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Livros do mês: Fevereiro 2020

Foram localizados 63 resultados para: Fevereiro 2020

 

Referência:14396
Autor:COELHO, MAnuel Ávila
Título:A FREGUESIA DE NOSSA SENHORA DA PIEDADE NA ILHA DO PICO
Descrição:

Horta, 1961. Separata factícia de Núcleo Cultural da Horta, In-8º de p. 291-377 + 12 pranchas ilustradas com motivos etnográficos, arte sacra e decorativa, etc ...
Dado a reduzido nº de tiragem das separatas factícias, este voluminho é bastane raro.

Observações:

"A FESTA DOS CORNOS (...) Esta exibição burlesca, nos seus primórdios, não teve certamente o sentido pejorativo que lhe damos hoje, tanto que o Coronel Afonso Chaves, num folheto que publicou sobre a festa, diz-nos "que na Horta, até 1870, as freiras do Convento da Glória mandavam no dia de S. Marcos, aos membros da colegiada da igreja matriz, antes da hora das ladainhas maiores que se celebram em tal dia, uma bandeja com uma coroa formada por pequenos cornos de alfenim, tendo no centro flores artificiais e um corno maior destinado ao Vigário..." (p. 332)

Preço:28,00€

Referência:14395
Autor:PEREIRA, Isaías da Rosa
Título:NOTAS HISTÓRICAS ACERCA DE ÍNDICES DE LIVROS PROIBIDOS E BIBLIOGRAFIA SOBRE A INQUISIÇÃO.
Descrição:

Lisboa, 1976. In-8º de 55-(1) págs. Brochado.

Observações:

Do índice:
- Notas Históricas sobre a proibição de livros na Igreja Catolica
- Relação dos Catálogos de Livros Proibidos Impressos em Portugal
- Este he o rol dos Livros Defesos por o Cardeal Iffante Inquisidor Geral nestes Reynos de Portugal. Ulissipone. 1551
- Rol dos Livros Defesos nestes Reinos e Senhorios de Portugal que ho Senhor Cardeal Iffnte Inquisidor Geral mandou fazer noanno de 1561
- O Índice e o Roldos Livros Proibidos de 1564

Preço:20,00€

Referência:14392
Autor:OLIVEIRA, Ernesto Veiga de;GALHANO, Fernando; PEREIRA, Benjamim
Título:CONSTRUÇÕES PRIMITIVAS EM PORTUGAL
Descrição:

Instituto de Alta Cultura (Neogravura), Lisboa, 1969. In-8.º de 363-(1) págs. Br.

Observações:

O presente ensaio visa estudar as formas mais simples de construção habitacionais ou não, primitivas, existentes no nosso país, as quais aproveitam em geral os materiais locais, segundo sistemas ou processos mais ou menos elaborados, mas de tipo arcaico e alheios a conceitos propriamente tecnicistas.

Estudo da habitação tradicional portuguesa nas suas origens dividido em duas partes, a primeira dedicada às Construções Primiticas e Elementares e a segunda aos Sistemas Primitivos de Construção. Trabalho exaustivamente documentado com 355 magníficas reproduções fotográficas impressas em folhas à parte, além de mais de uma centena de desenhos da autoria de Fernando Galhano, integrados nas páginas de texto.

" A presente obra foi subsidiada pelo Instituto de Alta Cultura no âmbito de um plano de publicações iniciado em 1969 visando a preservação e valorização do património cultural português. (...) Este fica, no entanto, assinalado por ser o primeiro que se integra no referido plano e que também é publicado pelo Centro de Estudos de Etnologia, sucedâneo do Centro de Estudos de Etnologia Peninsular. O Estudo da habitação tradicional portuguesa constituiu um dos primeiros objectivos do Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, e que tem vindo a concretizar-se numa série de pequenas monografias dispersas, focando casos especiais e parcelares. A presente obra representa a elaboração desses estudos, na parte que se refere às formas primitivas de habitação, ampliando-se o seu conteúdo e alargando-os a todo o território metropolitano (...)”.

Preço:85,00€

Referência:14391
Autor:TORRES, Manuel Agostinho Madeira
Título:DESCRIPÇÃO HISTORICA E ECONOMICA DA VILLA E TERMO DE TORRES VEDRAS.
Descrição:

Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras, Torres Vedras, 1988. In-8º de 271 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.

Com assinatura de posse.

Observações:

 Edição fac-similada em 1988 desta bra de referência, sobre a história local de Torres Vedras onde se abordam as vertentes geográfica, histórica, social e patrimonial da vila e termo, utilizando os métodos historiográficos então conhecidos, completados com vasta pesquisa documental começada a escrever pelo Padre Manuel Madeira Torres no começo do século XIX.
A meio do século XIX dois “notáveis” torrienses, homens activos na vida política  municipal, José António da Gama Leal e José Eduardo César de Vasconcelos,  pegaram nos artigos de Madeira Torres e, acrescentando-lhes um conjunto de valiosíssimas notas de rodapé, que tiveram como base, principalmente, o ainda hoje valiosíssimo arquivo municipal, ao qual tiveram acesso por causa das suas funções municipais, assim como a recolha na tradição oral e à memória  da própria vivência pessoal, e editaram o primeiro livro de História Torriense, tendo como base a parte histórica dos artigos de Madeira Torres, intitulado “Descripção Histórica e Económica da Villa e Termo de Torres Vedras – parte histórica”, publicado em 1862, e que passou à história como “a monografia de Madeira Torres”.

Preço:15,00€

Referência:14390
Autor:GUIMARÃES, Bertino Daciano; FREITAS; Eugénio de Andrea da Cunha e ; NEVES, Serafim Gonçalves das
Título:AZURARA. (Concelho de Vila do Conde). Subsídios para a sua Monografia.
Descrição:

Edição da Junta de Província do Douro-Litoral, Porto, 1948. In-4.º  de 338-(2) págs. Encadernação meia inglesa em sintético com dizeres a ouro n lombada. Conserva capas de brochura. Profusamente ilustrado ao logo do texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Importante monografia, muito informativa e ilustrada sobre uma freguesia que em tempos passados teve mais importância que a sua vizinha Vila do Conde, documentada com um avultado número de fotogravuras e desenhos. Com interesse genealógico e histórico.

Preço:45,00€

Referência:14389
Autor:ARNAUT, Salvador Dias
Título:A BATALHA DE TRANCOSO
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1951. In. 8.º de 263 págs. Br.
Obra bastante rara e procurada.

Observações:

Esta obra é resultado de uma dissertação para licenciatura em Ciências Históricas e Filósoficas apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Preço:40,00€

Referência:14388
Autor:PINHO, João Frederico Teixeira de
Título:MEMÓRIAS E DATAS PARA A HISTÓRIA DA VILA DE OVAR
Descrição:

Edição da Câmara Municipal de Ovar, Ovar, 1959. In-8º de 315 págs. Br. Dedicatória da Câmara Municipal de Ovar a destinatário cujo nome foi apagado. Apresenta os cadernos por abrir.

Observações:

Prefácio, Revisão e Notas de Monsenhor Miguel de Oliveira.
Com a publicação deste livro salda-se uma dívida, há muito em aberto, para com a memória do seu autor. Falecido a 11 de Julho de 1870, o Dr. João Frederico Teixeira de Pinho deixara coligidos, com o título de Memórias e Datas para a História da Vila de Ovar, elementos de investigação que lhe absorveram alguns anos de trabalho.

Preço:29,00€

Referência:14387
Autor:COSTA, Arada e
Título:HISTÓRIA RELIGIOSA DE OVAR (algumas achegas)
Descrição:

Edição da Câmara Municipal de Ovar, Ovar, 1967. In-8º de 196-(3) págs. Br. Dedicatória da Câmara Municipal de Ovar a destinatário cujo nome foi apagado.

Observações:

Ilustrado à parte sobre papel couché reproduzindo antigos documentos, assim como aspectos particulares da Capela da Nossa Senhora da Piedade, destruida pela acção e erosão costeira marítima.

Preço:26,00€

Referência:14386
Autor:Sem autoria
Título:SUBSÍDIOS PARA O CANCIONEIRO POPULAR DE AZAMBUJA
Descrição:

Museu Etnográfico Sebastião Mateus Arenque, Azambuja, 1980. In-8.º de 112 págs. Br. Livro AUTOGRAFADO

Observações:

Coligidos por Sebastião Mateus Arenque.

Preço:14,00€

Referência:14385
Autor:ARRUDA, Manuel Monteiro Velho
Título:COLECÇÃO DE DOCUMENTOS RELATIVOS AO DESCOBRIMENTO E POVOAMENTE DOS AÇORES.
Descrição:

In-4º de CLXXXIII-251-(3) págs. 11 gravuras de fac-similes de cartas de Afonso V, Infante D. Henrique, Atlas Catalão (1375-1377), Atlas de Maciá de Viladestes, e retratos de D. Henrique, D. Fernando e Dª Beatariz. Encadernação inteira de skivertex azul. Exemplar ligeiramente aparado conservando o miolo muito limpo. Rúbrica de posse no ante-rosto.

Observações:

Publicação inserida na Comemoração do V Centenário do Descobrimento dos Açores. Insere os textos dos cronistas Azurara e Barros, de Diogo Gomes ditados a Martim Behaim e copiados por Valentim Fernandes, assim como os de Gaspar Frutuoso.

Preço:40,00€

Referência:14384
Autor:REMEDIOS, Mendes dos
Título:PHILOMENA DE S. BOAVENTURA Reimpressa em harmonia com a edição de 1561
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1907. In-8º de 39 págs. Br. Capa de brochura com alguns picos de acidez e uma pequena mancha de água marginal.

 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

"A Philomena é, pois, no seu genero o unico documento que pos-suimos, traduzido, de S. Boaventura. Pertence ao grupo de composições mysticas que tiveram grande acceitação em Portugal, junto de certos escriptores que, se nao davam em brigóes e valentafos, com
larga folha de serviços em Africa, propendiam para os arróbos do lyrismo tresandando aos perfumes do incenso. Nós os portuguéses sempre fómos assim aventureiros, ainda mesmo quando o campo de acçao eram os poucos palmos dum convento."

