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MANSILHA, Frei João de

Foram localizados1 resultados para: MANSILHA, Frei João de

 

Referência:13151
Autor:MANSILHA, Frei João de
Título:HISTORIA ESCANDALOSA DOS CONVENTOS DA ORDEM DE S. DOMINGOS EM PORTUGAL,extrahida fielmente do inedito de João de Mansilha, encarregado pelo grande estadista Marquez de Pombal da reforma da mesma ordem em 1774 a 1776
Descrição:

Livraria Antiga e Moderna de Francisco Maria dos Santos, Lisboa, 1901. In-8º de    287 págs. Br.  Lombada desconjuntada a necessitar de encadernação. Alguns picos de acidez e vestígio de fita gomada.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Primeira edição deste inédito escrito pelo  reformador  da  Ordem  de  São  Domingos.

 

DUAS PALAVRAS

No actual momento, em que a opinião publica tomou asi, comodevia, a santa cruzada da mais absoluta imposição á ideia reaccionária, tem a máxima opportunidade a publicação d'este. livro . As paginas que vão ler-se possuimo-las nós em manuscripto. ha muitos annos. e colligiu-as uma verdadeira auctoridade no assumpto, Frei João de Mansilha, que, encarregado pelo grande estadista Marquez de Pombal da reforma dos conventos da Ordem de São Domingos, as redigiu dictando-as ao seu secretario, que as escreveu. No emtanto, nós só extractamos dà obra as passagens mais interessantes, os escândalos mais notáveis, porque, aliaz, não caberiam no estreito limite dum volume tantas e tão curiosas revelações A lealdade com que estão traçadas e a fidelidade com que aS damos hoje á estampa constituirão o melhor dos depoimentos contra a seita negra, rasgarão o mais eloquente foco de luz que ha de vir mostrar a verdade de todo esse movimento liberal, que óra parece querer guindar-se á altura das mais respeitáveis petições d 'um povo.

Para attestar a competência do auctor basta, de certo, o encargo que sobre elle depoz o notável ministro de D. José I, esse espirito liberal, intransigente e único que o nosso paiz teve a gloria de possuir. O integerrimo defeníor. das regalias publicas, que se chamou Sebastião José de Carvalho e Mello, nao confiaria missão tão espinhosa a individuo que não fosse por elle reconhecido como verdadeira auctoridade.

Posto isto, cremos que a nossa resolução tem o direito de ser julgada utilissima, por quanto, ao mesmo tempo que vem tornar conhecido um documento importantissimo, serve uma causa em que a razão e a justiça apparecem nitidas a todos os espíritos que
não vivam para o reinado das trevas.

Do. publico portuguez, a quem a dedicamos, esperamos nós a cooperação indispensável.

Maio, 1901.

Preço:29,00€