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Livros do mês: Fevereiro 2020

Foram localizados 32 resultados para: Fevereiro 2020

 

Referência:14357
Autor:SOUSA, António de
Título:CRUZEIRO DE OPALAS. Versos de amor e Saudade que Antonio de Portucale compoz nos anos de MCMXVI, MCMXVII e MCMXVIII nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e na aldeia de Santa Cruz do Douro.
Descrição:

(Typ. Popular, Coimbra, 1918). In-8º de 43-(5) págs. Brochado

Observações:

São raríssimos os exemplares deste primeiro livro de António de Sousa, livro publicado sob pseudónimo - ANTONIO PORTUCALE.
 

António de Sousa, nasceu no Porto a 25 de Dezembro de 1898. Estudou na Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Direito, e onde viveu largos anos. Casado com a pintora Alice Toufreloz Brito de Sousa, vem para Lisboa, em finais dos anos 40, indo residir para Algés, concelho de Oeiras. Tal como Edmundo de Bettencourt, passara primeiro pela Faculdade de Direito de Lisboa, antes de aportar a Coimbra. Teve uma vida académica muito intensa durante o seu percurso por Coimbra, em que a poesia e os ventos de um Modernismo crescente, o envolveram profundamente, levando a que o final curso, se fosse ficando um pouco tardio. António de Sousa já como estudante de Direito, mostrara ser um poeta de rara sensibilidade, que escreveu poesia da mais pura água, alguma da qual, foi gravada e cantada, pelos grandes cantores da chamada primeira “década de oiro” da Canção de Coimbra. Ainda hoje não a dispensam, na maior parte de repertório dos cantores de Coimbra.

Foi presidente da Associação de Basquetebol de Coimbra, secretário-geral e presidente a Associação Cristã dos Estudantes de Coimbra e um dos fundadores da Universidade Livre Conimbricense. Pertenceu à Comissão de Propaganda do Centro Republicano Académico em 1927, foi Presidente da Associação Académica nos anos 1934-35, e um ano depois, fazia parte da Comissão Promotora de uma Homenagem aos estudantes mortos na 1ª Grande Guerra. A comissão era presidida pelo Dr. Fernando Martins, e pelos estudantes Otílio de Figueiredo, e António de Sousa, que presidia à Associação. A homenagem realizada pela Academia, veio a culminar no descerrar de uma lápide, a 9 de Abril de 1935, na sala da Associação Académica, sediada na Rua Larga, perpetuando a memória dos estudantes caídos no campo de batalha.

No decurso da sua longa vida estudantil, em que conciliava o trabalho, com o estudo, a poesia e a intervenção social, António de Sousa começara cedo a escrever, e a colaborar em revistas. Com o pseudónimo António Portucale, publica em 1918, a poesia “Cruzeiro de Opalas”, e em 1919, “O Encantador”. Nos anos 20, foi um dos percursores do Movimento Presencista. O poeta da Ereira, mais velho que todos os outros, homem de grande estatura moral, lutador contra a ditadura, que o afasta compulsivamente do ensino, nos anos 30, é um dos elos aglutinador do movimento. Afonso Duarte era sem dúvida uma referência na seriedade e sensibilidade, expressa na sua postura de homem de carácter e de poeta. Depois, em 1924, foi um dos criadores da revista Triptico, juntamente com João Gaspar Simões e Vitorino Nemésio. Colabora com as revistas Ícaro, Byzancio, Vértice, Presença, Portucale e a Revista de Portugal. Trabalhou largos anos na Associação Cristã da Juventude de Coimbra, como secretário-geral e presidente, tendo assegurado essas funções, poucos anos após a sua inauguração, a 20 de Junho de 1918.

Foi ainda Presidente do Orfeon Académico, cargo de que não tomou posse, devido a um conflito com o regente Padre Elias de Aguiar. Bettencourt e Paradela gravaram poesias suas, e muitos outros as cantaram. Foram várias, as suas poesias, na Canção de Coimbra, mas as que encantaram mais os seus cantores, talvez tenham sido as que tiveram gravação.

Preço:100,00€

Referência:14356
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:VARANDA DE PILATOS
Descrição:

Livrarias Aillaud & Bertrand, Paris-Lisboa, S/d. (1926?). In-8.º de 253(1) págs. Br. Capa de brochura ilustrada a cores e com a charneira cansada.

Observações:

Primeira edição do primeiro romance de Nemésioem que há uma certa vivência açoriana e escolhe como espaço e tempo a Angra da sua adolescência, de fogachos amorosas e ideológicos. Os truques da ficção, ainda um pouco incipientes, deixam muito a descoberto o adolescente” escrito ainda estudante da Universidade. Obra literária do escritor de que na opinião de Cristóvão de Aguiar “... apesar de ser um livro de juventude escrito por um jovem, não envergonha nenhum escritor”.

 

Preço:65,00€

Referência:14355
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:PAÇO DE MILHAFRE. Contos. Prefácio de Afonso opes Vieira. Desenho de Eva Aggarholm.
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra 1924. In-8º de XVI-320 páginas. 1 ilustração impressa à parte. Exemplar perfeito não fosse a lombada fendida.

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO. Primeiro livro de contos e livro de estreia de Vitorino Nemésio (na adolescência ainda publicou 2 pequenas plaquetes de poesia, não incluidas na sua bibliografia).