 

Preço:20,00€

Referência:14383
Autor:MONTE ALVERNE, Frei Agostinho
Título:CRÓNICAS DA PROVÍNCIA DE S. JOÃO EVANGELISTA DAS ILHAS DOS AÇORES
Descrição:

Instituto Cultural de Ponta Delgada, Ponta Delgada, 1960-1962. Três volumes de 145, 520 e 336 págs respectivaemnte. Brochados

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Uma das principais referências da historiografia  açoriana, este manuscrito esteve inédito, por quase três séculos sendo esta a sua primeira ediçao.

Nestes três volumes o autor aborda não só a descoberta das ilhas de S. Miguel e Santa Maria como também da criação de suas vilas e cidades, ermidas, freguesias,  fundação de seus conventos, mosteiros e do estado dos conventos e mosteiros, entre outros assuntos.

Preço:60,00€

Referência:14382
Autor:AMARAL,João Bosco Mota
Título:O DESAFIO INSULAR
Descrição:

Eurosigno, Ponta Delgada, 1990. In-8º de 73-(2) págs. Br.

Observações:

Conferência proferida no simpósio internacional das ilhas, em Hiroshima a 2 de Outubro de 1989 onde o autor faz uma reflexão sobre a insularidade:

“O desenvolvimento para ser completo e alcançar as suas finalidades humanistas – desenvolver o Homem todo e todos os homens – tem de ser feito, em qualquer comunidade, de dentro para fora. (...) É impossível, e ineficaz, pretender desenvolver as ilhas de fora para dentro, segundo esquemas pensados longe do meio insular e sem participação das respectivas populações”.

“Assim, alcançados padrões razoáveis de qualidade de vida, e apesar do natural desnível com outras áreas, as ilhas onde floresça uma cultura própria continuarão a mostrar possuir força vital, fixando a população, inclusivamente jovem, em níveis razoáveis, mantendo laços e estreito intercâmbio com núcleos de naturais residentes no exterior, fortemente ligados à realidade insular, e enriquecendo a Humanidade com o seu contributo de diversidade”

Preço:10,00€

Referência:14381
Autor:CORRÊA, Marquez de Jacome
Título:NO 5º CENTENÁRIO DO DESCOBRIMENTO DOS AÇORES
Descrição:

Artes Gráficas, Ponta Delgada, 1932. In-8º 162-(2) págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto.

Observações:

Obra publicada em 1932 aquando das celebrações dos descobrimentos dos Açores, e que é uma compilação de textos sobre a história das ilhas.

Preço:36,00€

Referência:14380
Autor:REDINHA, José
Título:ETNOSSOCIOLOGIA DO NORDESTE DE ANGOLA
Descrição:

Agência-Geral do Ultramar, Lisboa,1958. In-8º de 247 págs. Brochado. Capas ligeiramente empoeiradas. Miolo impecável e muito fresco, não fosse raros sublinhados leves a lápis de grafite.

Observações:

Esta publicação foi Prémio Frei João dos Santos em 1956. Estamos preqos perante a PRIMEIRA EDIÇÃO deste ensaio, reeditado em 1966 pela editora Pax em Braga.

Apesar de ser um estudo científico, a sua escrita pode levar longe a nossa imaginação sobre como terá sido o quotidiano dos povos que habitavam a Lunda em tempos mais recuados. Tome-se este pequeno trecho como exemplo:

"... Os antigos lugares (ículos) de grandes povoações, os longos caminhos comerciais remotos (alguns transafricanos), os tradicionais locais de paragem das comitivas, as ilhotas mais importantes dos rios – refúgios de épocas inseguras -, as grandes colinas, os ângulos hidrográficos estratégicos, lagos, como Dilolo, Carumbo e Cacueje – renomeados por motivos das lendas que os rodeiam -, as dilatadas savanas herbáceas, cabendji, da sede e das miragens, campos de aventuras cinegéticas do caçador nordestino, as savanas dos feiticeiros, as baixas dos elefantes, as florestas dos búfalos negros, os rios dos mortos, as rochas dos Bambalas, no Alto Zambeze, o Pembe ua Hembe (grande fosso de parapeito no Sudoeste da Lunda), o Utomboquelo ua Macualana (terreiro de dança dos antepassados), na mesma região, as buracas de Mulumbaquenhe no Luizavo, o grande vau secreto dos Luenas no rio Zambeze, as rochas do Muheuhe no curso superior do Cassai, são apenas um punhado ocasional de nomes repletos de história dos diversos povos que, no decurso do tempo, têm vivido e aventurado nestes territórios (*).
(*) Nota do Autor – O grande vau do rio Zambeze foi-nos mostrado em 1939, pelo soba Caquengue, dos Luenas.


Estamos em presença de uma obra muito completa e detalhada. Atente-se neste curioso censo dos grupos étnicos habitando nos territórios da Lunda:
"Grupo Lunda-Quioco – 150.460 indivíduos, dos quais, 45.090 lundas e 105.370 quiocos.
Grupo Quimbundo – 43.430 indivíduos, sendo 22.361 chinjis, 8.760 minungos, 8.934 bangalas, 2.595 songos e 1.320 maholos.
Grupo Ganguela – 8.903 indivíduos, na sua quase totalidade representados pelos luenas.
Grupo Quicongo – 5.330 indivíduos, entre eles 1.914 mussucos, seus representantes mais legítimos, 580 cojis ou ncojis (aparentados com os habitantes do Encoji), e ainda 1.501 pacas e 1.385 haris ou caris, mais ou menos adstritos à órbita dos quicongos."

 

Sobre a amplitude e justeza deste estudo, fiquemos com as palavras do Autor nas notas introdutórias:
"É natural que muitos passos deste livro choquem com ideias feitas, por vezes consagradas. Não foi nosso intuito feri-las, como também o não foi isentá-las.

Preço:30,00€

Referência:14379
Autor:MILHEIROS, Mário
Título:MAIACAS, registo etnográfico e social.
Descrição:

Mensario Administrativo, (Angola), 1953. In-4º de 127-(3) págs. Brochado. Ilustrado ao longo do texto.  Separata de o Mensário Administrativo, teve este trabalho uma tiragem muito reduzida.

Observações:

Estudo (pioneiro?) muito desenvolvido e da maior importância sobre grupo étnico angolano dos MAIACAS. Destaca-se neste trabalho, entre outrso assuntos de elevada importância etnográfica, a discussão maior em torno do divino do universo antropológico deste grupo.

Preço:30,00€

Referência:14378
Autor:ESTERMANN, Padre Carlos
Título:ÁLBUM DE PENTEADOS DO SUDOESTE DE ANGOLA.
Descrição:

Junto de Investigação do Ultramar, Lisboa, 1960. In-4º de 37 págs, [54] ilustrações. Brochado com picos de acidez. Miolo muito limpo e em excelente estado. As ilustrações com tipos distintos de penteados, são em grande plano e impressas sobre papel couché.

Observações:

Obra magnífica realizada por um dos mais conhecedores da realidade angolana, o Padre Carlos Estermann que dedicou uma grande parte da sua vida no  terreno em contacto com as diversas comunidades étnicas de Angola. Até então, apenas se conhecia dentro do gébnero a obra Etnografia Angolana, editada em Lisboa (1933) da autoria de Fernando Mouta.

Texto em português e francês de Não-Bantos, grupo Ambó , Nhaneca-Humbe , Quipungo Handa , Quilengues-Humbe , Quilengues-Musó, Huila-Gambos e Herero.

Preço:60,00€

Referência:14377
Autor:REIS, Mario Beirão
Título:OURIVESARIA CIVIL INDO-PORTUGUESA. AS Salvas de D. João de Castro. Ensaio de uma compreensão.
Descrição:

(Neogravura), Lisboa, 1977. In. 4º de 97 págs. Brochado. Capas com ligeiras e insignificantes manchinhas provocados pela acção da humidade sem prejuízos maiores. Miolo limpo e bem conservado.
 

Observações:

Cuidada edição muito ilustrada com reproduções de espécimens da ourivesaria Indo-portuguesa assim como pormenores de peças decorativas de arte hispano-árabe e hindu para estudos comparativos das origens daquela. No texto introdutório, o autor dá-nos a seguinte justificação desta publicação:

"É opinião geralmente aceite entre tradistas, crítiucos, e coleccionadores, que a ourivesaria civil, ou laica, indo-portuguesa foi inexistente e que os recursos técnicos dos artistas ourives daquela nação, limitados. Assim, M. M. de Cagigal e Silva no valioso e bem documentado trabalho A RTAE INDO-PORTUGUESA faz repetidamente a seguinte afirmação:

<De formas importadas da Metrópole, toda a ourivesaria indo-portuguesa qe até hoje conhecemos, está relacionada com a região católica e é ou foi pertença das igrejas>.

O presente trabalho limitado sobretudo à ourivesaria de prata, pretende demonstrar [que] no século XVI e XVII, época cimeira das artes decorativas indo-portuguesas, a argentaria civil existiu com pujança e beleza e está à vista de todos em colecções e catálogos, erradamente atribuída às mais diversas origens."

Preço:25,00€

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Referência:14376
Autor:MENINO, Pedro
Título:LIVRO FALCOARIA de ...
Descrição:

Centro de Estudos Filológicos, Junta de Educação Nacional, Imprensa da Universidade, Coimbra, 1931. In-8º de LXVII-91 págs. Encadernação inteira de percalina com dizeres dourados na lombada.  Conserva capas de brochura. Ligeiro aparo marginal. Exemplar muito limpo, muito fresco.

Ilustrado com marcas, instrumentos de falcoaria, e 3 estampas fac-simile do códice. Livro com a transcrição diplomática da obra de falcoaria medieval do Rei D. Fernando de Portugal.

Observações:

Publicação, com introdução, notas e glossário por Rodrogues Lapa. Regimento de falcoaria mandado fazer por D.Fernando a Pero Menino, um dos seus falcoeiros, a fim de os reger e ensinar na arte da falcoaria.
 

