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Ref.: | 8430 |
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Autor: | | |
Título: | MANUSCRITO DE COZINHA | |
Desc.: | In-fólio de 220 páginas manuscritas pela frente e verso a diversas mãos (identificadas 4 distintas) com títulos caligráficos de receitas belamente desenhadas em floreados e letras estilizadas, algumas com trabalho artístico elaborado. Manuscrito muito legível e muito cuidado. Algumas receitas estão assinadas Poiares, 1929 & 1930 (Vila Nova de Poiares, concelho de Coimbra).
Livro acondicionado em caixa própria tipo "slipcase" albergando no fundo, em pasta própria mais 5 conjunto manuscritos de receitas, soltas e anexas ao livro manuscrito. PEÇA DE INTERESSE PARA A GASTRONOMIA REGIONAL com imensas receitas inéditas e outras quase desconhecidas.
Capas apresentando sinais de manuseamento, mas miolo muito limpo mantendo a sonoridade original do papel. | |
Obs.: | As primeiras 6 folhas dedicam a assentos de nascimentos, óbitos e casamentos da família de João António Cavaleiro (n. 1865, Rio de Janeiro - m.?, Viseu). |
Preço: | 350 € |
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Ref.: | 8405 |
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Autor: | | |
Título: | PAN- Fascículo de Poesia | |
Desc.: | Edição dos autores (Coimbra Editora Limitada), Coimbra, 1958. In-8º de 16 págs. Brochado. Por abrir. RARO. | |
Obs.: | "Número Único editado pelos seus colaboradores em Coimbra.
Daniel Pires diz-nos "...Segundo Eduíno de Jesus, a ideia de lançar esta publicação terá partido de Rui Mendes. A revista não era formada por um grupo coeso, não apresentando assim um projecto poético definido.
Na opinião de Maria de Fátima Marinho, a revista e muito especialmente a poesia de Eduino de Jesus, "prenuncia a poesia experimental"..." (in Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa).
Com um desenho da autoria de Aureliano Lima. Apresenta poemas de Aureliano Lima, Eduino de Jesus, José Ferreira Monte, Jorge de Sampaio e Rui Mendes |
Preço: | 60 € |
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Ref.: | 8410 |
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Autor: | AUGUSTO-FRANÇA, José | |
Título: | NATUREZA MORTA. Romance | |
Desc.: | Casa do estudante no Brasil, Lisboa, 1949. In-8º de 277-(1) págs. Encadernação editorial em sintético vermelho, com cercadura dourada nas pastas e com dizeres dourados na lombada. Ostenta uma dedicatória autógrafa a MONIZ PEREIRA, o seu companheiro do Grupo Surrealista de Lisboa. Trata-se da PRIMEIRA EDIÇÃO DA SUA PRIMEIRA PRODUÇÃO LITERÁRIA, bastante invulgar no mercado. | |
Obs.: | Natureza Morta, é um romance escrito pouco tempo depois de sua viagem para Angola.
"...Seu nome é frequentemente associado ao surrealismo português, movimento do qual participou ativamente exercendo atividades sobretudo ligadas à crítica, no período em que integrou o Grupo Surrealista de Lisboa, fundado em outubro de 1947. Contudo, é no ano de 1949 que sua ligação com o surrealismo se acentua em virtude não apenas da realização da I Exposição Coletiva do grupo, mas também da publicação de seu Balanço das actividades Surrealistas em Portugal. Data do mesmo ano a publicação de Natureza Morta, romance escrito pouco tempo depois de sua viagem para Angola, e que, embora seja alvo de poucas análises críticas, estas nem sempre revelam uma unanimidade em relação à sua classificação como romance surrealista.
Se a classificação deste romance é capaz de suscitar questionamentos, a afirmação de que 1949 é um ano significativo da atuação de José-Augusto França como crítico e como romancista revela-se como uma certeza. Assim, foi com o propósito de investigar as contibuições por ele dadas ao mundo das artes no ano de 1949 que este trabalho foi desenvolvido, tomando-se como como eixo norteador para as discussões nele levantadas os seguintes fatos: 1) a atuação do escritor no Grupo Surrealista de Lisboa; 2) a importância do Balanço das Actividades Surrealistas em Portugal; 3) a escrita de Natureza Morta.” (Isabelita Crosariol).
