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Livros do mês: Junho 2022

Foram localizados 61 resultados para: Junho 2022

 

Referência:14930
Autor:[trad: GONÇALVES, Égito]
Título:POESIA ESPANHOLA DO APÓS-GUERRA. Selecção e tradução de Égito Gonçalves
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, (s.d., 196?). In-8º de 207-(9) págs. Brochado. Capa anterior com risco de esfrerográfica. Bom exemplar. Capa de brochura ilustrada por Câmara Leme.

Observações:

Com um estudo da autoria de José Maria Castellet, encerra traduções da poesia de Gabriel Celaya, Blas de Otero, Leopoldo de Luis, Vicente Gaos, Victoriano Crémer, Carlos Bousoño, Eugénio de Nofra, Gabino Alejandro Carriedo, José Hierro, José Maria Valverde, Angela Figuera Aymerich, José Manuel Caballero Bonald, Manuel Pinillos, Miguel Labordeta, Julian Andugar, Ramon de Garciasol, Angel Crespo, Glória Fuertes, Carlos Barral, Jesus Lopez Pacheco, Angel Gonzalez, Claudio Rodriguez, José Agutin Goytisolo, José angel Valente e Jaime Gil de Biedma.
 

Preço:15,00€

Referência:14928
Autor:Sem autoria
Título:O COUSEIRO ou memórias do Bispado de Leiria
Descrição:

Typographia Lusitana, Braga, 1867 (aliás, O Mensageiro, Leiria, 1980). In-8º de 321 págs. Encadernação inteira de percalina verde. Ligeiro aparo geral.

Observações:

Esta edição d'O Mensageiro, tem a particularidade de estar bastante acrescentada relativamente à original com uma adenda (da página 287 em diante).

O texto de entrada, para justificar autoria e o título da obra, diz-nos o seguinte:

"Eis o Couseiro, ou um manuscripto em cuja capa de pergaminho se acha escripta com caracteres mui grandes a palavra Couseiro. Só lhe alteramos a orthographia, e addiccionamos algumas notas; que são todas as que leva na margem inferior. Não se sabe o nome do seu autor; mas colhe-se do capitulo 5.°, que existia em 1605, por quanto ahi diz: Em meu tempo, no anno de 1605, etc. -; vê-se do 10.:, parte segunda, que sobreviveu a 1657; finalmente se conhece a sua qualidade ou importância do 148.9, onde declara que fora arbitro entre os bispos, D. Pedro Barbosa d'Eça e D. Diniz de Mello, na contenda que por causa d'umas contas entre si tiveram.
Primeiro dia do mez de janeiro, do ano de mil oito centos sessenta e oito
."

Preço:30,00€

Referência:14927
Autor:Sem autoria
Título:RELAÇÃO DA SOLEMNE ACÇÃO DE GRAÇAS QUE O CORPO DO COMMERCIO DA CIDADE DO PORTO ORDENOU SE RENDESSE AO ALTISSIMO no dia 22 de Outubro, pela feliz união do Supremo Governo do Reino com o governo interino de Lisboa.
Descrição:

Na Real Imprensa da Universidade, Coimbra, 1821. In-8º de 47 págs. Encadernação artística de meados do séc. XX, inteira de pele, com filets gravados a ferros secos de motivos vegetalistas e a lombada com rótulos vermelhos dourados com dizeres. Exemplar, muito fresco e cuidado, mantendo a sonoridade original do papel.

PEÇA DE COLECÇÃO

Observações:

inclui o SERMÃO EM ACÇÃO DE GRAÇAS pela desejada e muito feliz união da JUNTA PROVISÓRIA do GOVERNO SUPREMO DO REINO com o GOVERNO INTERINO DE LISBOA, verificada no 1º de Outubro de 1820, que na Igreja dos Monges Beneditinos da Cidade do Porto, recitou Frei António de Santa Barbara, "...Tanto que chegou ao Porto a fausta Noticia de haver entrado em Lisboa a junta Provisional do Supremo Governo, em virtude de um previo Concerto com a Junta Interina, e da vontade geral, que reconhecia nos Illustres Restauradores incontestavel direito ao Governo da Nação, em quanto as Côrtes não fossem instaurada: O Corpo do Commercio Portuense, avaliando as importantes resultas de tal acontecimento, e entendendo bem, que elle não podia effectuar-se sem particular intervenção da Providencia Divina, determinou, que no dia 22 de Outubro se celebrasse Missa solemne com Sermão e 'Te Deum' em honra do Todo Poderoso. Foi
escolhido para este Acto Religioso o magnífico Templo dos Monges de S. Bento de Nossa Senhora da Victoria. Oito Commerciantes, nomeados pela Corporação, tiverão a seu cargo dirigir quanto fosse conducente para a execução do que se havia ordenado.
(...) em cuja orquestra "tiverão assento todos os mais habeis
Professores de Musica, executárão-se peças de Autores Portuguezes, sendo o Te Deum' obra recentemente acabada do bem conhecido Mestre de Capella Antonio da Silva Leite
(...)"

Preço:70,00€

reservado Sugerir

Referência:14924
Autor:AAVV
Título:25 BILHETES POSTAIS MANUSCRITOS AUTÓGRAFOS DE ILUSTRES ESCRITORES
Descrição:

Lotes constituido por 25 bilhetes postais manuscritos e circulados entre 1907 e 1930. Encontram-se todos em bom estado de conservação. O destinatário das missivas é João Maria Santiago Prezado, sendo a maioria escritas no período em que este residia em Paris (entre Figueira da Foz, Viena de Asutria e Lisboa). Do rol de autores, temos:

-Aquilino Ribeiro, escritor (1 BPI)
-Jaime Cortesão, historiador (3 BPI)
-António Sérgio, pensador, pedagogo e escritor (2 BPI)
-Raul Proença, escritor, filósofo e bibliotecário ( 7 BPI)
-Câmara Reys, professor e jornalista (1 BPI)
-Joaquim de Carvalho, pensador,cprofessor e escritor (1 BPI)
-Bernardino Machado, presiente da República e escritor (1 BPI)
-Cardoso Martha, escritor e professor (2 BPI)
-(João Evangelista) Campos Lima, escritror e miliatnte anarquista (1 BPI)
-Augusto Veiga, escritor e redator jornalista (1 BPI)
-Desconhecidos (6 BPI escritos por quatro punhos distintos)
 

Observações:

João Maria de Santiago Prezado (1883-1971), diplomata, político e escritor, natural da Figueira da Foz; Terceiro Secretário da Legação de Portugal em Madrid em 26 de Maio de 1911; Governador Civil do Distrito do Funchal em 29 de Fevereiro de 1912 (o 2º Governador na Primeira República), Segundo Secretário da Legação de Portugal em Madrid em 28 de Dezembro do mesmo ano de 1912; Ministro plenipotenciário e Chefe da 1ª Repartição dos Negócios Políticos e Diplomáticos em 5 de Agosto de 1925 (vide Anuário Diplomático Consular Português, 1939 a 1944).

Posteriormente participou activamente na luta contra a Ditadura e integrou a Frente Popular, a aliança anti-clerical e anti-fascista; e o Movimento de Unidade Democrática; apoiou as candidaturas de Norton de Matos e de Quintão Meireles à Presidência da República e foi um dos subscritores do Programa para a Democratização da República, em 1961.
 

O conteúdo das missivas versa essencialmente assuntos de ordem política em torno de combinações de reuniões em locais específicos e viagens, dependendo do remetente. Outros versam assuntos editoriais em torno da revista Seara Nova, dado que alguns deles foram fundadores da prestigiada revista.

Preço:650,00€

Referência:14923
Autor:JACKSON, Catharina Carlota
Título:A FORMOSA LUSITANIA
Descrição:

Livraria Portuense Editora, Porto, 1877. In-8º de 448-(2) págs. Encadernação editorial vermelha com as pastas ricamente lavradas a ferros dourados e pigmento negro, njma muito sumptuosa decoração, com dizeres a ouro na lombada e nas pastas. Profusamente ilustrado em extra-texto com gravuras de monumentos e paisagens de Portugal. Extensa dedicatória não autógrafa, mas do afamado livreiro Camiliano Manuel dos Santos.

 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra sobre Portugal da autoria de Lady Jackson que passou o ano de 1873 em Portugal e ao regerssar a Inglaterra publicou este livro com o título "Fair Lusitania". A tradução do inglês e o prefácio desta edição portuguesa são de Camilo Castelo Branco que, na Advertência e nas notas que acompanham a sua tradução, reconhece tratando-se de "um livro digno e honrado" mas não não deixa de criticar, corrigir e comentar as  "inexactidões" e "excentricidades" contidos na obra.

Excerto do livro sobre Coimbra

"Este agora não é o tempo proprio para vizitar Coimbra. Principaram as ferias, e poucos estudantes ficaram; de modo que as ruas estão ermas. Cursam, termo médio, 1:000 a 1:200 estudantes, e os lentes, que são muitos, tambem se auzentaram. Vivem os academicos na cidade em cazas particulares dezignadas para os receberem, e com a sua prezença dão vida áquelle provecto, lugubre e horrendo arruamento. Governam a universidade um reitor, um chanceller, decanos e outros. As leis, ou estatutos por que se regulam, creio que divergem agora muito dos que se observavam antes da extinção dos institutos monasticos. (1)
As informações obtidas, esta manhã, a respeito da estrada que dezejamos seguir para o Bussaco, decidiram-nos a saír de Coimbra entre as trez e quatro horas da tarde. (2)"

 

Comentários de Camilo Castelo Branco


(1) Não ha rezidencias privativamente dezignadas para alojamento de academicos. Quanto aos estatutos, os reformados no reino de D. José emanciparam a academia da influencia monacal. Desde 1773 que ali se professam as sciencias com pouco deslize das mais adiantadas universidades da Europa. Pelo que respeita a estatutos, o estudante, fora das obrigações escolares, é um cidadão indistinto dos outros. Do passado conserva apenas a capa e a loba, que despe fora dos Geraes para envergar um paletó surrado, uma calça á faia esgarçada, e um chapeu á bombeiro com inclinações afadistadas. Se não todos, alguns d´elles sáem d´ali muito ignorantes, muito devassos, e excelentes ministros da coroa.

