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| Ref.: |
7253 |
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| Autor: |
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| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta dactilografada em folha dobrada em quatro, dimensões 21 x 29 cm, datado de 28 de Março de 1921. Assinada por Columbano Bordalo Pinheiro, Ernesto Condeixa, Roque Gameiro, Costa Mota, Francisco dos Santos, João Vaz. |
| Obs.: |
"Exm.º Snr. ... Um grupo de artistas vae realizar nos primeiros dias de Abril uma exposição de pintura e escultura no Salão da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Esperam os referidos artistas: Columbano, Condeixa, Roque Gameiro, Sousa Lopes, Malhôa, Costa Mota, Salgado, Francisco dos Santos, Simões de Almeida (sobrinho), Anjos Teixeira e João Vaz, que com o interesse que a esse conceituado jornal merecem os assuntos de arte, ele preste a sua indispensável publicidade de modo a despertar o interesse do público. Contando com a provada amabilidade de V. Ex.ª." |
Preço: |
180 € |
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| Ref.: |
5679 |
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| Autor: |
ANDRADE, Eugénio de; CRESPO, Ángel; CRUZ, Gastão; DIONÍSIO, Mário & FERREIRA, José Gomes |
| Título: |
HOMENAGEM POETICA A CARLOS DE OLIVEIRA |
| Desc.: |
Lote de 6 poemas dactilografados ao longo de 7 folhas (dimensão máxima de 22 x 31 cm), autografados no final a punho por cada um dos poetas (com excepção de Gastão Cruz e José Ferreira Gomes).
ANEXA-SE: 1) texto a stencil de divulgação da Homenagem a Carlos de Oliveira pela VÉRTICE; 2) conjunto de 31 composições gráficas originais que serviram de base para ilustrar o volume de homenagem da VÉRTICE; 3) folhas volantes respeitantes à dita homenagem.
As referidas ilustrações correspondem a fac-símiles de poemas manuscritos, capas de brochura, reproduções de fotografias de grupo entre diversas figuras da cultura portuguesa, cenas regionais, monumentos de Cantanhede, etc... |
| Obs.: |
Trata-se do conjunto completo respeitante à homenagem poética realizada pelos autores acima referidos ao poeta CARLOS DE OLIVEIRA e publicado na revista de cultura VÉRTICE (nº duplo 450/1) em 1982, por ocasião do 40º ano de publicação da referida Revista de Cultura, periódico em que Oliveira foi durante vários anos redactor. |
Preço: |
300 € |
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| Ref.: |
7098 |
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| Autor: |
ARCEBISPO INQUISIDOR GERAL |
| Título: |
CARTA PUREZA DE SANGUE a favor de Francisco Figueiredo Pereira e família (de Mortágua, bispado de Coimbra) |
| Desc.: |
Manuscrito caligráfico sobre pergaminho assinado pelo Arcebispo Inquisidor Geral da Cidade de Coimbra datado de 9 de Dezembro (?) de 1682. Dim: 37 x 25 cm. Apresenta um furo com falta de pergaminho e prejuizo de texto. RARO. |
| Obs.: |
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Preço: |
345 € |
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| Ref.: |
7343 |
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| Autor: |
BRANDÃO, Fiama Hasse Pais |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel, frente e verso, folha dobrada em seis, com dimensões 29,8 x 21,2 cm, assinado no final. Com indicação da data de 12 de Março de 1968. Dirigida a Joaquim Namorado. |
| Obs.: |
"Já se passaram alguns meses, creio, desde que o Carlos de Oliveira lhe falou na minha intenção de lhe enviar "OS SÍTIOS VIVOS" para a eventualidade de V. aceitá-lo inclui-los no Cancioniero Vértice. Entretanto, nestes meses que foram passando, não pensava na publicação imediata do livro. Agora, porém, desde a recente apreensão das "BARCAS NOVAS". Gostaria, pois, que V. me dissesse qualquer coisa em breve. Aproveito para lhe manifestar satisfação pela saída dos meus 4 poemas num dos números da Vértice do ano passado. Muito Cordialmente."