Preço:75,00€

Referência:14354
Autor:BASTOS, Augusto
Título:TRAÇOS GERAES SOBRE A ETHNOGRAPHIA DO DISTRICTO DE BENGUELLA
Descrição:

Typographia Minerva, Famalicão, 1911. In-8º de VIII-182-(1) págs. Brochado. Com os cadernos por abrir. Capa de brochura anterior com uma mancha de humidade marginal. Carimbo de posse no frontspício.

Segunda edição auctorisada pela Sociedade de Geographia de Lisboa, com uma carta prefácio de David Diniz.

Observações:

Augusto Bastos é um dos mais ilustres angolanos de sempre. Foi ao mesmo tempo jornalista e homem de letras, filólogo, historiador, etnólogo, compositor, pianista, artista plástico e o mais brilhante advogado e político do seu tempo. As suas ideias libertárias estiveram na base das revoltas do Seles e Amboim, tendo sido preso pela polícia na sua casa de Benguela, no dia 2 de Junho de 1917, de madrugada, sob a acusação de ser o líder do movimento.

O livro que se apresenta, conheceu a primeira edição em 1909 e foi muito aumentada com a presente edição (1911). Neste livro, Augusto Bastos inclui os seguintes capítulos: da pronúncia e ortografia do umbundu, povos, governo político, organização guerreira, direitos civis, julgamento dos crimes e delitos, recursos económicos, principais cerimónias, crenças e superstições, usos e linguagem.
 

Preço:35,00€

Referência:14353
Autor:SILVA, Domingos M. da
Título:ENTRE HOMEM E CÁVADO. I - Amares e Terras de Bouro.
Descrição:

Edição do Autor, Amares, 1958. VIII-192-(1) págs. Brochado. Uma página com ligeiros sublinhados a tinta.
Apresenta-se para venda apenas o primeiro volume de um conjunto de três.

Observações:
Preço:20,00€

Referência:14352
Autor:FERRARI, António de Melo ;FERRARI, Manuel de Melo & CORREIA, Fernando da Silva
Título:O HOSPITAL TERMAL DAS CALDAS DA RAINHA : a sua história : as suas águas : as suas curas
Descrição:

Caldas da Rainha, 1930 In-8º de 358-(33) págs. Brochado. Ilustrado com um mapa desdobrável e fotografias da cidade, na época, impressas à parte sobre papel couché. Capa com sinais de uso, miolo bem conservado.
No índice:
- Esboço histórico, um balneário português do fim do séc. XV
- Uma clínica termal portuguesa nos séc. XV, XVI, XVII e XVIII
- cento e trinta anos de clínica termal nas Caldas da Rainha.
- As termas actuais
- O clima das Caldas
- A ação das águas das Caldas
- Indicações terapéuticas e contra-indicações
-Pre e post-cura, Seus adjuvantes
- Estatística
- O futuro do balneareo das Caldas
- Águas Santas, Águas da Serra do PBouro
- Clinica termal
- Guia do Banhista
- A cidade das Caldas. ALojamento, recursos, distrações, roteiro.
- Alguns banhistas das Caldas
- Nomes de individualidades que se t~em tratado nas Caldas da Raina
- Bibliografia sobre as Caldas da Rainha

Observações:
Preço:30,00€

Referência:14351
Autor:BRANDÃO, Raúl
Título:A CONSPIRAÇÃO DE 1817. - GOMES FREIRE Quem matou Gomes Freire – Beresford, D. Miguel Forjaz, o Principal Souza – Mathilde de Faria e Melo.
Descrição:

Typ. da Empresa Literaria e Tipografica. Porto. 1914. In-8º de 358 págs. Brochado com alguns sinais de manuseamento nas capas. Miolo muito limpo. Rubrica de posse coeva no anterosto.

Observações:

Trata-se da PRIMEIRA EDIÇÃO desta notável obra de Raúl Brandão onde o autor sem seguir um fio cronológico aborda a condenação e morte do protagonista. Encerra os seguintes capítulos: “Campanhas”, “Cartas”; “Pela Liberdade”; “Vida Íntima”; “Hum principalmente...”; “Inicia-se o Processo”; “O Processo”; “Um Homem de Estado”; “O Mistério”; “Felizmente Há Luar”.

 

 

 

Preço:45,00€

Referência:14350
Autor:SANTO, Moisés Espírito
Título:O BRASONÁRIO PORTUGUÊS E A CULTURA HEBRAICA
Descrição:

Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 1997. In-8º de 294-(5) págs. Brochado. Exemplar impecável, como novo.

Observações:

O presente trabalho de Etnologia Histórica contribui tanto para o estudo da Heráldica como para a História da Cultura, nelas sugere também que estes símbolos se enquadram nas diferenças identitárias (conflituais) entre o Norte e o Sul.

MOISÉS ESPÍRITO SANTO nasceu na Batalha, em 1934. Diplomado em Sociologia Rural pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1973), onde se doutorou, em 1979. Exerceu funções docentes no departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sendo professor catedrático jubilado em Sociologia e Etnologia das Religiões, desde 2004. Foi um dos fundadores e membros do Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões (1991-2004), do Instituto Mediterrânico (1991-2004) e da Associação de Estudos Rurais (1991-2004). As áreas pelas quais se foi interessando, quanto aos temas e modos de abordagem, podem ser classificadas no que convenciona chamar-se Etnossociologia e Etnologia Histórica. A partir da Etnologia Histórica, com estudos no terreno da ruralidade, passou a interessar-se também pela Etnolinguística.