Este é um livro clássico da falcoaria Portuguesa que trata principalmente de aspectos relacionados com as doenças das aves de presa e respectivo tratamento médico e cirúrgico. O livro é composto por 24 capítulos e terá sido escrito no séc. XIV  em resposta a solicitação do rei D. Fernando. Este foi o tratado nacional que maior difusão teve em Portugal e em Castela. Foi traduzido para castelhano entre 1385-138 por Pero López de Ayala que o incorporou no seu tratado “Libro de la Caza de las Aves”. Em português foi utilizado por Diogo Fernandes Ferreira na composição do seu livro: “Arte de Altanaria", escrito em 1616. O autor, Pero Menino foi falcoeiro de D. Fernando e sabe-se que em 1382 e 1385 morava em Santarém. Inicialmente foi atribuída a Mestre Geraldo mas mais tarde veio a esclarecer-se a sua verdadeira autoria.

Preço:75,00€

Referência:14373
Autor:PEREIRA, João Cordeiro
Título:PARA A HISTÓRIA DAS ALFANDEGAS EM PORTUGAL. Vila do Conde - organização e movimento.
Descrição:

Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 19823. In-8º de 345 págs. Brochado. Bom exemplar.

Observações:

Este estudo é resultado da defesa de uma dissetação de doutormaento apresnteado à Universidade de Lisboa em 1971. É efectuado com base nos livros de receitas da alfândega de Vila do Conde de 1504 e de 1505 conservados na Torre do Tombo e aqui publcados como anexos (p. 212-337). Permitiram o estudo do movimento dos navios, das mercadorias e das suas origens e dos importadores na segunda parte do trabalho. A primeira parte é consagrada à alfândega criada em 1487 por Dom João II.

Na contracapa:
"Desde bastante cedo que os reis portugueses definem como exclusivamente suas as taxas sobre o comércio internacional. Para concretizar esse princípio legal estruturaram um dos mais antigos e coerentes sistemas alfândegários europeus. Os livros de receita da alfândega de Vila do Conde, do início do séc. XVI, exemplificam o funcionamento da admnistração aduaneira, proporcionando, também, o conhecimento detalhado das relações comerciais de Portugal com o Norte da Europa, e a respectiva articulação na Sociedade. Revelam-nos um mundo de pequenos e médios importadores, prpeonderantemente interessados nso têxteis ingleses que detinham a primeira posição no mercado europeu. O porto de Vila do Conde funciona como uma placa giratória de distribuição de mercadorias estrangeiras ao "interland" do Entre-Douro-e-Minho, com vectores que atingem Lisboa e as ilhas atlânticas ".

Preço:26,00€

Referência:14372
Autor:TINHORÃO, José Ramos
Título:OS NEGROS EM PORTUGAL. Uma Presença Silenciosa.
Descrição:

Lisboa, Editorial Caminho SA, 1988- In. 4º de 460 págs. Brochado. Cap com ligeiro corte marginal. Amarelcimento geral do papel, dada a sua própria qualidade.
 

Observações:

Primeira edição da obra inserida na Coleção Universitária.

Este título é já uma obra de referência da histografia portuguesa. Recorrendo a uma vasta gama de fontes, explorando em particular os textos literários e teatrais, José Ramos Tinhorão oferece-nos uma obra sólida, trazendo para a luz do dia uma realidade escassamente conhecida e estudada. Obra de grande erudição, está escrita de forma viva e ágil, sendo por isso acessível a um público muito vasto. «A presença de negros africanos em Portugal a partir do século xv revelou-se uma consequência social da política de expansão inaugurada pelos primeiros reis da dinastia de Avis. Esse projeto - geralmente chamado das conquistas ou dos descobrimentos - decorria, por sua vez, do processo político-económico [...] após a revolução burguesa de 1383-1385 [...].»

Preço:20,00€

Referência:14371
Autor:ÁLVARES, Padre Francisco
Título:VERDADEIRA INFORMAÇÂO DAS TERRAS DO PRESTE JOÃO DAS INDIAS pelo ...
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1883/9. In-4º fólio de (4)-208-(14) págs. Encadernação inteira de percalina vermelha com dizeres dourados na lombada. Na capa de brocura vem inidcação da data de 1883 e no frontspício a de 1889. Exemplar muito limpo, muito bem conservado. Apresenta dois fac-similes desdobráveis, a partir da edição original quinhentista. No final reproduz os frontspícios das obras estrangeiras traduzidas a partir desta.

Observações:

Segunda edição conforme a de 1540, ilustrada com diversos fac-similes, de uma das mais belas produções tipográficas do século XVI, reproduzindo a preto e vermelho o frontispício original. Exemplar ligeiramente aparado,  conservando ambas as capas de brochura.

Trata-se do importante documento sobre as terras da Etiópia e da empresa diplomática enviada por D. Manuel. Este documento relata de forma detalhada a vida e costumes das gentes da Etiópia. Esta obra atingiu na época uma extraordinária difusão a partir das traduções para italiano (1550), para castelhano (1557), para alemão (1566) ou para francês (1574), de que se reproduz os respectivos fronstspícios no final da obra. Depois desta expedição, por D. Rodrigues de Lima, os portugueses puderam estabelecer contactos mais assíduos com as terras do Preste (que afinal se chamava Onandiguel), através de sucessivas expedições, uma das quais parte da Índia em socorro do négus da Etiópia contra os turcos, expedição dirigida por D. Cristóvão da Gama e narrada na “História” de Miguel de Castanhoso (1564) e na “Breve Relação” de João Bermudez (1565).

Preço:90,00€

Referência:14370
Autor:SILVA,Andrée Mansuy-Diniz
Título:PORTRAIT D'UN HOMME D'ÉTAT: D. Rodrigo de SouzaCoutinho, Comte deLinhares 1755-1812 Vol. I les années de formation 1755-1796
Descrição:

Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris, 2002. In-4º de 722 págs. Br. Ilustrado em extra-texto.

Observações:

 Estudo exaustivo sobre a vida e obra  de Dom Rodrigo de Souza Coutinho, um dos maiores estadistas portugueses do final do século XVIII. Este volume aborda a sua educação e os primeiros anos de formação política em Turim, onde permaneceu por quase vinte anos como ministro plenipotenciário na Corte do Piemonte. Durante esse tempo, observou os sistemas políticos das principais nações européias e formulou as bases do seu pensamento reformista, discutindo temas polêmicos como a tolerância religiosa, o combate ao ócio e a reforma fiscal e jurídica.

Preço:20,00€

Referência:14369
Autor:BRANDÃO, Raul & PASCOAES, Teixeira de
Título:JESUS CRISTO EM LISBOA. Tragicomedia em sete quadros.
Descrição:

Livrarias Aillaud e Bertrand. Lisboa. s. d. (1926). In-8º de 120 págs. Brochado. Rúbrica de posse coeva no frontspício.

Observações:

"Vinte séculos escoaram, e Jesus reencontra os mesmos males que não curou. Nada mais lhe resta do que fazer-se crucificar de novo. O Deus feito homem passa da cabana do cavador miserável ao gabinete do Comissário de Polícia, onde ele encontra o anarquista e o ladrão. Ouvimos a mulher honesta invejar cruelmente o insolente luxo da prostituta; assistimos à reunião do Conselho de Ministros, onde perpassa o pavor dos estragos que pode causar, no mundo moderno, a pregação de uma doutrina de humildade e de pobreza; na Catedral, encontramos o Diabo e Jesus face a face; o próprio poeta duvida que um Deus verdadeiro possa aparecer na Lisboa do nosso tempo; todavia, este Deus está de facto ali, sob a forma humana, e os poderosos do dia decidiram que deveria morrer pela segunda vez..." [Philéas Lebesgue, Lettres Portugaises (excerto), in Mercure de France, n.º73, tomo CCVIII, Paris, 1.12.1928.]

Preço:70,00€

Referência:14368
Autor:PASCOAES, Teixeira de
Título:DOIS JORNALISTAS. Novela
Descrição:

Porto, 1951. In-8.º de 275-(3) págs. Brochado. Bom exemplar apesar das manchas de humidade exclusivas na capa de brochura.

Observações:

De interesse Camiliano. Exemplar de uma 2ª tiragem da Primeira edição, autenticados pelo autor com um sinete a óleo. Tiragem de 500 exemplares, do último livro publicado em vida pelo autor.

Preço:25,00€

Referência:14367
Autor:PASCOAES, Teixeira de
Título:DUPLO PASSEIO
Descrição:

Tipografia Civilização, Porto, 1942. In-8º de 244-(3) págs. Brochado. Pequeniníssima rúbrica de posse no ante-rosto. Belo exemplar, muito bem conservado.

Observações:

Primeira edição dum invulgar passeio que tem início na Casa de Pascoaes e atinge o seu ponto alto na pequena aldeia de Travassos (Montalegre). A viagem é fundamentalmente uma jornada espiritual que levou Pascoaes a “várias divagações de carácter religioso”. No centro destas “divagações” está “o caso de Travassos” que o autor conta da seguinte forma: “[Em Travassos] Saimos do auto e fomos contemplar uma escultura de Cristo crucificado, de tão ingénua divindade e tão ingenuamente martirizada que as suas chagas vermelhas pareciam rir-se do artista que as pintou…Estava eu numa atitude de crítico ou de idiota, quando me tocaram no braço esquerdo. E logo uma rapariga, de onze anos talvez, apontou-me o Cruxifixo, dizendo: - Aquele é o Senhor…” (Duplo Passeio. 1942. p. 61). O gesto da menina – e a leitura que Pascoaes faz de todo aquele momento –  desassossegou de tal forma o poeta que o levou a um delírio místico (e a um conjunto de variados pensamentos e reflexões sobre diversas matérias) que ocupa grande parte do resto do livro. Pascoaes revela então o “Ateoteísmo” (o ateísmo de Deus), questiona o sentido e a capacidade de interpretação da realidade e da existência afirmando que “o sonho é que nos prende à Origem”, pergunta “Quem deseja viver?” e respondendo de imediato “Talvez os mortos",  lembrando ainda a diferença entre gozar a vida e viver: "Gozar a vida é dançar nos braços das cortesãs ou da Tragédia, emborcar taças de Champanhe em louvor de Baco, arder numa fogueira de delícias...Ser fumo é a última palavra do ideal...Mas viver a vida! Quem é que se extasia no terror dos abismos, na vertigem das altitudes ou sobre as patas da Esfinge esmagadora? Viver é interrogar a morte, nada mais...É ser um doido como Lucrécio ou um deslumbrado como S. Paulo!”. Questiona-se novamente “Que é o remorso da saudade?” respondendo “Larvas tentando a mariposa”…

Duplo Passeio é, provavelmente, uma das obras mais importantes de Teixeira de Pascoaes. António Cândido Franco descreve o livro como [uma]  “metamorfose alucinante e selvagem que não tem qualquer paralelo na literatura portuguesa do tempo” (ver Franco, António Cândido – Notas para a compreensão do surrealismo em Portugal. Editora Licorne. 2012. pp. 33-34).