Fiama Hasse Pais Brandão (Lisboa, 15 de Agosto de 1938 — Lisboa, 19 de Janeiro de 2007) foi uma escritora, poetisa, dramaturga, ensaísta e tradutora portuguesa.
A sua infância foi passada entre uma quinta em Carcavelos e o St. Julian's School. Foi estudante de Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo sido um dos fundadores do Grupo de Teatro de Letras. Foi casada com Gastão Cruz.
Estreou-se como autora com Em Cada Pedra Um Voo Imóvel (1957), obra que lhe valeu o Prémio Adolfo Casais Monteiro. Ganha notoriedade no meio literário com a revista/movimento Poesia 61, em que publica o texto «Morfismos». É considerada como uma das mais importantes escritoras do movimento que revolucionou a poesia nos anos 60. Foi premiada em 1996 com o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores. O seu livro Cenas Vivas foi distinguido em 2001 com o prémio literário do P.E.N. Clube Português.
A sua actividade no teatro iniciou-se com um estágio, em 1964, no Teatro Experimental do Porto e com a frequência de um seminário de teatro de Adolfo Gutkin na Fundação Calouste Gulbenkian, em 1970. Em 1974, foi um dos fundadores do Grupo Teatro Hoje, sendo a sua primeira encenadora com Marina Pineda, de Federico García Lorca. Em 1961 recebeu o Prémio Revelação de Teatro, pela obra Os Chapéus de Chuva. É autora de várias peças de teatro.
Traduziu obras de língua alemã, de língua inglesa e de língua francesa, de John Updike, Bertold Brecht, Antonin Artaud, Novalis e Anton Tchekov, entre outros.
Colaborou em publicações como Seara Nova, Cadernos do Meio-Dia, Brotéria, Revista Vértice, Plano, Colóquio-Letras, Hífen, Relâmpago e A Phala. |
Preço: |
75 € |
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| Ref.: |
7033 |
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| Autor: |
BRANDÃO, Júlio |
| Título: |
BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO |
| Desc.: |
Inteiro postal dos correios, manuscrito pela frente e verso, dirigido ao poeta, filólogo e etnógrafo de português Manuel Cardoso Martha, assinado no final pelo punho de Julio Brandão e datado de Porto 27 de Abril (de 1919, pelo carimbo dos correios). |
| Obs.: |
"... remeto já ao Joaquim de Amorim, como deseja, as provas tipográficas. Pediria meu bom amigo, contudo a frieza de confrontar as provas com o texto, visto que não me veio o original e não tenho cá rascunho ..." |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
7034 |
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| Autor: |
BRANDÃO, Júlio |
| Título: |
BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO |
| Desc.: |
Inteiro postal dos correios (sobretaxado com selo CERES de 4 c.), manuscrito pela frente e verso, dirigido ao poeta, filólogo e etnógrafo de português Manuel Cardoso Martha (director do periódico FEIRA DA LADRA), assinado no final pelo punho de Julio Brandão e datado de Porto 30 de Janeiro (de 1921, pelo carimbo dos correios). |
| Obs.: |
"... o que é feito do In-Memoriam, acerca do E. de Queiroz. Perdeu-se na voragem(?) das edições de embrulho? Vai para 3 anos que estava a sair! Dois colaboradores falaram-me há tempos no assunto formidável, e eu prometi-he que ia sondar êsse abismo ..." |
Preço: |
70 € |
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| Ref.: |
7035 |
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| Autor: |
BRANDÃO, Júlio |
| Título: |
BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO |
| Desc.: |
Inteiro postal dos correios, manuscrito pela frente e verso, dirigido ao poeta, filólogo e etnógrafo de português Manuel Cardoso Martha (director da revista FEIRA DA LADRA), assinado no final pelo punho de Julio Brandão e datado de Porto 9 de Maio (de 1919, pelo carimbo dos correios). |
| Obs.: |
"... meu esquecido amigo! enviei-lhe há tempos um postal avisando de que seguiam as provas para a tipografia e pedindo a fineza de as mandar rever pelo original que não veio com elas. Ignoro se as provas chegaram ao seu destino, e se o postal que escrevi ao meu bom amigo também chegou ás suas mãos. Espero terá a gentileza de me informar o que vivamente lhe agradeço. Seria desagradável que o artigo saísse todo errado. Quando aparece o volume? ..." |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
7228 |
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| Autor: |
