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MEMORIA HISTORICA E DESCRIPTIVA DA VILLA DO BARREIRO

em Monografias & regionalismo

Referência:
14583

Autor:
PIMENTA, José Augusto

Palavras chave:
Barreiro | Regional

Ano de Edição:
1886

75,00€


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Título:
MEMORIA HISTORICA E DESCRIPTIVA DA VILLA DO BARREIRO
Descrição:

Typ. do Diccionario Universal Portuguez, Lisboa, 1886. In-4º de XII-116 págs. Ilustrado à parte sobre papel de gramagem e qualidade superior. Belíssimas vinhetas capitulares alegóricas. Encadernação coeva em percalina azul com elaborados ferros secos e dourados numa bonita composição em cercadura que emoldura os dizeres nas pastas. Impressão sobre papel de relativa qualidade, tão própria da época, apresentadno-se como tal intensa oxidação. Folha que compreende as páginas 3 e 4 solta. Ostenta uma dedicatória autógrafa a um antigo reitor da Universidade de Coimbra.

PRIMEIRA EDIÇÃO

Observações:

 

José Augusto Pimenta (1860-1940), será sempre citado como o autor da primeira obra sobre a história e as origens da localidade onde nasceu. Embora incompleta, a monografia mereceu na altura na impresna rasgados elogios quando do seu aparecimento. Historiadores posteriores (como Armando S. Pais) não tiveram dificuldades em apontar certas deficiências, mas é mais que justo salientar que aquela obra de investigação partiu praticamente do zero.
Na página 1, lê-se o seguinte:

"... Na margem esquerda do Tejo, a nove kilometros proximamente ao sul de Lisboa, n´uma bem situada planicie, saudavel e lavada pelo norte, fica collocada a importante villa do Barreiro.
Não podemos determinar precisamente a data da sua fundação, mas o que nos afigura fóra de toda a duvida é que este sitio começou a ser povoado por pescadores vindos do Algarve que, attrahidos pela grande abundancia de peixe e marisco das aguas do Tejo, bem como pelo excellente mercado que lhes fornecia a cidade de Lisboa, vieram, pouco a pouco, desde muitos seculos, emigrando para estas paragens, onde se foram estabelecendo como actualmente sucede com o portinho d´Arrabida e tantos outros pontos da nossa costa.
O modo de fallar, bem como a accentuação da voz dos habitantes do Barreiro, tão differente do das outras povoações limitrophes, ainda as mais proximas, tem grande similhança com a dos povos do Algarve, bem como se nota ainda uma certa similhança de costumes ...”

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