Agradecimentos ao Livreiro Francisco Brito, pela informação cedida.

Preço:50,00€

Referência:14366
Autor:LUÍS, Agustina Bessa
Título:TENROS GUERREIROS. Romance
Descrição:

Guimarães Editores. Lisboa. (1960). In-8º de 443-(1) págs. Brochado. Sem a sobrecapa ilustrada por Martins Correia. Capas de brochura com ligeiro foxing, próprio da sua qualidade de papel.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

No prefácio, a autora diz-nos "... Não é a primeira vez que alguém pega numa pena para escrever estas palavras: os tempos mudaram". Esta obra fala da percepção da mudança dos tempos. Pastores, homens de letras, poetas, entre outros são os verdadeiros ternos guerreiros entre todos os seres. Homens que eram actuais, modernos, que viviam na sua época e não apenas tinham nascido nela. Homens que conheciam a actualidade e não obedeciam a hábitos, razões e palavras obsoletas. "O papel do artista é o de reformar o mito do impossível e o de criar a tragédia ... ".

Preço:30,00€

Referência:14365
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:FESTA REDONDA. Décimas e Cantigas de Terceiro Oferecidas ao Povo da Ilha Terceira por ... natural da dita Ilha.
Descrição:

Livraria Bertrand. Lisboa. 1950. In-8º de 253-(1) págs. Brochado. Desenho da capa por Manuel Lapa. Muito bom estado de conservação

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Outro caminho da sua poesia está na procura de uma linguagem de discreta raiz popular, presa a uma ironia vagamente deslumbrada que transparecerá em Festa Redonda ...”.

Segundo carlos Bessa "... Festa Redonda é uma obra extremamente original, pelo modo como o poeta aliou a literatura de transmissão oral, às características da poesia moderna, criando uma obra única no âmbito da literatura portuguesa. Uma obra que para nós era merecedora de uma edição autónoma, para que os mais e menos novos, pudessem conhecer e encantar-se com a sua versão original, publicada pela Bertrand em 1950, de modo a poderem deleitar-se com os ritmos e o encantamento com que Nemésio quis homenagear as gentes da sua ilha natal ...”.

Preço:45,00€

Referência:14364
Autor:CAIO, Horácio
Título:ANGOLA DIAS DO DESESPERO
Descrição:

Tipográfica Casa Portuguesa. Lisboa, 1968. In-8º de 168 - (1) (+ mapa) págs. Brochado. Profusamente ilustrado com cenas do horror da Guerra du Ultramar.

Observações:

Obra originalmente publicada em 1961, conta dezoito edições até 1966.

Preço:14,00€

Referência:14363
Autor:SILVA, José Henriques da
Título:PESCADORES MACUA. Baía de Nacala, Moçambique, 1957-73.
Descrição:

Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa, 1998. In-4º de (192) págs. Encadernação de editor com sobrecapa. Ilustrado com dezenas de fotogrfias, algumas desdobráveis. Realização gráfica de Victor Palla. Edição bilingue, em língua portuguesa seguido da respectiva tradução inglesa.

Primeira edição.

Observações:

Álbum fotográfico de valor documental, histórico e artístico, editado por ocasião da exposição retrospectiva José Henriques e Silva, Pescadores Macua, baía de Nacala, Moçambique, 1957-1973, realizada no Arquivo Fotográfico entre 31 de Julho e 17 de Setembro de 1998. As fotografias de José Henriques e Silva fotam obtidas na baía moçambicana de Nacala entre 1957 e 1973.

José Henriques e Silva (1919-1983) fixa-se em Moçambique em 1956, onde desempenha as suas funções profissionais na empresa Lusodana, responsável pela construção da 1.ª fase do Porto de Nacala, ao mesmo tempo que começa a fotografar a vida quotidiana da população daquela cidade, sobretudo as comunidades de pescadores Macua da baía de Fernão Veloso, até 1974. Depois de algumas passagens por outras partes do território moçambicano e por Portugal, regressa em 1982 reencontrando também aquela comunidade piscatória, e faleceu em 1983, já em Portugal. Ao todo, o arquivo que José Henriques e Silva envia para Portugal, ascende a cerca de 5 000 negativos. Este é também um dos últimos trabalhos gráficos de Victor Palla. O tema central do conjunto pictórico remete para a comunidade piscatória da Baía de Nacala em Moçambique.
No final da obra, inclui uma breve antologia do fotógrafo.

Preço:60,00€

Referência:14362
Autor:CORDEIRO, Luciano
Título:BATALHAS da India: Como se Perdeu Ormuz. Processo inédito do século XVII por ...
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1896. In-8º de XVI, 298 págs. Brochado. Bom exemplar apresenatndo apenas as capas de brochura algumas peuqnas falhas marginais de papel.
Lindíssima edição.

Observações:

Estudo publicado no âmbito das comemorações centenárias do descobrimento do caminho marítimo para a Índia sobre a perda de Ormuz. A publicação desta obra, ilustrada com desenhos e vinhetas de João Vaz, foi patrocinada pela Comissão Executiva do Centenário da Índia

Preço:24,00€

Referência:14360
Autor:MONTEIRO, Manuel
Título:IGREJAS MEDIEVAIS DO PORTO.
Descrição:

Marques Abreu-Editor, Porto, 1954. In-Fólio de 89 págs. numeradas, XIX inumeradas e LXXVIII de estampas e índice. Encadernação editorial inteira de pele vermelha, lavrada a ouro nas pastas e lombada. Conserva as capas de brochura. Dedicatória não autógrafa no ante-rosto.

Observações:

Obra póstuma e essencial para a bibliografia da História da Igreja no Porto. Este estudo revela-se de elevado interesse, não só histórica mas também arquitectónica portuense. Apresenta-se com um esmerado apuro gráfico na execução, com impressão sobre papel de qualidade. Ricamente ilustrada à parte com reproduções fotográficas da Igreja da Sé, Cedofeita, Águas Santas, S. Francisco e Leça do Balio, incluindo plantas dos referidos monumentos. Desenhos da capa e letras capitais são da autoria do artista-pintor Isolino Vaz. Os trabalhos fotográficos são de Marques Abreu e do arquitecto J. Marques Abreu Júnior.

Preço:165,00€

Referência:14359
Autor:EINSTEIN, Albert
Título:LA THÉORIE DE LA RELATIVITÉ restreinte et généralisée (Mise a la portée de tout le monde) par ...
Descrição:

Gauthier-Villars et Cª, Éditeurs, Paris, 1921. In-8º de 120 págs. Encadernação coeva, meia inglesa com cantos em pele marron, com título gravado na lombada, ao alto. Exemplar por aparar, sem capas de brochura.

Observações:

Traduzido pela primeira vez para francês, a partir do original alemão em segunda edição por J. Rouvière e com um prefácio de Émile Borel.
Publicado pela primeira vez em 1916, este trabalho permitiu aos interessados na Teoria da Relatividade, do ponto de vista filosófico e científico, adquirir um conhecimento mais exacto quanto possível, mesmo na ausência de profundas bases das matemáticas e das físicas teóricas. Esta edição saiu no mesmo ano que obteve o Prémio Nobel (1921). Conheceu posteriormente até nossos dias, sucessivas actualizações com acrescento das apresentações em Congressos da especialidade.
 

Albert Einstein (1879-1955), figura das mais influentes do seu tempo, trabalhou na Suissa, Alemanha e EUA. Transformou radicalmente a compreensão do universo tendo tirado partido dele, as estâncias de maior importância político e social da época. Einstein estabeleceu a Teoria do Movimento Browniano e o conceito quantico do fotão. Mas a ele deve-se sobretudo a Teoria da Relatividade e Equivalência da Massa e Energia (E = mc2).

Do índice, lê-se:

I - La relativité restreinte.
1 - La Physique et les lois de la Géométrie.
2 - Le système de coordonnées.
3 - L'espace et le temps dans la Mécanique classique.
4 - Le système de coordonnées de Galilée.
5 - Le principe de relativité (au sens restreint).
6 - Le théorème de la composition des vitesses d'après la Mécanique classique.
7 - Incompatibilité apparente de la loi de propagation de la lumière et du principe de relativité.
8 - La notion du temps en Physique.
9 - La relativité de la simultanéité.
10 - Au sujet de la relativité de la notion de distance dans l'espace.
11 - La transformation de Lorentz.
12 - Modifications des longueurs et des horloges en fonction de leur mouvement.
13 - Le théorème de la composition des vitesses. Expérience de Fizeau.
14 - La valeur actuelle de la théorie de la relativité.
15 - Conséquences générales de cette théorie.
16 - La théorie de la relativité restreinte et l'expérience.
17 - L'espace à quatre dimensions de Minkowski.

II - La théorie de relativité généralisée.
18 - Principes de la relativité restreinte et généralisée.
19 - Le champ de gravitation.
20 - L'identité de la masse d'inertie et de la masse pesante comme argument en faveur du postulat de la relativité généralisée.
21 - En quoi les fondements de la Mécanique classique et de la théorie de la relativité restreinte sont-ils insuffisants ?
22 - Quelques conséquences du principe de relativité généralisée.
23 - Modifications des horloges et des règles de mesure sur un système de comparaison animé d'un mouvement de rotation.
24 - Continuum euclidien et non euclidien.
25 - Les coordonnées de Gauss.
26 - Le continuum de temps et d'espace de la théorie de la relativité restreinte considéré comme continuum euclidien.
27 - Le continuum de temps et d'espace de la théorie de la relativité généralisée n'est pas un continuum euclidien.
28 - Expression exacte du principe de relativité généralisée.
29 - La solution du problème de gravitation d'après le principe de relativité généralisée.

