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Livros do mês: Março 2020
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Livros do mês: Março 2020

Foram localizados 72 resultados para: Março 2020

 

Referência:14485
Autor:MENINO, Pedro
Título:LIVRO FALCOARIA de ...
Descrição:

Centro de Estudos Filológicos, Junta de Educação Nacional, Imprensa da Universidade, Coimbra, 1931. In-8º de LXVII-91 págs. Encadernação inteira de percalina com dizeres dourados na lombada.  Conserva capas de brochura. Ligeiro aparo marginal. Exemplar muito limpo, muito fresco.

Ilustrado com marcas, instrumentos de falcoaria, e 3 estampas fac-simile do códice. Livro com a transcrição diplomática da obra de falcoaria medieval do Rei D. Fernando de Portugal.

Observações:

Publicação, com introdução, notas e glossário por Rodrogues Lapa. Regimento de falcoaria mandado fazer por D.Fernando a Pero Menino, um dos seus falcoeiros, a fim de os reger e ensinar na arte da falcoaria.
 

Este é um livro clássico da falcoaria Portuguesa que trata principalmente de aspectos relacionados com as doenças das aves de presa e respectivo tratamento médico e cirúrgico. O livro é composto por 24 capítulos e terá sido escrito no séc. XIV  em resposta a solicitação do rei D. Fernando. Este foi o tratado nacional que maior difusão teve em Portugal e em Castela. Foi traduzido para castelhano entre 1385-138 por Pero López de Ayala que o incorporou no seu tratado “Libro de la Caza de las Aves”. Em português foi utilizado por Diogo Fernandes Ferreira na composição do seu livro: “Arte de Altanaria", escrito em 1616. O autor, Pero Menino foi falcoeiro de D. Fernando e sabe-se que em 1382 e 1385 morava em Santarém. Inicialmente foi atribuída a Mestre Geraldo mas mais tarde veio a esclarecer-se a sua verdadeira autoria.

Preço:75,00€

Referência:14484
Autor:LISBOA, Irene
Título:COMEÇA UMA VIDA.
Descrição:

Seara Nova, Lisboa, 1940. In-8º de 134-(4) págs. Encadernação moderna, meia inglesa com cantos em pele. Oreserva as capas de brochura, o Exemplar ostenta todas as margens intactas.

Observações:

Novela ilustrada por Maria Keil do Amaral . PRIMEIRA EDIÇÃO de um dos primeiros livros de Irene Lisboa, utilizando ainda aqui o seu pseudónimo João Falco, considerado um dos mais originais autores da literatura portugesa.

Preço:45,00€

Referência:14483
Autor:PEDRO, António
Título:GRANDEZA E VIRTUDES DA ARTE MODERNA - Resposta à agressão do Sr. Ressano Garcia
Descrição:

Resposta do autor a uma Conferência proferida pelo Sr. Arnaldo Ressao Garcia a 20 de Abril na Sociedade Nacional de Belas Artes, na qual este, segundo António Pedro, terá insultado a arte e os artistas modernos.

Observações:
Preço:30,00€

Referência:14482
Autor:CORREIA, Natália
Título:MÁTRIA
Descrição:

 (Tip. Rios & Irmão, Lda.). Lisboa. 1968.  In-8º de 24 págs. Brochado. Exemplar com um ligeiro amarelecimento marginal direito, nas capas, provocado por acção de tabaco sobre livro parcialmente protegido na estante. Miolo impecável. Raro opúsculo de poemas.

Observações:

A publicação de Mátria leva David Mourão-Ferreira a chamar " ... a atenção para a escritora como um dos casos mais sérios da poesia portuguesa de todos os tempos ...".

 

Preço:40,00€

Referência:14481
Autor:FONSECA, Manuel da
Título:ROSA DOS VENTOS. Desenhos de Manuel Ribeiro
Descrição:

Edição do Autor, Lisboa, 1940. In-8º de 71-(3) págs. Encadernado inteira de percalina verde com dizeres dourados na lombada. Preserva as capas de brochura.

RARA e importante obra

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO DO PRIMEIRO LIVRO deste consagrado poeta neo-realista, autor de uma das mais importantes poemas do século XX - DOMINGO, aqui publicado. Fez parte do grupo do grupo do NOVO CANCIONEIRO e através da sua arte teve uma intervenção social e política muito importante, retratando o povo, a sua vida, as suas misérias e as suas riquezas, exaltando-o e, mesmo, mitificando-o.

Segundo Osvaldo Silvestre, "... a obra de Manuel da Fonseca (1911-1993) acaba por realizar o destino interventivo que desejou. De tal modo que não é possível estudá-la hoje à margem da mitologia revolucionária de que se alimentou, por longas décadas, a resistência ao regime, mitologia para a qual, afinal, contribuiu decisivamente. De certo modo poderíamos mesmo dizer que a sua obra coloca, como nenhuma outra, a questão da mitologia neo-realista - assim como a do neo-realismo enquanto mitologia (...) A publicação de "Rosa dos Ventos" em 1940, altura em que o neo-realismo na poesia não conseguira ultrapassar a inconsistência de algumas tentativas exploratórias, veio viabilizar uma alternativa ao presencismo dominante".
"A sua poesia propor-se-á como oralidade dramática, pela qual a enunciação é delegada num vasto friso de personagens que assim conquistam finalmente a sua voz, no que é afinal uma reparação feita a todos aqueles a quem a História interditara a voz, relegando-os para a esfera do não-dito - e daí a oralidade desta poesia, tão devedora no tom e nas formas poéticas de tradições maioritariamente populares, isto é, não cultas. É esta, pois, uma poesia em que o realismo se declina em termos históricos e, sobretudo, materialistas, pela forma como se enraíza na concretude de personagens e situações." ALVARO RIBEIRO DOS SANTOS-1288

Preço:160,00€

Referência:14480
Autor:DIAS, Saúl
Título:... MAIS E MAIS ... versos de Saúl Dias e desenhos de Julio
Descrição:

Presença, Coimbra, 1932. In-8 de LIV págs inumeradas. Brochado. A capa de brochura é em papel dourado com um desenho da série do poeta de Julio.

Observações:

Publicação de estreia do poeta, nas magníficas edições modernistas da Presença, impressa em bom paple de linho, e com desenhos impressos em página inteira,

Preço:230,00€

Referência:14478
Autor:CORREIA, Natália
Título:O HOMÚNCULO. Tragédia jocosa com quatro ilustrações da autora.
Descrição:

Contraponto, Lisboa, 1965.In-4º de 38-(2) págs. Br. Ilustrado em extra-texto com quatro ilustrações da autora, com fortes influências surrealistas, impressas à parte e coladas em folhas para isso destinadas. Edição cuidada. Exemplar impecável

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

O Homúnculo é uma peça de teatro escrita por Natália Correia, apreendido pela PIDE logo após ser publicado, em 1965. A peça consiste numa sátira onde a figura de Salazar (que na peça é incarnado pela figura de el-rei Salarim) é completamente destituída da majestade  e solenidade que caberia a um chefe de estado. Salarim apresenta-se como a figura que representa o Reino da Mortocália, no qual as pessoas que o habitam vagueiam pelo território como mortos-vivos.

"Salarim tem nariz (ou bico) arqueado e dois olhos de fogo muito juntos, situados quase no alto da cabeça. Da sua idade só se pode dizer que por meios naturais era de esperar que já tivesse morrido há muito tempo, mas que por outros meios, talvez sobrenaturais (há quem diga que usando em proveito próprio o tempo que roubou aos súbditos), conseguiu suster a foice, sempre que a morte julgou chegada a altura de ceifar os seus muito esticados anos."

Preço:70,00€

Referência:14477
Autor:DIAS, João Pedro Grabato
Título:FACTO 7 FADO piqueno tratado de morfologia parte VII
Descrição:

Livro com poema longo pseudobibliográfico "FACTO/FADO", considerado pelo critico literario Eugenio Lisboa um dos melhores livros em português. As criticas são então Ministro responsável pela deslocação de populações das cidades para o mato e o modo como tal foi brutalmente realizado, expressas nesse livro, e as ameaças à sua pessoa levaram-no a deixar Mocambique.

Observações:
Preço:30,00€

Referência:14475
Autor:ALEGRE, Manuel
Título:O CANTO E AS ARMAS
Descrição:

Edição do autor, Porto, 1967. In-8.º de 150-(1) págs. Br. Inserido na colecção "Nova Realidade". Capa de brochura realizada a partir de foto de Eduardo Gageiro. Sobrecapa impecável não fosse um ligeiro empoeiramento. Miolo irrepreensível. Peça de colecção.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

 

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO da segunda obra de MANUEL ALEGRE, onde se acentua a propensão ideológica e de poesia de combate, acrescentando-se a temática do exílio que será constante ao longo de toda a sua obra. Livro proibido de circular pela Polícia Política. Anexa-se o documento informativo de um agente da PIDE sobre a impressão e distribuiição dos exemplares do livro proibido de circular no país (documento existente na IAN/TT, Arquivo da PIDE/DGS, Delegação de Coimbra)

 

Letra para um hino

É possível falar sem um nó na garganta
É possível amar sem que venham proibir
É possível correr sem que seja fugir.
Se tens vontade de cantar não tenhas medo: canta.


É possível andar sem olhar para o chão
É possível viver sem que seja de rastos.
Os teus olhos nasceram para olhar os astros
Se te apetece dizer não grita comigo: não.

o canto e as armas É possível viver de outro modo.
É possível transformares em arma a tua mão.
É possível o amor. É possível o pão.
É possível viver de pé.

Não te deixes murchar. Não deixes que te domem.
É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser homem.
É possível ser livre livre livre

Preço:45,00€

Referência:14474
Autor:LIMA, Gervásio
Título:A PATRIA AÇOREANA
Descrição:

Tip. editora Açoreana de Manuel de Freitas Mariano, Angra do Heroísmo, 1928. Inº-8.º de 258 (2) págs. Encadernação moderna inteira de percalina. Nítida impressão sobre papel avergoado. Esmerado apuro gráfico, com mancha tipográfica respirável e tipos de corpo maior, decorada ao gosto da época. Apresenta em separado, fac-similes de autógrafos de Gago Coutinho, António José d'Almeida, Jayme Magalhães Lima, assim como vistas diversas ilhas e urbanas, etc... Exemplar aparado, sem capas de brochura. Frontspício com pequeno restauro no canto inferior direito.

Observações:

Livro comemorativo do V Centenário da Descoberta dos Açores

Preço:25,00€

Referência:14473
Autor:COUTINHO, Manoel da Cruz Pereira
Título:ELVENDA OU CONQUISTA DE COIMBRA POR FERNANDO MAGNO
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1858. In-8º de XI-225-(1) págs. Encadernação moderna (2º quartel do séc. XX), inteira de carneira mosqueada, com elaborado, fino e riquíssimos ferros na lombada, assinada por Arnaut Ferreira, um artista encadernador da velha alta desaparecida de Coimbra. Papel mantendo a sua sonoridade original. Ligeiro aparo marginal, com folhas grosadas.