(2) Esta senhora houve-se generosamente com a princesa do Mondego. Não é esse o costume dos hospedes ingleses. Richard Twiss, que esteve em Coimbra em 1773, homem de lettras, escreveu um enorme livro ácerca de Portugal e Hespanha, dedicando a Coimbra as cinco seguintes linhas: «Coimbra é uma universidade situada n´um monte, perto do rio Mondego, sobre o qual corre uma ponte muito comprida e baixa, com muitos arcos grandes e pequenos. Rezidem aqui cinco familias inglezas, uma das quaes pertence a um medico. Esta cidade é celebrada pelos seus curiosos copos e caixas de corno polido.» This city is celebrated for its curious cups and boxes of turned horn.
E nada mais diz o admirador do polido corno.

Preço:145,00€

Referência:14922
Autor:SILVA, Joaquim José Ventura da
Título:REGRAS METHODICAS PARA SE APRENDER A ESCREVER os Caracteres das Letras Inglesa, Portugueza, Aldina, Romana, Gotica, Italica e Gotica Germanica offerecidas ao Augustissimo Senhor Dom Pedro Principe da Beira Compostas por ...
Descrição:

Editores Lopes & Ca. Lisboa, Lopes & Ca. Lisboa, 1899. In-fólio oblongo de I - 43 fls., contendo igual número de estampas. Frontispício de bela composição, com figuras e arabescos caligráficos. Encadernação editorial em tela verde e cinzenta com dizeres caligráfico gravados a negro nas pastas. As estampas foram desenhadas por Ventura, e gravadas a buril pelos artistas Lucio e Freitas no ano de 1803. Capas empoeiradas e com alguns defeitos menores de manuseamento mas BOM ESTADO GERAL DE CONSERVAÇÃO.

RARO e é ainda hoje considerado um dos maios belos manuais de caligrafia publicados em Portugal.

 

Observações:

Belas imagens dos vários tipos de letras e belos ornatos da famosa e tão perdida arte caligráfica. Homenagem bem conseguida ao grande calígrafo e mestre de aritmética. Trata-se da reprodução da 2ª edição do Atlas das Regras Methodicas, de Ventura da Silva, primorosamente executada e impressa sobre papel de excelente qualidade e gramagem.

Segundo Inocêncio (IV, 114) Ventura da Silva (1777-1849), "... foi professor de instrucção primaria e secundária e um dos melhores calligraphos portuguezes...".

No século XIX, foi o tipógrafo J.J. Ventura da Silva que repetiu e continuou a escola de Manuel Andrade de Figueiredo, revelando algumas ideias originais. O seu monumental tratado das Regras Methodicas para se aprender a escrever teve a primeira edição no ano de 1803. A segunda, em 1820. Tanto a obra didáctica de J.J. Ventura da Silva como o magnífico atlas explicativo tornaram-se raros; a editora portuense Lopes & C.ª reeditou-os a ambos. Em Dino dos Santos lê-se o seguinte:
"... Ventura da Silva was a Portuguese calligrapher and teacher from the nineteenth century, who in 1820 published an excellent book titled Regras methodicas para se aprender a escrever os caracteres das letras Ingleza, Portugueza, Aldina, Romana, Gotica-Italica e Gotica-Germanica. It was the second edition of an 1803 book that was mainly about English script lettering. Ventura’s work was influenced by English calligraphers like Charles Snell and George Shelley. At the time the British influence in Portugal was truly profound. The British army had defended Portugal from the Napoleonic invasions, and the gratitude for that support was visible in every aspect of daily life. Calligraphy was no exception. However, in 1820 Ventura published this new version, which included samples of what he called the Portuguese Script. The Ventura font is a revival of those samples from the nineteen century, staying as close as possible to the original. The OpenType format allowed me to put in a single typeface several variations of the character shapes he designed, along with plenty of ligatures ...".

Preço:250,00€

Referência:14918
Autor:GAMA E CASTRO, José da
Título:O NOVO PRINCIPE ou o espirito dos governos monarchicos, por... Segunda edição. Revista e consideravelmente augmentada pelo autor
Descrição:

Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e Comp., Rio de Janeiro, 1841. In-8º de 404 pags. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. miolo com algumas manchas de humidade. A página 33 e verso é dactiloscrita. Rúbrica de posse de antigo professor da Universidade de Coimbra.

MUITO INVULGAR.

Observações:

Segunda edição  desta obra, publicada  depois do autor, no ano anterior, ter publicado uma tradução portuguesa de The Federalist.
Contra a máxima de Thiers, segundo a qual, "rei reina, mas não governa" o autor propõe um outro aforismo, "o rei governa, mas não administra". Considera que as "leis fundamentais" e os "corpos intermediários" é que distinguem a monarquia do despotismo, pois  "tanto no despotismo como na tyrannia o procedimento de quem manda he arbitrario; mas no primeiro caso he arbitrario por falta de lei, e no segundo porque se abusa, porque se despresa, ou porque se calca a lei".
Afirma que  "todos os governos possíveis são ou relativamente bons ou relativamente máos conforme as circunstâncias da nação a que se applicão; mas o único bom para huma nação determinada he aquelle que resulta da história, isto he, da experiência dessa nação". Faz a distinção entre  legitimidade e legalidade "nunca he possível ir dar na história do mundo com o momento da sociedade constituindo-se, mas sempre com a sociedade constituída". Porque "as relações entre os differentes membros da sociedade não se fizerão, apparecerão já feitas". Já a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica:"certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são ao mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes"


Inocêncio IV, 358 e 340.
“Diz-se que a primeira edição, constando de menor numero de capitulos, se publicára em Lisboa. Nem a vi, nem d’ella pude achar até agora noticias mais precisas. Da segunda edição possuo um exemplar desde muitos annos. José da Gama e Castro, Era filho de Mauricio José de Castro e Sá, natural de Sernancelhe, empregado na camara ecclesiastica de Coimbra. Nasceu em 1795, sendo baptisado em 21 do mesmo mez na igreja de S. João de Almedina da mesma cidade, sendo padrinho o bispo conde D. Francisco de Lemos. Fez formatura em medicina na universidade de Coimbra no anno de 1819, recebendo o grau de doutor em philosophia em 1820. Consta que exerceu a clinica em Villa Real de Traz os Montes por 1832. Lançado por suas convicções politicas no partido do sr. D. Miguel, a quem serviu com grande zêlo e dedicação, foi por elle nomeado Physico-mór do exercito, e incumbido de outras commissões importantes. Depois de assistir ao desfecho da lucta politica em 1834, emigrou de Lisboa em Dezembro d’esse anno, e apoz uma longa digressão emprehendida por varios paizes da Europa, resolveu transportar-se para o Brasil. Morreu em Paris a 8 de setembro de 1873.”

 

José da Gama e Castro foi Médico desde 1819. Assume-se como miguelista. Físic o-mor em 1834. Emigra para a Itália em Dezembro de 1834, onde redige O Precursor, órgão do miguelismo no exílio. Em 1837 passa pela Suíça e pela Alemanha. Instala-se no Brasil a partir de 1838, onde publica as suas obras, destacando-se a tradução portuguesa de The Federalist e o tratado O Novo Príncipe, considerado como uma espécie de bíblia do pensamento contra-revolucionário português do século XIX, apesar de ser pouco densa e nada original. Considera que a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica: "certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são a o mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes".

 

Preço:95,00€

Referência:14916
Autor:PINHEIRO DA SILVA, José
Título:A CAPITANIA DA BAÍA (Subsídios para a história da sua colonização na segunda metade do século XVII)
Descrição:

Instituto de Estudos Históricos Doutor António de Vasconcelos, F. Letras da Univ. de Coimbra, Coimbra, 1964. In-8º de 382 págs. Brochado.

Observações:

Monografia muito importante sobre a colonização da Baía, versando temas como a economia, transportes, povoamento.

Do índice:

- O povoamento
- A ocupação do território e a economia
- Comércio e transporte
- Aspectos da administração
- Outros aspectos da colonização

(Separata da Revista Portuguesa de História, Tomos VIII, IX e XI.)

Preço:45,00€

Referência:14914
Autor:MIRA, M. Ferreira de
Título:HISTÓRIA DA MEDICINA PORTUGUESA
Descrição:

Edição da Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1947. In-4º de 560 págs. lustrado em extra-texto com 55 estampas. Brochado em muito bom estado de conservação.

Observações:

Constitui este título a última obra de grande fôlego consagrada à história da Medicina em Portugal desenvolvido ao longo de 42 capítulos, apresentando grande número de notas e remissões bibliográficas para o estudo deste ramo da cultura.

Preço:50,00€

Referência:14913
Autor:DIAS, Gastão de Sousa
Título:RELAÇÕES DE ANGOLA (PRIMÓRDIOS DA OCUPAÇÃO PORTUGUESA).
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1934. In-8º de 256-(3) págs. Brochado. Muito bom exemplar

Ostenta uma dedicatória autógrafa.
 

Observações:

A Colónia portuguesa de Angola formou- se em 1575 com a chegada de Paulo Dias de Novais com 100 famílias de colonos e 400 soldados. Paulo Dias de Novais foi o primeiro governador português a chegar a Angola, que tinha como principais acções explorar os recursos naturais e promover o tráfico negreiro (escravatura) formando um mercado extenso. Este livro trata sobretudo das duas primeiras viagens efectuadas a Angola a partir de documentos pertencetes ao Cartório do Colégio dos Padres da Companhia, de Luanda, e transcritas do códice existente na Biblioteca Nacional de Paris.

Preço:40,00€

Referência:14912
Autor:GARRET, Almeida
Título:MEMORIA HISTORICA DO CONSELHEIRO A. M. L. VIEIRA DE CASTRO
Descrição:

Typographia de José Baptista Morando, Lisboa, 1843. In. 8.º de 34 págs. Ilustrada com o retrato do biografado. Sem as capas de brochura conhecidas, desencadernado e aparo marginal.

RARO.

 

Observações:

Opúsculo muito curioso, sem autoria me realizado por Almeida Garret, sobre a vida do Conselheiro A.M. L. Vieira de Castro (1766-1842), figura que, segundo Camilo Castelo Branco: "... quem adivinharia então que do pujante António Vieira sairia o ministro dilecto da senhora D. Maria II, o mestre dos liberais, o amigo e conselheiro dos Passos, do Silva Carvalho, e dos mais estremados estadistas da escola robustecida da emigração. ...".

Preço:45,00€

Referência:14911
Autor:MACHADO, Bernardino
Título:A SOCIALISAÇÃO DO ENSINO + 5 opúsculos
Descrição:

In-8º de 6 folhetos encadernados num volume, com meia francesa em pele com cantos e dourados na lombada. Alguns dos opúsculos são raros.