Réflexions sur l'univers considéré comme un tout.
30 - Difficultés cosmologiques de la théorie de Newton.
31 - La possibilité d'un univers fini et cependant non limité.
32 - La structure de l'espace d'après la théorie de la relativité généralisée.

Appendice.
- Comment on peut établir simplement la transformation de Lorentz .
- Le monde à quatre dimensions de Minkowski.
- Quelques mots sur la vérification de la théorie de la relativité généralisée par l'expérience.

Preço:75,00€

Referência:14357
Autor:SOUSA, António de
Título:CRUZEIRO DE OPALAS. Versos de amor e Saudade que Antonio de Portucale compoz nos anos de MCMXVI, MCMXVII e MCMXVIII nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e na aldeia de Santa Cruz do Douro.
Descrição:

(Typ. Popular, Coimbra, 1918). In-8º de 43-(5) págs. Brochado

Observações:

São raríssimos os exemplares deste primeiro livro de António de Sousa, livro publicado sob pseudónimo - ANTONIO PORTUCALE.
 

António de Sousa, nasceu no Porto a 25 de Dezembro de 1898. Estudou na Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Direito, e onde viveu largos anos. Casado com a pintora Alice Toufreloz Brito de Sousa, vem para Lisboa, em finais dos anos 40, indo residir para Algés, concelho de Oeiras. Tal como Edmundo de Bettencourt, passara primeiro pela Faculdade de Direito de Lisboa, antes de aportar a Coimbra. Teve uma vida académica muito intensa durante o seu percurso por Coimbra, em que a poesia e os ventos de um Modernismo crescente, o envolveram profundamente, levando a que o final curso, se fosse ficando um pouco tardio. António de Sousa já como estudante de Direito, mostrara ser um poeta de rara sensibilidade, que escreveu poesia da mais pura água, alguma da qual, foi gravada e cantada, pelos grandes cantores da chamada primeira “década de oiro” da Canção de Coimbra. Ainda hoje não a dispensam, na maior parte de repertório dos cantores de Coimbra.

Foi presidente da Associação de Basquetebol de Coimbra, secretário-geral e presidente a Associação Cristã dos Estudantes de Coimbra e um dos fundadores da Universidade Livre Conimbricense. Pertenceu à Comissão de Propaganda do Centro Republicano Académico em 1927, foi Presidente da Associação Académica nos anos 1934-35, e um ano depois, fazia parte da Comissão Promotora de uma Homenagem aos estudantes mortos na 1ª Grande Guerra. A comissão era presidida pelo Dr. Fernando Martins, e pelos estudantes Otílio de Figueiredo, e António de Sousa, que presidia à Associação. A homenagem realizada pela Academia, veio a culminar no descerrar de uma lápide, a 9 de Abril de 1935, na sala da Associação Académica, sediada na Rua Larga, perpetuando a memória dos estudantes caídos no campo de batalha.

No decurso da sua longa vida estudantil, em que conciliava o trabalho, com o estudo, a poesia e a intervenção social, António de Sousa começara cedo a escrever, e a colaborar em revistas. Com o pseudónimo António Portucale, publica em 1918, a poesia “Cruzeiro de Opalas”, e em 1919, “O Encantador”. Nos anos 20, foi um dos percursores do Movimento Presencista. O poeta da Ereira, mais velho que todos os outros, homem de grande estatura moral, lutador contra a ditadura, que o afasta compulsivamente do ensino, nos anos 30, é um dos elos aglutinador do movimento. Afonso Duarte era sem dúvida uma referência na seriedade e sensibilidade, expressa na sua postura de homem de carácter e de poeta. Depois, em 1924, foi um dos criadores da revista Triptico, juntamente com João Gaspar Simões e Vitorino Nemésio. Colabora com as revistas Ícaro, Byzancio, Vértice, Presença, Portucale e a Revista de Portugal. Trabalhou largos anos na Associação Cristã da Juventude de Coimbra, como secretário-geral e presidente, tendo assegurado essas funções, poucos anos após a sua inauguração, a 20 de Junho de 1918.

Foi ainda Presidente do Orfeon Académico, cargo de que não tomou posse, devido a um conflito com o regente Padre Elias de Aguiar. Bettencourt e Paradela gravaram poesias suas, e muitos outros as cantaram. Foram várias, as suas poesias, na Canção de Coimbra, mas as que encantaram mais os seus cantores, talvez tenham sido as que tiveram gravação.

Preço:150,00€

Referência:14356
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:VARANDA DE PILATOS
Descrição:

Livrarias Aillaud & Bertrand, Paris-Lisboa, S/d. (1926?). In-8.º de 253(1) págs. Br. Capa de brochura ilustrada a cores e com a charneira cansada.

Observações:

Primeira edição do primeiro romance de Nemésioem que há uma certa vivência açoriana e escolhe como espaço e tempo a Angra da sua adolescência, de fogachos amorosas e ideológicos. Os truques da ficção, ainda um pouco incipientes, deixam muito a descoberto o adolescente” escrito ainda estudante da Universidade. Obra literária do escritor de que na opinião de Cristóvão de Aguiar “... apesar de ser um livro de juventude escrito por um jovem, não envergonha nenhum escritor”.

 

Preço:65,00€

Referência:14354
Autor:BASTOS, Augusto
Título:TRAÇOS GERAES SOBRE A ETHNOGRAPHIA DO DISTRICTO DE BENGUELLA
Descrição:

Typographia Minerva, Famalicão, 1911. In-8º de VIII-182-(1) págs. Brochado. Com os cadernos por abrir. Capa de brochura anterior com uma mancha de humidade marginal. Carimbo de posse no frontspício.

Segunda edição auctorisada pela Sociedade de Geographia de Lisboa, com uma carta prefácio de David Diniz.

Observações:

Augusto Bastos é um dos mais ilustres angolanos de sempre. Foi ao mesmo tempo jornalista e homem de letras, filólogo, historiador, etnólogo, compositor, pianista, artista plástico e o mais brilhante advogado e político do seu tempo. As suas ideias libertárias estiveram na base das revoltas do Seles e Amboim, tendo sido preso pela polícia na sua casa de Benguela, no dia 2 de Junho de 1917, de madrugada, sob a acusação de ser o líder do movimento.

O livro que se apresenta, conheceu a primeira edição em 1909 e foi muito aumentada com a presente edição (1911). Neste livro, Augusto Bastos inclui os seguintes capítulos: da pronúncia e ortografia do umbundu, povos, governo político, organização guerreira, direitos civis, julgamento dos crimes e delitos, recursos económicos, principais cerimónias, crenças e superstições, usos e linguagem.
 

Preço:35,00€

Referência:14353
Autor:SILVA, Domingos M. da
Título:ENTRE HOMEM E CÁVADO. I - Amares e Terras de Bouro.
Descrição:

Edição do Autor, Amares, 1958. VIII-192-(1) págs. Brochado. Uma página com ligeiros sublinhados a tinta.
Apresenta-se para venda apenas o primeiro volume de um conjunto de três.

Observações:
Preço:20,00€

Referência:14352
Autor:FERRARI, António de Melo ;FERRARI, Manuel de Melo & CORREIA, Fernando da Silva
Título:O HOSPITAL TERMAL DAS CALDAS DA RAINHA : a sua história : as suas águas : as suas curas
Descrição:

Caldas da Rainha, 1930 In-8º de 358-(33) págs. Brochado. Ilustrado com um mapa desdobrável e fotografias da cidade, na época, impressas à parte sobre papel couché. Capa com sinais de uso, miolo bem conservado.
No índice:
- Esboço histórico, um balneário português do fim do séc. XV
- Uma clínica termal portuguesa nos séc. XV, XVI, XVII e XVIII
- cento e trinta anos de clínica termal nas Caldas da Rainha.
- As termas actuais
- O clima das Caldas
- A ação das águas das Caldas
- Indicações terapéuticas e contra-indicações
-Pre e post-cura, Seus adjuvantes
- Estatística
- O futuro do balneareo das Caldas
- Águas Santas, Águas da Serra do PBouro
- Clinica termal
- Guia do Banhista
- A cidade das Caldas. ALojamento, recursos, distrações, roteiro.
- Alguns banhistas das Caldas
- Nomes de individualidades que se t~em tratado nas Caldas da Raina
- Bibliografia sobre as Caldas da Rainha

Observações:
Preço:30,00€

Referência:14350
Autor:SANTO, Moisés Espírito
Título:O BRASONÁRIO PORTUGUÊS E A CULTURA HEBRAICA
Descrição:

Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 1997. In-8º de 294-(5) págs. Brochado. Exemplar impecável, como novo.

Observações:

O presente trabalho de Etnologia Histórica contribui tanto para o estudo da Heráldica como para a História da Cultura, nelas sugere também que estes símbolos se enquadram nas diferenças identitárias (conflituais) entre o Norte e o Sul.

MOISÉS ESPÍRITO SANTO nasceu na Batalha, em 1934. Diplomado em Sociologia Rural pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1973), onde se doutorou, em 1979. Exerceu funções docentes no departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sendo professor catedrático jubilado em Sociologia e Etnologia das Religiões, desde 2004. Foi um dos fundadores e membros do Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões (1991-2004), do Instituto Mediterrânico (1991-2004) e da Associação de Estudos Rurais (1991-2004). As áreas pelas quais se foi interessando, quanto aos temas e modos de abordagem, podem ser classificadas no que convenciona chamar-se Etnossociologia e Etnologia Histórica. A partir da Etnologia Histórica, com estudos no terreno da ruralidade, passou a interessar-se também pela Etnolinguística.

Preço:25,00€

Referência:14349
Autor:ARRIAGA, José d'
Título:OS ULTIMOS 60 ANNOS DA MONARCHIA. Causas da Revolução de 5 de Outubro de 1910.
Descrição:

Parceria A. M. Pereira, Lisboa, 1911. In-8º de 239-(2) págs. Brochado. Capas impressas em papel fino, apresentando alguns insignificantes defeitos marginais. Miolo muito limpo, apesar de amarelecido pela acção do tempo. Rúbrica de posse no frontspício.

