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Livros do mês: Março 2024
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GUIA DE COIMBRA

em Monografias & regionalismo

Referência:
15183

Autor:
CASTRO, Eugénio de

Palavras chave:
Arquitectura Religiosa | Arte Monumental | Coimbra | Primeiras edições | Regional | Turismo

Ano de Edição:
sem ano de edição definido

25,00€


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Título:
GUIA DE COIMBRA
Descrição:

F. frança Amado, editor - Coimbra, s.d. In-8º de 103-(1)-(8) págs. Brochado. Ilustrado à parte com um grande mapa ou planta topográfica desdobrável da cidade e sobre papel couché com vistas de Coimbra, monumentos, fachadas de edifícios, claustros, etc ... Apresenta no final um caderno de 8 páginas cimpressa sobre papel rosa velho com publicadade a casas comerciais locais. Capa de brochura ligeiramente rasgada na charneira, na parte superior. De resto, muito bom exemplar, muito estimado.

Primeira e única edição cuja publicação oficial foi suportada pela Sociedade de Defesa da Propaganda de Coimbra.

Observações:

Na introdução, as palavras de um poeta caracterizam tão bem a cidade de Coimbra de então, como hoje, cem anos depois, e dizem o seguinte:
" ... COIMBRA é como certas mulheres que depois de haverem soffrido os maiores ultrajes do tempo e do destino, conservam ainda na decrepitude eloquentes signaes da belleza que tiveram em moças. Ao passo que, nos outros paizes da Europa e até na visinha Hespanha, injustamente classificada de barbara, a modernisação das povoações historicas se tem feito assisadamente, abrindo-se novos bairros de ruas amplas e arejadas, mas conservando-se com respeito a parte antiga nos seus elementos monumentaes e pittorescos, em Portugal, pelo contrario, a falta de cultura artistica, a decadencia da aristocracia, o desdem pela tradição e a incompetencia da maior parte das edilidades, descaracterisaram por completo as cidades, arrasando ou deixando cair desalmadamente castellos e muralhas, templos e solares, duplamente interessantes e veneraveis, pelo que valiam como obras d'arte e pelas nobres coisas que do passado nos diziam. De todas as cidades portuguêsas victimadas pelos elementos devastadores acima apontados, nenhuma como Coimbra padeceu tantas e tão grandes injurias. ...".

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