Preço:25,00€

Referência:14349
Autor:ARRIAGA, José d'
Título:OS ULTIMOS 60 ANNOS DA MONARCHIA. Causas da Revolução de 5 de Outubro de 1910.
Descrição:

Parceria A. M. Pereira, Lisboa, 1911. In-8º de 239-(2) págs. Brochado. Capas impressas em papel fino, apresentando alguns insignificantes defeitos marginais. Miolo muito limpo, apesar de amarelecido pela acção do tempo. Rúbrica de posse no frontspício.

Observações:

Da afamada Wikipédia, lemos o seguinte, sobre este autor, irmão de Manuel de Arriaga:

"José de Arriaga nasceu na casa do Arco, no centro da cidade da Horta, Ilha do Faial, filho de Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira e de sua esposa Maria Cristina Pardal Ramos Caldeira. Foi irmão de , o primeiro Presidente da República Portuguesa. Pertencente à melhor sociedade faialense, o pai era um dos mais ricos comerciantes da cidade, último administrador do morgadio familiar e grande proprietário. A família, com pretensões aristocráticas, traçava as suas origens até ao flamengo Joss van Aard, um dos povoadores iniciais da ilha. Foi neto do general Sebastião José Brum da Silveira, que se distinguiu na Guerra Peninsular, e sobrinho-neto do desembargador Manuel José Arriaga Brum da Silveira, que em 1821 e 1822 foi deputado pelos Açores às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa .

Depois de concluídos os estudos preparatórios na cidade da Horta, em 1860  foi para Coimbra na companhia do seu irmão Manuel de Arriaga, quatro anos mais velho, que se matriculara em Direito na Universidade de Coimbra. Depois de concluir os seus estudos preparatórios naquela cidade, em 1863 matriculou-se também no curso de Direito.

Tendo aderido, como o irmão, ao ideário do republicanismo democrático, o pai, um monárquico conservador com laivos de miguelismo, recusou-se a pagar-lhe os estudos, tendo então que recorrer à ajuda do irmão, que dava aulas particulares de inglês, e à escrita de artigos para diversos periódicos. Em 1869 tornou-se bacharel em Direito.

Ainda enquanto estudante, colaborou em jornais e realizou estudos históricos, que continuou ao iniciar a carreira burocrática como conservador do Registo Predial em várias comarcas, entre as quais Armamar, Benavente e Reguengos de Monsaraz, onde não tomou posse. Conseguiu um lugar na Biblioteca Nacional de Lisboa, o que lhe deu ensejo de se dedicar aos estudos históricos e filosóficos. A sua principal obra é a História da Revolução Portuguesa de 1820 (4 vols., Porto, 1886-1889).

Viveu sempre solitário, sofrendo de depressão. Partiu inopinadamente para o Brasil, aparentemente por julgar que os parentes e amigos o perseguiam, tendo ali passado grandes necessidade e regressado doente a Lisboa. Terminou os seus dias no recolhimento da Irmãs da Mercê, em Lisboa."

Este título que agora se apresenta, é seu último enquanto historiador.

Preço:20,00€

Referência:14348
Autor:MONIZ, Manuel Mendes
Título:ANTI-PROLOGO CRITICO E APOLOGETICO no qual á luz das mais claras razões se mostrão desvanecidos os erros, descuidos, e faltas notaveis, que no insigne P. Manoel Alvares presumírão descobrir os Rr. Aa. Do Novo Methodo da Grammatica Latina
Descrição:

Na Officina de Miguel Manescal da Costa, Lisboa, 1753. In-8º de 158-(2)págs. Encadernação coeva inteira em pele. Papel mantendo a sonoridade original.

Observações:

Trata-se de um dos varios textos de protesto contra "O Novo methodo da Gramatica Latina" de António Pereira de Figueiredo que fora escolhido como texto básico para uso nas escolas.

Preço:80,00€

Referência:14347
Autor:SENA, Jorge de
Título:DIALÉCRICAS APLICADAS DA LITERATURA
Descrição:

Edições 70, Lisboa, 1978. In-8º de 517-(1) págs. Brochado. O capítulo dedicado  Cam~es apresenta leves sublinhados a lápis de grafite.

Observações:

No índice, lêm-se os seguintes capítulos:

- A Sextina e a Sextina de Bernardim Ribeiro
- A poesia de António Gedeão - esboço de análise objectiva
- "O sangue de Átis"
- Apêndice: Os textos originais dos poemas de Mauriac
- Sobre Helder de Macedo, Poesia (1957-68)
- Observações sobre As Mãos e os Frutos de Eugénio de Andrade
- Do conceito de Modernidade na Poesia Portuguesa Contemporânea
- A Terra dos Pais e a dos Outros, ou breve introdução a um livro de Alexandre Pinheiro Torres
- Camões: novas observações acerca da sua epopeia e do seu Pensamento
- Ruben Dário - La Dulzura del Angelus
 

Preço:20,00€

Referência:14346
Autor:JÚDICE, Nuno
Título:PLÂNCTON - Romance
Descrição:

Contexto Editora, Lisboa, 1981. In-8.º de 148 págs. Brochado. Belíssimo estado de conservação.