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO deste romance histórico e moral, dos primeiros impressos em Portugal, que contem a história de uma família coeva à conquista de Coimbra por Fernando Magno (Fernando I de Leão e Castela) em 1064, quando a cidade ficou definitivamente segura para os cristãos.

Preço:34,00€

Referência:14472
Autor:FERREIRA, A. E. Victoria
Título:UMA EXPLORAÇÃO AFRICANA - A NOVA LISBOA
Descrição:

Empresa Typographica, Marinha Grande, 1890. In-8º de 256-(1) págs. Encadernação coeva em pele castanha, meia inglesa, dourados na lombada, aparo marginal e falho de capas de brochura. Com um mapa da Costa Ocidental de África e dedicatórias em forma de texto, a Roberto Ivens, Brito capelo e Serpa Pinto.
Bastante curioso e não referido nas principais bibliografias especializadas.
 

Observações:

Albino Estevão Victoria Pereira, (1849-1919), militou durante largos anos na India e em África. Foi amigo íntimo de Roberto Ivens e grande admirador de Brito Capelo. A ambos dedicou uma das suas obras. Entre os seus trabalhos de topografia, merefe especial referência o plano-relevo das Linhas de Torres Vedras. Foi distinguido com os inúmeros galardões. (Dicionário dos Autores do Districto de Leiria, Agostinho Gomes Tinoco, 1979)

Apresenta vastas descrições das viagens que efectuou na década de 80 do século XIX, em especial ao que observou nos planaltos de Benguela, na Serra de Vissécua, no caminho de Caconda, Cunene Vaneno, tecendo considerações à vida social das populações indígenas e colonialistas, aos seus hábitos e costumes, à fauna e flora, apontamentos de reflexão e opinião histórica, etc..

Preço:75,00€

Referência:14471
Autor:SEIDLER, Carl
Título:DEZ ANOS NO BRASIL
Descrição:

Livraria Martins, S. Paulo, 1941. In-4º de 320 pags. Encadernação coeva em sintético vermelho com papel fantasia. Encerra inúmeras ilustrações que constituem documentos fidedignos das vistas das cidades, paisagens, figuras políticas e militares, etc ... Acidez generalizada própria da a qualidade do papel. Conserva capas de brochura. Ligeiro aparo marginal, cabeça do livro carminado.

Observações:

Tradução e notas do General Bertoldo Klinger. Prefácio e notas do Coronel F. de Paula Cidade . Edição brasileira, inserida na colecção Biblioteca Histórica brasileira,

Carl Seidler foi um militar alemão que lutou pelo Brasil na Guerra da Cisplatina. Nas suas andanças esteve em Passo do Rosário, Pelotas, Rio Grande, Porto Alegre, Viamão, Triunfo, Cachoeira do Sul, Piratini, Jaguarão, Torres, Laguna, Florianópolis e Rio de Janeiro, deixando importantes impressões sobre a paisagem física, humana e social daquele período.

Na badana:

"... Tendo vivido dez anos entre nós, como oficial mercenário do exército imperial, Carlo Seidler, pôde observar de perto e com vagar, certos aspectos da nossa vida social e política. Escrito entre os anos de 1833 e 1834, Dez Anos no Brasil encerra em suas páginas pitorescos e movimentados aspectos de nossa vida civil e militar de há um século atrás. Obra de um observador de condições modestas, que escreve o que sente e o que sentem os que o cercam, que diz exactaemnte o que anda na boca do povo, embora por esse modo muitas vezes se afaste da verdade ou deturpe acontecimentos, Dez Anos do Brasil constitui sem duvida alguma, documento útil e digno da atenção de todos quantos desejem ter um panorama dos usos e costumes do Brasil nos seus primeiros anos como Nação independente ...".

Preço:40,00€

Referência:14469
Autor:SOUSA, António de
Título:CRUZEIRO DE OPÁLAS. Versos de Amor e de Saudade que Antonio de Portucale compoz nos anos de MCMXVI, MCMXVII e MCMXVIII, nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra e na aldeia de Santa Cruz do Douro.
Descrição:

Edição do Autor, Coimbra, 1918. In-8.º de 43-(5)págs. Br. Contém uma expressiva dedicatória do autor em forma de poema (ver descrição abaxo que explicam e enquadram a destinatária do poema). Encerra uma carta manuscrita ao poeta Alberto Serpa assim como uma folha quadriculada com um poema manuscrito e "um envelope de cartão de visita com versos soltos". O livro está repleto de poemas manuscritos a lápis pelo autor.
São raríssimos os exemplares deste primeiro livro de António de Sousa, publicado sob pseudónimo António de Portucale.

Observações:

Poeta presencista que participou em diversas revistas ligadas a esta corrente literária, foi autor de obras poéticas de diferentes estilos, incluindo letras de fados de Coimbra. Colaborou em revista como Ícaro, Byzancio, Vértice, Tríptico, Presença, Portucale, O Diabo, Revista de Portugal e a revista Altura.
Transcrição da curiosa carta que o autor escreveu a ALBERTO DE SERPA acompanha este exemplar:

Meu querido Alberto:
Não reparei no timbre do papel. Parece uma tabuleta de barraca de feira, mas não é a da minha lavra. Redigiu-a um amigo com muito boa vontade e nenhum gosto!- que me ofereceu um dois centos de folhas de papel e envelopes assim marcados. Fica salva a minha modéstia e dignidade estética, pelo menos aos teus olhos!
Aqui vai um exemplar do meu implume "Cruzeiro de Opalas", que publiquei em Coimbra, ainda não tinha 20 anos - há mais de mil, portanto, meu velho!
O livrinho é oferecido de coração, mas que sei que o estimarás como se teu fora e guardarás com indulgente simpatia os versos que nele rabisquei não sei bem quando mas prresumo que em 1919 ou em 1920, mais provavelmente nos fins de 1919. Foi oferecido por mim a uma tricana - ainda vida - que gostava de versos e com quem tive amores um tanto sentimentais. A quadra do ante-rosto foi, salvo erro, composta para servir de dedicatória. Mais tarde, não sei bem porquê, em sei bem em que altura, confisquei o livro à dona, de seu nome Capitolina Marques dos Santos. E, agora, vai para a tua colecção, acompanhada de um abraço firme do teu velho:
António

Ps: Se tiveres outro exemplar deste "cruzeiro", manda-me serás um santo!
António

Preço:300,00€

Referência:14468
Autor:CANEDO, Fernando de Castro da Silva
Título:A DESCENDÊNCIA PORTUGUESA DE EL-REI D. JOÃO II
Descrição:

Edições Gama. Lisboa. MCMXLV-MCMXLVI. 1945-1946 (aliás, 1993 - Livraria Fernando Santos). In-4º de 3 volumes com 603, 413 e 479 págs. respectivamente. Brochados com os cadernos por abrir. Edição de cuidada execução gráfica impressa em papel de elevada qualidade. Exemplares impecáveis não fossem as capas com ligeiro empoeiramento.

Trata-se da segunda edição da obra numa tiragem limitada a 500 exemplares levando o presente o nº 206, assinados pelo editor e livreiro Fernando Santos. Ilustrado com várias estampas em separado, entre elas um retrato de D. João II, além de numerosas árvores genealógicas em folhas desdobráveis.

Observações:

Inclui prefácio muito elogioso de D. António Conde de São Payo. No prólogo o autor explica o método que seguiu para elaborar este estudo que lhe tomou 15 anos de trabalho. Obra enriquecida com notas, que esclarecem várias questões e onde transcreve documentos, com correcções e aditamentos, índices de cada volume e um índice geral alfabético de toda a obra. A obra, "fruto de beneditino trabalho do Tenente-Coronel Fernando de Castro da Silva Canedo, é de todas as publicadas em Portugal sob este plano - o de explorar a descendência de determinado indivíduo - por certo a mais extensa, volumosa e exaustiva", segundo escreve o Conde de São Paio, D. António, no prefácio.

O ramo principal dos descendentes de D. João II, deu origem à casa de Aveiro (Duques de Aveiro e Marqueses de Torres Novas), que teve um fim trágico, sendo o 8º Duque de Aveiro executado de forma brutal em Janeiro de 1759, acusado de atentar contra a vida do rei D. José. O autor refere parte da carta de D. Duarte Nuno, Duque de Bragança, que declara os Condes de Alcáçovas legítimos representantes dos títulos da Casa de Aveiro. Do casamento de D. João II com a infanta D. Leonor houve apenas um filho, o príncipe herdeiro D. Afonso que, na flor da idade, com apenas 16 anos, morreu sem deixar herdeiros do seu casamento com a infanta D. Isabel de Espanha, que viria depois a ser rainha de Portugal pelo casamento com D. Manuel I.

A "Descendência Portuguesa de El-Rei D. João II" corresponde, assim, à dedução genealógica da descendência do senhor D. Jorge, duque de Coimbra, nascido de uma ligação do Rei com D. Ana de Mendoça e abrange todas as grandes famílias da nobreza portuguesa. Uma obra fundamental dos estudos genealógicos, trabalho realizado com grande rigor e abrangendo o vasto âmbito de todos os descendentes do Príncipe Perfeito "Explorou a corrente do seu sangue até à última gota do mais pequeno regato que nela vai haurir...a vida" .

 

Preço:140,00€

Referência:14467
Autor:BECKFORD, William
Título:ALCOBAÇA E BATALHA (Recordações de uma excursão)
Descrição:

Edição dos tradutores, Oficina de A. M. Oliveira, Alcobaça, 1914. In-8º de 98 págs. Brochado. Edição privada limitadíssima de uma tiragem de 200 exemplares fora do mercado. Ostenta uma dedicatória autógrafa de Manuel Vieira Natividade. Manchinha de água marginal exclusiva ao frontspício e ante-rosto. Bom exemplar.