José Augusto França, ensaísta e crítico de arte, licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas, doutorou-se em Letras e Ciências Humanas pela Sorbonne e é professor catedrático jubilado (1974-1992) da Universidade Nova de Lisboa, onde dirigiu o Departamento de História de Arte. Membro da Academia Nacional de Belas-Artes, tendo sido seu presidente entre 1977-1980, da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Real de S. Fernando (Espanha), é membro honorário do Comité International d'Histoire de d'Art, e presidente de honra da Association Internationale des Critiques d'Art. Foi ainda presidente do ex-Instituto de Cultura e Língua Portuguesa e director do Centro Cultural Calouste Gulbenkian, em Paris.
Enquanto teórico e divulgador, pertenceu ao Grupo Surrealista de Lisboa, de que fizeram parte, entre outros, Mário Cesariny de Vasconcelos e Alexandre O'Neill. Colaborou, com artigos de crítica de arte e cinema, em inúmeras revistas e jornais literários portugueses e estrangeiros, destacando-se, no último caso, Art d'Aujourd'hui e Cahiers du Cinema.
É um dos mais conceituados historiadores e ensaístas contemporâneos, com cerca de 200 obras publicadas em áreas distintas. Publicou numerosas obras sobre história da cultura e da arte como, A Arte em Portugal no Século XIX (1966), A Arte em Portugal no Século XX (1974), Amadeo de Souza-Cardoso, o Português à Força (1956), Almada Negreiros, o Português sem Mestre (1974), O Romantismo em Portugal (1975), História da Arte Ocidental 1780-1980 (1987), Os Anos 20 em Portugal (1992), entre outras. Dirigiu as revistas Unicórnio (1951-1956) e Colóquio/Artes (1970, até à sua extinção, em 1996). Publicou Memórias para o Ano 2000, (Livros Horizonte).
Na ficção, o seu primeiro romance, Natureza Morta, foi publicado em 1949, ao qual se seguiu, em 1958, um livro de contos. Depois de um longo interregno, tem vindo a publicar na última década com mais regularidade, destacando-se as obras Buridan (2002), A Bela Angevina (2005), José e os Outros (2006), Ricardo Coração de Leão (2007), João sem Terra (2008) e A Guerra e a Paz (2010).
Numa escrita ora capaz de evocar pinceladas rápidas e precisas e de nos transportar para o universo das artes plásticas, ora semelhante à objectiva de uma máquina fotográfica, de acordo com as diferenças de tom, de luminosidade e de perspectiva, o autor vai criando imagens que se impõem pela vibração que se lhes escapa dos contornos. Parte de uma frase ouvida, de quaisquer palavras lidas, de alguém que avistou na rua, de pequenos pormenores, em suma, de insignificantes nadas, e imagina o resto, o que aconteceu ou poderia ter acontecido, misturando realidade e fantasia e construindo o que Eugénio Lisboa considera o “surpreendente testemunho de combinações improváveis: abundância e exigência, banalidade e sofisticação, obstinação e desenvoltura, pungência e malícia, melancolia e ironia, leveza e profundidade, rapidez e demora” (Joana Marques de Almeida).
Para uma análise mais aprofundada sobre a qualidade literária deste título, ver:
http://revistaliter.dominiotemporario.com/doc/criticaeficacaodejoseagustusofranca.pdf
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Preço: | 175 € |
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Ref.: | 8396 |
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Autor: | BRANDÃO, Raul | |
Título: | OS PESCADORES. Prefácio de Manuel Mendes | |
Desc.: | Editorial Estudos Cor, Lisboa, 1957. In-4.º de 194(1) págs. Brochado. Profusamente ilustrado, ao longo do texto, com belíssimas fotografias . Esmerada edição impressa em papel encorpado numerada e confinada a 1000 exemplares numerados. | |
Obs.: | Encerra os seguintes capítulos: Foz do Douro; De Caminha à Póvoa; A Pesca da sardinha; A Ria de Aveiro; Palheiros de Mira; Mulheres; A Morte do Arrais; Alguns Tipos; As Berlengas; Nazaré; Lisboa, Setúbal, Sesimbra e Caparica; Olhão; A Pesca do Atum; Sagres. |
Preço: | 75 € |
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Ref.: | 8473 |
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Autor: | CORTE-REAL, Antonio Moniz Barreto | |
Título: | BELLEZAS DE COIMBRA (Parte primeira) | |
Desc.: | Real Impresna da Universidade, Coimbra, 1831. In-8º de 203 págs. Encadernação coeva em carneira mosqueada, com decoracção vitoriana na lombada. Rótulo de pele vermelha com dourados. BOM EXEMPLAR mantendo a sonoridade original do papel. Rubrica de posse coeva no frontspício. PEÇA DE COLECÇÃO | |
Obs.: | Trata-se da primeira e única parte publicado desta interessante monografia que versa essencialmente os monumentos e as gentes de Coimbra. INVULGAR.
