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Livros do mês: Maio 2022
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Montra de Destaques

Referência:14853
Autor:AAVV
Título:PENTÁGONO. Revista Cultural.
Descrição:

Coimbra, 1956. In-8º de 42 págs. Brochado com raros picos de humidade na capa. Miolo em muioto bom estado.

Observações:

Revista académica coimbrã, único número publicado, de raro aparecimento no mercado (provável restrita tiragem). Foram directores Ezequiel Lúcio Mendes Eça, José Santos Viegas e Afinso Jesus Craveiro.

Logo abrir a revista, na primeira página, lê-se o seguinte:

"A ideia de criar uma revista com os moldes que nos propomos, nasceu da necessidade de um levantamento do nível intelectual daqueles que deveriam ser cultores do espírito, e são simplesmente futebolistas... ou nem isso. "Não desejamos combater o futebol ou quaisquer outras atividades desportivas, mas reduzi-las aos seus significados. "Ninguém quer atacar a mentira de frente. Ninguém quer dizer a certos escritores que os seus livros não prestam, que as suas produções não têm direito de existência. "Nós iremos sem rebuços contra os arroubos frenéticos e desenfreados da prolixa simbiose de mistificação e estupidez de alguns senhores que se intitulam escritores modernistas ou contra essas lamentações piegas de românticos tarados, paranóicos. Queremos |or freio nessa anárquica literatura sem finalidades e mostrar o camimnho do Belo e na Harmonia. Não somos por ninguém nem por nenhuma escila. Somos pelo valor. Não pouparemos críitcas, como não nos eximiremos a elas... ".

Publicação alinhada com preocupações de carácter político e social. Colaboraram Eduíno de Jesus (Arte primitiva e Arte popular); João Motta Veiga (O Direito de errar) e (Entrevista com Fernando Heitor Pinto Gomes Teixeira, Presidente do Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra); José Sarmento (Paul Gaugin); Manuel Henriques (Canto para uma jovem amante); José Afonso (sem título - Densa é a escuridão das noites, para os músicos ...); Maria Luísa Soares (sem título -  Ela era o centro do mundo); Santos Viegas (Individualismo Consciente) Ezequiel Luzio Mendes Eça (Micro-Panorama histórico da Filosofia antiga); Claro da Fonseca (Crítica de cinema).

 

 

Preço:75,00€

Referência:14847
Autor:CASTRO, Sérgio
Título:CAMILLO CATELLO BRANCO. Typos e Episodios da Sua Galeria
Descrição:

Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1914. In-8.º de 3 volumes com 334, 302 e 372 págs. respectivamente. Encadernações editoriais em skivertx vermelho com ferros vegetalistas gravados a negro e dizeres dourados nas pastas. Exemplares em  muito bom estado de conservação.

Primeira edição. INVULGAR.

Observações:
Preço:75,00€

Referência:14845
Autor:HERCULANO, Alexandre
Título:ESTUDOS SOBRE O CASAMENTO CIVIL por occasião do opusculo do Sr. Visconde de Seabra sobre este assumpto (junto com: DUAS PALAVRA SOBRE O CASAMENTO de Visc. de Seabra)
Descrição:

Typographia Universal, Lisboa, 1866. In~8 de 175-(1) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele vermelha com dizeres dourados na lombada. Ligeiro aparo marginal. Miolo muito fresco e limpo.

Encadernado junto com: SEABRA, Visconde de - DUAS PALAVRAS SOBRE O CASAMENTO PELO REDACTOR DO CÓDIGO CIVIL. Imprensa Nacional, Lisboa, 1866. In-8º de 51 págs.

 

Observações:

Ao tempo este assunto foi bastante polémico tendo sido este título, composto por 3 séries de textos, sem dúvida, um contributo importante para o debate "violento" do problema da secularização do estado e suas instituições. As três séries dizem respeito a: I) - Das tradições antigas da Igreja e da nação portuguesa acerca dos consorcios estranhos aos sacramentos do matroimónio; II) - O casamento civil perante o concílio de Trento e perante a Theologia e III) - O casamento civil nas leis e costumes de Portugal depois do Concilio de Trento.

Preço:65,00€

Referência:14855
Autor:MAZAREM, Joaquim da Rocha
Título:COMPILAÇÃO DE DOUTRINAS OBSTETRICAS EM FORMA DE COMPENDIO PARA INSTRUCÇÃO DOS QUE SE DEDICÃO AO ESTUDO DESTA ARTE por ...
Descrição:

Na Imprensa da Rua dos Fanqueiros, Lisboa, 1933. In-4º de 395-(1) págs. Encadernação coeva inteira de carneira marmoreada com lombada decorada a ouro ao gosto victoriano e rótulo de pele verde com dizeres dourados. Miolo mantendo a sonoridade original do papel saudável. SEM DEFEITOS APONTAR.