BRANDÃO, Julio |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Manuscrito sobre folha de carta dobrada em dois, timbrada com Museu Municipal do Porto (Gabinete do Director), dimensões 26 x 16,5 cm, manuscrito pela frente e verso e assinada no final, datado de 18 de Maio (sem indicação de ano). Com furação de arquivo. |
| Obs.: |
"... vejo que o "Tripeiro" caminha triumfalmente. Parabéns muitos sinceros. Já foi incuida na folha de duques a importância da assinatura p.ª o Museu. (...) Outra coisa: esqueceu-se daquele cavalheiro que tinha quaisquer informaçoes a respeito da 1ª mulher de Camilo? Se ele me quiser procurar, estou sempre ás ordens ..." |
Preço: |
75 € |
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| Ref.: |
7230 |
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| Autor: |
BRANDÃO, Julio |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Manuscrito sobre folha de papel dobrado em quatro, com dimensões 22 x 18 cm, datado de 7 de Abril de 1917, escrito pela frente e verso e assinado no final, e ainda ao alto do verso da folha, rubricado com chamada de atenção. |
| Obs.: |
Cremos tratar-se o destinatário desta carta o Manuel Cardoso Martha, pelo conjunto de cartas a ele dirigidas e em nossa posse, como pelo facto de ele se referir ao "In-Memoriam", que nesta data estava ao cuidado e responsabilidade de Cardoso Marta sobre Anibal Fernandes Thomaz.
"... A amável carta de V. Excª veio encontrar-me doente. Apresso-me a agradecer-lhe as suas finezas. É evidente que guardarei sempre as melhores lembranças da nossa convivência de há oito anos, e que tenho por Vª Excª a maior simpatia pessoal e literária. Assim fico sempre inteiramente ao seu dispor. Quando ao "In-Memoriam", calorosamente aplaudo a ideia de V. Excª. Parece-me., contudo, que se em Maio não estiver organizado a valer, melhor seria adiar a publicação, até que pudessem dar a lume uma obra a todos os respeitos excelente. (...) Pela minha parte, tenho a mais decidida vontade de colaborar. Caso melhore, conte V. Excª comigo ..." |
Preço: |
75 € |
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| Ref.: |
7236 |
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| Autor: |
BRANDÃO, Júlio |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Manuscrito sobre folha de carta dobrada em dois, timbrada com Museu Municipal do Porto (Gabinete do Director), dimensões 26 x 16,5 cm, manuscrito pela frente e verso e assinada no final, datado de 12 de Janeiro de 1922 (conserva sobrescito) e dirigido a VERGÍLIO CORREIA. |
| Obs.: |
"...Mil agradecimentos pela oferta da "Pintura a fresco em Portugal" e de "Um túmulo da Renascença" que há dois dias recebi enviado do "Primeiro de Janeiro". Na secção Vida Literária hei-de fazer referência aos trabahos de V. Excª (?) isso um pedaço para as secções alternarem; mas não me esqueço. Se V. Excª tiver um retratito que lhe não faça falta (mesmo de bilhete de identidade) enquadro-lhe na notícia. Sempre dá mais nas vistas, que é o que se pretende ..." |
Preço: |
75 € |
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| Ref.: |
7191 |
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| Autor: |
BULHÃO PATO |
| Título: |
Inteiro Postal Autografo |
| Desc.: |
Inteiro postal dos correios, manuscrito pela frente e verso, dirigido ao poeta, filólogo e etnógrafo de português Manuel Cardoso Martha (director do periódico FEIRA DA LADRA), assinado no final pelo punho de BULHÃO PATO e datado de Monte da Caparica 19 de Julho de 1909. |
| Obs.: |
"... por ter mil coisas entre mãos ainda não pude responder au seu admirável postal. As cartas que possuo de A. Herculano conto publicá-las na continação das minhas Memorias ..." |
Preço: |
90 € |
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| Ref.: |
5583 |
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| Autor: |
CARVALHO, Orlando de (trad.) |
| Título: |
POEMAS |
| Desc.: |
Conjunto de 5 Poemas dactilografados sobre três folhas de papel (30 x 21 cm) pela frente e autografado no final. Marcas de dobramento das folhas. Indicações manuscritas a punho diferente para provas tipográficas. |
| Obs.: |
Os poemas são de Giuseppe Ungaretti e traduzidos por Orlando de Carvalho a partir dos livros "Allegria", "Sentimento del Tempo" e "Il taccuinco del vecchio".