Inocêncio, I-207
Encerra os seguintes capítulos: Fundação de Coimbra; Vista de Coimbra; A Quinta das Lagrimas; A Fonte dos Amores; As Ruinas do Mosteiro de Santa Clara; o Novo Mosteiro de Santa Clara; S. Francisco da Ponte; A ponte; o Mondego; O Convento de São Domingos; Fundação do Mosteiro d S. Cruz; Reedificação do Mosteiro; Trasladação das Reliquias Reais; Sacristia e outros lugares notaveis; O Santuario; a Quinta de Santa Cruz; O Tumulo de Ignez de Castro, o Mosteiro de S. Anna; a Sé Velha; o Bosque dos Jesuitas; o Castello, O Penedo da Saudade, S. Antonio dos Olivais, SAnta Comba, o Palacio do Infante D. João; a Igreja de Salvador; o Aqueducto de São Sebastiao; Cheia do Mondego em 1831; a Sé Nova e os Jesuitas; o Seminario do Bispo; a Igreja do Collegio de N. Senhora do Carmo. |
Preço: | 85 € |
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Ref.: | 8425 |
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Autor: | FONSECA, Branquinho da | |
Título: | RIO TURVO e outros contos. | |
Desc.: | Editorial Inquérito Lda, Lisboa, 1945. In-8.º de 235(5) págs. Br. Capas de brochura ilustrado a cores por Bernardo Marques (apresentando pequenos marginais; capa posterior com aparo editorial). | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO de "um dos mais belos livros de contos que se têm publicado em Portugal" e que, segundo a apreciação dos críticos, "veio abrir caminhos singulares ao conto nacional". |
Preço: | 30 € |
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Ref.: | 8450 |
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Autor: | HELDER, Herberto | |
Título: | O CORPO O LUXO A OBRA | |
Desc.: | Edições &etc (aliás CONTRAPONTO), Lisboa, 1978. In-8º de 19-(5) págs. Brochado. | |
Obs.: | Exemplar da segunda edição deste importante texto do surrealismo português, com um extra-texto de Carlos Ferreiro e um texto preliminar de Maria Estela Guedes. |
Preço: | 100 € |
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Ref.: | 7629 |
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Autor: | HELDER, Herberto | |
Título: | NOVA - MAGAZINE DE POESIA E DESENHO | |
Desc.: | Edição de Herberto Helder, Lisboa, 1975/76. IN-8.º de dois volumes com 176 e 195 páginas respectivamente.
Organização de António Paulouro, António Sena, e Herberto Helder. | |
Obs.: | A Nova foi uma revista que contou com apenas dois números separados por um período de seis meses: o primeiro saiu em Setembro 1975 e o segundo, e último, em Março 1976. Escrita a duas línguas– português e castelhano– foi uma publicação que, após o 25 Abril, pretendeu ser também um espaço de colaborações e abertura ao mundo, como publicado no editorial da Nova 1: “Pelo lado que podemos, daremos parte de poemas, desenhos e textos de reflexão sobre as matérias, de autores de Espanha, Portugal, Brasil, América Hispánica e Países Africanos onde se pratica o português e o castelhano. Neste primeiro número verifica-se gente espanhola, portuguesa, brasileira, cubana e moçambicana. Veja-se que é já festejável.”
Era notória a vontade de trabalhar para além das fronteiras definidas pelo Estado Novo, essa vontade de fazer um projecto editorial que pudesse ser uma possibilidade à mudança política sem hierarquias. |
Preço: | 150 € |
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Ref.: | 8403 |
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Autor: | PASCOAES,Teixeira de | |
Título: | ELEGIA DO AMOR. | |
Desc.: | Lisboa. MCMXXVI. (Imprensa Lucas & Cª). In- 8º de 21- (I) págs. Br. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO |
Preço: | 28 € |
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Ref.: | 8409 |
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Autor: | [GUERREIRO, José António & D. Pedro de Sousa Holstein, (1º Marquês de Palmela)] | |
Título: | MANIFESTO DOS DIREITOS DE SUA MAGESTADE FIDELISSIMA A SENHORA DONA MARIA SEGUNDA; e a Exposição da QUESTÃO PORTUGUEZA | |
Desc.: | Richard Taylor, Londres, 1829. In-4º de 62-186 págs. Encadernação moderna meia francea em pele castanha, com rótulos vermelhos na lombada. Frontispício espelhado, assim com as três folhas seguintes, com ligeiro e pontual prejuizo de leitura. Ligeira mancha de humidade marginal. Apesar dos defeitos apontados, o exemplar encotnra-se em muito bom estado de conservação. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO, RARA~
"Os exemplares da edição original de Londres poucas vezes apparecem no mercado.… É o Manifesto havido como escripto de muita importancia, assim pela materia de que tracta, como pela riqueza de documentos que se lhe annexaram." Innocêncio t. V, p. 346.