Observações:

Em 1823 surge do mesmo autor uma obra com título Compêndio de Obstetrícia. Inocêncio não refere nenhuma edição anterior 1833 mas cita Recopilação da arte de partos, ou quadro elementar obstetricio para instrucção das aspirantes que frequentam o curso de partos, Lisboa, 1838.

A obra que se apresenta foi escrita para os estudantes da Escola Médico-Cirúrgica em Lisboa. Ela discute a anatomia do pelvis e do útero, a concepção, ,tipos de gravidez desenvolvimento do feto, o processo de nascimento e suas possíveis complicações, modos de cuidar dos recém nascidos e enfermagem. Rocha Mazarem apresenta no prefácio uma tradução de vários atrtigos do Dictionnaire de Médecine, mas também acrescenta muito à custa da sua própria experiência médica: "... muitas cousas são propriedade minha, fructo de meditação e prática" (p. 3). Ferreira de Mira descreve este título como sendo um original e pioneiro que teve duas edições (p. 385) e comenta: " ... O compêndio de Mazarem é mais digno de apreço, ao mesmo tempo pela sua concisão e pelo rigor na indicação das operações cirúrgicas necesárias em clínica obstétrica. Foi lido por várias gerações de parteiros e dele se fez ainda uma edição em 1843 ... " (p. 286).

Inocêncio tomo IV, p. 150; tomo XII, p.139.
Catálogo da colecção portuguesa II, Faculdade de Medicina, Lisboa p. 275 refere apenas esta edição.
Pires de Lima, Catálogo da Bibliotheca da Escola Médico-Cirurgica do Porto refere também o Compendio de obstretricia, Lisboa 1823 (nº. 2677).
Ferreira de Mira, em História da medicina portuguesa p. 277, 281, 286, 327, 350, 385, 421, 485.
A Library of Congress catálogo online não refere esta edição.
A Biblioteca Nacional de Portugal apenas refere um exemplar.

São muito RAROS os exemplares em PRIMEIRA EDIÇÃO deste tratado (um dos pioneiros) de obstetricia do transmontano de Chaves Rocha Mazarem.

Joaquim da Rocha Mazarem nasceu em Chaves, Portugal, em 12 de dezembro de 1775. Licenciou-se em cirurgia na Escola Cirúrgica do Hospital São José, em Lisboa, em 1806. Em 1807 acompanhou a vinda da família real para o Brasil como primeiro-cirurgião da Nau Príncipe Real. No Brasil foi nomeado lente de anatomia na Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro (1808), implantada por José Correia Picanço, e primeiro-cirurgião do Real Hospital Militar, do morro do Castelo. Traduziu para o português as obras Indagações fisiológicas sobre a vida e a morte, de Bichat, e Novo ensaio sobre a arte de formular, de J. L. Aliber, além do Tratado de inflamação, feridas e úlceras, extraído da Nosografia cirúrgica, de Anselmo Richerand, obras originalmente publicadas em francês. Em 1821 regressou a Portugal junto com d. João VI. Em Lisboa assumiu diversos cargos como cirurgião da Armada e da Casa Real, lente de obstetrícia na Escola de Cirurgia de Lisboa, da qual foi diretor, e chefe da enfermaria de partos do Hospital São José. Publicou ainda numerosas obras, como Compilação de doutrinas obstétrica (1833) e o Anuário clínico da arte obstétrica (1825-1826). Morreu em Lisboa, em 21 de abril de 1849.

Preço:465,00€

Referência:14842
Autor:PINTO, Manoel de Sousa
Título:DANÇAS E BAILADOS
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, 1924. In-8º de 294-(1) págs. Brochado e ilustrado com desenhos e caricaturas modernistas da autoria de Alice Rey Colaço, António Carneiro Tovar , Almada Negreiros , Bernardo Marques entre muitos outros. Muito bom estado de conservação.

Observações:

Diz-nos Maria João Castro (Fundação António Quadros, 2009) que Manuel Sousa Pinto "... talvez o único crítico esclarecido da época, parece ter entendido a importância dos Ballets Russes, escrevendo fluentemente sobre a companhia, sendo o primeiro a gizar uma certa ideia de inspiração nos russos para a criação de uma companhia nacional. Ele publica na revista Atlântida de 15 de Dezembro de 1917 (dois dias após a estreia dos Ballets Russes no Coliseu de Lisboa), a sua apreciação a três ballets (continuando o artigo em Janeiro e Fevereiro 1918), artigo esse ilustrado com desenhos de Almada Negreiros.
Depois, Manuel de Sousa Pinto defende os modelos folclóricos numa espécie de manifesto pela dança portuguesa nas suas Danças e Bailados , livro publicado em 1924, e passo a citar: “A dança portuguesa, bailados portugueses? Porque não? O difícil é lançar a semente. Depois as flores nascem (…) há principalmente uma maneira bem portuguesa de dançar, que muito conviria aprofundar, estilizar, desenvolver” .