Observações:

Da afamada Wikipédia, lemos o seguinte, sobre este autor, irmão de Manuel de Arriaga:

"José de Arriaga nasceu na casa do Arco, no centro da cidade da Horta, Ilha do Faial, filho de Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira e de sua esposa Maria Cristina Pardal Ramos Caldeira. Foi irmão de , o primeiro Presidente da República Portuguesa. Pertencente à melhor sociedade faialense, o pai era um dos mais ricos comerciantes da cidade, último administrador do morgadio familiar e grande proprietário. A família, com pretensões aristocráticas, traçava as suas origens até ao flamengo Joss van Aard, um dos povoadores iniciais da ilha. Foi neto do general Sebastião José Brum da Silveira, que se distinguiu na Guerra Peninsular, e sobrinho-neto do desembargador Manuel José Arriaga Brum da Silveira, que em 1821 e 1822 foi deputado pelos Açores às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa .

Depois de concluídos os estudos preparatórios na cidade da Horta, em 1860  foi para Coimbra na companhia do seu irmão Manuel de Arriaga, quatro anos mais velho, que se matriculara em Direito na Universidade de Coimbra. Depois de concluir os seus estudos preparatórios naquela cidade, em 1863 matriculou-se também no curso de Direito.

Tendo aderido, como o irmão, ao ideário do republicanismo democrático, o pai, um monárquico conservador com laivos de miguelismo, recusou-se a pagar-lhe os estudos, tendo então que recorrer à ajuda do irmão, que dava aulas particulares de inglês, e à escrita de artigos para diversos periódicos. Em 1869 tornou-se bacharel em Direito.

Ainda enquanto estudante, colaborou em jornais e realizou estudos históricos, que continuou ao iniciar a carreira burocrática como conservador do Registo Predial em várias comarcas, entre as quais Armamar, Benavente e Reguengos de Monsaraz, onde não tomou posse. Conseguiu um lugar na Biblioteca Nacional de Lisboa, o que lhe deu ensejo de se dedicar aos estudos históricos e filosóficos. A sua principal obra é a História da Revolução Portuguesa de 1820 (4 vols., Porto, 1886-1889).

Viveu sempre solitário, sofrendo de depressão. Partiu inopinadamente para o Brasil, aparentemente por julgar que os parentes e amigos o perseguiam, tendo ali passado grandes necessidade e regressado doente a Lisboa. Terminou os seus dias no recolhimento da Irmãs da Mercê, em Lisboa."

Este título que agora se apresenta, é seu último enquanto historiador.

Preço:20,00€

Referência:14348
Autor:MONIZ, Manuel Mendes
Título:ANTI-PROLOGO CRITICO E APOLOGETICO no qual á luz das mais claras razões se mostrão desvanecidos os erros, descuidos, e faltas notaveis, que no insigne P. Manoel Alvares presumírão descobrir os Rr. Aa. Do Novo Methodo da Grammatica Latina
Descrição:

Na Officina de Miguel Manescal da Costa, Lisboa, 1753. In-8º de 158-(2)págs. Encadernação coeva inteira em pele. Papel mantendo a sonoridade original.

Observações:

Trata-se de um dos varios textos de protesto contra "O Novo methodo da Gramatica Latina" de António Pereira de Figueiredo que fora escolhido como texto básico para uso nas escolas.

Preço:80,00€

Referência:14347
Autor:SENA, Jorge de
Título:DIALÉTICAS APLICADAS DA LITERATURA
Descrição:

Edições 70, Lisboa, 1978. In-8º de 517-(1) págs. Brochado. O capítulo dedicado  Cam~es apresenta leves sublinhados a lápis de grafite.

Observações:

No índice, lêm-se os seguintes capítulos:

- A Sextina e a Sextina de Bernardim Ribeiro
- A poesia de António Gedeão - esboço de análise objectiva
- "O sangue de Átis"
- Apêndice: Os textos originais dos poemas de Mauriac
- Sobre Helder de Macedo, Poesia (1957-68)
- Observações sobre As Mãos e os Frutos de Eugénio de Andrade
- Do conceito de Modernidade na Poesia Portuguesa Contemporânea
- A Terra dos Pais e a dos Outros, ou breve introdução a um livro de Alexandre Pinheiro Torres
- Camões: novas observações acerca da sua epopeia e do seu Pensamento
- Ruben Dário - La Dulzura del Angelus
 

Preço:20,00€

Referência:14346
Autor:JÚDICE, Nuno
Título:PLÂNCTON - Romance
Descrição:

Contexto Editora, Lisboa, 1981. In-8.º de 148 págs. Brochado. Belíssimo estado de conservação.

Observações:

Primeira edição do segundo romance do autor. "Uma das primeiras obras de ficção de Nuno Júdice, este romance explora a dificílima técnica estilística de «mise en abyme».
Júdice é, aliás, o único ficcionista português vivo que utiliza abundantemente esta técnica, trabalhada pelos restantes apenas em uma ou outra narrativa.
Esta obra foi escrita de acordo com o estilo fragmentário e desconstrucionista da década de 70, quando explora a comunidade de
dimensões vivenciais das três personagens femininas (Rita, Rosa e Laura) ou quando o narrador explora uma ideia nascida da «sobreposição de duas imagens«. Assim sendo, neste romance, Nuno Júdice explicita a já referida «mise en abyme», técnica de narração que explora «em profundidade» («abyme») uma particular representação da realidade (um elemento da narrativa) na qual se sobrepõe, em imagens vertiginosamente cruzadas, a totalidade (ou quase) da história narrada. Neste caso, por via da sobreposição de «duas imagens», Nuno Júdice explora «abissalmente», girando em círculos «concêntricos» e «excêntricos», os elementos da intriga ao ponto de provocar no leitor a sensação de uma irrealidade intemporal ou meta-histórica, ausente de cronologia e geografia específicas
."

Preço:15,00€

Referência:14345
Autor:DIAS, J. S. da Silva
Título:O ERASMISMO E A INQUISIÇÃO EM PORTUGAL - O PROCESSO DE FR. VALENTIM DA LUZ
Descrição:

Instituto de História e Teoria das Ideias da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1975. In. 8.º de XVIII-317 págs. Br. Rúbrica de posse no anterosto. Exemplar impecávelmnte bem conservado, apesar dos raros picos de acidez nas capas de brochura.

Observações:

"O Erasmismo e a Inquisição em Portugal" , tese de doutoramento defendida na Universidade de Coimbra, retrata, pormenorizadamente, todo um processo inquisitorial de Frei Valentim da Luz, que para a época em que viveu e pela sua maneira de aplicar os seus dotes eclesiásticos, acabou por ser por muitos considerado herege. Ou remetendo-nos ao título do livro, alguém que propunha o erasmismo.

No índice, lê-se o seguinte:

- Frei Valentim da Luz e os conflitos ideológicos do séc. XVI
- Relaxado. Processo de Frei Valentim da Luz
- Denunciação contra Frei Valentim da Luz da Ordem de Santo Agostinho
- Interrogatórios e respostas do réu na Inquisição
- Instrução contraditória, discussão e julgamento.
- Apêndices com documentos sobre João Freire, Frei Francisco de Cristo, Frei Duarte, Sebastião Toscano e Frei António da Paixão

Preço:50,00€

Referência:14344
Autor:GALVÃO, Henrique
Título:HISTÓRIA DO NOSSO TEMPO (acção e obra de João de Almeida 1904-1910)
Descrição:

Lisboa, 1931. In-8º de 414 págs. Br. Capas de brochura com ocasionais picos de acidez. Cadernos por abrir. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

 

INVULGAR.

Observações:

João de Almeida foi uma figura magnífica de português e de colonial do mais alto relevo.  Prestigiado pelas campanhas ultramarinas no começo do século, assume-se como monárquico, participando nas incursões couceiristas, sendo, por isso, demitido. Regressa com o sidonismo. Um dos candidatos à chefia do regime saído da Ditadura Nacional de 1926, chegando como tal a ser proposto pela Liga Nacional 28 de Maio, como alternativa a Salazar. Ligado a várias conspirações golpistas na fase de consolidação do novo regime.

Preço:28,00€

Referência:14343
Autor:TURBERVILLE, A. S.
Título:A INQUISIÇÃO ESPANHOLA
Descrição:

Vega, Lisboa, s/d. In-8º de 131-(4) págs. Br. Vestígios de antigo autocolante promocional na capa de brochura anterior. Miolo muito limpo e fresco.

Observações:

Estudo muito importante sobre a Inquisição espanhola.

"Em 1232, Gregório IX publicou uma bula ("Declinante"). dirigida ao Arcebispo de Tarragona, ordenando-lhe a busca e o castigo dos hereges compreendidos em sua diocese. É digno de nota que essa bula parece ter sido publicada sob a influência de um espanhol, Raimundo de Peñafort, o maior dominicano de sua época, o qual gozava de grande poder na corte papal e foi até o principal inspirador da política de perseguições seguida por Gregório e, portanto, o criador original da Inquisição medieval. No ano seguinte, Jaime, aconselhado pelos eclesiásticos reunidos em Tarragona, promulgou uma lei que castigava com o confisco de seus bens a todos os senhores que protegem herege"


 

Preço:15,00€

Referência:14342
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:CORSÁRIO DAS ILHAS
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, s.d. (1956). In-8º de 270 págs. Br. Ilustrado em separado com tomadas de vistas das Ilhas Açorianas com fotografias de Rudolf Brum.

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO deste muito curioso título da obra de VITORINO NEMÉSIO. Neste livro pode-se ler na advertência do autor "...Este livro é fruto de duas viagens aos Açores (1946 e 1955) e da preocupação natural do espírito do autor por essas ilhas, a qual e por vários modos nele tende a resolver-se por escrito. Assim, a unidade interna do livro ajudará à externa, garantida em parte pelo carácter formal de itinerário e de memórias. Escrito e publicado periodicamente, convém-lhe a designação de JORNAL, que leva em antetítulo, e que poderá estender-se a outras obras do autor, tais como ONDAS MÉDIAS e O SEGREDO DE OURO PRETO e OUTROS CAMINHOS, já aparecidos. AS datas mencionadas são geralmente as que correspondem À publicação dos respectivos trechos, principalmente no DIÁRIO POPULAR, de Lisboa, e ao microfone da Emissora Nacional de Radiodifusão, pois o JORNAL que o autor mantém há muitos anos é também é jornal falado."