Orlando da Costa foi também um colaborador da revista VÉRTICE. |
Preço: |
25 € |
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| Ref.: |
5581 |
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| Autor: |
CASTILHO, Julio de |
| Título: |
ENTRE OS CIPRESTES |
| Desc.: |
Poema manuscrito sobre folha de papel (18 x 12 cm) pela frente e verso, datado de Maio de 1859 (além de Lisboa, 9 de Novembro de 1879) e autografado no final. Marcas de dobra. Raros picos de humidade dispersos. |
| Obs.: |
São muito raros os manuscritos poéticos Julio de Castilho. |
Preço: |
140 € |
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| Ref.: |
7344 |
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| Autor: |
CASTRO, Alberto Osório de |
| Título: |
D. CARMEN DE BURGOS |
| Desc.: |
Texto manuscrito sobre 6 folhas de papel (25,5 x 17 cm) pela frente assinado no final.
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| Obs.: |
Texto dedicado à escritora espanhola D. Carmen de Burgos, onde é descrita como "a mais genial das escritoras vivas de Espanha, o mais libertado, o mais nobre, o mais alto espírito entre as mulheres artistas deste tempo, D. Carmen de Burgos, a admirável Colombina.
Alberto Osório de Castro (Coimbra, 1 de Março de 1868 - Lisboa, 1 de Janeiro de 1946) foi um juiz e poeta português.
Aos 21 anos formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi juiz nas antigas províncias ultramarinas portuguesas na Índia, em Angola e em Timor. Após regressar ao continente português, exerceu as funções de juiz do Supremo Tribunal de Justiça e foi presidente do Conselho Superior de Administração Pública, sendo ainda Ministro da Justiça no governo de Sidónio Pais.
Nas letras, esteve ligado ao nascimento da revista Boémia Nova e estreou-se na poesia com a obra Exiladas em 1895. É descrito como estando situado entre o decadentismo e o simbolismo, evoluindo posteriormente para um formalismo de sabor parnasiano.
Foi também, politicamente, um dos membros do Partido Centrista Republicano e presidente da Direcção do Centro/Grémio Centrista de Lisboa.
Além da poesia, dedicou-se aos estudos da antropologia, da etnologia e da botânica. |
Preço: |
100 € |
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| Ref.: |
5576 |
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| Autor: |
COCHOFEL, João José |
| Título: |
ESPERANÇA - poema dactilografado |
| Desc.: |
Poema dactilografado sobre folha de papel (27 x 21 cm) pela frente e autografado no final. Marcas de dobramento da folha em 2. |
| Obs.: |
Cremos tratar-se de um poema inédito (?). |
Preço: |
65 € |
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| Ref.: |
7097 |
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| Autor: |
CUNHA, Cardeal Nuno da (INQUISIÇÃO) |
| Título: |
CARTA PUREZA DE SANGUE a favor de António Ferreira cardoso e família (de Lavarrabos do Campo, bispado de Coimbra) |
| Desc.: |
Manuscrito caligráfico de elevada beleza sobre pergaminho assinado pelo Inquisidor Geral da Cidade de Coimbra, Cardeal D. Nuno da Cunha, datado de 9 de Janeiro de 1731. Dim: 36 x 24 cm., conserva o muito bonito selo pendente em lacre vermelho albergado numa caixa circular de madeira e suspenso por intermédio de fita de seda verde. |
| Obs.: |
Peça de elevado valor museulógico, muito bem conservado e d rara beleza. |
Preço: |
700 € |