Observações:

Inclui ainda:

O DR AUGUSTO ROCHA (Coimbra, 1901)
PORTUGAL E HESPANHA (Coimbra, 1901)
PELA LIBERDADE (Coimbra 1901)
A UNIVERSIDADE E A NAÇÃO (Coimbra, 1904)
A IRRESPONSABILIDADE GOVERNATIVA e as duas reacções: monárquica e republicana (Coimbra, 1924)

Preço:55,00€

Referência:14908
Autor:GUIMARÃES, Dórdio
Título:UBÉRIA.
Descrição:

Arcádia Editora, Lisboa, 1978. In-8.º de 54 págs. Brochado. Integra a "Colecção Licorne».
Primeira edição.

Observações:

"a graça traçou a hipérbole da nação
rosto a rosto ruga a ruga o olhar
que deitou à rua o destino e o perdeu
nos calcanhares dos desperdícios do dia

como se se cortassem os dedos um a um
e faltasse a mão que os descreveu em gesto"


A poesia de Dórdio Guimarães "carregada de símbolos e de metáforas, é servida por uma linguagem torrencial onde o lírico e o onírico, estreitamente harmonizados, criam, por vezes, uma atmosfera próxima do delírio ou do paroxismo" (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses)

Dórdio Leal Guimarães (Porto, 10 de Março de 1938 - 2 de Julho de 1997), foi um poeta, cineasta, ficcionista e jornalista português. Filho de Manuel Guimarães, casou-se com Natália Correia em 1990.
 

 

Preço:13,00€

Referência:14907
Autor:GUIMARÃES, Dórdio
Título:A IDADE DOS LILASES
Descrição:

Tip. Anuário, s/l, 1969. In-8.º de 40 páginas inumeradas. Brochado. Capa e orientação gráfica de Rui Mesquita.

Primeira edição.

Observações:

A poesia de Dórdio Guimarães "carregada de símbolos e de metáforas, é servida por uma linguagem torrencial onde o lírico e o onírico, estreitamente harmonizados, criam, por vezes, uma atmosfera próxima do delírio ou do paroxismo" (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses)

Dórdio Leal Guimarães (Porto, 10 de Março de 1938 - 2 de Julho de 1997), foi um poeta, cineasta, ficcionista e jornalista português. Filho de Manuel Guimarães, casou-se com Natália Correia em 1990.

Preço:17,00€

Referência:14904
Autor:BRUNEL, Georges
Título:LA PRATIQUE ET L'ART DE LA PHOTOGRAPHIE. Avec Ilustrations photographiques.
Descrição:

Arthème Fayard & Cª, éditreurs. Paris, s.d. (c. 1910). In-8º de 100-(2) págs. Encadernação coeva e modesta conservando as belíssimas capas de brochura estilizadas ao gosto arte nova. Nitida impressão sobre papel couché, reproduzindo dezenas de fotografias artísticas a negro e branco.

Observações:

Último livro do autor publicado ainda em vida.

Preço:23,00€

Referência:14903
Autor:DOZY, R. & ENGELMANN, W. H.
Título:GLOSSAIRE DES MOTS ESPAGNOLS ET PORTUGAIS DÉRIVÉS DE L'ARABE par ...
Descrição:

Leyde, E. J. Brill, 1869. In-4º de XII-424-(39 págs. Encadernação coeva meia francesa em pele, sem cantos, decorada a ouro, em casas abertas à maneira romântica na lombada. Rúbrica de posse do eminente e grande linguista e etimologista José Pedro Machado. Charneira ligeiramente coçada provocada pelos ciclos de abrtura e fecho, sem no entanto perder o suporte estrutural da encadernação.

MUITO INVULGAR e importante para o estudo da evolução linguística das palavras portugueses e espanholas que derivam do árabe. 2ª edição

Junta-se a separata de Journal Asiatique nº8, ano 1869: DES MOTS ESPAGNOLS ET PORTUGAIS DÉRIVÉS DE L'ARABE par M.C. Defrémery, Imprimerie Impériale, Paris, 1869. In-8º de 20 págs. Brochado.

Observações:


 

Preço:95,00€

Referência:14901
Autor:Sem autoria
Título:PROFECIA POLITICA verificada no que está succedendo aos Portuguezes pela sua cega affeição aos Inglezes escrita depois do Terramoto do ano de 1755 e publicada porordem superior no ano de 1762, em Madrid. Traduzida do Hespanhol.
Descrição:

Tipografia Rollandiana, Lisboa, 1808. In-8º de 188 páginas. Brochado da época com ligeira falha no canto inferior direito. Nírtida impressão em papel azul de superior gramagem. Carimbo de antiga biblioteca priovada (de Bayolo Pacheco de Amorim) no frontspício e outro, de Henrique Hoezar (carimbo heráldico) no final, na última página. Manchas de humidade disseminadas ao longo do texto.
Obra muito invulgar.

Observações:

Curiosa obra anti-inglesa publicada em Lisboa durante a I Invasão Francesa (1808). Publicado pela primeira vez em Madrid em 1762, quando decorria a Guerra Fantástica entre Portugal e Espanha, na qual a Inglaterra apoiou Portugal, o seu conteúdo antibritânico tinha então plena justificação. Foi esse cariz contra a Inglaterra que levou à sua tradução para português e publicação em 1808, em plena 1ª Invasão Francesa. Contém muitos elementos sobre o terramoto de 1755 e suas consequências das páginas 167 a 188 incluindo uma relação histórica do sismo.

As quatro últimas páginas são um catálogo do editor. Gonçalves Rodrigues (Tradução, 2817) não identifica o autor nem o tradutor.

 

 

Preço:65,00€

Referência:14900
Autor:FIOSCONI, Cesar & GUSERIO, Jordam
Título:ESPINGARDA PERFEYTA & regras para sua operaçam com circunstancias necessarias o seu artificio, & doutrinas uteis para o melhor acerto (...)
Descrição:

Antonio Pedrozo Galram, Lisboa, 1718 (aliás: Livraria Sam carlos, Lisboa, 1972). In-8º de 17 ff.-183-(1) págs. Encadernação editorial em percalina verde, dourados na lombada ao gosto do séc. XVIII protegidos por uma caixa de cartão forrado a papel marmoreado.

Observações:

Reimpressão da edição original deste manual pprtuguês votado à cosntrução de armas, também com finalidade cinegética. Descreve com detalhes e através de belas ilustrações as técnicas de construções deste na forja à decoração. Umas das ilustrações retrata uma cena de caça às aves.
Escrito por dois irmãos, Jordam Giuserio e Cesar Fiosconi, anagramas respectivamente de João Rodrigues e José Francisco , este tratado constitui o mais admirável sobre construções de armas (Daehnhardt,1974). Innocencio IV, 1250 elabora desenvolvida descrição da edição original.

Preço:30,00€

Referência:14899
Autor:DURO, António Rodovalho (ZÉ JALECO)
Título:VOCABULÁRIO TAURINO (ilustrado). Explicação das sortes de tourear. Qualidade das rezes bravas, suas pintas e distintivos. Termos especiais emprgeados na tauromaquia. Vinte e dois anos de touradas.
Descrição:
Observações:

Ilustração Portrugueza, Lisboa, 1915. In-8º de 135 págs. Brochado. Raros picos de humidade na capa de brochura. Lombada com ligeiras falhas.

Preço:30,00€

Referência:14898
Autor:SAA, Mário
Título:ERRIDÂNIA A GEOGRAFIA MAIS AINTIGA DO OCIDENTE: o mundo atlantídico; o mundo argonáutico; o mundo erridânico
Descrição:

Lisboa, Sociedade a Astória. 1936. In-8º de 302 págs. Brochado. Com 4 mapas desdobráveis representano antigas geografias da península segundo as interpretações de Ora Marítima. Carimbos de biblioteca privada no ante-rosto e rosto. Vestígios de fita gomada no verso da capa de brochura. Capas com ligeiras e insignificantes manchas de humidade.

Observações:

" A vida de Mário Saa repartiu-se entre a administração agrícola das suas propriedades e a investigação e produção literária. Em consonância com o perfil dos intelectuais do seu tempo dedicou-se e interessou-se por temáticas distintas publicando várias obras e numerosos artigos em periódicos. Dedicou-se à filosofia, à genealogia, à geografia antiga, à poesia, à problemática camoniana, às investigações arqueológicas, e mesmo à astrologia e à grafologia

Preço:85,00€

Referência:14897
Autor:SIMÕES, João Gaspar
Título:O MISTÉRIO DA POESIA: Ensaios de interpretação da génese poéticapor...
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1931. In-8º de 290-(2) págs. Brochado. Capa de brochura com alguns picos de acidez, próprio da qualidade do seu papel hidrófilo. Junto ao pé da lombada, pequeno corte da capa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Livro essencial na extensa bibliografia de João Gaspar Simões, e que aborda autores como Raul Brandão, Cesário Verde, Fernando Pessoa, José Régio, entre outros.

Preço:35,00€

Referência:14896
Autor:MANSILHA, Frei João de
Título:HISTORIA ESCANDALOSA DOS CONVENTOS DA ORDEM DE S. DOMINGOS EM PORTUGAL. 1774/1776
Descrição:

Vega, Lisboa, s.d.. In-8º de 287 págs. Brochado.

Segunda edição deste inédito escrito pelo reformador da Ordem de São Domingos. Prefácio de José Viale Moutinho.

Observações:

Da contra capa:

"A vida interna dos mosteiros, a devassidão, os escândalos do século XVIII. Desse tempo chegaram até nós informações quase todas por via do anedotário popular. Esta obra é um documento indispensável para se retratar não só uma época, mas também uma das mais escandalosas distorções que a lgreja sofreu na sua história interna. Fielmente extraídas de um manuscrito inédito, as cartas de Frei João de Mansilha, encarregado pelo Marquês de Pombal da reforma da ordem dominicana em Portugal, chocam frontalmente com outra das instituições nacionais: o espírito inquisitório... Forte motivo de leitura, justificação para se conhecer melhor sem hipocrisia o nosso passado."

 

DUAS PALAVRAS (obtido num exemplar da edição original)

No actual momento, em que a opinião publica tomou asi, comodevia, a santa cruzada da mais absoluta imposição á ideia reaccionária, tem a máxima opportunidade a publicação d'este. livro . As paginas que vão ler-se possuimo-las nós em manuscripto. ha muitos annos. e colligiu-as uma verdadeira auctoridade no assumpto, Frei João de Mansilha, que, encarregado pelo grande estadista Marquez de Pombal da reforma dos conventos da Ordem de São Domingos, as redigiu dictando-as ao seu secretario, que as escreveu. No emtanto, nós só extractamos dà obra as passagens mais interessantes, os escândalos mais notáveis, porque, aliaz, não caberiam no estreito limite dum volume tantas e tão curiosas revelações A lealdade com que estão traçadas e a fidelidade com que as damos hoje á estampa constituirão o melhor dos depoimentos contra a seita negra, rasgarão o mais eloquente foco de luz que ha de vir mostrar a verdade de todo esse movimento liberal, que óra parece querer guindar-se á altura das mais respeitáveis petições d 'um povo.

