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PORTUGAL ANTIGO E MODERNO. Diccionario Geographico, Estatistico Chorographico, Heraldico, Archeologico, Historico Biografico e Ettymologico de todas as cidades villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias... VOLUME XI

em Monografias & regionalismo

Referência:
12822

Autor:
LEAL, Augusto Soares d’Azevedo Barbosa de Pinho

Palavras chave:
Portugal

Ano de Edição:
1886

45,00€


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Título:
PORTUGAL ANTIGO E MODERNO. Diccionario Geographico, Estatistico Chorographico, Heraldico, Archeologico, Historico Biografico e Ettymologico de todas as cidades villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias... VOLUME XI
Descrição:

Livraria Editora de Mattos Moreira & Companhia, Lisboa,1886. In-4º de 763 págs. Encadernação meia inglesa antiga em pele com dizeres a ouro na lombada. Com alguns picos de acidez.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

 

Observações:

Décimo primeiro volume desta monumental obra corográfica em 12 volumes, organizado alfabeticamente por nome das cidades, vilas e freguesias de Portugal. Sobre cada uma das entradas tem um artigo cobrindo localização, etc. Em alguns deles descreve igrejas e monumentos, factos importantes, efemérides, pessoas notáveis aí residentes e ainda algumas famílias e sua genealogia e heráldica. O conteúdo é bastante variável, muitas vezes baseado em informações recolhidas junto dos abades.

Este volume ocupa-se apenas das localidades começadas por Vil e tem verbetes  sobre localidades como Vila do Conde, Vila Nova de Fozcoa, Vila Seca, Vilarinho, entre muitas outras.

Segundo Inocêncio no "Diccionario Bibliographico":

"Portugal antigo e moderno, diccionario geographico, estatistico, chorographico, heraldico, archeologico, historico, etc. Por Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal. Lisboa, 1873-1890. 4.o, 12 tomos.
Pinho Leal, benemerito auctor d'este importante diccionario, falleceu em 2 de janeiro de 1884, quando a obra ía approximadamente em meio do tomo X e do artigo Vianna do Castello. Ficando interrompida a publicação, os editores convidaram o rev. abbade de Miragaya para a continuar e concluir, por haver sido o «primeiro cyrenéo» do auctor, como este o citou repetidas vezes no texto da obra.
Acceitou o rev abbade o convite e cumpriu. Escreveu, pois, a continuação e conclusão do tomo X e os tomos XI e XII até final, lastimando que os editores desistissem do promettido e tão preciso «supplemento», e que nem dessem mais um tomo com o indice geral da obra, indispensavel, porque no Portugal antigo e moderno existe grande repositorio de noticias, muitas das quaes estão deslocadas e dispersas por differentes artigos e tomos, sendo ás vezes difficil encontra-las. O indice geral era muito preciso, bom como o «supplemento», onde era facil ampliar uns artigos, introduzir novos, e corrigir outros. A publicação durára dezesete annos e os editores estavam anciosos por que terminasse.
A tiragem do Portugal antigo e moderno fôra de 5:000 exemplares. A impressão foi feita com sacrificio pelos editores, porque representou importante empate de capital, sem nenhum auxilio ou subsidio official.
A empreza editora soffreu, durante a impressão do diccionario, modificações. Principiou com os srs. Mattos Moreira & C.a, que levaram a publicação até o tomo IX; passou depois para os srs Mattos Moreira & Cardosos, que mandaram imprimir o tomo X; e por ultimo para os srs. Tavares Cardoso & Irmão, que tomaram a si o encargo da empreza e mandaram imprimir os tomos XI e XII. Estes ultimos, como se sabe, são livreiros e editores em Lisboa e no Brazil (estado do Pará), e por isso destinaram a primeira edição para o Brazil, e assim que a concluiram mandaram a maior parte para lá, deixando poucos para Lisboa, porque o mercado aqui é insignificante e não dá margem para um editor pensar sequer em rasoavel remuneração do seu capital."

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