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| Ref.: |
7256 |
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| Autor: |
DANTAS, Júlio |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel timbrado da Academia das Ciências de Lisboa- Presidência, na frente, de duas folhas dobradas em duas, com dimensões 16,2 x 20,2cm, assinado no final (segunda folha), de 21 de Janeiro de 1933. |
| Obs.: |
Júlio Dantas (Lagos, 19 de Maio de 1876 — Lisboa, 25 de Maio de 1962) foi um médico, político e diplomata, que se distinguiu como um dos mais conhecidos intelectuais portugueses das primeiras décadas do século XX. Na sua actividade intelectual foi um polígrafo, cultivando os mais variados géneros literários, da poesia ao romance e ao jornalismo, mas foi como dramaturgo que ficou mais conhecido, em particular pela sua peça A Ceia dos Cardeais (1902), uma das mais populares produções teatrais portuguesas de sempre. Na política foi deputado, Ministro da Instrução Pública e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1921-1922 e 1923), terminando a sua carreira pública como embaixador de Portugal no Brasil (1941-1949). Considerado retrógrado por alguns intelectuais coevos, como foi o caso de Almada Negreiros, que foi ao ponto de escrever o Manifesto Anti-Dantas e de publicamente o desconsiderar, conseguiu granjear durante a vida grande prestígio social e literário, prestígio que decaiu após a sua morte. Foi eleito sócio da Academia de Ciências de Lisboa (1908), instituição a que presidiu a partir de 1922.
"Meu eminente amigo: Quis ir pessoalmente convidá-lo a assistir à sessão de hoje, na Academia das Ciencias. A pouca saude e o muito trabalho não me consentiram. Peço-lhe desculpa de o fazer por este meio, aproveitando o ensejo para mais uma vez lhe significar a minha mais alta admiração e a minha mais sincera amizade. Admirador e amigo atento e grato Julio Dantas" |
Preço: |
40 € |
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| Ref.: |
7243 |
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| Autor: |
DANTAS, Júlio |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel, frente e verso, folha dobrada em duas, com dimensões 17,5 x 26,5 cm, assinado no final (verso). Sem qualquer indicação de data. |
| Obs.: |
Júlio Dantas (Lagos, 19 de Maio de 1876 — Lisboa, 25 de Maio de 1962) foi um médico, político e diplomata, que se distinguiu como um dos mais conhecidos intelectuais portugueses das primeiras décadas do século XX. Na sua actividade intelectual foi um polígrafo, cultivando os mais variados géneros literários, da poesia ao romance e ao jornalismo, mas foi como dramaturgo que ficou mais conhecido, em particular pela sua peça A Ceia dos Cardeais (1902), uma das mais populares produções teatrais portuguesas de sempre. Na política foi deputado, Ministro da Instrução Pública e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1921-1922 e 1923), terminando a sua carreira pública como embaixador de Portugal no Brasil (1941-1949). Considerado retrógrado por alguns intelectuais coevos, como foi o caso de Almada Negreiros, que foi ao ponto de escrever o Manifesto Anti-Dantas e de publicamente o desconsiderar, conseguiu granjear durante a vida grande prestígio social e literário, prestígio que decaiu após a sua morte. Foi eleito sócio da Academia de Ciências de Lisboa (1908), instituição a que presidiu a partir de 1922.
