Livro
 Aplicar filtros
Livros do mês: Agosto 2022
Temas 
Palavras Chave 
Módulo background

UM HOMEM SORRI À MORTE COM MEIA CARA. Narrativa.

em Literatura Portuguesa

Referência:
14940

Autor:
MIGUÉIS, José Rodrigues

Palavras chave:
sem palavras chave

Ano de Edição:
1959

30,00€


Adicionar Sugerir

Título:
UM HOMEM SORRI À MORTE COM MEIA CARA. Narrativa.
Descrição:

Estúdios Cor, Lisboa, 1959. In-8º de 157 págs. Brochado. Exemplar impecavelmente bem conservado. Rubrica de posse no ante-rosto.

PRIMEIRA EDIÇÃO

Observações:

"Foi para os aterrados da doença, os obcecados do fim, que eu escrevi estas páginas: para que queiram saber como se reage num leito de hospital, quando a morte ronda. E para aqueles médicos a quem interesse saber como vêem os seus doentes." JRM

"... José Rodrigues Miguéis foi vítima de graves problemas de saúde. Privado da sua memória, das suas capacidades físicas e mentais, decidiu relatar esse estado limite, na fronteira entre a vida e ele próprio. O seu texto Um Homem Sorri à Morte - Com Meia Cara pertence, portanto, não à literatura autobiográfica, mas sim ao autorretrato. Esta narração não é apresentada como um diário ou uma lista de memórias. É, antes, uma pesquisa da memória que o sujeito de enunciação perdeu, devido à sua doença. Dessa forma, Miguéis elogia o trabalho de memória. O eu é o outro, o que perdeu o sentido dos seres e das coisas. O registo pessoal desta narrativa permite-nos abordar a questão da identidade / alteridade do autor, segundo uma abordagem complementar à ficção. Essa questão identitária torna-se mais premente uma vez que está ligada ao próprio estatuto de Miguéis, escritor estrangeiro exilado nos EUA, apesar de ter adquirido a nacionalidade americana em 1942. Miguéis dá-nos a conhecer uma época marcada pela perda de capacidade, exposta com precisão através do seu estado físico e mental, mas também marcada pela luta que travou pela sua própria vida ..."
(in "Aquém e além-fronteiras: o caso de Um Homem Sorri à Morte com Meia Cara de José Rodrigues Miguéis, 1959" de Isabelle Simões Marques).

Voltar