Observações:

Primeira edição do segundo romance do autor. "Uma das primeiras obras de ficção de Nuno Júdice, este romance explora a dificílima técnica estilística de «mise en abyme».
Júdice é, aliás, o único ficcionista português vivo que utiliza abundantemente esta técnica, trabalhada pelos restantes apenas em uma ou outra narrativa.
Esta obra foi escrita de acordo com o estilo fragmentário e desconstrucionista da década de 70, quando explora a comunidade de
dimensões vivenciais das três personagens femininas (Rita, Rosa e Laura) ou quando o narrador explora uma ideia nascida da «sobreposição de duas imagens«. Assim sendo, neste romance, Nuno Júdice explicita a já referida «mise en abyme», técnica de narração que explora «em profundidade» («abyme») uma particular representação da realidade (um elemento da narrativa) na qual se sobrepõe, em imagens vertiginosamente cruzadas, a totalidade (ou quase) da história narrada. Neste caso, por via da sobreposição de «duas imagens», Nuno Júdice explora «abissalmente», girando em círculos «concêntricos» e «excêntricos», os elementos da intriga ao ponto de provocar no leitor a sensação de uma irrealidade intemporal ou meta-histórica, ausente de cronologia e geografia específicas
."

Preço:15,00€

Referência:14345
Autor:DIAS, J. S. da Silva
Título:O ERASMISMO E A INQUISIÇÃO EM PORTUGAL - O PROCESSO DE FR. VALENTIM DA LUZ
Descrição:

Instituto de História e Teoria das Ideias da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1975. In. 8.º de XVIII-317 págs. Br. Rúbrica de posse no anterosto. Exemplar impecávelmnte bem conservado, apesar dos raros picos de acidez nas capas de brochura.

Observações:

"O Erasmismo e a Inquisição em Portugal" , tese de doutoramento defendida na Universidade de Coimbra, retrata, pormenorizadamente, todo um processo inquisitorial de Frei Valentim da Luz, que para a época em que viveu e pela sua maneira de aplicar os seus dotes eclesiásticos, acabou por ser por muitos considerado herege. Ou remetendo-nos ao título do livro, alguém que propunha o erasmismo.

No índice, lê-se o seguinte:

- Frei Valentim da Luz e os conflitos ideológicos do séc. XVI
- Relaxado. Processo de Frei Valentim da Luz
- Denunciação contra Frei Valentim da Luz da Ordem de Santo Agostinho
- Interrogatórios e respostas do réu na Inquisição
- Instrução contraditória, discussão e julgamento.
- Apêndices com documentos sobre João Freire, Frei Francisco de Cristo, Frei Duarte, Sebastião Toscano e Frei António da Paixão

Preço:50,00€

Referência:14344
Autor:GALVÃO, Henrique
Título:HISTÓRIA DO NOSSO TEMPO (acção e obra de João de Almeida 1904-1910)
Descrição:

Lisboa, 1931. In-8º de 414 págs. Br. Capas de brochura com ocasionais picos de acidez. Cadernos por abrir. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

 

INVULGAR.

Observações:

João de Almeida foi uma figura magnífica de português e de colonial do mais alto relevo.  Prestigiado pelas campanhas ultramarinas no começo do século, assume-se como monárquico, participando nas incursões couceiristas, sendo, por isso, demitido. Regressa com o sidonismo. Um dos candidatos à chefia do regime saído da Ditadura Nacional de 1926, chegando como tal a ser proposto pela Liga Nacional 28 de Maio, como alternativa a Salazar. Ligado a várias conspirações golpistas na fase de consolidação do novo regime.

Preço:28,00€

Referência:14343
Autor:TURBERVILLE, A. S.
Título:A INQUISIÇÃO ESPANHOLA
Descrição:

Vega, Lisboa, s/d. In-8º de 131-(4) págs. Br. Vestígios de antigo autocolante promocional na capa de brochura anterior. Miolo muito limpo e fresco.

Observações:

Estudo muito importante sobre a Inquisição espanhola.

"Em 1232, Gregório IX publicou uma bula ("Declinante"). dirigida ao Arcebispo de Tarragona, ordenando-lhe a busca e o castigo dos hereges compreendidos em sua diocese. É digno de nota que essa bula parece ter sido publicada sob a influência de um espanhol, Raimundo de Peñafort, o maior dominicano de sua época, o qual gozava de grande poder na corte papal e foi até o principal inspirador da política de perseguições seguida por Gregório e, portanto, o criador original da Inquisição medieval. No ano seguinte, Jaime, aconselhado pelos eclesiásticos reunidos em Tarragona, promulgou uma lei que castigava com o confisco de seus bens a todos os senhores que protegem herege"


 

Preço:15,00€

Referência:14342
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:CORSÁRIO DAS ILHAS
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, s.d. (1956). In-8º de 270 págs. Br. Ilustrado em separado com tomadas de vistas das Ilhas Açorianas com fotografias de Rudolf Brum.