Preço:45,00€

Referência:14341
Autor:MACEDO, Helder
Título:DAS FRONTEIRAS
Descrição:

Edição do autor, Livraria Nacional, Covilhã, 1962. In-8.º de 41-(3) págs. Br. Desenhos e extratexto de Manuel Baptista

Observações:

Inserido na Colecção "Pedras Brancas".

Segundo Fernando Guimarães (in SEMA # 3, p. 97) ,"... Das Fronteiras, em 1962, é o re-conhecimento da vanidade de qual-quer busca, a irrupção de uma ironia através da qual o sujeito lança a sua corrosiva suspeita sobre a "mansidão" das "angústias pressurosas" vertidas em "literatura". O discurso não se contenta, agora, com a "perfeição" medida, estu-dada, com a concisão epigramática - assume-se em ruptura e liberdade, flui, longamente, sem a nostalgia de um centro, de uma ordem. Ao mesmo tempo, o sujeito lírico, para lá da sua procura, dá-se conta do contexto em que ela se situa. E desenha-se um país. Uma "pátria calcinada", também ela minada por desamparado desespero, entregue ao demónio da autodestruição. Igual pessimismo imanentista, que não aceitaria a intromissão de uma transcendência que significasse a superação das contradições da precaridade e desamparo humanos, se encontra presente na leitura pro-fana que é feita, em "Os Trabalhos de Maria e o Lamento de José", da História Sagrada. ..."

Preço:30,00€

Referência:14340
Autor:Sem autoria
Título:MANUAL DOS JOGOS Jogos de cartas. Pequenos jogos de sala, jogos diversos, jogos de sport, jogos de prendas. 4ª edição. Inteiramente refundida e augmentada com todos os jogos modernos usados nos clubs e na boa sociedade.
Descrição:

Editor Arnaldo Bordalo, Lisboa, 1899. In-8º de 262-(2)págs. Br. Capas de brochura com sinais de amnuseamento e com pequenas falhas marginais. Miolo limpo.
INVULGAR.

Observações:

Curioso tratado sobre vários jogos como Bridge, Bluff, Whist, Boston, Baccarat, Bésigue, Piquet,Lawn-tennis, Foot-ball, Croquet, Cricket, etc. Trata-se da 4ª edição.

Preço:25,00€

Referência:14339
Autor:CARVALHO, Raul
Título:POESIA
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, S/d (1955). In-8º de 259-(5)págs. Br. Capa com algumas falhas marginais e mancha de humidade marginal nas primeiras folhas.

Primeira edição.

Observações:

Segundo livro de um dos poeta mais importantes do nosso tempo, muito apreciado por Jorge de Sena, e colaborador das revistas Távola Redonda e Árvore e Cadernos de Poesia, que, na década de 50 conglomeravam de forma irregular, mas activa, poetas de várias sensibilidades.

Preço:35,00€

Referência:14337
Autor:CARVALHO, Raul de
Título:REALIDADE BRANCA. O dia difícil, 1955. Religião do Mar, 1955. Realidade branca. 1968
Descrição:

Edição do Autor, Lisboa, 1968. In-8º de 82-(6) págs. Br. Tiragem única de 513 exemplares, sendo 113 fora do mercado. Ostenta uma pequena dedicatória autógrafa.
INVULGAR.

Observações:

 

Todas as Horas

Todas as horas, todos os minutos,
São para mim a véspera da partida.

Preparo-me para a morte, como quem
Se prepara para a vida.

Em qualquer parte eu disse que a Beleza
Não nasce só mas sim acompanhada.

Não são palavras minhas as que eu digo.
À minha boca pertence aos que me amam.

Mudos e sós.
À nossa volta todos os amantes
Sentir-se-ão tranquilos.
Um coração puro
É como o Sol:
Brilha todos os dias.

 

Preço:35,00€

Referência:14335
Autor:FERREIRA, José Gomes
Título:O MUNDO DOS OUTROS - HISTÓRIAS E VAGABUNDAGENS
Descrição:

Centro Bibliográfico, Lisboa, 1950. In-8.º de 191-(2) págs. Br. Capas de brochura com ocasionais picos de acidez.

Observações:

Publicado em 1950 pelo Centro Bibliográfico de Lisboa, incluído na "Colecção de Prosadores".

O Mundo dos Outros é constituído por uma série de crónicas de Lisboa (nenhuma delas anterior a 1945, pelo que a sua redacção se deve ter processado durante o mesmo período em que o Poeta vai compondo os poemas de Poesia III), onde o quotidiano é transfigurado, e o encantamento e desencantamento, real-sonho, verdadeiro-falso, se alternam - uma reflexão automatizada a que o autor recorre para tornar mais perceptível e radical o desmascarar da realidade, segundo a sua cosmivisão. É, por isso, uma das obras máximas produzidas pelo neo-realismo português.

O autor reflecte também sobre o seu "fora" e o seu "dentro", o "'equilíbrio entre as duas vidas que nem sempre conseguem coexistir harmonicamente separadas", colaborando na confusão que a sua face múltipla provoca em quem lhe queira penetrar o íntimo" (TORRES, Alexandre, Vida e obra de José Gomes Ferreira, Amadora, Livraria Bertrand, 1975, p.237). Frases como "Ninguém me vê do mesmo modo" , ou "Cada qual agarra em mim a realidade que mais lhe convém", são afirmadas com mal disfarçada alegria, e o poeta ajuda à confusão assumindo muitos papéis diferentes (o que é preferível ao esconder-se por detrás de diferentes personagens, como fazia F.Pessoa ou Robert Browning - afirma Carlos Oliveira). O autor também é, por um lado, o "vagabundo social" de dia, mas o solitário de noite, que "espera com paciência que a cidade de esvazie para, em largas digressões de vagabundagem por essas ruas solitárias abrandar um pouco as rédeas do autodomínio. E poder enfim adorar a lua redonda à sua vontade; e ruminar versos num ruminar quase obsessivo (...)falar só (...) sem vergonha da lua".

Outro aspecto importante desta obra é o facto do autor se assumir como esse espectador que "anseia por todos os espectáculos, que transforma tudo em espectáculo, e que lamenta o fim do espectáculo". A história de O Mundo dos Outros começa a 8 de Maio de 1945, o dia em que termina a 2ª Guerra Mundial, e José Gomes Ferreira escreve no início do seu livro: "Confessa que o teu egoísmo de espectador inato teme não voltar a encontrar no bolor quotidiano outro espectáculo capaz de suprir o que desapareceu agora para sempre..." José Gomes Ferreira reduz-se a espectador para condenar a sua falta de intervenção, revelando todo o processo que o tornou assim (como no cap."A infância Estragada", onde descreve o seu "ódio total a este caricato planeta de homens com uma civilização de papagaios", onde o homem é, desde a infância, submetido a catequeses de submissão, a pedagogias do servilismo e da modéstia, que a Igreja divulga), e ainda critica o espectador que somos todos nós, de "brandos costumes" : "1793?...Data da viragem da história do mundo. Revolução Francesa (...) E, entretanto, em Lisboa, fundava-se uma Ervanária para vender ingredientes ressumantes de vapor de água ...brandura dos nossos costumes - numa civilização de chazinhos fumegantes,...enxaquecas, teorias, estorvos, molezas, melindres, gritinhos, medo do papão, chatice...". E ainda noutro texto: " Dormia tudo em torno de mim: homens, mulheres, crianças, burros, carroças, elécticos,(...)Teatro D.Maria, tabuletas,(...)e até o céu azul estendido como uma mulher de preguiça (...) Uns a sonhar que estão acordados. Outros, que vivem. Alguns, que falam. Muitos, que amam. Aqueles, que trabalham. Estes, que sofrem. Outros, que gritam. E que protestam. E que berram. E que lutam. Mas não. Tudo mentira. Dormem profundamente com o corpo todo, com a alma toda, nos tremedais dos cafés e nos cemitérios dos mortos-vivos das ruas..." José Gomes Ferreira diagnostica assim este mundo mentiroso, "adormecido pela disciplina institutriz da humilhação ou da docilidade", onde se jaz vivendo em vão.

O autor parece, em muitas das crónicas, querer desistir da sua obsessão romântica de mudar o mundo, mas ela subsiste sob a capa de um Quixote sonhador (que diz o autor que deixou de existir nos Portugueses, mais preocupados consigo mesmos, e passando "sempre adiante", o que, no fundo, mas com vergonha, também acaba por lhe acontecer - confessa ), que "exprime a saudade doutrinária de um futuro qualquer, tão distante, tão lá no fundo, tão sonho, tecido apenas de pequenas coisas doces, num mundo menos pesado de cadáveres..." (Fonte: CITI - Centro de Investigação para Tecnologias interactivas)

Preço:40,00€

Referência:14333
Autor:CORREIA, Natália
Título:POEMAS
Descrição:

(Lisboa) 1955. In-8º de 100-(1) págs. Brochado. Capa ilustrada com desenho de Martins Correia. Capas apresentado forte acção de Lepismatídeos nas margens. Miolo impecável, sem defeitos apontar. Valorizado por uma muito expressiva dedicatória autógrafa de Natalia Correia.

Observações:

Segundo livro de poemas da autora. BASTANTE RARO

Preço:90,00€

Referência:14332
Autor:OLIVEIRA, Carlos de
Título:PEQUENOS BURGUESES. Romance.
Descrição:

CoimbraEditora, Coimbra, 1948. In-8º de 228-(3) págs. Brochado, com ligeiros picos de humidade. Miolo impecável apresentando os cadernos por abrir. Exemplar com estrutura sólida e muito bem conservado. Carimbo de oferta da Casa Editora no ante-rosto.

Observações:

Pequenos Burgueses, com a 1.ª edição em 1948, terá a sua 3.ª edição refundida 1970. O número de capítulos e o seu texto é reduzido e essa redução implica o quase desaparecimento de certos desenvolvimentos narrativos, mas por outro lado, há curtos mas significativos acrescentos e interpolações que introduzem notas novas no romance.
Em Pequenos Burgueses apercebemo-nos de uma complexa teia de relações amorosas e familiares, em torno da qual outros acontecimentos, sempre descritos com humor e sarcasmo, curiosos e hilariantes, se desenrolam. Somos absorvidos pelas manias, traumas e psicoses destas personagens, bem como pelo seu modo de vida em que muitas vezes estão implícitas a duplicidade e a clandestinidade.