Observações:

Tradução levada a cabo de Joaquim Lucio Lobo e Manuel Vieira Natividade

Do prefácio de M. Viera de Natividade:
" William Beckford era um espirituoso escritor inglez que visitou o nosso paiz em fins do seculo XVIII e cusas Cartas ainda hoje são refereidas e comenadas. Dentre a sua bibliografia sobresae um livro que para Alcobaça tem um particular interesse - Recollections of an excursion to the monasteries of Alcobaça and Batalha. Descreve-se ali uma vida monacal, o fausto e costumes fidalgos dos cistercienses de Alcobaça. Por este motivo, e porque o livro constitue uma raridade bibliografica, embora haja dele varias referencias na literatura nacional, resolvemos fazer a sua tradução.
Beckford foi de uma pungente ironia mas não assumiu a responsabilidade da sua critica. Escrevendo as suas impressões em 1794, só em 1835 as publicou, isto é, ao tempo em que em Portugal se achavam extintas as ordens religiosas . E muito embora haja no seu livro referencias lendárias inverosímeis, é certo que a descrição da grandeza com que foi recebido na abadia de Alcobaça não se deve julgar exagerada
(...).
A ignorancia ou indiferença pelas coisas  d'arte é indesculpável em Beckford, e muito especialmnete quando o seu livro toma o titulo de dois celebres monumentos portuguezes. (...) O livro de Beckford, apesar da sua ironia atroz, tem certo valor etnografico, e ºe especialmente sob este ponto de vista que o interpretamos ..."
 

Preço:40,00€

Referência:14466
Autor:MONTEIRO, Campos
Título:JOSÉ DO TELHADO novela cinegráfica por Campos Monteiro extraida do filme realizado por Rino Lupo....
Descrição:

Livraria Tavares Martins, Poto, 1929. In-8º de 45-(3) págs. Br. Profusamente ilustrado com fotografias do filme de Rino Lupo por Laumann. Integrado  na colecção Cinema.

Invulgar.

Observações:

Novela escrita por Campos Monteiro a partir do filme realizado por Rino Lupo sobre a vida desse famoso bandoleiro português.

Preço:17,00€

Referência:14465
Autor:LIMA, Campos
Título:A GAFANHA ( 1 e 2)
Descrição:

Edição de autor (composto e impresso na Typ. Minerva), Lisboa, 1909. Dois volumes de in-8º de 16 págs. cada. Br. Capas de brochura amarelecidas pelo tempo e com alguns picos de acidez.

MUITO RARO.

Observações:

Do Primeiro Número:

"A Gafanha, meus caros senhores, não é senão esta boa terra de mesquinharias e de toleimas, a fingir de nação da Europa e que nem ao menos por decoro anda de tanga. A Gafanha é a ‘piolheira’, onde só é gente o sr. Burnay. A Gafanha são os padres do ‘Portugal’, é a intentona, é a juventude monárquica, é a barriga do sr. Alpoim, a chefia do sr. Vilhena, a lei de 13 de Fevereiro, a beleza do sr. D. Manuel, o ‘Vasco da Gama’, o discurso da coroa, a chalaça do sr. Ferreira do Amaral e os adiantamentos. A Gafanha é esta terra de cegos, onde não havendo ao menos quem tenha um olho para ser rei, por esse facto se pensa fazer a República ..."

A Gafanha foi um periódico publicado em 1909 e do qual se sabe terem existido 8 números. Este tipo de periódicos são bastante difíceis de encontrar quer pela sua reduzida tiragem quer pela perseguição a quem defendia a "doutrina do anarquismo" resultante da Lei de 13 de Fevereiro de 1896.
Nos seus artigos, Campos Lima comentava jocosamente factos políticos, sociais e afins. Critica quer a Monarquia quer a República.

Cada exemplar da A Gafanha era composto por 16 páginas, com capa em papel de cor. O seu preço  era de 30 réis. Não incluía imagens, nem  títulos: os textos são separados por dia e mês.

Preço:60,00€

Referência:14464
Autor:CORREIA, António Mendes
Título:CONTOS E NOVELAS ANGOLANOS
Descrição:

Coimbra Editora, Coimbra, 1955. In-8º de 342-(2) págs. Brochado. Cadernos por abrir. Exemplar impecável.


PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.

 

Observações:

Livro de contos escrito por um autor português e que vem referido na  "Bibliografia das Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa" de Gerald Moser e Manuel Ferreira. Só tem este livro de ficção publicado, no entanto tem colaborações espalhadas por várias publicações angolanas: "Boletim Cultural do Huambo", "Mensagem. A voz dos naturais de Angola" e "Paralelo 20".

Preço:18,00€

Referência:14463
Autor:CORTESÃO, Jaime
Título:CARTAS À MOCIDADE
Descrição:

Seara Nova, Lisboa, 1940. In-8º de 95 págs.Br. Capas de brochura empoeiradas e com leves picos de acidez.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Livro que reune sete cartas dedicadas aos seus afilhados. As seis primeiras foram originalmente escritas e publicadas na Seara Nova entre 1921 e 1925.
No prólogo que escreve para a edição de 1940, Cortesão afirma terem as cartas um "pequeno valor histórico": o de esclarecer até certo ponto algumas das ideias fundamentais com que o grupo da Seara Nova tentou algum tempo servir de orientador.
Encerra as seguintes cartas:
Queres ser um Homem? | Queres ser um Homem Livre?,  Os caracteres e o carácter,  A disciplina, Traça a tua regra de conduta, A Tradição, Homo.
 
Excerto:
"Jovem amigo, se tens a vontade frouxa, o ânimo facilmente impulsionável, se és um incoerente ou um desequilibrado, estás a tempo de evitar um destino inglório. Toma conta: se não cultivares a tua personalidade e se te deixares ir na onda de admiração com que se aplaudem as tuas piores extravagâncias, poderás vir a arrastar a vida pelas esquinas ou botequins, vazando na maledicência e na calúnia a tristeza secreta da tua inferioridade. Previno-te tanto mais, quanto alguns dos corifeus da última grande camada literária deram extremos foros de elegância ao desequilíbrio no estilo e no homem.

Resiste a todas essas influências, venham donde vierem. Uma das melhores maneiras de afirmar o carácter moral está precisamente em defrontar com coragem todos os preconceitos perigosos. Se quiseres vencer na vida, deves cultivar o teu carácter. Sê desabrido na defesa de ti próprio. E não te esqueças de que o desenvolvimento da inteligência e da cultura condicionam muitas vezes a riqueza e a elevação dos sentimentos. Quanto mais rica for a tua personalidade em equilibradas tendências intelectuais e afectivas, mais forte e perfeito poderá ser o teu carácter. E o que distingue exactamente essa perfeição é a unidade e a estabilidade das tendências.

Não te direi também que essa obra de educação própria a possas realizar com facilidade ou rapidez. Não. Só o hábito pela perseverança – já to disse – determinará a tua evolução psicológica. Por ele tu darás continuidade aos primeiros hesitantes momentos da tua perfeição individual. Alargando pouco a pouco no presente as conquistas do passado, podes preparar um futuro pleno de força e de saúde moral."

Preço:20,00€

Referência:14462
Autor:VIEIRA, Afonso Lopes
Título:A PAIXÃO DE PEDRO O CRU por ...
Descrição:

Livraria Bertrand. Lisboa. 1939-40. In-8º 294 - (3) págs. Brochado. Capa de brochura ilustrada por João Carlos e edícula de Laura Costa. Exemplar muito fresco, muito limpo.
Primeira edição.

Observações:

Segundo uma crítica literária, do Diário de Notícias, coeva à edição deste livro “... é trabalho, e finíssimo, de bom lavrante de prosa e bom cuidado de safra nacionalista, pois é do mais puro portuguesismo em forma e intento ...”.

Preço:25,00€

Referência:14461
Autor:BRANDÃO, Mário
Título:O LIVRO DA RECEPTA & DESPESA DAS RENDAS DA UNIVERSIDADE POR MANUEL LEITAM Q COMEÇOU PER PASCOA DE 544 ANNOS. SCRIVAM MANUEL TOMAS.
Descrição:

(Nas Officinas da "Atlântida"), Coimbra, 1938. In-4º de - 8º de 56-(1) págs. Brochado. Dedicatória autógrafa a Virgilio Correia. Capas com ocasionais picos de humidade. Miolo bem conservado.

Anotações marginais a lápis co preciosa informação, escritos pelo punho do notável investigador de história, o Pdr. Nogueira Gonçalves.

Observações:

Publicação do Arquivo e Museu de Arte da Universidade de Coimbra.

Preço:23,00€

Referência:14460
Autor:DAEHNHARDT, Rainer
Título:PÁGINAS SECRETAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
Descrição:

Edições Nova Acrópole, Lisboa,1995. Dois volumes cartonados de in-8º de 191 e 227 págs, respectivamente. Encadernação editorial ilustrada, assim como Ilustrado se apresenta ao longoda obra e em extra-texto.

Observações:

Esta obra é um compêndio de várias histórias, mais ou menos secretas organizado por  este historiador luso-alemão acrescentando sempre a sua análise e as fontes a que recorreu para abordar diversos casos omissos e falsas verdades da História de Portugal.

Abordam-se perguntas como, entre muitas outras:

Damião de Goes foi assassinado porque sabia demais? Houve um "Artigo Secreto" no tratado da aliança luso-britânica? A custódia de Belém esteve quase a ser derretida para cunhar moeda? O Mosteiro da Batalha foi vendido em hasta pública para servir de pedreira? Os antepassados de D. Afonso Henriques vieram do Báltico? Os lusitanos eram cristãos-arianos? Lisboetas já tinham ido aos Açores antes dos homens enviados pelo Infante D. Henrique?

Do Índice:

Volume I

- Um Deus Lusitano disfarçadamente ainda venerado
- O secretismo acerca dos Vândalos
- A origem Borgonhesa da 1ª dinastia portuguesa
- Dom João I, Fernão Lopes e a mudança da data
- Porque assassinaram Damião de Goes?
- O Avanço tecnológico do armamento português e sua influência nos contactos co outras culturas
- Lusitânea é a Coroa da Europa
- Para evitar Nova Guerra Portugal comprou o Brasil à Holanda
- O Conde de Lippe, um Homem de Espanto
- Moeda Falsa oficializada
- Dom Fernando II e seu amor por Portugal
- A Aliança Luso-Britânica e sua cláusula secreta
- Campos de concentração portugueses
- Serviço de correio estrangeiro a funcionar em Portugal

Volume II
- Terão Moçárabes lisboetas chegado aos Açores?
- Acerca da pergunta: "Quem foi Lopo de Calvo"?
- Contactos Luso-coptas
- Os cristãos de São Tomé
- Fernão de Magalhães não traiu Portugal
- Um presente português que mudou o Extremo-Oriente
- Uma investigação alemã sobre o falso (?) D. Sebastião
- O sebastianismo, a lenda messiânica portuguesa
- Um canhão no Cabo da Roca
- Uma carta de brasão espanhola passada em Lisboa
- O Duque de Schomberg, herói da Guerra da Restauração
- Uma rainha da Grã-Bretanha passou uma sentença de morte no Brasil
- Zeppelins nos Açores e Madeira
- Perdemos a nossa "Rampa de Lançamento"

Preço:45,00€

Referência:14459
Autor:MONTEZ, Paulino
Título:HISTÓRIA DA ARQUITECTURA PRIMITIVA EM PORTUGAL - Monumentos Dolménicos.
Descrição:

Lisboa, 1943. In-4º de 107-(4) págs. Br. Ricamente ilustrado em separado sobre papel couché, com diversos monumentos megalíticos e esquemas gráficos reproduzidos a partir de arte rupestre observados em alguns dólmenes.