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO deste muito curioso título da obra de VITORINO NEMÉSIO. Neste livro pode-se ler na advertência do autor "...Este livro é fruto de duas viagens aos Açores (1946 e 1955) e da preocupação natural do espírito do autor por essas ilhas, a qual e por vários modos nele tende a resolver-se por escrito. Assim, a unidade interna do livro ajudará à externa, garantida em parte pelo carácter formal de itinerário e de memórias. Escrito e publicado periodicamente, convém-lhe a designação de JORNAL, que leva em antetítulo, e que poderá estender-se a outras obras do autor, tais como ONDAS MÉDIAS e O SEGREDO DE OURO PRETO e OUTROS CAMINHOS, já aparecidos. AS datas mencionadas são geralmente as que correspondem À publicação dos respectivos trechos, principalmente no DIÁRIO POPULAR, de Lisboa, e ao microfone da Emissora Nacional de Radiodifusão, pois o JORNAL que o autor mantém há muitos anos é também é jornal falado."

Preço:45,00€

Referência:14341
Autor:MACEDO, Helder
Título:DAS FRONTEIRAS
Descrição:

Edição do autor, Livraria Nacional, Covilhã, 1962. In-8.º de 41-(3) págs. Br. Desenhos e extratexto de Manuel Baptista

Observações:

Inserido na Colecção "Pedras Brancas".

Segundo Fernando Guimarães (in SEMA # 3, p. 97) ,"... Das Fronteiras, em 1962, é o re-conhecimento da vanidade de qual-quer busca, a irrupção de uma ironia através da qual o sujeito lança a sua corrosiva suspeita sobre a "mansidão" das "angústias pressurosas" vertidas em "literatura". O discurso não se contenta, agora, com a "perfeição" medida, estu-dada, com a concisão epigramática - assume-se em ruptura e liberdade, flui, longamente, sem a nostalgia de um centro, de uma ordem. Ao mesmo tempo, o sujeito lírico, para lá da sua procura, dá-se conta do contexto em que ela se situa. E desenha-se um país. Uma "pátria calcinada", também ela minada por desamparado desespero, entregue ao demónio da autodestruição. Igual pessimismo imanentista, que não aceitaria a intromissão de uma transcendência que significasse a superação das contradições da precaridade e desamparo humanos, se encontra presente na leitura pro-fana que é feita, em "Os Trabalhos de Maria e o Lamento de José", da História Sagrada. ..."

Preço:30,00€

Referência:14340
Autor:Sem autoria
Título:MANUAL DOS JOGOS Jogos de cartas. Pequenos jogos de sala, jogos diversos, jogos de sport, jogos de prendas. 4ª edição. Inteiramente refundida e augmentada com todos os jogos modernos usados nos clubs e na boa sociedade.
Descrição:

Editor Arnaldo Bordalo, Lisboa, 1899. In-8º de 262-(2)págs. Br. Capas de brochura com sinais de amnuseamento e com pequenas falhas marginais. Miolo limpo.
INVULGAR.

Observações:

Curioso tratado sobre vários jogos como Bridge, Bluff, Whist, Boston, Baccarat, Bésigue, Piquet,Lawn-tennis, Foot-ball, Croquet, Cricket, etc. Trata-se da 4ª edição.

Preço:25,00€

Referência:14339
Autor:CARVALHO, Raul
Título:POESIA
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, S/d (1955). In-8º de 259-(5)págs. Br. Capa com algumas falhas marginais e mancha de humidade marginal nas primeiras folhas.

Primeira edição.

Observações:

Segundo livro de um dos poeta mais importantes do nosso tempo, muito apreciado por Jorge de Sena, e colaborador das revistas Távola Redonda e Árvore e Cadernos de Poesia, que, na década de 50 conglomeravam de forma irregular, mas activa, poetas de várias sensibilidades.

Preço:35,00€

Referência:14337
Autor:CARVALHO, Raul de
Título:REALIDADE BRANCA. O dia difícil, 1955. Religião do Mar, 1955. Realidade branca. 1968
Descrição:

Edição do Autor, Lisboa, 1968. In-8º de 82-(6) págs. Br. Tiragem única de 513 exemplares, sendo 113 fora do mercado. Ostenta uma pequena dedicatória autógrafa.
INVULGAR.

Observações:

 

Todas as Horas

Todas as horas, todos os minutos,
São para mim a véspera da partida.

Preparo-me para a morte, como quem
Se prepara para a vida.

Em qualquer parte eu disse que a Beleza
Não nasce só mas sim acompanhada.

Não são palavras minhas as que eu digo.
À minha boca pertence aos que me amam.

Mudos e sós.
À nossa volta todos os amantes
Sentir-se-ão tranquilos.
Um coração puro
É como o Sol:
Brilha todos os dias.

 

Preço:35,00€

Referência:14335
Autor:FERREIRA, José Gomes
Título:O MUNDO DOS OUTROS - HISTÓRIAS E VAGABUNDAGENS
Descrição:

Centro Bibliográfico, Lisboa, 1950. In-8.º de 191-(2) págs. Br. Capas de brochura com ocasionais picos de acidez.

Observações:

Publicado em 1950 pelo Centro Bibliográfico de Lisboa, incluído na "Colecção de Prosadores".

O Mundo dos Outros é constituído por uma série de crónicas de Lisboa (nenhuma delas anterior a 1945, pelo que a sua redacção se deve ter processado durante o mesmo período em que o Poeta vai compondo os poemas de Poesia III), onde o quotidiano é transfigurado, e o encantamento e desencantamento, real-sonho, verdadeiro-falso, se alternam - uma reflexão automatizada a que o autor recorre para tornar mais perceptível e radical o desmascarar da realidade, segundo a sua cosmivisão. É, por isso, uma das obras máximas produzidas pelo neo-realismo português.