Para attestar a competência do auctor basta, de certo, o encargo que sobre elle depoz o notável ministro de D. José I, esse espirito liberal, intransigente e único que o nosso paiz teve a gloria de possuir. O integerrimo defeníor. das regalias publicas, que se chamou Sebastião José de Carvalho e Mello, nao confiaria missão tão espinhosa a individuo que não fosse por elle reconhecido como verdadeira auctoridade.

Posto isto, cremos que a nossa resolução tem o direito de ser julgada utilissima, por quanto, ao mesmo tempo que vem tornar conhecido um documento importantissimo, serve uma causa em que a razão e a justiça apparecem nitidas a todos os espíritos que
não vivam para o reinado das trevas.

Do. publico portuguez, a quem a dedicamos, esperamos nós a cooperação indispensável.

Maio, 1901.

Preço:15,00€

Referência:14895
Autor:OLIVEIRA, António Augusto de
Título:ALMANACH PORTUENSE PARA 1877 (1º depois do bissexto) (17º anno da sua publicação) por ...
Descrição:

Typographia Lusitana, Porto, 1876. In-8º de 502 págs. Encaderrnação coeva meia inglesa em pele castanha, dourada na lombada com a tradicional disposição "sete fios" em casas abertas com dizeres, igualmente dourados. Miolo muito fresco mantendo a sonoridade original do papel.

Observações:

Grande manancial de informação sobre a relaçaõ, localização, disposição organica e identificação de organismos públicos, instituções privadas e públicas, casas comerciais, restauração, instituições bancárias, etc ...

Preço:45,00€

Referência:14893
Autor:ALMEIDA, Jayme Duarte de
Título:DIAMANTINO VIZEU (Album foto-biográfico)
Descrição:

JA Criações, Lisboa, 1950(?). In-4º oblongo de 30 fólios. Encadernado meia inglesa em pele. Ilustrado com 57 gravuras com legendas e índice no final. Vestígio de ex-libris de lacre.  Conserva capas de brochura

Observações:

Fotobiografia da actividade tauromáquica do primeiro matadouro português com desenhos de Álvaro Duarte de Almeida. Fotografias da autoria de Figueiredo, L. Fernandez, Cano, Mary, Mteo, Ricardo, Baldomero Carmona, Vidal, Ruiz, Campião, Olmendo, etc ...

Preço:55,00€

Referência:14891
Autor:LUIZ, Pepe
Título:FADO MULHERES E TOIROS. À maneira de prefácio por Bourbon e Meneses
Descrição:

Livraria Popular Francisco Franco, Lisboa, 1945.In-8º de 206-(1) págs. Brochado. Capa de Alvaro Duarte de Almeida. Rubrica de posse coeva no anterosto.

Observações:

Ilustrado com desenhos de Martinez de Leon, Jean Palum, Terruela e Alvaro Duarte de Almeida e fotografias de Silva Nogueira, Juan Serrano, Magé, Lucilio Figueiredo, Júlio Pires, Alvaro Campeão e Vaissier. 

Preço:35,00€

Referência:14890
Autor:SILVEIRA, José Cunha da
Título:O TOURO E A ARTE DE TOUREAR
Descrição:

Edição do autor, Lisboa, 1971. In-8º de 522-(7) págs. Brochado. Ilustração da capa e desenhos no miolo da autoria de Domingos Saraiva. Exemplar com ligeiros ligeiríssimos sinais de manuseamento na capa de brochura, proprios da inetracçaõ com este livro de grande volume.

Ostenta uma expressiva dedicatória autógrafa.

Observações:

Prólogo do Prof. D. Manuel de Bragança

Este livro recolhe, um vasto conjunto de trabalhos deste insigne aficionado, e em que muitos deles datam de meados dos anos cinquenta do século passado e foram publicados no jornal «Festa». É mais um dos livros de enorme interesse para o aficionado.

Preço:35,00€

Referência:14889
Autor:NEMÉSIO, Vitorino [antol.]
Título:O NATAL PORTUGUÊS.
Descrição:

Edições Dois Mundos, Lisboa. Rio de Janeiro, 1944. In-8º de 187 págs. Brochado. Livro em excelente estado de conservação.

Observações:

Encerra um vasto conjunto de textos tradicionais sobre o Natal da autoria de Gil Vicente, Fr. Agostinho da Cruz, Gomes Leal, António Feijó, António Nobre, Augusto Gil, Herculano, Júlio Dinis, Ramalho Ortigão, Eça de Queiroz, Fialho de Almeida, Raúl Brandão, Carlos Malheiro Dias, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, seleccionados e com um prefácio de Vitorino Nemésio.

Preço:30,00€

Referência:14888
Autor:RIBEIRO, Orlando
Título:LE PORTUGAL CENTRAL (Livret-Guide de l'Excursion C)
Descrição:

Congrès International de Géographie, Lisboa 1949 (aliás, Centro de Estudos Geográficos, 1982). In-8º de 180 págs.; XXII págs ilustradas, 10 mapas desdobráveis. Brochado. Rubrica de posse no ante-rosto.

 

 

Observações:

Pormenorizada descrição da excursão, na parte central de Portugal, dirigida por Orlando Ribeiro em 1949, por ocasião do congresso internacional de Geografia, com o objectivo de estudar a geografia física e humana da região. O autor destaca a grande variedade de geomorfoligias, onde diversas individualidades geológicas regionais se individualizam permitindo diversos tipos de paisagens e respectivas economias associadas, num circuito de algumas centenas de quilómetros. Por outro lado este conjunto muito variado é dominado pela elevada cordilheira central, que é a continuação da Cordilheira Central Ibérica que divide Portugal em dois. São descritos as regiões da Buçaco, Celorico, Belmonte, Serra da Terra, Vale do Zêzere, Sarzedas, Lousã, Guarda, Coimbra, Castelo Branco. Obra de um dos maiores nome da geografia portuguesa, além de pensadores da questão do território e gentes que a habitam. Autor de um estilo de escrita peculiar, descrevendo cientificamente o território nacional do ponto de vista geográfico com uma prosa literária única.

Preço:15,00€

Referência:14887
Autor:ALMEIDA, Egydio d'
Título:BIOGRAPHIAS E APONTAMENTOS SOBRE MATADORES, PICADORES, CAVALLEIROS, BANDARILHEIROS, FORCADOS, AFICIONADOS, AMADORES, ANACLETOS, ETC., ETC.
Descrição:

Typ. Guedes, Lisboa, 1896. In-8.º de 238-(1) págs. Encadernação coeva, modesta em skivertex verde. Ligeiro aparo marginal assim como ligeira acidez, própria da qualidade deste papel sob acção do tempo.

Conserva as muito belas capas de brochura, ambas, verdadeiras composições d'arte tipográfica do século XIX.

Observações:

Na introdução o autor dirige-se ao leitor da seguiinte forma:

Fundando-me no exemplo dado por alguns dos mais distinctos criticos taurinos do visinho Reino, escrevi este livro que supponho terá o agrado dos aficionados não pelo merito que encerra que não é nenhum, mas pela fórma facil e breve como póde ser consultado sempre que lhes seja necessario ter informações de pessoas que mais ou menos tenham correlação com assumptos taurinos ...”

Com referência à extinta e antiga Praça de Touros de Abiul, junto a Pombal.

Preço:70,00€

Referência:14885
Autor:MONIZ, Egas
Título:O PADRE FARIA NA HISTÓRIA DO HIPNOTISMO
Descrição:

Faculdadede Medicina de Lisboa, Lisboa, 1925. In-4.° de 194-(3) págs. Brochado apresentadno na capa picos de humidade. Miolo muito limpo, fresco e bem conservado.

PRIMEIRA EDIÇÃO da conferência plenária realizada na Faculdade de Medicina, no Primeiro Centenário da Régia Escola de Cirurgia de Lisboa, em 19 de Dezembro de 1925, depois ampliada e dividida em capítulos, aqui editados.

Observações:

No prâmbulo:
"... Aí por 1813 apareceu em Paris um magnetizador, que em breve se cobriu de prestígio, prègando uma nova doutrina sôbre os factos que Mesmer divulgara. Mas a interpretação dos estranhos fenómenos que tanto emocionaram o público passou despercebida. Todos os que frequentavam as conferências da rua de Clichy, 49, onde o padre Fatia preleccionava sôbre as causas do sono lúcido, iam ver o magnetizador operar (...) O sucesso foi notável. De novo voltou à tela a questão do sonambulismo e os jornais franceses, a partir de Agosto de 1813, encheram colunas sôbre o misterioso fenómeno com apreciações mais ou menos severas, por vezes jocosas e até insultantes para o padre Faria, que ousara afrontar a opinião parisiense, ainda recordada das exibições e da falência de Mesmer. Pretendemos fazer a história dêsse período da evolução do hipnotismo e, consequentemente, divulgar o nome do padre Faria, cuja vida romanesca e agitada é quási ignorada e cujo nome apenas soou aos ouvidos do grande público como sendo o do atraente prisioneiro do 'Conde de Monte Cristo', em que Alexandre Dumas lhe atribui naturalidade italiana".

Preço:27,00€

Referência:14882
Autor:AGUIAR, António de
Título:UMA SINDICÂNCIA A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE NOVA GÔA
Descrição:

Imprensa Nacional, Nova Goa, 1918. In-4º de (4)-248-LV págs. Encadernado meia francesa em pele castanha, com elaborados ferros em casas abertas na lombada, pasta decorada com filets floreados dourados e dizeres com título da obra. Encadernação assinada. trabalho ligeiro de traça junto à charneira nas primeiras folhas.

Obra muito curiosa.

Observações:

Relatório apresentado ao então governador da Índia, das dilig|encias efdectuadas e apresentadas ao mesmo tempo as conclusões a que chegou o autor na sindicância a que procedeu à repartição das loterias e legados pios da Santa Casa da Misericórida de Nova Goa.

O autor dirige-se em carta ao Governador Geral do Estado da India, referindo que "... amplas e extensas são as considerações que tenho a afzer, pois graves e em grande número são também as irregularidades de toda a ordem que, no decurso dos meus trabalhos, tive ocasião de verificar, quer nos serviços propriamente respeitantes às loterias, quer nos concernantes aos legados pios não cumpridos ...".