"Meu Exm.º e bom amigo: ... Fazia ter a intenção de ir hoje ao ensaio da "Terra (?)": acabam, (?), a prevenir-me do ministerio da guerra de que (?) hoje uma das comissões da que faço parte e a que não posso faltar. Talvez na volta ainda chegue a tempo de felicitar V.Ex., a quem desejo um grande triumpho e um vitorioso exito - Com affectuosos cumprimentos e agradecimentos pela gentileza da sua carta, peço-lhe que me (?), Julio Dantas |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
7242 |
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| Autor: |
DANTAS, Júlio |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão timbrado dO Theatro de D. Maria II - Gabinete do Commissarrio do Governo (11,5 x 9 cm) manuscrito frente e verso, autografado, dirigido a Manuel Bordalo Pinheiro. Apresenta uma data de 27 de Novembro de 1906. Conversa subscrito. |
| Obs.: |
Júlio Dantas (Lagos, 19 de Maio de 1876 — Lisboa, 25 de Maio de 1962) foi um médico, político e diplomata, que se distinguiu como um dos mais conhecidos intelectuais portugueses das primeiras décadas do século XX. Na sua actividade intelectual foi um polígrafo, cultivando os mais variados géneros literários, da poesia ao romance e ao jornalismo, mas foi como dramaturgo que ficou mais conhecido, em particular pela sua peça A Ceia dos Cardeais (1902), uma das mais populares produções teatrais portuguesas de sempre. Na política foi deputado, Ministro da Instrução Pública e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1921-1922 e 1923), terminando a sua carreira pública como embaixador de Portugal no Brasil (1941-1949). Considerado retrógrado por alguns intelectuais coevos, como foi o caso de Almada Negreiros, que foi ao ponto de escrever o Manifesto Anti-Dantas e de publicamente o desconsiderar, conseguiu granjear durante a vida grande prestígio social e literário, prestígio que decaiu após a sua morte. Foi eleito sócio da Academia de Ciências de Lisboa (1908), instituição a que presidiu a partir de 1922.
"Meu querido Manuel...Muito e muito obrigado pela collecção das suas Parodias. É brilhantíssima. V. honra, n'essas bellas paginas, o seu nome de artista e a menina do seu querido pai. Abraço-o de todo o coração - A Ilustração Portuguesa lá irá fazer-lhe a sua visita e os seus cumprimentos. - a proposito: não se esqueça das páginas sobre a Pavana, gavola e (?). Tem de entrar na machina...Vá lá, coragem, Manuel! E muitos abraços do seu, do coração, Julio." |
Preço: |
65 € |
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| Ref.: |
7255 |
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| Autor: |
DANTAS, Júlio |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel, frente e verso, folha dobrada em quatro, com dimensões 16,8 x 25,2cm, assinado no final (verso), de 17 de Outubro de 1917. |
| Obs.: |
Júlio Dantas (Lagos, 19 de Maio de 1876 — Lisboa, 25 de Maio de 1962) foi um médico, político e diplomata, que se distinguiu como um dos mais conhecidos intelectuais portugueses das primeiras décadas do século XX. Na sua actividade intelectual foi um polígrafo, cultivando os mais variados géneros literários, da poesia ao romance e ao jornalismo, mas foi como dramaturgo que ficou mais conhecido, em particular pela sua peça A Ceia dos Cardeais (1902), uma das mais populares produções teatrais portuguesas de sempre. Na política foi deputado, Ministro da Instrução Pública e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1921-1922 e 1923), terminando a sua carreira pública como embaixador de Portugal no Brasil (1941-1949). Considerado retrógrado por alguns intelectuais coevos, como foi o caso de Almada Negreiros, que foi ao ponto de escrever o Manifesto Anti-Dantas e de publicamente o desconsiderar, conseguiu granjear durante a vida grande prestígio social e literário, prestígio que decaiu após a sua morte. Foi eleito sócio da Academia de Ciências de Lisboa (1908), instituição a que presidiu a partir de 1922.