Observações:

"... A HISTÓRIA da arquitectura em Portugal não começa com a fundação da nacionalidade. Vestígios arquitectónicos de civilizações anteriores existem entre nós. A história destes vestígeos não deve desligar-se da dos edifícios aqui erguidos durante os oito séculos de vida nacional. Se quisermos conhecer o alicerce mais profundo da arte de construir em Portugal, há que recuar até os domínios dos povos primitivos que pisaram o nosso solo ...".

Preço:50,00€

Referência:14458
Autor:MARTINS, Isabel Oliveira
Título:WILLIAM MORGAN KINSEY uma ilustração de Portugal
Descrição:

Edições 70, Lisboa, 1987. In-8º de 148-(3) págs. Br. Ilustrado em extra-texto.

Observações:

Da contracapa:

"Muitos foram os ingleses que, durante os séculos XVIII e XIX,  visitaram Portugal e posteriormente publicaram os relatos daas suas viagens. William Morgan Kinsey apesar de nao ser conhecido no mundo literário do seu país, revela-se um autor extremamente interessado na divulgação dos mais variados aspectos da cultura portuguesa. Desde a literatura até aos hábitos alimentares tudo é focado nesta obra de uma forma viva, acutilante e ainda hoje actual."

 

Preço:14,00€

Referência:14457
Autor:PONTE, José de Passos
Título:ORIGENS E RESPONSABILIDADES DA GUERRA DE 1914
Descrição:

Livraria Central Editora de Gomes de Carvalho, Lisboa, 1934. In-8º de 215 págs. Brochado.

INVULGAR.

Observações:

"Conferências realizadas na Universidade popular portuguesa, de Lisboa, nas noites de 11, 16 e 23 de novembro de 1933" onde o autor faz uma resenha histórica sobre a Primeira Grande Guerra.

Do prefácio:

"Conhecer a verdade sobre a guerra de ontem e é trabalhar contra a guerra de amanhã.
Por isso aqui nos encontramos , unidos todos no mesmo pensamento de Fraternidade Humana."

Preço:19,00€

Referência:14456
Autor:HAMON, Augustin
Título:AS LIÇÕES DA GUERRA MUNDIAL
Descrição:

Guimarães & co, Lisboa, 1918. In-8º de 440 págs. Capas de brochura com defeitos por manuseamento, lombada com ligeira falta de papel à cabeça. Capas e miolo com pequenas manchas de humidade. Falho da cpa posterior.

Observações:

Obra exaustiva no assunto que versa, escrita por Augistin Hamon, intelectual anarquista francês, onde ele aborda os malefícios da guerra e do poderio militar alemão. Tradução de Adolfo Lima e Bel-Adam feita a partir da edição francesa actescentada e actualizada com as notas e edições da edição inglesa e outras, com um novo capíttulo inédito.

“É com entusiasmo que faço a guerra ao espírito guerreiro que a Alemanha incarna pelo seu espirito egoísta e imperialista. Lutarei até ao fim com a mesma fé, para abater o militarismo prussiano, causa de tantas lutas, tanta miséria e outros tantos males”.

Preço:18,00€

Referência:14455
Autor:TELLES, Bazilio
Título:A GUERRA (notas e dúvidas)
Descrição:

Livraria Chardron, Porto, 1914. In-8º de 112 págs. Brochado. Exemplar impecável, sem defeitos apontar, com os cadernos por abrir.

Observações:

Obra bastante curiosa e de interesse para história do início da Guerra de 1914 -1918.

Preço:25,00€

Referência:14454
Autor:MARTINS, Rocha
Título:A INDEPENDÊNCIA DO BRAZIL no rumor duma epopeia o levedar duma nação forte
Descrição:

Oficinas Lumen, Coimbra, 1922. In-4º de  407 págs. Encadernação meia francesa em pele. Conserva capas de brochura. Capa e ilustrações de Alberto de Sousa. Profusamente ilustrado ao longo do texto. Acidez generalizada como consequência da qualidade do papel.

Observações:

Obra monumental sobre o começo da independênica do Brasil, encerra os seguintes capítulos: Os antepassados da independência; A revolução de 1820; As revoltas precursoras; O Brasil e as côrtes de Lisboa; O dia do fico; O defensor perpétuo; Nas vésperas da independência; O grito de Ypiranga; No início do império; As revoltas do Brasil e de Portugal; O reconhecimento da independência; O império e a nação.

 

Preço:45,00€

Referência:14453
Autor:BACELLAR, João
Título:ALGUNS CASOS CRIMINAES estudos antropológicos, psicológicos e sociaes Por… Director da Cadeia Nacional de Lisboa
Descrição:

Oficinas Gráficas da Cadeia Nacional, Lisboa, 1922. In-8º de 247 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto com quadros de dados estatísticos. Valorizado pela dedicatória autógrafa.

Invulgar

Observações:

Inserido numa colecção denominada Estudos Penitenciários. I Volume que foi o único publicado. Estudo muito interessante, de índole socio-antropológica, sobre alguns casos de presos na Cadeia Nacional de Lisboa.

No índice:

- Estado Civil
- Profissão
- Naturalidade e Domicílio
- Factor Económico
- Instrução
- Educação
- Idade
- A Civilisação
- Hereditariedade
- Imitação e Contágio
- Alcoolismo
- Sistema Reformatório

Preço:28,00€

Referência:14452
Autor:TEIXEIRA, Nuno Severiano
Título:L'ENTREE DU PORTUGAL DANS LA GRANDE GUERRE objectifs nationaux et stratégies
Descrição:

CPHM, Paris, 1998, In-8º de 392 págs. Br. Livro em lingua francesa.

Observações:

Livro que trata de forma aprofundada o assunto da entrada de Portugal na Primeira Grande Guerra assim como os objectivos e estratégias militares portuguesas .

Preço:18,00€

Referência:14451
Autor:Sem autoria
Título:DOUS GIGANTES PINTADAS CÕ HUS BASTÕES NAS MÃOS
Descrição:

Biblioetca Naciuonal de Portuga, Lisboa, 2013.In-8º de 107 págs. Brochado. Impresão a cores com reproduções e descrições das gravuras expostas.

Observações:

Conjunto de gravuras chinesas de porta dos séculos XVIII a XX pertencentes à colecção privada de António Maia do Amaral. As garvuras são de portões exteriores, de portas de estábulos, de portas interiores e de ocasiões especiais.

Preço:10,00€

Referência:14450
Autor:GOUVEA, António de
Título:CARTAS ÂNUAS DA CHINA (1636, 1643 a 1649)
Descrição:

Instituto Português do Oriente, BN, Lisboa, 1998. In-8º de 484 págs. Brochado. Impressão sobre papel couché ilustrado à parte a cores com mapa do Império da China pelo jesuit< Martino Martini, fachada da Igreja da Madre de Deus contígua ao colégio de São Paulo em Macau, etc ...

Observações:

Edição, Introdução e notas de Horácio P. Araújo.
Conjunto de relatórios escritos pelo jesuíta António Gouvea entre 1636 e 1649 que cobrem os anos da grande viragem política, social, cultural e religiosa, verificada na China com a queda da Dinastia Ming e a implantação da Dinastia Qing, em 1644. Além da panorâmica global desses tempos profundamente agitados, as Cartas concentram-se particularmente sobre a vida das comunidades cristãs e os esforços dos missionários na adaptação às novas circunstâncias.

Preço:25,00€

Referência:14448
Autor:CASTRO, E. M. de Melo e
Título:CORPOS RADIANTES
Descrição:

Volume constituido por sete partes com textos visuais e escritos de 1977 a 1980.

Observações:
Preço:35,00€

Referência:14447
Autor:BRAGA, Luís de Almeida
Título:O CULTO DA TRADIÇÃO
Descrição:

F. França Amado, Coimbra, 1916. In-8º de 81-(1) págs. Brochado. Nítida impressão sobre papel de linho, tão títpico deste impressor/editor.

Observações:

Conferência realizada na Associação Católica do Porto na noite de 26 de Março de 1916. exemplar com sinais de uso em especial na cabeça da lombada. Texto pro-Catolicismo e pro-Monarquico exaltando os valores e feitos da Igreja na História de Portugal.

Preço:15,00€

Referência:14444
Autor:Sem autoria
Título:D. CARLOS DE BRAGANÇA Naturalista e occeanógrafo
Descrição:

Fundação da Casa de Bragança, (Lisboa, 1957). In-4 de 41-(10) págs+ilustrações. Brochado. Com uma dedicatória autógrafa.
Ilustrado à parte sobre papel encorpado com facsimiles de manuscritos, desenhos de utensílios utilizados na campanha oceanográfica, cartas desdobráveis de correntes costeiras realizadas nas campanhas do Yacht Amélia, etc ...

Observações:
Preço:26,00€

Referência:14443
Autor:Sem autoria
Título:CORRESPONDÊNCIA DE EL-REI D. MANUEL II com o Dr. Maurice L. Ettinghausen sobre os LIVROS ANTIGOS PORTUGUESES.
Descrição:

Fundação da Casa de Bragança, (Lisboa, 1957). In-4 de 90-(7) págs. Brochado. Com uma dedicatória autógrafa.

Observações:

Prefácio  de Prof. Dr. M. B. Amzalak.

" Reunem-se neste volume uma interessante colecção de cartas dirigidas por El-Rei Manuel II ao Dr. Maurice Ettinghausen a propósito do seu monumental trabalho de bibliografia, e ainda outras cartas escritas pela sua bibliotecária sobre o mesmo assunto. São acrtas muito interessantes. Nelas se trata da organização, da publicação e da expansão daquele livro valioso. O Senhor D. Manuel manifestou nestas cartas escritas em francês e inglês, não só a sua grande erudição, a sua paixão de coleccionador, o seu desejo de máxima expansão do seu livro, mas também um profundo conhecimento da história, dos homens e da Vida ..."

Preço:19,00€

Referência:14442
Autor:COSTA, Carlos Eurico da
Título:A CIDADE DE PALAGUIN
Descrição:

Edições &etc., Publicações Culturais Engrenagem, (Lisboa. 1979) . In- 8º de 74- (1) págs. Brochado

Observações:

O nome de Carlos Eurico da Costa ficou ligado à história do Surrealismo português. Integrou, em 1949, com os desenhos "Grafoautografias" a primeira Exposição dos Surrealistas portugueses, com nomes como Henrique Risques Pereira, Mário Cesariny de Vasconcelos, Oom, F. J. Francisco, A. M. Lisboa, Mário Henrique Leiria, Fernando Alves dos Santos, Artur do Cruzeiro Seixas, Artur da Silva, A. P. Tomaz e Calvet. Em 1951, foi um dos protagonistas da ruptura dentro do movimento surrealista português, ao subscrever a resposta a Alexandre O'Neill no panfleto colectivo Do Capítulo da Probidade.