Preço:55,00€

Referência:14881
Autor:[RUSSEL, Cortez Fernando Augusto de Barros]
Título:VIRIATIS. Arte. Arqueologia. Museuologia. Boletim do Museu de Grão Vasco. Nº I (e II) vol. I
Descrição:

Tipografia Guerra, Viseu, 1957. In-4º de 2 números com numeração corrida, de 1 a 129. Ilustrado à parte sobre papel couché. Miolo impecável, capas com muito e insignificante empoeiramento.

Observações:
Preço:18,00€

Referência:14880
Autor:VASCONCELOS, José Leite de
Título:DICCIONÁRIO DA CHOROGRAPHIA DE PORTUGAL
Descrição:

Livraria Portuense de Clavel, Porto, 1884. In-8º de VI-(1)-192 págs. Encadernação fragilizada (recomenda-se nova encadernação) com a lombada em pele e dizeres dourados. Guardas em papel marmoreado pintado manualmente. Pequena falha no verso do frontspício, sem prejuizo da mancha tipográfica. Miolo com o 4ª caderno semi solto mas completo.

Observações:

Apresenta ainda, no frontspício, a indicação:
"... Contendo a indicação de todas as cidades, villas e freguezias, com a respectiva divisão administrativa, judicial, e ecclesiastica, da parte continental e insular do reino; dos rios e montes principaes do continente; das distâncias de quasi todas as freguezias ás villas capitaes de conselho, etc.; da população de cada freguezia, segundo o ultimo recenseamento; dos oragos das parochias; das estações telegraphicas e de caminho de ferro; das direcções e delegações postaes, etc. etc. Coordenado por J. Leite de Vasconcellos ..."

Preço:45,00€

Referência:14879
Autor:[org.: CARVALHO, Maria Amália Vaz de]
Título:UM FEIXE DE PENNAS
Descrição:

Typographia Castro Irmão. Lisboa. 1885. In-8º de (4)-IV-171-(1) págs. Encadernação coeva meia francesa marroquin castanho. Cantos superiores ligeiramente coçados. Acidez ligeira dada a qualidade própria do papel.

Observações:

Publicação da responsabildiade de Maria Amália Vaz de Carvalho tendo como principal finalidade obter financiamento para o «Asilo para raparigas abandonadas», no âmbito de várias outras iniciativas com o mesmo fim. 

A colecção aqui reunida revela a grande influência da ilustre escritora e é um notável retrato da literatura e do pensamento em Portugal na segunda metade do século XIX. Contém textos em prosa, uma notável carta de Camilo e poesias de diversos géneros e métricas. 

Dos colaboradores, a lista que se segue:

Alberto Braga, Amelia Jenny, Anthero de Quental, Antonio de Serpa, Bernardo Pinheiro, Bulhão Pato, Camillo Castello Branco, Carlos Lobo d" Avila, Chrystovam Ayres, Conde de Ficalho, Conde de Sabugosa, Eça de Queiroz, Fernando Caldeira, Francisco Gomes de Amorim, Gonçalves Crespo, Guerra Junqueiro, Henrique de Barros Gomes, Joaõ de Deus, Joaquim d" Araujo, José Frederico Laranjo, José de Sousa Monteiro, J. Simões Dias, J. T. de Sousa Martins, Júlio César Machado, Luiz Guimarães, M. M. Macedo Papança, M. Duarte d" Almeida, Maria Amália Vaz de Carvalho, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Sousa Viterbo, Teixeira de Queiroz, Theophilo Braga, Thomaz de Carvalho, Thomaz Ribeiro, Valentina de Lucena, Visconde de Benalcanfor, Visconde do Seisal.

Preço:50,00€

Referência:14877
Autor:VASCONCELOS, Jorge Ferreira de
Título:MEMORIAL DAS PROEZAS DA SEGUNDA TAVOLA REDONDA. Ao Muyto Alto e Poderoso Rey Dom Sebastião prymeiro deste nome em Portugal, Nosso Senhor, impressa pela primeira vez no anno de 1567.
Descrição:

Typ. do Panorama, Lisboa, 1867. In-4.° de VIII-368 págs. Encadernação moderna inteira de percalina imitando a carneira mosqueada antiga. Rótulo verde com dizeres douyrados na lombada. Não preserva as capas de brochura e apresenta aparo marginal. Rúbrica de posse a tinta, rasurada, no frontspício. Apesar destes aspectos, o exemplar está muito fresco, com as folhas mantendo a sonoridade original, apesar das raras manchinhas de humidade disseminadas pela obra.

Observações:

Segunda edição (a primeira é de 1567). Clássico entre os "Romances de Cavalaria".

Diz M. Bernardes Branco, coordenador desta edição, os leitores deste Memorial' "Hão de ser, com raríssimas excepções, os amantes dos livros portuguezes antigos, que considerarão sempre esta obra como util para os amantes da pureza de lingoagem, para os que gostam de ver os progressos que os estudos romanticos fizeram em Portugal, para os estudiosos dos antigos usos e costumes nacionaes e para pouco mais."

INOCÊNCIO t.IV, p.167 e t.XII, p.179 refere que da edição original, apenas tem "presente a notícia da existência de dous exemplares em Portugal". Diz-nos ainda que  "... Barbosa aponta em logar d"esta edição outra, com alguma differença no titulo, e dá-a como impressa no dito anno, pelo mesmo impressor, mas em Lisboa, e no formato de folio. Tudo induz a crer que se enganou em suas indicações, e que jamais existiu essa duplicada edição. Da que fica descripta, e que é rarissima, apenas tenho ao presente noticia da existencia de dous exemplares em Portugal. Oxalá que dentro em pouco tempo não tenhamos a lamentar a perda de algum d"elles, ou ainda a de ambos juntos participando de sorte egual á de outras similhantes preciosidades litterarias que possuiamos, e que vão infelizmente desapparecendo de dia em dia, para mais se não recuperarem!

Preço:75,00€

Referência:14876
Autor:NEVES, José Acurcio das
Título:ENTRETENIMENTOS COSMOLOGICOS E HISTORICOS de ...
Descrição:

Impressão Régia, Lisboa, 1826. In-8º de VIII-382-(2) págs. Encadernação coeva inteira de carneira mosqueada, com decoração dourada vegetalista na lombada e dizeres gravados sobre rótulo de pele vermelha. Sinais de manuseamento com algum vigor nos cantos. Volume I e único. Ocasionais e insignificantes sublinhados a lápis. MUITO BOM EXEMPLAR

Edição original da última obra do autor, considerado como um dos maiores pensadores do séc. XIX e o percursor das ideias modernas económicas em Portugal.

Observações:

 

Segundo José Tengarrinha, José Acúrcio das Neves (1766-1834) "pode considerar-se um dos mais lúcidos espíritos da nossa primeira metade do século XIX e, sem dúvida, uma das maiores figuras do pensamento económico em Portugal". A sua última obra publicada, os Entretenimentos Cosmológicos, Geográficos e Históricos, de 1826, não se enquadram em qualquer das categorias anteriormente piublicadas, mas demonstram uma actualizada cultura científica do autor, mostrando que, apesar do turbilhão político em que Portugal se encontrava, José Acúrsio das Neves se mantinha atento aos progressos científicos da Europa."

De igual interesse para a história da evolução do pensamento cinetífico em Portugal

Preço:95,00€

Referência:14873
Autor:NAMORA, Fernando
Título:O TRIGO E O JOIO
Descrição:

Guimarães Editores, Lisboa, 1954. In-8º de 295-(4) págs. Brochado. Ligeira acidez generalizada, própria da qualidade do papel.

Capa de brochura da autoria de Cambraia e as ilustrações são de Charrua.

Observações:

O Trigo e o Joio é um romance universal que tem como pano de fundo o Alentejo, onde é descrita a vida e os anseios de uma família de lavradores composta pelo pai, a mãe, e a filha de ambos, sendo um retrato interessante sobre aquela região nos anos 50, assim como do ambiente laboral de então, e as
relações sociais e de convívio entre as pessoas que trabalham a terra. É como tal, sobretudo, um romance das gentes do Alentejo, das suas vilas, dos seus campos e das suas vidas, duras e difíceis. O romance da terra portuguesa de um escritor que rompeu as barreiras da língua e ultrapassou todas as fronteiras. Disto nos transmite o próprio autor:
"... Gostaria de vos contar coisas dessa gente. Coisas da vila, do Alentejo cálido e bárbaro e dos heróis que lhe dão nervos ou moleza, risos ou tragédia. (...) E gostaria de vos falar ainda dos trigos e dos poentes incendiados, dos maiorais e dos lavradores, do espanto dos dias, do apelo confuso da terra, da solidão ..."

Preço:20,00€

Referência:14870
Autor:MOTTA, António Jose Salvado
Título:MONOGRAFIA DE ALPEDRINHA
Descrição:

Tipografia particular e curiosa do autor, Alpedrinhas, 1933. In-8º de 533-(1) págs. Encaddernação elegante com conjuntos de filets gravados a dourados e a pigmento negro,  segundo a clássica disposição de "7 fios". Apenas aparado à cabeça preservando as capas de brochura. Desenhos da autoria de Antonio Vaz Mendes representando recolhas epigráficas, heráldicas e artísticas.

PEÇA DE COLEÇÃO desta muito rara monografia, de primitva impressão, feita em casa do autor, mas com um rigor e erudição científica de grande e reconhecido mérito sendo obra citada e muitas vezes referneciada na bibliografia regional.

Observações:

Alpedrinha é uma freguesia do concelho do Fundão, a sul da Serra da Gardunha, e devido à sua beleza natural e  ao seu património monumental é conhecida como sendo a Sintra da Beira.

Preço:120,00€

Referência:14868
Autor:RIBEIRO (Thomaz)
Título:VESPERAIS. Poesias Dispersas.
Descrição:

Livraria Ernesto Chardron, Porto, 1880.  303-(1)-III-(1). Encadernação editorial em skivertex castanha com pastas lavradas a ferros dourados e pigmento negro. Nítida impressão a duas cores, negro e vermelho, e impressão cuidada ao gosto romântico, de grande apuro gráfico.

Observações:

Thomaz Ribeiro (Tondela, 1831 - Lisboa, 1901), formado em direito pela Universidade de Coimbra, pouco exerceu a magistratura, tendo abandonado-a para seguir na carreira política, em que teve grande destaque, chegando, inclusive, a embaixador de Portugal no Brasil. Foi um dos representantes da poesia ultraromântica portuguesa, contando com a simpatia de Antonio Feliciano de Castilho, um dos nomes mais importantes do movimento romântico em Portugal.

