os costumes e os homens são aqui tratados com o desenvoltura que lhe era habitual.
Preço:20,00€

Referência:9660
Autor:FERRO, António
Título:LEVIANA - novela em fragmentos
Descrição:Emprêsa Literária Fluminense, Lda., Lisboa, 1929. In-8.º de 14-(2) págs. Encadernação editorial, decorada nas pastas e lombada. Preserva capas de brochura.
Observações:"Edição definitiva com um retrato inédito do pintor Mário Eloy, um prefácio de D. Rámon Gomez de La Serna e um estudo crítico do autor."
Preço:23,00€

Referência:1747
Autor:FERRO, António
Título:VERDE-GAIO
Descrição:Oficina Gráfica Lda, Lisboa, 194?. In. 4.º de 5 págs. Br.
Observações:Capa de brochura com ligeiros picos de acidez.Palavras de apresentação por António Ferro, Director do Secretariado da Propaganda Nacional.
Preço:15,00€