Preço:50,00€

Referência:14331
Autor:KNOPFLI, Rui
Título:O ESCRIBA ACOCORADO
Descrição:

Moraes Editores, Lisboa, 1978. In-8.º de 71(1) pags. Br. As capas de brochura apresentam uma pequena mancha no canto inferior esquerdo, mas o miolo apresenta-se muito limpo.

Observações:

Inserido na apreciada colecção "Círculo de Poesia".
Posfácio de Eugénio Lisboa.

Apresenta ainda um ensaio de leitura da poesia de Rui Knopfli "A Voz Ciciada" por Eugénio Lisboa.

Preço:17,00€

Referência:14330
Autor:ISAACMAN, Allen F.
Título:A TRADIÇÃO DE RESISTÊNCIA EM MOÇAMBIQUE, o vale do Zambeze, 1850 – 1921
Descrição:

Edições afrontamento, Porto, 1979. In. – 8.º de 353-(2) págs. Brochado. Exemplar impecável muito bem conservado. Capa de brochura ilustrada.

Observações:

Livro de referência sobre a história da resistência em Moçambique e região.
"... Allen Isaacman apresentou uma visão mais cética sobre a interação entre iniciativas de resistência ao colonialismo e movimento pan-africano e nacionalista em Moçambique. Em sua análise, as manifestações populares de resistência ao colonialismo ocorreram mais nas zonas rurais e esta tiveram pouca influência ou conexão com as ideias pan-africanas e até mesmo nacionalistas. Nas insurreições de camponeses por ele identificadas, o interesse, sobretudo, dos camponeses foi o de assegurar suas autonomias ..."

 

No índice:

- A presença Colonial Portuguesa no Vale do Zambezes 1550-1850
- O Crescimento dos Estados Secundários e a Conquista do Vale do Zambeze
- A Luta pela Independência do Barué (1870-1902)
- O Impacto do Domínio Colonial no Vale de Zambeze 1880-1917
- Oposição Localizada ao Colonialismo, 1880-1917
- A Génese de Aliança Anti-coloniais e as Primeiras Rebeliões 1884-1904
- A Rebelião Barué de 1917: uma elevada consciência zambeziana
- O Mito do Passado Português e a Natureza  da Resistência Africana
 

Preço:20,00€

Referência:14328
Autor:VALE, A. de Lucena e
Título:GENTE DE PROL Evocações e Rectificações Históricas
Descrição:

Edição de autor, Viseu, 1967. In-8º de 236 págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Ligeira acidez generalizada dada a qualidade do papel.
 

RARO.

Observações:

Monografia regional muito invulgar, com interesse histórico e artístico, abordando a genealogia de vários descendentes da Casa Real portuguesa e a sua relação com Viseu.

Do indíce:
- D. Constança Manuel
- D. Isabel de Portugal, Condessa de Gijon
- D. Duarte e a verdade histórica
- D. Isabel, mulher de D. Afonso V
- O cadáver de D. João II
- O 3º casamento de D. Manuel
- D. Joana de Áustria
- D. António - Prior do Crato

 

 

Preço:32,00€

Referência:14327
Autor:LEMOS. Dr. Eugénio de
Título:A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA VILA DA LOUSÃ1566 - 1966 - "Resenha Histórica" pelo seu provedor
Descrição:

Tipografia Lousanense, Lousã, 1966. In-8.º de 224 págs. Br. Ilustrado. Dedicatória autógrafa no ante-rosto. Capas de brochura com ligeiros picos de acidez e ligeiramente danificada na lombada.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Com prefácio do Dr. Bissaya Barreto. Monografia muito exaustiva e interessante sobre a história e obra da Santa Casa da Misericórdia da Lousã.

Preço:38,00€

Referência:14326
Autor:[António Péricles da Costa & Isabel Maria da Costa]
Título:OS MELHORES AUTORES DA POESIA PORTUGUESA ERÓTICA E SATÍRICA DO SÉC. XVIII
Descrição:

Edições Planeta, S. Paulo, 1964. In-8.º de 161-I págs. Brochado com capas de brochura com fortes sinais de manuseamento na charneira. Miolo em muito bom estado de conservação.

Observações:

Edição privada e levada a cabo por António Barahona da Fonseca sob pseudónimo, impressa em Lisboa, para contornar a censura política editorial de então.
Os antologiados são:

- Caetano José da Silva Souto-Maior (O Camões do Rocio)

- Abade de Jazente

- António Lobo de Carvalho (O lobo da Madragoa)

- Filinto Elísio

- Bocage

- Belchior Curvo Semedo

- Sebastião Xavier Botelho

- José Anselmo Correia Henriques

Preço:20,00€

Referência:14325
Autor:MATOS, Norton de
Título:A PROVÍNCIA DE ANGOLA
Descrição:

Porto, Edição Maranus, 1926- In. 8º de 391-(3) págs. Brochado. Capas ligeiramente empoeiradas, com sinais de manuseamento. Rúbrica de posse no ante-rosto. Ocasionais picos. Miolo em muito bom estado

Observações:

Do índice:

I - Finalidade histórica; II - A partida de África; III - Colonização; IV - Um relatório; V - Ocupação de Angola; VI - Os índigenas de Angola; VII - Concessões: VIII - Regime aduaneiro; IX - Situação financeira; X - Epílogo.

Preço:25,00€

Referência:14324
Autor:NUNES, José Joaquim
Título:CANTIGAS DE AMORDOS TROVADORES GALEGO PORTUGUESES
Descrição:

Centro do Livro Brasileiro, Lisboa, 1972.In-8º de L-562-(1)págs. Br. Com os cadernos por abrir. Exemplar impecável como novo.

Observações:

Edição crítica acompanhada de introdução, comentário, variantes, e glossário. Contém um total de 266 cantigas de amor, editada cada uma com variantes manuscritas e comentário métrico-literário.

Apresenta como Trovadores: D. Afonso de Castela, Afonso Fernandes, Afonso Mnedes Besteiros, Afonso Paes de Braga, D. Afonso Sanches,  Airas Engeitado, Airas Nunes, Airas Paes, Bernal de Bonaval, Airas Veaz, D. Denis, Estevam Fernandes de Elvas, Esteva, da Guarda, D. Estevam Peres Froyam, Fernando Esquio, Galisteu Fernandes, D. Gomes Garcia, João Aires de Santiago, João Baveca, João de Gaia, João de Guilhade, João Lobeira, D. João Mendes de Besteiros, João Servando, Jiião Bolseiro, Lopo jogral, Lourenço jogral, Martim Moxa, Martim Peres Alvim, Paio Gomes Charinho, Pedro amigo de Sevilha, D. Pedro de Portugal, Pedro de Veer, Pero Annes Marinho, Pero d'Armea, Pero Goterrez, Pero Mendes da Fonseca, Pero d'Ornelas, Pero Viviães, Rui Fernandes, Rui Martins, Rui Martins do Casal, Sancho Sanches, Vasco Peres e Vidal.

Preço:27,00€

Referência:14322
Autor:PAPANÇA, Macedo (conde de Monsaraz)
Título:OBRAS DO CONDE DE MONSARAZ. (Vol I e II). Catharina d'Athayde - Grande Marquez - Lenda do Jesuitismo. Do ultimo romantico. Páginas soltas. Severo Torell.
Descrição:

Livraria Ferreira Editora, Lisboa, 1908. In 8º, 2 vols de com 208-IV & 261-XXIII-VII págs. respectivamente. Brochado. Segundo volume inteiramente por abrir e capas com ligeiros picos de acidez. Bons exemplares com miolo muito limpo.

Observações:

Da Enciclopédia online, destacamos o seguinte, por nos parecer de qualidade:


" ... Era considerado pelos seus contemporâneos um "homem encantador", gozando de "largo e aristocrático prestígio no meio mundano e político", que mantinha em Lisboa a sua "corte alentejana de artistas, um salão literário, uma vida larga, uma linda cabeça de aedo", levando uma vida simultaneamente de "palaciano e lavrador". Ao contrário da tradição poética nacional, "foi precisamente quando instalado num título e numa alta situação social que melhor revelou a emoção duma ardente vida interior. Macedo Papança, ao chegar a Lisboa, vindo de Reguengos, era um vate sorridente e aristocrático. Foi o Conde de Monsaraz que regressou ao drama da terra, à écloga da sua província, à alma das charnecas e dos montados, à viola do velho Brás e à graça matinal das azinhagas em flor. Foi na época dourada da sua existência que ele sentiu melhor a humilde gestação do povo, o divino crepúsculo dos horizontes de sobreiros e de giestas em que nascera. Foi então que nele surgiu o admirável poeta regional que ia criar o lirismo alentejano e lhe ia dar o lugar que lhe compete, de um dos clássicos da nossa poesia moderna, ao lado de Cesário Verde e de Gonçalves Crespo " . De entre as várias obras poéticas, destacam-se Crepusculares (Coimbra, 1876); Catharina de Athayde (1880); e Telas históricas (1882).

Monárquico convicto, com a implantação da República optou pelo exílio, partindo voluntariamente para Suíça e daí para a França, fixando-se em Paris. Doente, regressou a Lisboa no início de 1913, falecendo a 17 de Julho daquele ano, na véspera do seu 61.º aniversário. Foi sepultado na Figueira da Foz, terra natal da esposa.

Preço:45,00€

Referência:14321
Autor:HORTA, Maria Teresa
Título:CIDADELAS SUBMERSAS
Descrição:

Livr. Nacional, Covilha, 1961. In-8º de 65-(7) págs. Br. Com capa e ilustração extra-texto de Manuel Baptista, Integrada na colecção Pedras Brancas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Os poemas
são cidadelas para os
lábios

Mais longe as sentinelas
do espaço
e os degraus do oceano
no contorno das pálpebras

Na hora anterior
ao vidro das lágrimas
a mulher ocasionou o parto
das cidades

e as plantas
foram úteros reflexos
de água
gerando no lodo
o vício do ódio
submerso nas palavras

Preço:40,00€
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