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TRATADO OPHIRICO, 1616

em Ultramar & Brasiliana - HISTÓRIA

Referência:
14121

Autor:
ERÉDIA, Manuel Godinho de

Palavras chave:
Cartografia | China | Diplomacia | História | Macau

Ano de Edição:
2016

17,00€


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Título:
TRATADO OPHIRICO, 1616
Descrição:

Centro Científico e Cultural de Macau, I.P. e Fundação Jorge Alvares. In-8º de 237 págs. Brochado.

Edição de Juan Gil & Rui Manuel Loureiro. as últimas 50 páginas são dedicadas a um DICIONÁRIO que funciona como roteiro geográfico e etnográfico, bem como catálogo de personagens, autores e obras referenciadas no Tratado Orphico. Encerra também um capítulo  BIBLIOTECA  DE MANUEL GODINHO  DE ERÉDIA que inclui numerosíssimas referências bibliográficas e notas biográficas dos autores referidos.

Observações:

Da contra capa: "... O CCM traz a público uma das mais interessantes produções textuais luso-asiáticas da época da expansão portuguesa. Derradeira obra de Manuel Godinho de Erédia, o Tratado Ophirico permanecia inédito quando se vão cumprir quatro séculos sobre a sua original redacção. O manuscrito autógrafo, que se conserva actualmente numa biblioteca francesa, foi completado em finais de 1616, quando o cosmógrafo luso-malaio vivia em Goa e se dedicava a actividades artísticas e cartográficas. Obra ambiciosa, o Tratado Ophirico propunha-se apresentar “matérias dificultosas” de uma forma acessível, nada mais nada menos que a identificação da exacta localização da mítica região de Ofir, de onde provinha o ouro de Salomão...".

O Tratado Orphico de Manuel Godinho Erédia, uma das mais interessantes produções textuais luso-asiáticas da e´poca da expansão portuguesa, permanecia inédito, quando se vão cumprir quatro séculos sobre a sua original redacção. Derradeiro escrito do celebrado cosmógrafo luso-maio, cujo manuscrito autógrafo se conserva actualmente numa biblioetca francesa, foi completado em finais de 1616, quando o autor vivia em Goa e se dedicava a actividades artísticas e cartográficas. Trata-se de um ambicioso tratado, que se propõe apresentar "Materias difficultosas" de uma forma acessível, nada mais nada menos que a identificação da exacta localização da mítica região de Ofir, de onde provinha o ouro de Salomão. O tratado é dedicado a Filipe II, dividindo-se em cinco partes, das quais apenas três são dedicadas ao assunto referido no título. (Rui Manuel Loureiro).

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