Preço:30,00€

Referência:14865
Autor:FIGUEIREDO, Cristovão Moreira de
Título:SUBSÍDEOS PARA O ESTUDO DA VIAÇÃO ROMANA DAS BEIRAS com um prefácio de Aquilino Ribeiro.
Descrição:

Revista Beira Alta (Viseu), 1953. In-8º de 119-(5)-24 ilustrações, 1 mapa desdobrável, brochado. Exemplar em perfeito estado de conservação, ostentando uma extensa dedicatória autógrafa. O prefácio da autoria de Aquilino Ribeiro extende-se pelas primeiras 16 páginas.
 

Observações:

Magnífico trabalho que trata do levantamento da rede viária utilizada em período romano, assunto este que tem atraído diversos estudiosos ao longo dos séculos, no entanto subsistem hoje, pleno séc XXII, ainda muitas dúvidas e incertezas quanto aos verdadeiros trajectos.

Do índice das matérias, le-se o seguinte:
- Carta Prefácio de Aquilino Ribeiro
- A Mester Aquilino Ribeiro, glorioso Homem de Letras e autor de "Os Avós dos nossos Avós".
- Vias Romandas e medievais das Beiras - Distrito de Viseu
- Estradas da Guarda ao Norte do Distrito de Viseu e à Fronteira.
- Estações Arqueológicas e documentário avulso encontrado junto das vias roimanas da Beira - Várias Notas
- Marcos Miliários, cipos, aras e outras inscrições e monumentos
- Últimas Notas


A terminar  o texto introdutório, Aquilino diz-nos o seguinte:

"... A Beira antiga, depois que se olha para os seus castros e os seus monuimentos que chegaram até nós, os megalitos com inscrição ou sem ela, as lápides funerárias, os cipos e os demais poeira arqueológica, fica explicada. Moreira de Figueiredo deu um grande impulso a essa compreensão. Para sabermos o que queremos, o que somos e onde vamos, não há como conhecer o que eramos ..." (p. 16).

 

Preço:47,00€

Referência:14864
Autor:FREITAS, Manuel de
Título:A NOITE DOS ESPELHOS. Modelos e desvios culturais na poesia de Al Berto.
Descrição:

Frenesi, Lisboa, 1999. In-8º de 98-(6) págs. Brochado.

Observações:

Livro de estreia deste autor consagrado da poesia portuguesa contemporânea e editor da Averno.

Preço:15,00€

Referência:14863
Autor:SASPORTES, José
Título:HISTÓRIA DA DANÇA EM PORTUGAL
Descrição:

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1970. In-8º de 450-(1) págs. Brochado. Exemplar em muito bom estado, quase novo. Muito ilustrado ao longo do texto e em separado, reproduzindo em facsimile portadas e textos antigos do séc. XVII e XVIII.

Observações:

Do texto introdurório:
"... A Dança ocupou durante séculos um lugar de relevo na vida social portuguesa, mas nunca chegou a emergir como uma manifestação artística autónoma. Moldou os cancioneiros e constituem uma das ocupações favoritas dos portugueses no período áureo do nosso teatro no século XVI, e, como não podia deixar de ser, esse gosto pela dança passou à cena e enformou-a. Mais tarde, no período barroco, as possibilidades de eclosão de uma arte coreográfica nacional foram completamente esmagadas pela importãncia maciça de artistas italianos. Em meados do século XIX, com a criação do Conservatório, nasceu uma esperança no que respeita à prepararação de artistas, mas cedo foi ofuscada pelas condições desfavoráveis da sociedade portuguesa de então. Em nossos dias, e como inegável afimração de progresso, nota-se uma consciência cada vez mais nítida da iniludível necessidade da criação de uma escola e de uma companhia de dança de nível europeu, sem as quais não é possível esperar o aparecimento de coreógrafos de mérito, capazes de dignificarem a vida artística nacional. Falta agora passar desta consci~encia à acção (...). A HISTÓRIA DA DANÇA EM PORTUGAL era pois uma obra que estava por fazer, e que, afinal, não tinha sido feita portotal falta de solicitação do meio ..."
 

Preço:30,00€

Referência:14862
Autor:SASPORTES, José
Título:TRAJECTÓRIA DA DANÇA TEATRAL EM PORTUGAL
Descrição:

Biblioteca Breve, Instituto de Cultura Portuguesa, Lisboa, 1979. In-8º de 97-(2) págs. Brochado. Muito bom exemplar em optimo estado de conservação.

Observações:
Preço:10,00€

Referência:14861
Autor:MELLO, Pedro Homem de
Título:DANÇAS PORTUGUESAS
Descrição:

Lello & Irmão – Editores, Porto, 1962. In-4º de 103-(1) págs. Encadernação editorial com sobrecapa ilustrada. Reproduções fotográficas a negro.

EDIÇÃO ORIGINAL

Observações:

Logo na abertura do livro:
« Numa época, onde tantos agrupamentos populares t|em alcançado renome poderia parecer até certo ponto, prescindível a publicação deste livro. No entanto, verificamos que, mesmo aquém fronteioras apesar do acolhimento dispensado àquelas iniciativas, poucas são as danças poipulares conhecidas do grande público. Seja como for, o folclore português está na moda, o que em relação ao turismo, é já importante. Na verdade, de ano para ano, vamos sendo mais visitados e os festivais típicos estão a multiplicar-se a olhos vistos. Tudo isso revela gosto pelo regionalismo, se bem que ao forasteiro continuem a faltar elementos de orientação. Numa palavra: não existe, entre nós, ainda, literatura coreográfica. Aí está uma lacuna que tentaremos, agora, de algum modo, preencher...
A maioria dos nossos folcloristas mostram predilecção pelo canto, pelas letras das cantigas e pelo trajo e, se uma ou outra vez, se referem a danças, fazem-no, quase sempre, ao de leve ou, pelo menos de maneira a não provar a riqueza patente na técnica dos passos e na expressão das atitudes.
Bem ou mal, a recolha das danças encontra-se, principalmente, a cargo dos directores dos ranchos...»
Nesta obra, Pedro Homem de Mello dá-nos uma breve panorâmica, mesmo assim de larga escala nacional das danças populares, distribuídas estas pelas respectivas regiões ou localidades.
 

Preço:39,00€

Referência:14860
Autor:MELLO, Pedro Homem de
Título:DANÇA DE PORTUGAL
Descrição:

Livraria Avis, Porto, s.d. (1964?). In-4º de 477-(6) págs. Encaderrnação cartonada editorial em verde, com ferros a seco na pasta anterior, protegido com uma sobrecapa ilustrada.

Invulgar e curioso.

Observações:

Logo na abertura do livro, o autor diz-nos:

"... Sendo Portugal, tão rico em danças populares, impounha-se a publicação de uim manual onde, para aalém da citação dos bailados, figurassem normas, capazes de pôr a nu a raiz dos passos e das suas desinências, variáveis essas com o andar dos tempos. (...) Não importa saber,apenas, o nome duma dança, mas segui-la nas suas passagens principais e, possivelmente, dançá-la, não como quem decore, sílaba por sílaba, certo poema, mas com o à vontade dos que se exprimem, correctamente, na língua em que esses versos foram escritos. ..."
Interessantíssimo levantamento das danças populares e tradicionais portuguesas, com importantes notas históricas, técnicas e exercícios práticos sobre as mesmas, dividido por regiões. A obra inclui as versões inglesa a cuidado de Elaine Sanceau e francesa de Marie Radele.

Preço:65,00€

Referência:14858
Autor:MARJAY, Frederic P.
Título:SALAZAR NA INTIMIDADE
Descrição:

Edição Dr. Marjay, Lisboa, 1954. In-4º de 16-56-(4) págs. Cartonagem editorial com sobrecapa ilustrada. Apresenta sinais de manuseamento nas extremidades. Miolo muito limpo.

Observações:

Obra apologética de exzaltação das qualidades humanas e de direcção do líder do executivo português do regime anterior, apresentando um pequeno texto de desenvolvimento a respeito do seu carácter e obra, seguido de uma selecção de fotogravuras de qualidade artística realizadas por António Rosa Casaco, à época, director-geral da PIDE. Inclui fotografias captadas por ocasião da visita de Christine Garnier a Salazar, de que resultou a obra Vacances avec Salazar. O ditador aparece aqui também retratado, entre outros locais diversos do país com desconhecidos populares, nos jardins da sua residência oficial de S. Bento em Lisboa, muitas das vezes acompanhado de diversas mulheres com quem foi mantendo relacionamentos de amizade.

Preço:90,00€

Referência:14857
Autor:QUADROS, António
Título:O MOVIMENTO DO HOMEM Drama, Movimento, Evolução.
Descrição:

Soc.Exp.Cultural, Lisboa, 1962. In-8º de 320 págs. Brochado.

Valorizado pela expressiva dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Oliveira.

Observações:

"Não é a pátria global, não é o estado global, sintetizado embora organicamente , que se auto-governa, mas sim uma parte, um partido, um fragmento, que pretende impor a sua vontade à totalidade, à globalidade dos homens que formam o povo."

O "Propósito" do livro tem como título: "Introdução Existêncial à Teoria do Movimento" e obra divide-se em quatro partes:

l - O Drama Contemporâneo;
II - Aparição Especulativa do Movimento;
Ill - Aparição Simbólica do Movimento;
IV - A Evolução Humana.

 

 

Preço:25,00€

Referência:14856
Autor:FONSECA, Branquinho da
Título:A POSIÇÃO DE GUERRA drama em um acto
Descrição:

Composto e impresso na Tipografia da “Atlântida”, Coimbra, 1931. In-4.º de 15-(1) págs. Brochado.
Capa da brochura impressa a duas cores, com o aspecto modernista que a revista «Presença» imprimia em todas as suas publicações. Ilustrado com um desenho de José Régio, impresso em página inteira. Ligeiro e insignificante restauro na capa de brochura posterior

RARO.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Primeira incursão na escrita dramática de Branquinho da Fonseca que é não só uma das mais raras e representativas peças do seu Teatro, como  também uma das apreciadas edições «Presença», revista de que o autor foi fundador e director.