Oposicionista ao Estado Novo, chegou a estar preso por motivos políticos enquanto cumpria serviço militar obrigatório. Manteve uma constante atitude de intervenção cívica, ligado aos meios oposicionistas à ditadura portuguesa. Foi membro da direcção da Sociedade Portuguesa de Escritores e Secretário-Geral da Associação da Imprensa Diária. Entre muitas actividades na área do associativismo, foi fundador, em 1979, da Associação de Cooperação com as Nações Unidas em Portugal.

Preço:30,00€

Referência:14440
Autor:MARQUES, João Pedro
Título:SÁ DA BANDEIRA E O FIM DA ESCRAVIDÃO Vitória da moral, desforra do interesse
Descrição:

Imprensa de Ciências Sociais, Lisboa, 2008. IN-8º de 140 págs. Brochado.

Observações:

No último quartel do século XIX Portugal e outros países abolicionistas assentaram a exploração dos territórios africanos em formas de trabalho e de domínio muito próximas da escravidão - que se supunha abolida. No caso português aceita-se, geralmente, que essa situação paradoxal tenha surgido apenas na parte final do século, devido às pressões politicas e económicas da época. Teria sido então que se invertera o caminho libertador laboriosamente aberto por Sá da Bandeira - a figura que personifica a luta contra a escravidão no Portugal de Oitocentos. O autor contesta essa visão, afirmando que o processo de abolição da escravidão nas colónias portuguesas foi, desde o seu início, uma via de progressiva cedência dos abolicionistas (e do próprio Sá da Bandeira) aos seus opositores. Este livro traça essa via e mostra como e por que razão, no decorrer do século XIX, a cedência se foi afirmando, configurando e dimensionando.

Preço:13,00€

Referência:14439
Autor:RODRIGUES, Manuel Augusto
Título:A INQUISIÇÃO E O CABIDO DA SÉ DE COIMBRA (1580-1640)
Descrição:

In-4º de 51 poágs. Brochado com margens ligeiramente oxidadas. Ostenta uma expressiva dedicatória autógrafa. Separata do Arquivo Coimbrão.

Observações:

Estudo muitodesenvolvido sobre as relações inquisitoriais e o Cabido da Sé de Coimbra em que os móbeis económicos desempenharam um papel importante para a retenção dos judeus e para o estabelecimento do Santo Ofício, em que o poder sócio-económico dos judeus se manifestava de muitas e variadas maneiras.

"... O poder económico do judeu e a sua qualidade de agente fiscal do Estado, da nobreza e até, durante algum tempo, da própria Igreja, fez-se acompanhar de sequelas políticas e sociais inevitáveis. O braço popular da plebe das vilas e aldeias, como classes mais directamente afectadas com a ascenção da minoria israelita, lavraram, sem rodeios, o seu protesto contra a marcha dos acontecimentos. Efectivamente, foram inúmeras as reações das várias classes da sociedade portuguesa contra a presença de judeus em Portugal..."

Preço:19,00€

Referência:14438
Autor:SANTOS, Ernesto Moreira dos
Título:COMBATE DE NAULILA. Cobiça de Angola. Seus heróis e seus inimigos (Memórias)
Descrição:

Guimarães. 1959. In-8º de 148 Pags. Brochado. Ilustrado e com um mapa desdobravel. Capas com sinais de manuseamento e ligeiras manchas e empoeiramento. Miolo em bom estado.
 

Observações:

SEGUNDA EDIÇÃO (a primeira foi publicada em 1957).

Esta interessantíssima obra “Cobiça de Angola” trata ser um testemunho na primeira pessoa de um homem que combateu no posto de Naulila. Ernesto Moreira dos Santos fala do combate e de como chegou ao momento em que “jazia no chão, com a perna direita ferida por um estilhaço de granada, o ante-braço esquerdo furado por uma baioneta, o parietal direito ferido e a maxila inferior partida. (...) Estava ferido e prisioneiro” (Santos, 1959, 74). A obra, escrita num tom fortemente emotivo, tem o mérito de dar um testemunho dos combates e do cativeiro, fazendo referências, também, a fontes alemãs. 

" ... Em dezembro de 1914, no sul de Angola, na região do posto fronteiriço de Naulila, forças alemãs e portuguesas confrontaram-se militarmente provocando mutuamente um considerável número de baixas, entre mortos, feridos e até prisioneiros de guerra do lado português. Datavam de 1784 os últimos combates em África, envolvendo tropas portuguesas contra forças regulares europeias (Pélissier, 1997, p. 235). Cento e trinta anos passados das invasões francesas, Portugal voltava a combater uma potência europeia. A particularidade deste combate no sul de Angola é que os dois países não estavam em guerra declarada. A Grande Guerra tinha deflagrado em agosto desse ano e embora a tensão fosse permanente, por força da aliança secular com a Inglaterra, nenhum declarou guerra ao outro, sabendo contudo, que a vizinhança de Angola com o Sudoeste Africano Alemão e de Moçambique com a África Oriental Alemã poderia vir a causar problemas, como se verificou logo em Setembro, em Moçambique, e em Angola no mês seguinte. Naulila, enquanto combate entre portugueses e alemães na frente africana da Grande Guerra foi sobejamente abordado, principalmente pelos militares que nela participaram e por outros, da mesma geração, que se sentiram impelidos a analisar este combate travado por camaradas de armas. Curiosamente foi até objeto de uma “solenidade de acto de educação militar e propaganda colonial entre alunos – oficiais e cadetes” que frequentavam o ano letivo 1946/47 na então Escola do Exército (Monteiro, 1947, p. 3). Na altura, esse acto de educação ficou a cargo do coronel Henrique Pires Monteiro, um veterano da 2ª expedição, e estando na mesa de honra uma mão cheia de veteranos das campanhas em Angola: nomeadamente, o general Freitas Soares, então comandante da Escola do Exército e que tinha sido Subchefe do estado-maior da Expedição de 19152, mas também o Almirante Afonso de Cerqueira que tinha sido comandante do Batalhão de Marinha Expedicionário (1914-15). ..."

(Miguel Freire, Naulila – Quando o inimigo ainda não o era, mas já se combatia , Actas do Colóquio Internacional “A Grande Guerra – Um Século Depois”, Academia Militar, 2015, pp. 123-152)
 

Preço:30,00€

Referência:14437
Autor:MORAES, Wenceslau de
Título:RELANCE DA ALMA JAPONEZA
Descrição:

Livraria Bertrand,  Lisboa, Portugal- Brasil, s.d. In 8º de 256-(8) págs. Brochado com os cadernos por abrir. Rubrica de posse no frontspício.

Observações:

Do índice:
- Primeiras ideias
- A Linguagem
- A religião
- A história
- A vida na família
- A vida na tribu
- a Vida no Estado
- O amor
- A morte
- A arte e a literatura
- Synthese dos aspectos
- Té onde irá a alma japoneza?
- A educação no Japão.

Preço:30,00€

Referência:14436
Autor:MORAES, Wenceslau de
Título:OSOROCHI. Prefácio e notas de Álvaro Neves.
Descrição:

Casa Abrantes Ventura. Lisboa. (1933). In 8º de 364 - (1) págs. Brochado. Exemplar muito fresco e muito apelativo quanto ao estado de conservação. Rubrica de posse no frontspício.

Observações:

“Correspondência  Íntima de Osorochi - O Mete - Medo”, como Wenceslau de Moraes se cognominou numa destas missivas”, correspondência dirigida ao seu amigo Alfredo Ernesto Dias Branco.

Preço:50,00€

Referência:14435
Autor:MORAES, Wenceslau de
Título:SERÕES NO JAPÃO
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, Portugal-Brasil. s.d.(1925?). In-8º de 225-(1) págs. Brochado. Exemplar com acidez generalizada que caracteriza muito este papel nesta edição. Rubrica de posse no frontspício.

Observações:

Primeira edição em livro de interessantes escritos anteriormente publicados na revista “Serões”. Edição muito ilustrada nas páginas de texto.

Preço:40,00€

Referência:14434
Autor:DERLON, Pierre
Título:TRADIÇÕES OCULTAS DOS CIGANOS
Descrição:

Bertrand, Amadora, 1977. In-8º de 269-(1) págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto. Integrado na colecção "Enigmas de todos os tempos".

Observações:

Da Badana:

"Pierre Derlon não é cigarro, mas, em virtude de circunstâncias exceptionais, foi "aceite" pelos ciganos. E os últimos feiticeiros - os Kakous - iniciaram-no, pouca a pouco, no seu mundo desconhecido. Sabendo-se condenados pela evolução duma sociedade que persegue tudo o que é "diferente", esses patriarcas, a maior parte das vezes analfabetos, escolheram para seu porta-voz aquele que daria a conhecer ao mundo os segredos do seu povo. Deste modo, este livro é um documento único; levanta o véu sobre algumas práticas de bruxaria, feitiçaria e hipnose nunca antes reveladas. Curiosas comparações se impõem com as práticas dos sacerdotes peles-vermelhas ou mongóis... Pierre Derlon não pretende ter esgotado o assunto. Diz o que pode dizer, e isso é deveras extraordinário."

 

 

Preço:17,00€

Referência:14433
Autor:GALVÃO, Manuel de Bettencourt e
Título:O DUQUE DE BRAGANÇA
Descrição:

Edições Gama, Lisboa, 1945. In-8.º de 169-(2) págs. Brochado com picos de humidade nas capas de brochura.

Observações:

Biografia daquele que António Sardinha afirmou ser "Depositário da legitimidade histórica pela aceitação das leis fundamentais do Reino, só o Sr. D. Duarte, pode, em verdade, vir a ser Rei de Portugal e dos portugueses. Rei de Portugal pelo direito dinástico; Rei do portugueses, porque só êle se encontra em condições de realizar a unidade nacional."

Preço:17,00€

Referência:14432
Autor:VIANA, Abel
Título:PARA O CANCIONEIRO POPULAR ALGARVIO
Descrição:

Edição de Álvaro Pinto, Lisboa, 1956. In-8.º de 321-(2) págs. Brochado com os cadernos por abrir. Impresso em papel de gramagem superior. Separata da "Revista de Portugal".