O autor reflecte também sobre o seu "fora" e o seu "dentro", o "'equilíbrio entre as duas vidas que nem sempre conseguem coexistir harmonicamente separadas", colaborando na confusão que a sua face múltipla provoca em quem lhe queira penetrar o íntimo" (TORRES, Alexandre, Vida e obra de José Gomes Ferreira, Amadora, Livraria Bertrand, 1975, p.237). Frases como "Ninguém me vê do mesmo modo" , ou "Cada qual agarra em mim a realidade que mais lhe convém", são afirmadas com mal disfarçada alegria, e o poeta ajuda à confusão assumindo muitos papéis diferentes (o que é preferível ao esconder-se por detrás de diferentes personagens, como fazia F.Pessoa ou Robert Browning - afirma Carlos Oliveira). O autor também é, por um lado, o "vagabundo social" de dia, mas o solitário de noite, que "espera com paciência que a cidade de esvazie para, em largas digressões de vagabundagem por essas ruas solitárias abrandar um pouco as rédeas do autodomínio. E poder enfim adorar a lua redonda à sua vontade; e ruminar versos num ruminar quase obsessivo (...)falar só (...) sem vergonha da lua".

Outro aspecto importante desta obra é o facto do autor se assumir como esse espectador que "anseia por todos os espectáculos, que transforma tudo em espectáculo, e que lamenta o fim do espectáculo". A história de O Mundo dos Outros começa a 8 de Maio de 1945, o dia em que termina a 2ª Guerra Mundial, e José Gomes Ferreira escreve no início do seu livro: "Confessa que o teu egoísmo de espectador inato teme não voltar a encontrar no bolor quotidiano outro espectáculo capaz de suprir o que desapareceu agora para sempre..." José Gomes Ferreira reduz-se a espectador para condenar a sua falta de intervenção, revelando todo o processo que o tornou assim (como no cap."A infância Estragada", onde descreve o seu "ódio total a este caricato planeta de homens com uma civilização de papagaios", onde o homem é, desde a infância, submetido a catequeses de submissão, a pedagogias do servilismo e da modéstia, que a Igreja divulga), e ainda critica o espectador que somos todos nós, de "brandos costumes" : "1793?...Data da viragem da história do mundo. Revolução Francesa (...) E, entretanto, em Lisboa, fundava-se uma Ervanária para vender ingredientes ressumantes de vapor de água ...brandura dos nossos costumes - numa civilização de chazinhos fumegantes,...enxaquecas, teorias, estorvos, molezas, melindres, gritinhos, medo do papão, chatice...". E ainda noutro texto: " Dormia tudo em torno de mim: homens, mulheres, crianças, burros, carroças, elécticos,(...)Teatro D.Maria, tabuletas,(...)e até o céu azul estendido como uma mulher de preguiça (...) Uns a sonhar que estão acordados. Outros, que vivem. Alguns, que falam. Muitos, que amam. Aqueles, que trabalham. Estes, que sofrem. Outros, que gritam. E que protestam. E que berram. E que lutam. Mas não. Tudo mentira. Dormem profundamente com o corpo todo, com a alma toda, nos tremedais dos cafés e nos cemitérios dos mortos-vivos das ruas..." José Gomes Ferreira diagnostica assim este mundo mentiroso, "adormecido pela disciplina institutriz da humilhação ou da docilidade", onde se jaz vivendo em vão.

O autor parece, em muitas das crónicas, querer desistir da sua obsessão romântica de mudar o mundo, mas ela subsiste sob a capa de um Quixote sonhador (que diz o autor que deixou de existir nos Portugueses, mais preocupados consigo mesmos, e passando "sempre adiante", o que, no fundo, mas com vergonha, também acaba por lhe acontecer - confessa ), que "exprime a saudade doutrinária de um futuro qualquer, tão distante, tão lá no fundo, tão sonho, tecido apenas de pequenas coisas doces, num mundo menos pesado de cadáveres..." (Fonte: CITI - Centro de Investigação para Tecnologias interactivas)

Preço:40,00€

Referência:14333
Autor:CORREIA, Natália
Título:POEMAS
Descrição:

(Lisboa) 1955. In-8º de 100-(1) págs. Brochado. Capa ilustrada com desenho de Martins Correia. Capas apresentado forte acção de Lepismatídeos nas margens. Miolo impecável, sem defeitos apontar. Valorizado por uma muito expressiva dedicatória autógrafa de Natalia Correia.

Observações:

Segundo livro de poemas da autora. BASTANTE RARO

Preço:90,00€

Referência:14332
Autor:OLIVEIRA, Carlos de
Título:PEQUENOS BURGUESES. Romance.
Descrição:

CoimbraEditora, Coimbra, 1948. In-8º de 228-(3) págs. Brochado, com ligeiros picos de humidade. Miolo impecável apresentando os cadernos por abrir. Exemplar com estrutura sólida e muito bem conservado. Carimbo de oferta da Casa Editora no ante-rosto.