 

Preço:120,00€

Referência:14855
Autor:MAZAREM, Joaquim da Rocha
Título:COMPILAÇÃO DE DOUTRINAS OBSTETRICAS EM FORMA DE COMPENDIO PARA INSTRUCÇÃO DOS QUE SE DEDICÃO AO ESTUDO DESTA ARTE por ...
Descrição:

Na Imprensa da Rua dos Fanqueiros, Lisboa, 1933. In-4º de 395-(1) págs. Encadernação coeva inteira de carneira marmoreada com lombada decorada a ouro ao gosto victoriano e rótulo de pele verde com dizeres dourados. Miolo mantendo a sonoridade original do papel saudável. SEM DEFEITOS APONTAR.

Observações:

Em 1823 surge do mesmo autor uma obra com título Compêndio de Obstetrícia. Inocêncio não refere nenhuma edição anterior 1833 mas cita Recopilação da arte de partos, ou quadro elementar obstetricio para instrucção das aspirantes que frequentam o curso de partos, Lisboa, 1838.

A obra que se apresenta foi escrita para os estudantes da Escola Médico-Cirúrgica em Lisboa. Ela discute a anatomia do pelvis e do útero, a concepção, ,tipos de gravidez desenvolvimento do feto, o processo de nascimento e suas possíveis complicações, modos de cuidar dos recém nascidos e enfermagem. Rocha Mazarem apresenta no prefácio uma tradução de vários atrtigos do Dictionnaire de Médecine, mas também acrescenta muito à custa da sua própria experiência médica: "... muitas cousas são propriedade minha, fructo de meditação e prática" (p. 3). Ferreira de Mira descreve este título como sendo um original e pioneiro que teve duas edições (p. 385) e comenta: " ... O compêndio de Mazarem é mais digno de apreço, ao mesmo tempo pela sua concisão e pelo rigor na indicação das operações cirúrgicas necesárias em clínica obstétrica. Foi lido por várias gerações de parteiros e dele se fez ainda uma edição em 1843 ... " (p. 286).

Inocêncio tomo IV, p. 150; tomo XII, p.139.
Catálogo da colecção portuguesa II, Faculdade de Medicina, Lisboa p. 275 refere apenas esta edição.
Pires de Lima, Catálogo da Bibliotheca da Escola Médico-Cirurgica do Porto refere também o Compendio de obstretricia, Lisboa 1823 (nº. 2677).
Ferreira de Mira, em História da medicina portuguesa p. 277, 281, 286, 327, 350, 385, 421, 485.
A Library of Congress catálogo online não refere esta edição.
A Biblioteca Nacional de Portugal apenas refere um exemplar.

São muito RAROS os exemplares em PRIMEIRA EDIÇÃO deste tratado (um dos pioneiros) de obstetricia do transmontano de Chaves Rocha Mazarem.

Joaquim da Rocha Mazarem nasceu em Chaves, Portugal, em 12 de dezembro de 1775. Licenciou-se em cirurgia na Escola Cirúrgica do Hospital São José, em Lisboa, em 1806. Em 1807 acompanhou a vinda da família real para o Brasil como primeiro-cirurgião da Nau Príncipe Real. No Brasil foi nomeado lente de anatomia na Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro (1808), implantada por José Correia Picanço, e primeiro-cirurgião do Real Hospital Militar, do morro do Castelo. Traduziu para o português as obras Indagações fisiológicas sobre a vida e a morte, de Bichat, e Novo ensaio sobre a arte de formular, de J. L. Aliber, além do Tratado de inflamação, feridas e úlceras, extraído da Nosografia cirúrgica, de Anselmo Richerand, obras originalmente publicadas em francês. Em 1821 regressou a Portugal junto com d. João VI. Em Lisboa assumiu diversos cargos como cirurgião da Armada e da Casa Real, lente de obstetrícia na Escola de Cirurgia de Lisboa, da qual foi diretor, e chefe da enfermaria de partos do Hospital São José. Publicou ainda numerosas obras, como Compilação de doutrinas obstétrica (1833) e o Anuário clínico da arte obstétrica (1825-1826). Morreu em Lisboa, em 21 de abril de 1849.

Preço:465,00€

Referência:14854
Autor:AAVV
Título:GRAAL. Nº 1 (a 4)
Descrição:

(Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1956-7). in-4~de quatro números com numeração corrida, num total de 410 págs. Brochado.

Capas manifestando alguma acidez, dada a qualidade própria do papel. Terceiro número com insignifiante trabalho de bicho marginal junto à charneira, sem afectar, nem a estrutura do livro, nem a mancha tipográfica.

Observações:

Daniel Pires, no seu Dicionário da Imprensa Periódica, diz-nos que esta revista foi " ... o corolário lógico da aventura que a Távola Redonda constitui ..." .

Conta com a colaboração literária de Manuel Antunes, Fernando Guedes, Luiz de Macedo, Fernanda Botelho, Henrique Segurado, David Mourão-Ferreira, Urbando Tavres Rodrigues, Matilde Rosa Araújo, António Salvado, Natércia Freire, Eduino de Jesus, Agustina Bessa Luis, Vitor Matos e Sá, Herberto Helder, etc.

Da colaboração plástica, destaca-se as contribuições de René Bertholo, Fernando lanhas, Júlio Gil, António Vaz Pereira, Manuel Cargaleiro, etc ...

Preço:60,00€

Referência:14852
Autor:LEÃO, Dr. Jozé Barbóza
Título:COLEÇÃO DE ESTUDOS E DOCUMENTOS A FAVOR DA REFORMA DA ORTOGRAFIA EM SENTIDO SÓNICO
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1878. In-8º de 149-(3) págs. Enadernado (coeva em skivertex vermelho) JUNTO COM:

- A COMISSÃO DE REFÓRMA ORTOGRÁFICA DO PORTO, Imprensa Portugueza, Porto, 1879. In-8º de 55 págs.

- FORMULÁRIO DA ORTOGRAFIA NACIONAL, Imprensa da Universidade, Coimbra, 1911. In-8º de 53 págs.

Primeiro títiulo com rúbricas e asinaturas de posse coevas no frontspício.
 

Observações:

A Reforma Ortográfica de 1911 foi a primeira iniciativa de normalização e simplificação da escrita da língua portuguesa em Portugal. Tendo força de lei em Portugal, esta reforma modificou completamente o aspeto da língua escrita e inspirou todos os acordos e reformas subsequentes. Sobre esta reforma, diz-nos Fernando Pessoa em Descobrimento no seu Livro do Desassossego:

"... Não tenho sentimento nenhum politico ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriotico. Minha patria é a lingua portugueza. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incommodassem pessoalmente, Mas odeio, com odio verdadeiro, com o unico odio que sinto, não quem escreve mal portuguez, não quem não sabe syntaxe, não quem escreve em orthographia simplificada, mas a pagina mal escripta, como pessoa propria, a syntaxe errada, como gente em que se bata, a orthographia sem ipsilon, como escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse ...".

E ainda Teixeira de Pascoaes na revista Águia:

"... Na palavra lagryma, (...) a forma da y é lacrymal; estabelece (...) a harmonia entre a sua expressão graphica ou plastica e a sua expressão psychologica; substituindo-lhe o y pelo i é offender as regras da Esthetica. Na palavra abysmo, é a forma do y que lhe dá profundidade, escuridão, mysterio... Escrevel-a com i latino é fechar a boca do abysmo, é transformal-o numa superficie banal ...".

 

 

Preço:50,00€

Referência:14851
Autor:SOARES, Mário
Título:PORTUGAL AMORDAÇADO Depoimento sobre os anos do fascismo.
Descrição:

Editora Arcádia, Lisboa, 1974. In-8º 728-(7) págs. Br. Capas de brochura de Manuel Dias.

 

PRIMEIRA EDIÇÃO

Observações:

Primeira edição portuguesa de um dos testemunhos mais importantes sobre o regime de Salazar, que foi previamente publicado em 1972, em Paris, sob o título de Portugal Bailloné — Un Témoignage.
O livro foi escrito durante a deportação para a Ilha de são Tomé  a que o Governo de Salazar o tinha condenado.

“ Testemunho lúcido e corajoso duma experiência de luta constante e intransigente contra o regime fascista, o livro de Mário Soares actuou como poderoso revelador junto de largos sectores da opinião pública estrangeira, profundamente alheada do drama português.”

Preço:25,00€

Referência:14850
Autor:MACHADO, Bernardino
Título:AFFIRMAÇÕES PUBLICAS 1888-1893
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1896. In-8º de VII-546 págs. Encadernação meia francesa com cantos, em pele vermelha e com dourados na lombada. Conserva capas de brochura, com ligeiros picos de humidade e só aparado à cabeça. Papel ligeira acidez marginal, próprio da sua qualidade.

Observações:

"... durante este periodo continuei a minha campanha educativa, já na camara dos pares do reino, aonde, por benevola iniciativa da nossa universidade, se dignou enviar-me o collegio scientifico, e em varias commissões, tanto officiosas, de admnistração docente, ja no seio de importantes assembleias, a mais notavel das quaes foi o solemne congresso em que o magisterio primario accentou tão nobremente as suas aspirações, e em sociedades dedicadas á instrução, principalmente na Academia de estudos livres, creada pelo arrojo patriotico d'alguns bellos rapazes, a cujo lado tive a fortuna de congregar para a propaganda e para o ensino um escol de trabalhadores. Deb toda esta convergencia de vontades, - que não recordo sem viva saudade -, saiu a honrosa participação de Portugal no Congresso pedagogico hipano-português-americano celebrado em 1892. Para prestigio da minha campanha de muito valeram as preciosa relações, de grata intimidade intellectual, que, desde a minha viagem de 1886, pude travar com alguns dos mais espiritos d'outras nações." (prefácio do autor no livro)

Preço:39,00€

Referência:14848
Autor:GUIMARÃES, Ribeiro
Título:SUMMARIO DE VARIA HISTORIA. Narrativas, lendas, biographias, descripções de templos e monumentos, estatisticas,costumes civis, politicos e religiosos de outras eras.
Descrição:

Em Casa de Rolland & Semiond, Lisboa, 1872 a 1875. 5 Vols. encadernados em 2. In-8º de 232-238-238-(4) e 247-241-(3) págs. Encadernações coevas meias em pele com com florões dourados em casas abertas. Colecção completa desta estimada obra.

RARO.

Observações:

Importante colectânea de interessantíssimos artigos publicados pelo autor durante 15 anos no "Jornal do Commercio" abrangendo diversos assuntos de grande curiosidade histórica como por exemplo artigos sobre a história e a cronologia completa e detalhada da devoção de Nossa Senhora do Cabo Espichel, as igrejas de Santo António da Mouraria, Santo Antonio do Rato, Nossa Senhora dos Martires e das festas profanas dos impérios do Espírito Santo, que tiveram a sua última expressão na Guia, em Cascais, onde os homens de negócio do século dezanove iam em procissão, as recordações da Marquesa de Alorna, os botequins do chiado e a freira santa da annunciada. De elevado interesse camoneano pelas inúmeras referências  ao longo dos três primeiros tomos.

