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MOURÃO-FERREIRA, David

Foram localizados27 resultados para: MOURÃO-FERREIRA, David

 

Referência:14488
Autor:MOURÃO-FERREIRA, David
Título:O IRMÃO - Peça em dois actos
Descrição:

Guimarães Editores, Lisboa, 1965. In-8.º de 101-(3) págs. Br. Capa de brochura com insignificantes manchas de humidade

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO da única peça de teatro publicada pelo autor que mereceu um Prémio de Teatro da Casa da Imprensa e levada à cena, cinco anos mais tarde, pela Companhia de Teatro Popular, no Teatro da Estufa Fria. O Irmão , peça que o próprio autor não ousou classificar como “tragédia”, embora lhe parecesse “trágica” sob muitos aspectos " ... recebe o toque realista de uma encenação meticulosa, claramente permeável ao símbolo, onde o jogo dialéctico entre oposições binárias como exposto/oculto, fechado/aberto, linear/circular se combinam como figuração do funcionamento poético do texto..." (Maria Fernanda Brasete).
 

Preço:25,00€

Referência:14486
Autor:MOURÃO-FERREIRA, David
Título:TAL E QUAL O QUE ERA
Descrição:

Editorial Organizações, Lisboa, 1963. In-8º de 64 págs.Br. Colecção "Antológica Best-Sellers".

Observações:

Primeira edição autónoma, "corrigida, e em certos passos abreviada" desta novela extraída do livro Gaivotas em Terra.

Álvaro Salema, na nota de badana:
"monólogo coloquial de um narrador, que vai em busca das suas recordações de comparsa para redescobrir e tentar explicar a grande figura dramática da mulher que preenche a narrativa."

"Era justamente o que eu ia dizer! Tudo se prende, em última instância (pelo menos na aparência), a esse outro problema. Mas aí é que está: jamais descobriremos se a Maria Antónia se suicidou ou não se suicidou. Já sabes o que penso a tal respeito: agora é que ela não tinha razões nanhumas para se suicidar; no entanto, a Maria Antónia era pessoa para se suicidar, precisamente quando não tivesse razões nenhumas para isso. Suponhamos, porém, que foi um acidente: a verdade é que um acidente pode muito bem ser uma das armas do destino; e, em contrapartida, não será a natureza - uma natureza cansada, depauperada, gasta antes do tempo - a responsável por um acidente daquele género? Suponhamos, agora, que não foi um acidente: e nunca saberemos até que ponto é que a livre vontade da Maria Antónia, por muito livre que parecesse, não estaria comandada pelo destino ou subornada pela natureza.

Ora até que enfim te vejo sorrir. É isso, meu caro: falo sempre como advogado. De qualquer modo, bem vês: esta última incógnita (a da morte), mesmo quando ficasse devidamente esclarecida, nunca bastaria para explicar a outra: a vida, a vida da Maria Antónia."

Preço:15,00€

Referência:5769
Autor:MOURÃO-FERREIRA, David
Título:QUATRO TEMPOS
Descrição:Editorial Presença, Lisboa, 1996. In-8.º de 78 páginas. Br.
Observações:PRIMEIRA EDIÇÃO acompanhada por um Cd, o qual inclui 40 poemas ditos por Luís Lucas.Nota introdutória e selecção de poemas por Joana Morais Varela.Obra inserida na «Colecção Poesia Dita».
Preço:40,00€