Observações:

Pequenos Burgueses, com a 1.ª edição em 1948, terá a sua 3.ª edição refundida 1970. O número de capítulos e o seu texto é reduzido e essa redução implica o quase desaparecimento de certos desenvolvimentos narrativos, mas por outro lado, há curtos mas significativos acrescentos e interpolações que introduzem notas novas no romance.
Em Pequenos Burgueses apercebemo-nos de uma complexa teia de relações amorosas e familiares, em torno da qual outros acontecimentos, sempre descritos com humor e sarcasmo, curiosos e hilariantes, se desenrolam. Somos absorvidos pelas manias, traumas e psicoses destas personagens, bem como pelo seu modo de vida em que muitas vezes estão implícitas a duplicidade e a clandestinidade.

Preço:50,00€

Referência:14331
Autor:KNOPFLI, Rui
Título:O ESCRIBA ACOCORADO
Descrição:

Moraes Editores, Lisboa, 1978. In-8.º de 71(1) pags. Br. As capas de brochura apresentam uma pequena mancha no canto inferior esquerdo, mas o miolo apresenta-se muito limpo.

Observações:

Inserido na apreciada colecção "Círculo de Poesia".
Posfácio de Eugénio Lisboa.

Apresenta ainda um ensaio de leitura da poesia de Rui Knopfli "A Voz Ciciada" por Eugénio Lisboa.

Preço:17,00€

Referência:14330
Autor:ISAACMAN, Allen F.
Título:A TRADIÇÃO DE RESISTÊNCIA EM MOÇAMBIQUE, o vale do Zambeze, 1850 – 1921
Descrição:

Edições afrontamento, Porto, 1979. In. – 8.º de 353-(2) págs. Brochado. Exemplar impecável muito bem conservado. Capa de brochura ilustrada.

Observações:

Livro de referência sobre a história da resistência em Moçambique e região.
"... Allen Isaacman apresentou uma visão mais cética sobre a interação entre iniciativas de resistência ao colonialismo e movimento pan-africano e nacionalista em Moçambique. Em sua análise, as manifestações populares de resistência ao colonialismo ocorreram mais nas zonas rurais e esta tiveram pouca influência ou conexão com as ideias pan-africanas e até mesmo nacionalistas. Nas insurreições de camponeses por ele identificadas, o interesse, sobretudo, dos camponeses foi o de assegurar suas autonomias ..."

 

No índice:

- A presença Colonial Portuguesa no Vale do Zambezes 1550-1850
- O Crescimento dos Estados Secundários e a Conquista do Vale do Zambeze
- A Luta pela Independência do Barué (1870-1902)
- O Impacto do Domínio Colonial no Vale de Zambeze 1880-1917
- Oposição Localizada ao Colonialismo, 1880-1917
- A Génese de Aliança Anti-coloniais e as Primeiras Rebeliões 1884-1904
- A Rebelião Barué de 1917: uma elevada consciência zambeziana
- O Mito do Passado Português e a Natureza  da Resistência Africana
 

Preço:20,00€

Referência:14328
Autor:VALE, A. de Lucena e
Título:GENTE DE PROL Evocações e Rectificações Históricas
Descrição:

Edição de autor, Viseu, 1967. In-8º de 236 págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Ligeira acidez generalizada dada a qualidade do papel.
 

RARO.

Observações:

Monografia regional muito invulgar, com interesse histórico e artístico, abordando a genealogia de vários descendentes da Casa Real portuguesa e a sua relação com Viseu.

Do indíce:
- D. Constança Manuel
- D. Isabel de Portugal, Condessa de Gijon
- D. Duarte e a verdade histórica
- D. Isabel, mulher de D. Afonso V
- O cadáver de D. João II
- O 3º casamento de D. Manuel
- D. Joana de Áustria
- D. António - Prior do Crato

 

 

Preço:32,00€

Referência:14327
Autor:LEMOS. Dr. Eugénio de
Título:A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA VILA DA LOUSÃ1566 - 1966 - "Resenha Histórica" pelo seu provedor
Descrição:

Tipografia Lousanense, Lousã, 1966. In-8.º de 224 págs. Br. Ilustrado. Dedicatória autógrafa no ante-rosto. Capas de brochura com ligeiros picos de acidez e ligeiramente danificada na lombada.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Com prefácio do Dr. Bissaya Barreto. Monografia muito exaustiva e interessante sobre a história e obra da Santa Casa da Misericórdia da Lousã.

Preço:38,00€

Referência:14326
Autor:[António Péricles da Costa & Isabel Maria da Costa]
Título:OS MELHORES AUTORES DA POESIA PORTUGUESA ERÓTICA E SATÍRICA DO SÉC. XVIII
Descrição:

Edições Planeta, S. Paulo, 1964. In-8.º de 161-I págs. Brochado com capas de brochura com fortes sinais de manuseamento na charneira. Miolo em muito bom estado de conservação.

Observações:

Edição privada e levada a cabo por António Barahona da Fonseca sob pseudónimo, impressa em Lisboa, para contornar a censura política editorial de então.
Os antologiados são:

- Caetano José da Silva Souto-Maior (O Camões do Rocio)

- Abade de Jazente

- António Lobo de Carvalho (O lobo da Madragoa)

- Filinto Elísio

- Bocage

- Belchior Curvo Semedo

- Sebastião Xavier Botelho

- José Anselmo Correia Henriques

Preço:20,00€

Referência:14325
Autor:MATOS, Norton de
Título:A PROVÍNCIA DE ANGOLA
Descrição:

Porto, Edição Maranus, 1926- In. 8º de 391-(3) págs. Brochado. Capas ligeiramente empoeiradas, com sinais de manuseamento. Rúbrica de posse no ante-rosto. Ocasionais picos. Miolo em muito bom estado

Observações:

Do índice:

I - Finalidade histórica; II - A partida de África; III - Colonização; IV - Um relatório; V - Ocupação de Angola; VI - Os índigenas de Angola; VII - Concessões: VIII - Regime aduaneiro; IX - Situação financeira; X - Epílogo.