"Meu Exm.º Amigo ...Acabo de receber a sua presada carta, em que se refere a (nota?) que não me chega às mãos. Fico, agora e sempre, à disposição de V.Ex., e teria muito prazer em concorrer para a collocação rapida do seu (?). Parece-me, porém, difficil essa empresa, - pelo menos nas B. do Sitado, mas quase todas as nomeações são logo feitas mediante concurso de provas públicas. Entretanto, V. Ex.º conta com a minha boa vontade, com a minha estima sincera, - e com a certeza de que aproveitarei qualquer oportunidade feliz para satisfazer o seu desejo. Muitos e affectuosos cumprimentos do ...(?) e amigo muito grato...Julio Dantas" |
Preço: |
40 € |
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| Ref.: |
7254 |
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| Autor: |
DANTAS, Júlio |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão timbrado da Inspecção das Bibliotecas Eruditas e arquivos - gabinete do Inspector (13,7 x 10,4 cm) manuscrito na frente e autografado. Apresenta uma data de 07 de Janeiro de 1917. |
| Obs.: |
Júlio Dantas (Lagos, 19 de Maio de 1876 — Lisboa, 25 de Maio de 1962) foi um médico, político e diplomata, que se distinguiu como um dos mais conhecidos intelectuais portugueses das primeiras décadas do século XX. Na sua actividade intelectual foi um polígrafo, cultivando os mais variados géneros literários, da poesia ao romance e ao jornalismo, mas foi como dramaturgo que ficou mais conhecido, em particular pela sua peça A Ceia dos Cardeais (1902), uma das mais populares produções teatrais portuguesas de sempre. Na política foi deputado, Ministro da Instrução Pública e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1921-1922 e 1923), terminando a sua carreira pública como embaixador de Portugal no Brasil (1941-1949). Considerado retrógrado por alguns intelectuais coevos, como foi o caso de Almada Negreiros, que foi ao ponto de escrever o Manifesto Anti-Dantas e de publicamente o desconsiderar, conseguiu granjear durante a vida grande prestígio social e literário, prestígio que decaiu após a sua morte. Foi eleito sócio da Academia de Ciências de Lisboa (1908), instituição a que presidiu a partir de 1922.
"Um grande abraço, muito reconhecido, de Julio Dantas". |
Preço: |
25 € |
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| Ref.: |
7337 |
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| Autor: |
DIONÍSIO, Mário |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta dactilografada sobre papel, duas folhas frente, com dimensões 27,5 x 21 cm, assinado no final, dirigida a Ivo Cortesão. Datada de 11 de Janeiro de 1958. |
| Obs.: |
Mário Dionísio (Lisboa, 16 de Julho de 1916 - Lisboa, 17 de Novembro de 1993) foi um escritor e pintor português do século XX.
Interveio em diversas conferências, debates, além de ter colaborado em publicações periódicas como a Seara Nova, Vértice ou Diário de Lisboa e foi também tradutor.
Prefaciou diversos autores como Manuel da Fonseca, Carlos de Oliveira e José Cardoso Pires e Alves Redol. Sensibilizado pela pintura, não só pintou como lhe dedicou alguns livros, como por exemplo A Paleta e o Mundo. Enquanto pintor, usou os pseudónimos de Leandro Gil e José Alfredo Chaves. Participou em diversas exposições coletivas, tendo em 1989 realizado a sua primeira exposição dedicada em exclusivo à sua pintura.
"Meu Caro Ivo Cortesão Já tinha recebido o seu recado, pelo João, quando ontem recebi uma carta do Gine-Club de Castelo Branco. E é por conselho do João que lhe escrevo a respeito do assunto. Eis como as coisas se põem. 1.º Não estou neste momento em condições de escrever uma nova conferência, pois, além da falta de tempo (que não é aqui uma desculpa habitual mas uma real impossibilidade), o próprio afastamento de Lisboa me é bastante difícil; 2.º Existe a possibilidade, sim, de repetir aí a conferência que recentemente fiz em Lisboa, o que talvez esteja implícito na carta do Gin-Club, mas muito pouco explícito; 3.º Fazer isto (repetir a conferência) não depende só de mim, pois, de certo modo, este conferência é "propriedade" (digamos) da Fundação; 4.º Se a Fundação mantiver a ideia de me levar a Coimbra com o mesmo fim, como parece ser sua intenção, talvez se pudesse estudar a hipótese de aproveitar a ocasião(...). |
Preço: |
80 € |
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| Ref.: |
7336 |
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| Autor: |
DIONÍSIO, Mário |
| Título: |
CARTÃO |
| Desc.: |
Cartão (8,5 x 5,6 cm) manuscrito na frente, autografado, dirigido a Ivo Cortesão. Datado de 26.03.1958. |
| Obs.: |
"Acabo de escrever uma carta para todos (portanto também para si) os que tiveram a amabilidade de me (?) a bela edição (do Lorca?) e a fotografia da montra. Mas não quero deixar de lhe enviar, a si em especial, um grande abraço para mais esta prova de amizade. Ele aqui vai."
Mário Dionísio (Lisboa, 16 de Julho de 1916 - Lisboa, 17 de Novembro de 1993) foi um escritor e pintor português do século XX.