Preço:23,00€

Referência:14841
Autor:RIBAS, Tomaz
Título:A DANÇA E O BALLET no passado e no presente
Descrição:

Arcádia, Lisboa, 1959. In-8º de 304-(2) págs. Brochado. Ilustrado à parte com fotogravuras de coreógrafos, vedetas, dançarinas e cenas de palco. Bem conservado salientadno apenas um ligeiro amarelecimento próprio da acção do tempo sobre este tipo de papel típico da época.

Observações:

Tomás Emílio Leopoldo de Carvalho Cavalcanti de Albuquerque Schiappa Pectra Sousa Ribas, mais conhecido apenas como Tomás Ribas (Viana do Alentejo, 1918 - Lisboa, 1999) foi  escritor, encenador, professor e jornalista português de certa projeção no panorama cultural nacional e certos círculos culturais da capital entre os anos 50 a 70 do século passado. Depois de ter passado, sem conclusão, pelo curso Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, entrou no Conservatório Nacional, onde tirou o curso especial de Dança e Coreografia, área onde, mercê de várias bolsas, viagens pela Europa e pelas Américas, se tornou uma personalidade incontornável nessa área em Portugal. Tem no seu reportório de livros publicados uma larga obra sobre as artes do espectáculo, com biografias, roteiros patrimoniais, recolhas etnográficas e monografias, tal como artigos na comunicação social e obras de ficção literária.

Obra destinada para um público baletómano, inclui ainda artigos publicados na imprensa periódica nacional e, ainda, 1) um vocabulário dos principais termos técnicos usados na Dança e no Ballet, um roteiro para a formaçãop de uma discoteca de música de Ballet e uma pequena bibliografia. Dado o então carácter "embrionário" da disciplina artística aqui versada, o autor não apresentou nesta obra qualquer tipo de ensaio ou capítulo dedicado ao Ballet em Portugal, bailarinos, cenógrafos e compositores de Ballet portugueses esclarecendo ele no prefácio que "... para evitar alguns dissabores quem relacionados com o assunto, o seu primeiro livro lhe acarretou como também porque a experiência lhe ditou ser ainda cedo para falar de uma coisa que, verdadieramente não existe em Portugal ...".

Livro classifcado como sendo dos pioneiros neste tema editados em Portugal.

 


 

Preço:17,00€

Referência:14846
Autor:SARMENTO, Julião
Título:75 FOTOGRAFIAS 35 MULHERES 42 ANOS
Descrição:

Athena - Babel, Lisboa, 2011. In-4º de 102 págs. Encadernação editorial cartonada com sobrecapa.

 

Observações:

Do texto introdutório de Sérgio Mah:

"... 75 fotografias, 35 mulheres, 42 anos refere-se àquilo que objectivamente descreve: um certo número de fotografias, que teve como assunto um certo número de mulheres, e que foram realizadas ao longo de um certo tempo, medido pelo intervalo entre a data da primeira e da última fotografias. O segundo aspecto que o título dá a perceber é o arco tipológico (e conceptual) formado por gráficos de mulheres. Nesta sequ|encia, estamos confrontados com a demarcação de um género, de um modo concreto de representação e de um tema central ...".

Preço:40,00€

Referência:14843
Autor:Sem autoria
Título:A MAÇONARIA DESMASCARADA OU COLLECCAO DOS ARTIGOS DO ECHO DE ROMA ANALYSANDO A CIRCULAR DO CAP.˙. PR.˙. FEDERACAO DE 22 DE SETEMBRO DE 1871 E A PRANCH.˙. DO IR.˙. GOMES FREIRE AO IR.˙. OTTO. ASSIM COMO A D'ESTE CAV.˙. R.˙. ╬ .˙. VEN.˙. AO REDACTO
Descrição:

Editor J. A. Teixeira de Freitas Guimarães. Guimarães. [Imprensa Popular de Mattos Carvalho & Vieira Paiva. Porto. 1872]. In-8º de 274-IV págs. Encdernação coeva meia inglesa em pele azul. Ligeiro aparo marginal generalizado. Miolo bem conservado.

 

Não saíram dos prelos de Guimarães, é contudo uma edição vimaranense. Obra de raro aparecimento no mercado.

Observações:

Precedida d'uma carta-introducção e annotada por Um Redactor do Echo de Roma. Obra dedicada aos Bispos do Rio de Janeiro e Pará.

 

Preço:80,00€