Preço:25,00€

Referência:14324
Autor:NUNES, José Joaquim
Título:CANTIGAS DE AMORDOS TROVADORES GALEGO PORTUGUESES
Descrição:

Centro do Livro Brasileiro, Lisboa, 1972.In-8º de L-562-(1)págs. Br. Com os cadernos por abrir. Exemplar impecável como novo.

Observações:

Edição crítica acompanhada de introdução, comentário, variantes, e glossário. Contém um total de 266 cantigas de amor, editada cada uma com variantes manuscritas e comentário métrico-literário.

Apresenta como Trovadores: D. Afonso de Castela, Afonso Fernandes, Afonso Mnedes Besteiros, Afonso Paes de Braga, D. Afonso Sanches,  Airas Engeitado, Airas Nunes, Airas Paes, Bernal de Bonaval, Airas Veaz, D. Denis, Estevam Fernandes de Elvas, Esteva, da Guarda, D. Estevam Peres Froyam, Fernando Esquio, Galisteu Fernandes, D. Gomes Garcia, João Aires de Santiago, João Baveca, João de Gaia, João de Guilhade, João Lobeira, D. João Mendes de Besteiros, João Servando, Jiião Bolseiro, Lopo jogral, Lourenço jogral, Martim Moxa, Martim Peres Alvim, Paio Gomes Charinho, Pedro amigo de Sevilha, D. Pedro de Portugal, Pedro de Veer, Pero Annes Marinho, Pero d'Armea, Pero Goterrez, Pero Mendes da Fonseca, Pero d'Ornelas, Pero Viviães, Rui Fernandes, Rui Martins, Rui Martins do Casal, Sancho Sanches, Vasco Peres e Vidal.

Preço:27,00€

Referência:14322
Autor:PAPANÇA, Macedo (conde de Monsaraz)
Título:OBRAS DO CONDE DE MONSARAZ. (Vol I e II). Catharina d'Athayde - Grande Marquez - Lenda do Jesuitismo. Do ultimo romantico. Páginas soltas. Severo Torell.
Descrição:

Livraria Ferreira Editora, Lisboa, 1908. In 8º, 2 vols de com 208-IV & 261-XXIII-VII págs. respectivamente. Brochado. Segundo volume inteiramente por abrir e capas com ligeiros picos de acidez. Bons exemplares com miolo muito limpo.

Observações:

Da Enciclopédia online, destacamos o seguinte, por nos parecer de qualidade:


" ... Era considerado pelos seus contemporâneos um "homem encantador", gozando de "largo e aristocrático prestígio no meio mundano e político", que mantinha em Lisboa a sua "corte alentejana de artistas, um salão literário, uma vida larga, uma linda cabeça de aedo", levando uma vida simultaneamente de "palaciano e lavrador". Ao contrário da tradição poética nacional, "foi precisamente quando instalado num título e numa alta situação social que melhor revelou a emoção duma ardente vida interior. Macedo Papança, ao chegar a Lisboa, vindo de Reguengos, era um vate sorridente e aristocrático. Foi o Conde de Monsaraz que regressou ao drama da terra, à écloga da sua província, à alma das charnecas e dos montados, à viola do velho Brás e à graça matinal das azinhagas em flor. Foi na época dourada da sua existência que ele sentiu melhor a humilde gestação do povo, o divino crepúsculo dos horizontes de sobreiros e de giestas em que nascera. Foi então que nele surgiu o admirável poeta regional que ia criar o lirismo alentejano e lhe ia dar o lugar que lhe compete, de um dos clássicos da nossa poesia moderna, ao lado de Cesário Verde e de Gonçalves Crespo " . De entre as várias obras poéticas, destacam-se Crepusculares (Coimbra, 1876); Catharina de Athayde (1880); e Telas históricas (1882).

Monárquico convicto, com a implantação da República optou pelo exílio, partindo voluntariamente para Suíça e daí para a França, fixando-se em Paris. Doente, regressou a Lisboa no início de 1913, falecendo a 17 de Julho daquele ano, na véspera do seu 61.º aniversário. Foi sepultado na Figueira da Foz, terra natal da esposa.

Preço:45,00€

Referência:14321
Autor:HORTA, Maria Teresa
Título:CIDADELAS SUBMERSAS
Descrição:

Livr. Nacional, Covilha, 1961. In-8º de 65-(7) págs. Br. Com capa e ilustração extra-texto de Manuel Baptista, Integrada na colecção Pedras Brancas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Os poemas
são cidadelas para os
lábios

Mais longe as sentinelas
do espaço
e os degraus do oceano
no contorno das pálpebras

Na hora anterior
ao vidro das lágrimas
a mulher ocasionou o parto
das cidades

e as plantas
foram úteros reflexos
de água
gerando no lodo
o vício do ódio
submerso nas palavras

Preço:40,00€
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