José Ribeiro Guimarães é o nome do autor, nasceu em Coimbra em 1818 e faleceu no ano de 1877 em Lisboa. Foi bacahrel em Direito pela Universidade de Coimbra e redactor do Jornal do Comércio.
Inocêncio, tomo XIII, p. 181 e tomo XV, p. 336.

Preço:120,00€

Referência:14847
Autor:CASTRO, Sérgio
Título:CAMILLO CATELLO BRANCO. Typos e Episodios da Sua Galeria
Descrição:

Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1914. In-8.º de 3 volumes com 334, 302 e 372 págs. respectivamente. Encadernações editoriais em skivertx vermelho com ferros vegetalistas gravados a negro e dizeres dourados nas pastas. Exemplares em  muito bom estado de conservação.

Primeira edição. INVULGAR.

Observações:
Preço:75,00€

Referência:14846
Autor:SARMENTO, Julião
Título:75 FOTOGRAFIAS 35 MULHERES 42 ANOS
Descrição:

Athena - Babel, Lisboa, 2011. In-4º de 102 págs. Encadernação editorial cartonada com sobrecapa.

 

Observações:

Do texto introdutório de Sérgio Mah:

"... 75 fotografias, 35 mulheres, 42 anos refere-se àquilo que objectivamente descreve: um certo número de fotografias, que teve como assunto um certo número de mulheres, e que foram realizadas ao longo de um certo tempo, medido pelo intervalo entre a data da primeira e da última fotografias. O segundo aspecto que o título dá a perceber é o arco tipológico (e conceptual) formado por gráficos de mulheres. Nesta sequ|encia, estamos confrontados com a demarcação de um género, de um modo concreto de representação e de um tema central ...".

Preço:40,00€

Referência:14845
Autor:HERCULANO, Alexandre
Título:ESTUDOS SOBRE O CASAMENTO CIVIL por occasião do opusculo do Sr. Visconde de Seabra sobre este assumpto (junto com: DUAS PALAVRA SOBRE O CASAMENTO de Visc. de Seabra)
Descrição:

Typographia Universal, Lisboa, 1866. In~8 de 175-(1) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele vermelha com dizeres dourados na lombada. Ligeiro aparo marginal. Miolo muito fresco e limpo.

Encadernado junto com: SEABRA, Visconde de - DUAS PALAVRAS SOBRE O CASAMENTO PELO REDACTOR DO CÓDIGO CIVIL. Imprensa Nacional, Lisboa, 1866. In-8º de 51 págs.

 

Observações:

Ao tempo este assunto foi bastante polémico tendo sido este título, composto por 3 séries de textos, sem dúvida, um contributo importante para o debate "violento" do problema da secularização do estado e suas instituições. As três séries dizem respeito a: I) - Das tradições antigas da Igreja e da nação portuguesa acerca dos consorcios estranhos aos sacramentos do matroimónio; II) - O casamento civil perante o concílio de Trento e perante a Theologia e III) - O casamento civil nas leis e costumes de Portugal depois do Concilio de Trento.

Preço:65,00€

Referência:14844
Autor:SEABRA, Eurico de
Título:A EGREJA, AS CONGREGAÇÕES E A REPÚBLICA. A separação e suas causas. Estudo documenrtal e crítico.
Descrição:

Typographia Editora José Bastos, Lisboa. In~8ºde 2 vols. com 515-(1)-XIII-(3) e (6)-693-XXIV-(2) págs. respectivamente. Brochado com capas ligeiramente empoeiradas. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade e gramagem, provávelmenmte de um tiragem especial não declarada. Exemplares autenticados no verso da capa de brochura, com assinatura pelo punho do autor. Rúbricas de posse coeva no frontspício.

MUITO INVULGAR.

Observações:

Obra de forte cunho anticlerical, ataca a Igreja e defende as leis de 8 de Outubro de 1910 (proibição total das congregações religiosas e dos jesuítas) e de 21 de Abril de 1911 (Separação do Estado e da Igreja) e saiu num Portugal que, ao tempo, viveu um ambiente de «guerra religiosa» nos primeiros anos da I República (1910-1917), em que as populações nem sempre foram submissas, recusando-se a abandonar crenças e tradições em obediência a uma legislação redigida por livres-pensadores que não aceitavam os quadros mentais e sociais existentes. O combate fez-se em diversas frentes: a escola, o registo civil, as corporações cultuais, as normas restritivas aos atos de culto, a integração ou rejeição do programa republicano por parte do clero.

O primeiro volume versa:
"A Egreja actual. Intransigencia dogmática. Roma adversa ao constitucionalismo e à democracia. Mercantilismo catholico. Jesuitismo. Clericalismo. Congreções. política e ensino da Egreja."

O segundo voluime abarca:
"Causas da separação portugueza. Os jesuitas, a Egreja a as congregações em Portugal. Os religiosos e a Egreja adversos ao constitucionalismo e à democracia. Vida mercantil, política e amorosa dos jesuitas e congreganistas. A Santa Sé, o clero e o novo regimen. Ciommentario à lei da separação. Um inquérito ao clero. A lei no parlamento."

Eurico de Couto Nogueira Seabra (Porto, 1871-1937), professor em Coimbra, foi autor de obras literárias, obras de economia e de direito comercial, de uma história sumária de Portugal e de várias obras em defesa das teses mais extremistas do Partido Democrático de Afonso Costa, sobre a questão religiosa.

Preço:90,00€

Referência:14843
Autor:Sem autoria
Título:A MAÇONARIA DESMASCARADA OU COLLECCAO DOS ARTIGOS DO ECHO DE ROMA ANALYSANDO A CIRCULAR DO CAP.˙. PR.˙. FEDERACAO DE 22 DE SETEMBRO DE 1871 E A PRANCH.˙. DO IR.˙. GOMES FREIRE AO IR.˙. OTTO. ASSIM COMO A D'ESTE CAV.˙. R.˙. ╬ .˙. VEN.˙. AO REDACTO
Descrição:

Editor J. A. Teixeira de Freitas Guimarães. Guimarães. [Imprensa Popular de Mattos Carvalho & Vieira Paiva. Porto. 1872]. In-8º de 274-IV págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele azul. Ligeiro aparo marginal generalizado. Miolo bem conservado.

 

Não saíram dos prelos de Guimarães, é contudo uma edição vimaranense. Obra de raro aparecimento no mercado.

Observações:

Precedida d'uma carta-introducção e annotada por Um Redactor do Echo de Roma. Obra dedicada aos Bispos do Rio de Janeiro e Pará.

 

Preço:80,00€

Referência:14842
Autor:PINTO, Manoel de Sousa
Título:DANÇAS E BAILADOS
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, 1924. In-8º de 294-(1) págs. Brochado e ilustrado com desenhos e caricaturas modernistas da autoria de Alice Rey Colaço, António Carneiro Tovar , Almada Negreiros , Bernardo Marques entre muitos outros. Muito bom estado de conservação.

Observações:

Diz-nos Maria João Castro (Fundação António Quadros, 2009) que Manuel Sousa Pinto "... talvez o único crítico esclarecido da época, parece ter entendido a importância dos Ballets Russes, escrevendo fluentemente sobre a companhia, sendo o primeiro a gizar uma certa ideia de inspiração nos russos para a criação de uma companhia nacional. Ele publica na revista Atlântida de 15 de Dezembro de 1917 (dois dias após a estreia dos Ballets Russes no Coliseu de Lisboa), a sua apreciação a três ballets (continuando o artigo em Janeiro e Fevereiro 1918), artigo esse ilustrado com desenhos de Almada Negreiros.
Depois, Manuel de Sousa Pinto defende os modelos folclóricos numa espécie de manifesto pela dança portuguesa nas suas Danças e Bailados , livro publicado em 1924, e passo a citar: “A dança portuguesa, bailados portugueses? Porque não? O difícil é lançar a semente. Depois as flores nascem (…) há principalmente uma maneira bem portuguesa de dançar, que muito conviria aprofundar, estilizar, desenvolver” .

Preço:23,00€

Referência:14841
Autor:RIBAS, Tomaz
Título:A DANÇA E O BALLET no passado e no presente
Descrição:

Arcádia, Lisboa, 1959. In-8º de 304-(2) págs. Brochado. Ilustrado à parte com fotogravuras de coreógrafos, vedetas, dançarinas e cenas de palco. Bem conservado salientadno apenas um ligeiro amarelecimento próprio da acção do tempo sobre este tipo de papel típico da época.

Observações:

Tomás Emílio Leopoldo de Carvalho Cavalcanti de Albuquerque Schiappa Pectra Sousa Ribas, mais conhecido apenas como Tomás Ribas (Viana do Alentejo, 1918 - Lisboa, 1999) foi  escritor, encenador, professor e jornalista português de certa projeção no panorama cultural nacional e certos círculos culturais da capital entre os anos 50 a 70 do século passado. Depois de ter passado, sem conclusão, pelo curso Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, entrou no Conservatório Nacional, onde tirou o curso especial de Dança e Coreografia, área onde, mercê de várias bolsas, viagens pela Europa e pelas Américas, se tornou uma personalidade incontornável nessa área em Portugal. Tem no seu reportório de livros publicados uma larga obra sobre as artes do espectáculo, com biografias, roteiros patrimoniais, recolhas etnográficas e monografias, tal como artigos na comunicação social e obras de ficção literária.

Obra destinada para um público baletómano, inclui ainda artigos publicados na imprensa periódica nacional e, ainda, 1) um vocabulário dos principais termos técnicos usados na Dança e no Ballet, um roteiro para a formaçãop de uma discoteca de música de Ballet e uma pequena bibliografia. Dado o então carácter "embrionário" da disciplina artística aqui versada, o autor não apresentou nesta obra qualquer tipo de ensaio ou capítulo dedicado ao Ballet em Portugal, bailarinos, cenógrafos e compositores de Ballet portugueses esclarecendo ele no prefácio que "... para evitar alguns dissabores quem relacionados com o assunto, o seu primeiro livro lhe acarretou como também porque a experiência lhe ditou ser ainda cedo para falar de uma coisa que, verdadieramente não existe em Portugal ...".

Livro classifcado como sendo dos pioneiros neste tema editados em Portugal.

 


 

Preço:17,00€
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