Depois de Manifesto, seguindo-se de cópias de importantes documentos históricos suportando a causa de D. Maria. O trabalho foi compilado por José António Guerreiro, responsável pelos detalhes legais e pelo Duque de Palmela, para questão diplomática e histórica. Os documentos são assinados por D. João VI, D. Miguel, D. Pedro, Lord Aberdeen, entre outros.
José António Guerreiro (1789–1834) era oriundo de São Martinho de Lanhelas, perto de Caminha (concelho de Coimbra). Em 1821 foi eleito deputado da Corte Constitucional. Seguem-se nomeações para o Tribunal de Liberdade de Imprensa. Serviu o ministro da justiça até 28 Maio de 1823, e ocupou o mesmo posto sob a Carta Constitucional de 1826 e 1827. Em 1828 foi nomeado membro da Regência de D. Maria II na Ilha da Terceira, servindo até D. Pedro tomar conta da Regência. Não morreu jovem e foi provávelmente Guerreiro uma das figuras de liderança da Política Portuguesa da segunda metade do século XIX. O 1º Duque dePalmela (Turin, 1781–Lisboa, 1850) foi um dos líderes Portugueses da primeira metade de século XIX. ele representou Portugal na conferencia de Bayonne em 1808, no Congresso de Viena em 1814, e no Congresso de Paris em 1815. Depois de servir brevemente o Ministro da Corte em St. James, ele tornou-se secretario de estado dos assuntos estrangeiros na Corte Portuguesa nio Rio de Janeiro. Depois tornou-se primeiro minsitro e intitulado Marquês em 1823. Quando D. Miguel deixou o trono em 1828, Palmela ao lado da oposição, partiu para Inglaterra. Dom Pedro I, Emperador do Brazil, elegeu-o defensor da sua filha D. Maria II, e actuou como seu representante em Inglaterra. Em 1830 ele deixou a regência nos Açores. Quando D. Pedro tomou cargo da regência em 1832, ele nomeou Palmela seu primeiro ministro. Ele serviou como Primeiro Ministro da recém formada monarquia constitucional em portugal de 24 de Septembro, 1834 até 4 de Maio de 1835. Ele tornou-se novamente Primeiro Ministro por dois anos em Fevereiro de 1842 e Março a Outubro 1846. Palmela foi também um grande bibliofilo; são vistos no mercado diversos livros raros com o seu "carimbo de posse". Esta obra foi também publicada em Rennes, 1831; Coimbra, 1836 & 1841. Também existe uma edição impressa em Paris (1830). |
Preço: | 240 € |
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Ref.: | 8481 |
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Autor: | [HELDER, Herberto et al.] | |
Título: | CALIBAN 2 | |
Desc.: | Tipografia Litografia Globo, Limitada. Lourenço Marques, 1971. In-8º de 36 págs. Brochado e por abrir. Coordenação e edição de João Grabato Dias & Rui Knopfli. APENAS O NÚMERO 2 desta prestigiada revista que conheceu apenas 4 números, sendo duplo o último fascículo 3/4. | |
Obs.: | Muito rara revista ultramarina – cujo nome é de inspiração shakespeareana – «fechada pela PIDE, em 1972» (segundo Daniel Pires, Dicionário das Revistas Literárias Portuguesas do Século XX, Contexto Editora, Lisboa, 1986).
Dentre os colaboradores, nota-se o alto gabarito das escolhas obtidas pelos coordenadores, incluindo neste núemro 2: Herberto Helder, António Ramos Rosa, [João da] Fonseca Amaral, Lourenço de Carvalho, Frei Joannes Grabato Dias, Rui Knopfli.
A participação de Herberto Helder neste número, essa, pode ser considerada única, porque «Movimentação Errática» virá a ser revista e fraccionada entre a sua “prosa” introdutória e o poema que a ilustra, seguindo este último, já baptizado «Texto 1», para o núcleo «Antropofagias» de Poesia Toda (vol. 2, Plátano Editora, Lisboa, 1973) e, a referida “prosa”, para o livro Photomaton & Vox (Assírio & Alvim, Lisboa, 1979).
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Preço: | 65 € |
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