Observações:

Este trabalho que  reúne 3167 quadras populares algarvias e  encontra-se organizado por temas: reino vegetal, reino animal, reino mineral, meteorologia, topónimos, corpo humano, diversos sentimentos, satíricas e jocosas, alimentação, trabalhos domésticos e agrícolas, dinheiro,entre muitos outros
A seguir a cada capítulo temático, aparecem as conclusões do autor, tiradas a partir daqueles conjuntos de textos. No final do Cancioneiro aparece uma nota, na qual se colocam os locais da recolha por ordem alfabética, seguindo-se, entre parênteses curvos, o concelho e o nome dos colaboradores do autor.

"Quando, em 1933, chegámos ao Algarve, não pudemos deixar de sentir vivamente o contraste, em todos os aspectos, entre aquela província e o Minho, […]. O gosto vinha desde aquele Dezembro de 1917, data da nossa primeira colocação como professor em uma aldeia do concelho de Ponte de Lima. […] Ocorre-nos registar a música e os versos, […]. Foi, para nós, preciosa revelação. Nunca mais, onde quer que estivéssemos, nos chocaram diferenças de costumes, nem de linguagem, nem de alimentação. Antes a diversidade nos proporcionou grato motivo para observação, para registo de novidades, passando-nos a interessar a maneira de ser peculiar a cada um dos meios onde as contingências da vida oficial nos forçaram a residir. O Algarve constituiu, pois, amplíssimo campo à nossa curiosidade."

Preço:45,00€

Referência:14431
Autor:MATOS-CRUZ, José de
Título:O CAIS DO OLHAR fonocinema português
Descrição:

Instituto Português do Cinema, Lisboa, 1981. In-4º de 208 págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Valiosa compilação publicada na altura dos cinquenta anos de cinema português (1931-1981), e é uma "recolha e sistemática divulgação de elementos sobre quem, técnica e artisticamente vem contribuindo para a continuidade, embora acidentada, duma produção filmica em Portugal."

Preço:30,00€

Referência:14430
Autor:CAMPOS, José Augusto Correia de
Título:A VIRGEM NA ARTE NACIONAL
Descrição:

Instituto Português de Arqueologia, História e Etnografia, Braga, 1956. In-8º de 83 págs e 44 ff inumeradas. Brochado. Ilustrado com 44 estampas extra-texto. Edição de uma tiragem limitada a mil exemplares, em separata das «Actas do II Congresso Nacional Mariano».

Observações:

Interessante e extenso estudo de sobre da virgem na arte portuguesa que foi resultado da investigação, estudo e publicação de uma obra anterior intitulado Imagens de Cristo em Portugal.

Preço:22,00€

Referência:14429
Autor:VASCONCELOS, José Leite de
Título:FILOLOGIA BARRANQUENHA - APONTAMENTOS PARA O SEU ESTUDO publicados peloDoutor Leite de Vasconcellos
Descrição:

Imprensa Nacional de Lisboa, Lisboa, 1955. In-8º de 217 págs. Brochado. Exemplar em magnífico estado de conservação com todos os cadernos por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

 

Observações:

Quinto volume de uma série de publicações da Imprensa Nacional intitulada História-Sciência-Arte todos publicados pelo autor, considerado um dos maiores antropólogos portugueses.

"Barrancos, no Alentejo Baixo, está posto em sítio montuoso, e de constituição xistenta, a 300 ou 400 metros de distância da raia, tomada em linha recta; e o seu território, ou concelho de Barrancos, penetra na Hespanha, como uma cunha, que fica pois delimitada por território hespanhol ao Norte, Nascente e Sul, e tem de superfície 189,50 quilómetros quadrados ( Censo das povoações, de 1911, p.6). Do que resultam, naquele ponto, especiais relações sociais entre as duas nações vizinhas, e acção recíproca, maior, já se vê, da de lá na de cá, do que ao invés, atenta a pequenez e insulamento do nosso rincão - esta palavra é plural de barranco"

"Da convivência, a que se aludiu, de Hespanhóis com os habitantes de Nóudar e de Barrancos adveio influência hespanhola no português, a qual muito concorreu para a formação de um tipo especial de linguagem, designado na povoação por barranquenho, ou fala barranquenha, ou fala à barranquenha. Por barranquenhada designa-se uma expressão mais ou menos própria do barranquenho."

Preço:50,00€

Referência:14428
Autor:MARQUES, Alfredo Pinheiro
Título:A MALDIÇÃO DA MEMÓRIA DO INFANTE DOM PEDRO e as origens dos descobrimentos portugueses.
Descrição:

Centro de Estudos do Mar, Figueira da Foz, 1994. In-8º de (5)-625 págs. Brochado. Ilustrado à parte com dezenas de estampas impressas em papel couché, represenadno documentos, brasões d'armas, monumentos, túmulos régios e outros, iluminuras, retratos de Dom Pedro e do Infante Dom Henrique, mapas cartográficas circulares, etc ...
Ostenta uma magnífica dedicatória autógrafa datada: " Ao Exmo Senhor Dr. (destinatário), o melhor de todos os meus livros, e o que mais gosto tive em escrever e com o qual espero ter sido útil à historiografia portuguesa e à História de Portugal. Cordial homenagem do (autor)".
O exemplar conserva a rara cinta editorial "O LIVRO QUE MUDOU PARA SEMPRE A HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS E A HISTÓRIA DE PORTUGAL".
 

Observações:

Nesta obra, bastante polémica entre o meio académico, o autor Alfredo Pinheiro Marques denuncia uma série de "mentiras, escândalos e fraudes científicas" relacionadas com os Descobrimentos, nomeadamente da falsa atribuição da "paternidade" dos Descobrimentos ao Infante Dom Henrique, transpondo-a para o Infante Dom Pedro com provas documentais irrefutáveis. Obra de grande envergadura científica histórica pelas provas documentais que apresenta logo esgotada aquando o seu aparecimento.

A publicação desta obra mereceu a "censura" por parte da Universidade de Coimbra e da Comissão dos Descobrimentos culminando com a cessão de funções docentes na academia onde leccionava desde 1982.

"... Em Portugal a opinão pública e a maior parte dos historiadores, nos últimos séculos, têm estado sempre iludidos com a trombeteada importância do Infante D. Henrique, e ofuscados pelas apregoadas "grandezas manuelinas". De tal maneira têm estado obcecados e condicionados por estes que esqueceram-se de colocar a hipótese de que a realidade possa ter sido diferente: de fomentada por quem sobreviveu e ganhou no fim ... manipulada para escrever a História ao sabor das conveniências do Presente (...)
A tarefa para os historiadores do presente e do futuro é: despolitizar os "Descobrimentos"; recusar as ilegítimas pressões e censuras políticas a que esta área científica tem estado sujeita; resgatar a figura silenciada do Infante D. Pedro. Isto implica a demolição radical das lendas infantis e dos mitos inaceitáveis que têm sido, e continuam a ser, avolumados em torno da figura do Infante D. Henrique - para fazer esquecer o Infante D. Pedro e, sobretudo, para fazer esquecer o
Principe Perfeito, o Rei D. João II, que foi o verdadeiro responsável pelos Descobrimentos e pela prematura (e, infelizmente, frustrada) modernização de Portugal (...):
A maneira como a História de Portugal tem sido silenciado o que diz respeito ao Infante D. Pedro (e, depois, ao seu neto Rei D. João II e à Casa de Coimbra-Aveiro) levou a que tenham sido falseados aspectos importantes e decisivos dessa mesma História - aspectos que tentamos agora esclarecer.
Uma mentira pede sempre outra e outra, para esconder a primeira. Mas quando se decobre a primeira, descobrem-se todas. É por isso que é preciso descobrir a primeira
...".

ALFREDO PINHEIRO MARQUES é licenciado e doutorado em História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde foi docente. Consultor de várias entidades oficiais portuguesas e estrangeiras, nomeadamente Comissariado de Portugal para a Exposição Universal de Sevilha 1992 (1988-1990), Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (1987-1994) e o Comissariado para a Europália 91-Portugal. É Director do Centro de Estudos do Mar e das Navegações Luís de Albuquerque (CEMAR), desde 1995. Os seus actuais interesses científicos e temas de investigação são a Expansão Ultramarina Portuguesa; Técnicas e Práticas Científicas nos Descobrimentos Geográficos; História da Cartografia e as Origens dos Descobrimentos Geográficos Portugueses.
 

 

Preço:75,00€

Referência:14427
Autor:BAPTISTA, Trindade
Título:FEIXE DE SAUDADES - PREITO À MEMÓRIA D'EL-REI D. CARLOS I (Fragmentos históricos, biográficos e desportivos)
Descrição:

Livraria J. Rodrigues & C.ª, Editores, Lisboa, 1933. In-8º de 305-(3) págs. Br. Ilustrado com reproduções fotográficas impressas sobre papel couché, em extra-texto. Manchinhas de humidade apenas nas ilustrações, dada a qualidade hidrófila do papel.

Observações:

Obra de natureza biográfica e memorialista sobre o rei D. Carlos que segundo autor 'entrou na restrita e sublime galeria dos Reis da Moda' O autor recorda o Rei D. Carlos, através de “fragmentos históricos, biográficos e desportivos”, conforme se pode ler na folha de rosto do livro, descreve também o político D. Carlos, um Rei liberal que “pela constituição liberal patenteou sempre as mais expressivas provas de acato e fidelidade”.
Obra enriquecida por diversas fotografias e reproduções de documentos de época.

Preço:35,00€

Referência:14426
Autor:ROQUE, Mário da Costa
Título:AS PESTES MEDIEVAIS EUROPEIAS E O "REGIMENTO PROUEYTOSO CONTRA HA PESTENENÇA" (Lisboa, Valentim Fernandes -1495-1496) - TENTATIVA DE INTERPRETAÇÃO À LUZ DOS CONHECIMENTOS PESTOLÓGICOS ACTUAIS
Descrição:

Fundação Calouste Gulbenkian, Paris, 1979. In-8.º de XVIII-527 págs. Brochado com os cadernos por abrir. Livro impecavelmente bem conservado.

Observações:

Extenso e completo estudo sobre esta obra escrita por volta de 1496 em Portugal.
O Regimento Proveitoso contra a Pestenença é um pequeno incunábulo impresso na última década do século XV em Lisboa, por Valentim Fernandes. Traduzido por Frei Luís de Rás de um original latino (Regimen Pestilentiæ), da autoria de Johannes Jacobi, médico do papa Urbano V e do rei Carlos V de França, o seu objectivo era instruir os leitores para a melhor forma de prevenir a peste e tratá-la.

Preço:40,00€

Referência:14424
Autor:DIAS, Pedro
Título:O MUDEJARISMO NA ARTE COIMBRÃ - SÉCULOS XV E XVI
Descrição:

Coimbra Editora Lda, Coimbra, 1979. In. 8.º de 49(1) págs. Brochado

Observações:

Desenvolvido trabalho sobre a arte mudejar em Portugal e, particularmente, em Coimbra. Ilustrado ao longo do texto. Separata do Arquivo Coimbrão, volume XXVII.

Preço:15,00€

Referência:14422
Autor:COELHO, P. M. Laranjo
Título:MARVÃO. (Elucidário breve de uma visita a esta vila)
Descrição:

Gráfica Ideal, Águeda, 1982. In-8º de In-8º de 68-(4) págs. Br. Ilustrado em extra-texto. 2ª Edição. Pequeno rasgo restaurado no rosto.

Observações:

Curioso guia histórico sobre uma das vilas mais pitorescas de Portugal onde o autor aborda com esmero a história, os monumentos religiosos e civis, assim como, os costumes desta vila.

Preço:17,00€

Referência:14421
Autor:ANJO,César
Título:DIÁRIO DA PÁTRIA
Descrição:

Tipografia Civilização, Porto, 1931. In-8º de 376 págs. Brochado. Apresenta cerca de 2/3 dos cadernos por abrir. Belíssimo exemplar em bom estado de conservação, ornado com uma bela capa de brochura xilografada.

Observações:

Livro escrito no género diarística onde em cada dia do ano são apresentados os acontecimentos mais marcantes da nossa história portuguesa ocorridos desde os séc. XV, como " ... que um Evangelho onde, todos os dias, nós portugueses, fôssemos buscar, ao iniciarmos os nossos trabalhos, o alimento espiritual que tanto nos vai faltando" .

Preço:19,00€

Referência:14420
Autor:COSTA JÚNIOR, José Ribeiro da
Título:PELA NOSSA ÁFRICA narrativa de factos reais, recreativos e instrutivos, referentes ás colónias portuguesas do Atlântico por...
Descrição:

Tipografia da Liga dos Combatentes da Grande Guerra, Lisboa, 1933. In-8º de 358-(2)págs. Brochado. Tem as capas de brochura restauradas. Ilustrado ao longo do texto e em extra-texto.
 

RARO.

Observações:

Esta obra de José Ribeiro da Costa Junior, oficial apaixonado por Angola, foi distinguida no sétimo concurso de literatura Ultramarina e  relata a sua experiência angolana, em tempos dificeis, quando os oficiais, de "posto em posto", fiscalizavam o complexo problema dos abastecimentos contactando localmente com as etnias do Sul de Angola (regiões de Além Cunene e Baixo Cubango).

Do índice:
- Pelas Ilhas do Atlântico
- Pela Costa de Angola
- Para a terra da ventura
- Martírios da ocupação
- Amores e mais martírios
- Um português dos melhores
- Para a frente é que é o caminho
- Enfrentando os alemãis
- A retirada das saudades
- A libertação do Sul de Angola

Preço:27,00€

Referência:14418
Autor:AAVV
Título:VÉRTICE. Revista de Cultura e Arte.
Descrição:

Coimbra, nº1 Maio de 1942 ao nº 475 de Dezembro de 1986. Encadernação editorial em tela vermelha com ferros gravados a pigmento negro na lombada e pastas, ao longo de 45 volumes. Formato In-8º grande. Preservam os respectivos Índices em cada um dos volumes com excepção dos volumes 2, 3, 5, 6, 7 e 15 (omissão? falta de impressão?).
Direcção de Carmo Vaz e Raul Gomes passando mais tarde a direcção e propriedade para Raul Gomes (até 1974) sendo editor Mário Braga, Joaquim Namorado e depois Ivo Cortesão. PRESERVA ESTA COLECÇÃO TODAS AS CAPAS DE BROCHURA, ilustradas a maioria com desenhos de conceituados e destacados criadores da época.

Observações:

Publicação periódica das mais respresentativas da cultura e vida portuguesa de quase meio século. Apresenta incontornável colaboração de figuras destacadas das artes plásticas, musicologia, cinematografia, literatura, artes cénicas, filosofia, entre outras importantes disciplinas da cultura portuguesa.

Tendo aparecido em pleno fascismo, esta revista fundada em 1942 era envolvida com alguma figura lendária resultado da actividade clandestina a que foram remetidos pela ditadura muitos dos que assumiram a direcção do periódico. " ... Constitui uma tribuna do movimento neo-realista e foi palco privilegiado da resistência à ditadura. Tendo em consideração o seu valor intrínseco, faz parte do património cultural português do século XX. Com efeito, contribuiu, em paralelo com a Seara Nova, para a formação de várias gerações sendo, consequentemente, a sua análise obrigatória para o estudo dos vectores que presidiram na sociedade nacional...". (Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa,  vol. II, 2º tomo, p. 594)

Preço:1250,00€

Referência:14415
Autor:LIMA, Henrique de Campos Ferreira
Título:PRINCESAS ARTISTAS (As filhas de El-Rei D. José)
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1925.In-8º de 68 págs. Br. Ilustrado em extra-texto com 10 estampas impressas sobre papel couché. Capas de brochura com ligeiros e insignificantes defeitos marginais.
Inserido na colecção Subsídeos para a História da Arte Portuguesa.

Observações:

Estudo com interesse histórico sobre os dotes artisticos das infantas, filhas de D. José:
- Dª Maria Francisca Benedita
- Rainha D. MAria I
- Dª Maria Francisca Josefa
- D. Maria Ana Josefa
- D. Maria Francisca Dorotea
 

Preço:22,00€

Referência:14414
Autor:SAUVAGE, Odette
Título:L'ITINÉRAIRE ÉRASMIEN D'ANDRÉ DE RESENDE (1500-1573)
Descrição:

Fundação Calouste Gulbenkian/Centro Cultural Português, Paris, 1971. In-4º de 196-(4) págs. Brochado. Englobado na Série Histórica e Literária do Centro Cultural Português da FCG. Excelente estado de conservação.

Observações:

Obra muito interessante onde a autora traduziu pela primeira vez para uma língua moderna bastantes poemas, interpretando-os através da ligação de Resende às ideias de Erasmo.

Preço:18,00€

Referência:14412
Autor:DALGADO, Sebastião Rodolfo
Título:DIALECTO INDO-PORTUGUÊS DE CEYLÃO
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa,1900. In-4º de 259 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada. Conserva capas de brochura.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Estudo filológico muito interessante sobre o dialecto Indo-Português de Ceylão que é enriquecido  com  uma  importante antologia de textos no dialecto de grande interesse literário e etnográfico.

Encerra capítulos sobre Grammatica, Morphologia e Vocabulário e também uma  Anthologia com sermões como: Istori de Rey de Gris e Mestri Douban, Istori de Ourson e Falenteyn, Istori de San Clear de Ilja de Bara, entre muitos outros.

Preço:35,00€

Referência:14411
Autor:CABRAL, António
Título:HOMENS E EPISODIOS INOLVIDÁVEIS Cartas Inéditas de Camilo. O Berço de Eça. Páginas de Memórias Políticas.
Descrição:

Livraria Bertrand. Lisboa. [1947]. In-8.º de 218 págs. Brochado. Capas com ligeiras manchas e picos de humidade. Ante-rsoto com carimbo peqeuno de psse. Miolo muito limpo.

Observações:

Do Índice:
«Camilo e Eça de Queirós»; «Algumas páginas de memórias políticas»; «Cartas Régias»; «Páginas tristes»; «Páginas alegres»; «Quatro prefácios».

Preço:15,00€

Referência:14410
Autor:MARTINS, Albano
Título:A MARGEM DO AZUL
Descrição:

Tipografia A. desportida Lda, (1982).In-8.º oblongo de 49(4) págs. Br. Ilustrado.

Observações:

Albano Dias Martins (n. Fundão, 6 de Agosto de 1930), é um poeta português. Nasceu em 1930 na aldeia do Telhado, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco, província da Beira Baixa, Portugal. Albano, formado em Filologia Clássica clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professor do Ensino Secundário de 1956 a 1976. Presentemente, é professor na Universidade Fernando Pessoa, do Porto. O poeta foi um dos fundadores da revista Árvore e colaborador da Colóquio-Letras e Nova Renascença.

Preço:15,00€

Referência:14409
Autor:MATTOS, Armando de
Título:MANUAL DE HERÁLDICA PORTUGUESA
Descrição:

Livraria Fernando Machado & Cia. Porto. Sem data. In-4.º de 258-(3)págs. Br. Profusamente ilustrado. Nova Edição.

Observações:

Trabalho  pioneiro  de  Armando  de  Mattos sobre genealogia.

"O QUE É HERÁLDICA - Heráldica, é a ciência que estuda e interpreta as origens, evolução, significado social e simbólico, filosofia própria, valor documental e a finalidade da representação icónica da nobreza, isto é, dos escudos de armas. ORIGEM - As figuras e emblemas que os cavaleiros usavam pôr nos escudos e nos elmos, e ainda nas gualdrapas das montadas, a fim de serem reconhecidos nas justas, duelos e torneios, tão em voga na Idade Média, é que deram lugar ao aparecimento da heráldica, que, nas cruzadas encontrou a sua sistematização e ordenação inicial. As armas mais antigas de que há memória na Europa são as de Rui de Beaumont, de 1087–1110. Data, pois, a heráldica, documentadamente, do final do século XI, princípios do século XII. DIFUSÃO - As armas, inicialmente símbolos pessoais, breve passaram a ser transmissíveis e transformadas em marcas de famílias. O factor hereditário e o desenvolvimento das famílias nobres, além do ambiente que lhe formava o espírito da cavalaria, no qual comungava toda a nobreza, é que operaram a sua completa difusão. INICIO EM PORTUGAL - Como não podia deixar de ser, atentas as relações que Portugal tinha com a França, também entre nós surgiu a heráldica, e no próprio século XII. O primeiro documento heráldico português de que tenho conhecimento, isto é, usado já bem dentro desse sentido, é, inquestionavelmente, o selo de D. Sancho I, de 1189, no mesmo ano em que sua irmã, a condessa de Flandres, também teria organizado o seu, com similar arranjo simbólico."

Preço:30,00€

Referência:14407
Autor:LAÍNS E SILVA. (H. J.)
Título:SUBSÍDIOS PARA O FOMENTO DA CULTURA DO CAFÉ EM MOÇAMBIQUE
Descrição:

Agência geral do Ultramar, Lisboa, 1954. In–8º de 148 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.

Observações:
Preço:12,00€

Referência:14406
Autor:CARVALHO, Miguel de.
Título:FAIANÇA PORTUGUESA (CATÁLOGO-GUIA)
Descrição:

Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto, 1943. In-8.º de 135(7) págs. Brochado. Ilustrado, em separado sobre papel couché, com ilustrações de algumas das peças que constituem o acervo do museu.

Observações:
Preço:20,00€

Referência:14405
Autor:FONSECA, Tomás da
Título:NA COVA DOS LEÕES
Descrição:

Edição de Autor, Lisboa, 1958. In-8º de 454-(10) págs. Br. Edição destinada ao Brasil. Capas de brochura insignificantemente empoeiradas. BOM EXEMPLAR

PRIMEIRA EDIÇÃO

INVULGAR.

Observações:

Livro de Tomás da Fonseca, considerado por muitos o livro mais subversivo que algum dia se escreveu em Portugal, durante a época salazarista. É um conjunto de cartas publicadas no então jornal “República” tendo por base não só a situação política vivida na altura como as relações promíscuas entre o regime do Estado Novo e a Igreja. Tomás da Fonseca procura desconstruir, quer o cristianismo, num primeiro momento, e depois, as muito famosas aparições de «Nossa Senhora» aos pastorinhos em Fátima.
O estilo acusatório do autor é, em muitas circunstâncias, de uma violência impiedosa. Tomás da Fonseca usa o seu longo reportório e conhecimentos de natureza teológica para desmontar aquilo que designa como embuste de Fátima.

Preço:30,00€

Referência:14404
Autor:MOREIRA, Francisco Roque de Carvalho
Título:PATRIOTICO ONDE EM DIVERSAS POEZIAS se toca a primeira, segunda, e terceira expulsao dos Francezes: Se redarguem os seus partidistas, sao louvados de authores de liberdade de Portugal, e os principaes chefes, que os dirigirao ate momento da queda ...
Descrição:

Na Nova Impressão de Viuva Neves e Filho, Lisboa, 1816. In-8º de 206 págs. Brochado. Capas coevas em papel impresso. Livro mantendo a sonoridade original do papel, mantendo as largas margens desencontradas intactas. Frontspício pequeno corte marginal.

Observações:

Obra dividida em 36 Odes com preciosas anotações impressas em roda-pé.

Preço:50,00€

Referência:14403
Autor:[ direcção: PESSOA, Fernando & VAZ, Ruy ]
Título:ATHENA . Revista de Arte. (Outubro de 1924 a Fevereiro de 1925)
Descrição:

In-4º de 5 números encadernando num volume. Conserva o raríssimo folheto informativo editorial da Athena. Encadernação meia inglesa em pele castanha com dizeres prateados ao estilo art deco sobre rótulo de pele preta na lombada, esta com decoração em baixo relevo dos nervos, também ao estilo art deco. Ligeiro e insignificante aparo. Sem as capas de brochura.
Com numerosas estampas impressas nas páginas de texto e em separado, reproduzindo algumas delas trabalhos de Almada Negreiros, Mily Possoz, Lino António, etc... Colecção completa, RARA e valiosa.

Observações:

Revista dirigida por Fernando Pessoa e Ruy Vaz, publicada em Lisboa, da qual só saíram cinco números, entre outubro de 1924 e fevereiro de 1925. Surgindo no seguimento da linha de orientação do Orpheu, constituiu um símbolo do Modernismo português, devendo-se o seu interesse literário maioritariamente aos textos de Pessoa. Em entrevista ao Diário de Lisboa, em novembro de 1924, Fernando Pessoa explicava que o objetivo da publicação era "Dar ao público português, tanto quanto possível, uma revista puramente de arte, isto é, nem de ocasião e início como o Orpheu, nem quase de pura decoração como a admirável Contemporânea." Tratava-se, assim, de uma alternativa no campo da revista literária, que não pretendia promover um projeto cultural, nem acionar um movimento, nem ser apreciada apenas pelo seu aspeto estético, mas sim ser um espaço de reflexão teórica, de balanço do itinerário percorrido desde Orpheu e de apresentação de novas vias para o modernismo. A par de alguns modernistas, como Almada, Mily Posoz, Lino António, Luiz de Montalvor, Raul Leal, Mário Saa ou Mário de Sá-Carneiro (a quem é consagrado o n.° 2), a colaboração literária foi em grande parte assegurada por Fernando Pessoa e pelos seus heterónimos: desde Ricardo Reis, cujo Livro I das Odes é publicado no n.° 1, a Álvaro de Campos, que nos números 2, 3 e 4 publica textos teóricos, com destaque para os "Apontamentos para uma estética não-aristotélica", à publicação, nos números 4 e 5, de poemas de Alberto Caeiro, até Fernando Pessoa ortónimo, com poemas, textos de reflexão estética e tradução. É nessa medida que Teresa Sousa de Almeida (prefácio à ed. fac-sim. de Athena, Lisboa, Contexto, 1983) vê na criação de Athena uma encenação do escritor que planeadamente estabelece uma relação intertextual entre textos teóricos e produções dos heterónimos. Deste modo, o editorial que abre o n.° 1, da autoria de Fernando Pessoa, explicando o título da publicação e o tipo de arte que preconiza, serve também de introdução à afirmação da modernidade do classicismo de Ricardo Reis: "[Os Gregos] Figuraram em a deusa Atena a união da arte e da ciência, em cujo efeito a arte (como também a ciência) tem origem como perfeição [...] é pois ao nível da abstração que a arte e a ciência, ambas se alçando, se conjugam, como dois caminhos no píncaro para que ambos tendam. É este o império de Athena, cuja ação é a harmonia."

Com colaboração de Almada, António Botto, Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Fernando Pessoa, Luís de Montalvor, entre muitos outros, a Athena, segundo Fernando Pessoa, é heterogénea, ensinando a arte que é “essencialmente multiforme”. Segundo Teresa de Almeida, citada por Daniel Pires, “atrás de Athena está, não uma geração que se tinha desfeito, mas apenas o esforço voluntarista de Pessoa que, assinando sob diferentes nomes textos e posições teóricas divergentes, procurou fazer dela o espaço de uma utopia”.

Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa, 1996, p. 73-75

Preço:460,00€

Referência:14402
Autor:Sem autoria
Título:LÍMIA. Revista mensal ilustrada de letras, ciências e artes.
Descrição:

Viana do Castelo, Outubro de 1910 - Maio de 1911. In-º de 8 números com um total de 132 págs distribuidos por 7 fascículos (último fascículo corresponde ao número duplo 7/8). Brochado. Mantem as capas de todos os números.
Colecção Completa, muito apreciada e rara. Camiliano.

Observações:

Direcção de João da Rocha. Magnífica publicação regional destacando-se pelo carácter plástico e literário, sendo as capas da ANtónio Carneiro, Cristiano de Carvalho e Correia Dias. Esta revista caracteriza-se pelo apurado grafismo, pelas exuberantes fotografias que insere e pela colaboração lietrária criteriosa sobre temas variados. Entre elas temos a colaboração de Sampaio Bruno, Manuel Monteiro, Sousa Viterbo, Teixeira de Pscoaes, Leonardo Coimbra, Afonso Lopes Vieira, Julio Dantas, Phileas Lebesgue, José Leite de Vasconcelos, Manuel Laranjeira, Cláudio Basto, Pedro Vitorino, Augusto Gil, Antero de Figueiredo, Figueiredo da Guerra, João de Barros, Júlio Brandão, Justino Mntalvão, António Patrício, João Verde, Jaime de Magalhães Lima, Nunes Claro, Alice Moderno, António Correia de Oliveira, Campos Monteiro, D. João de Castro, entre outros escritores.

Como colaboração plástica, além da já referida de Cristiano de Carvalho, Cristiano Cruz e Correia Dias, temos ainda a de Vergílio Ferreira, Luis Filipe, Manuel Monterroso, Cerveira Pinto, Raul Lino, Júio Pina, C. Kasen, Soares dos Reis, J. SAlgado, Francisco Valença, José de Brito e Vitorino Ribeiro.

Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa, 1996, p. 218.

Preço:225,00€

Referência:14399
Autor:ALMEIDA, António Lopes da Costa
Título:ROTEIRO GERAL DOS MARES, COSTAS, ILHAS E BAIXOS RECONHECIDOS NO GLOBO, extrahido das descripções e diarios dos mais celebres e acreditados navegadores e hydrografos.
Descrição:

Typografia da Academia, Lisboa, 1835. In-4º de (4)-XXVII-384-21-(8) ágs. Encadernação coeva com dizeres dourados e rótulo de pele creme na lombada. No final vem uma "Taboa Cosmografica das Costas, Mares e Ilhas descriptas", com paginação própria.

Observações:

Este volume corresponde à PARTE I de um conjunto composto por XIV. Nesta primeira parte, dividida em 20 secções, descrevem-se em cada uma, os portos, as enseadas, as baías e outras formações naturais que permitissem a ancoragem dos barcos que navegavam na costa marítima portuguesa de então. É nesta primeira parte que vem descrita toda a costa pprtuguesa nso assuntos atrás referidos, dando indicações de ventos dominantes, correntes de rios nos estuários, ondulação, baixios, profundidades de baixa e preia-mar, assim como outras informações de máxima utilidade para os navegadores cujas embarcações têm calados específicos.

Inocêncio, tomo I, p. 187.

Preço:175,00€

Referência:14398
Autor:MIRANDA, Francisco Sá de
Título:OBRAS DO DOCTOR FRANCISCO DE SÁ DE MIRANDA
Descrição:

Typographia Rollandiana, Lisboa, 1784. In-8º de XXXII-290-(2)-(4) e 293-(2) págs. respectivamente em dois volumes. Encadernação coeva interia de carneira mosqueada, dourados e rótulos de pele vermelha na lombada. Notas escritas antigas, coevas a lápis no anterrosto do primeiro volume. Rúbrica de posse coeva no frotnspício de ambos os volumes.

Observações:

Nova Edição Correcta , Emendada e augmentada com suas comedias.
Os Estrangeiros
e Os Vilhalpandos são duas obras em grande medida esquecidas mas que, no entanto, proporcionam ao leitor uma riquíssima experiência literária. Têm interesse estético, sendo as primeiras contribuições portuguesas para o género da comédia em prosa, que durante séculos tem deliciado o público do teatro. Ao mesmo tempo têm considerável valor histórico, porque nelas Sá de Miranda dá-nos uma visão crítica e satírica da vida italiana das primeira décadas do século XVI, época em que a Itália era o país mais rico e sofisticado da Europa.

Inocêncio, tomo III, p. 54, nº 1782 ; Biblioteca Municpal do Porto, vol. II, p. 231

" ... Entre el gran Tajo, y el Duero el buen Mondego

Vn tiempo  Munda, (tal es fua agua clara)

Yendofe por fus campos paffeando:

Saliendo donde el monte le apretara,

El trabajo vencido, entra en folliego,

Y como vencedor va triumphando:

A do agora cantando (…)

Cuya venida a do aquella agua baña

Los campos de Coimbra, ay tal memoria

De vna alta torre de fu nombre rica ...” (excerto da presente edição, p. 19 do vol.I)


 

Preço:100,00€
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