Interveio em diversas conferências, debates, além de ter colaborado em publicações periódicas como a Seara Nova, Vértice ou Diário de Lisboa e foi também tradutor.
Prefaciou diversos autores como Manuel da Fonseca, Carlos de Oliveira e José Cardoso Pires e Alves Redol. Sensibilizado pela pintura, não só pintou como lhe dedicou alguns livros, como por exemplo A Paleta e o Mundo. Enquanto pintor, usou os pseudónimos de Leandro Gil e José Alfredo Chaves. Participou em diversas exposições coletivas, tendo em 1989 realizado a sua primeira exposição dedicada em exclusivo à sua pintura. |
Preço: |
20 € |
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| Ref.: |
7338 |
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| Autor: |
DIONÍSIO, Mário |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão (8,5 x 13,3 cm) manuscrito frente e verso, autografado, dirigido a Ivo Cortesão. Apresenta a data de 27 de Novembro de 1987. Conversa subscrito. |
| Obs.: |
Mário Dionísio (Lisboa, 16 de Julho de 1916 - Lisboa, 17 de Novembro de 1993) foi um escritor e pintor português do século XX. Interveio em diversas conferências, debates, além de ter colaborado em publicações periódicas como a Seara Nova, Vértice ou Diário de Lisboa e foi também tradutor.
Prefaciou diversos autores como Manuel da Fonseca, Carlos de Oliveira e José Cardoso Pires e Alves Redol. Sensibilizado pela pintura, não só pintou como lhe dedicou alguns livros, como por exemplo A Paleta e o Mundo. Enquanto pintor, usou os pseudónimos de Leandro Gil e José Alfredo Chaves. Participou em diversas exposições coletivas, tendo em 1989 realizado a sua primeira exposição dedicada em exclusivo à sua pintura.
"Meu Caro Ivo Cortesão Acabo de receber a (?) e o índice dos 40 anos da Vértice, que muito lhe agradeço, bem como aos amigos que partilharam da ideia. A realização deste índice é de grande importância, pois vem facilitar a todos o trabalho da pesquisa. Parabéns ao seu autor. Renovados agradecimentos e um grande abraço do velho amigo." |
Preço: |
35 € |
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| Ref.: |
7339 |
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| Autor: |
DOURADO, Cipriano |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel, frente, folha dobrada em quatro, com dimensões 27 x 21 cm, assinado no final. Com indicação da data de 18 de Fevereiro de 1960. |
| Obs.: |
"Enviei ontem pelo correio minha litografia minha para ser publicada pela vossa revista na capa e em (?). Acho que (..?) ficaria bem. o título da revista e número ficaria bem ser (...?) em negativo (?) na gravura. O título talvez em cima. Em agradecimento com cumprimentos."
Cipriano Dourado (Penhascoso, Mação, 1921 - Lisboa, 1981) foi um artista plástico neo-realista português.
Iniciou a sua actividade profissional como desenhador-litógrafo.
Frequentou um curso nocturno na Sociedade Nacional de Belas-Artes em Lisboa.
Leccionou na Escola de Artes Decorativas António Arroio.
Os temas mais frequentes na sua obra são a mulher e a terra.
Teve intensa actividade como gravador. Foi um dos pioneiros da gravura portuguesa contemporânea e membro fundador da Gravura-Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses (1956). |
Preço: |
75 € |
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| Ref.: |
7341 |
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| Autor: |
FAFE, José Fernandes |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão (12,2 x 9,5 cm) manuscrito frente e verso, autografado, dirigido a Ivo Cortesão. Apresenta uma data de 31 de Janeiro de 1972. Conversa subscrito. |
| Obs.: |
José Fernandes Fafe é diplomata e escritor. Nasceu no Porto em 1927 e formou-se em Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Com diversas obras publicadas nas áreas da poesia, ensaio e romance, Fernandes Fafe é autor da primeira biografia de Ernesto Ché Guevara ("De Cuba al Terzo Mondo") editada pela Mondadori em finais da década de 60. Embaixador de Portugal, representou o seu País em Cuba, México, Cabo Verde e Argentina. Noutro âmbito, é considerado como o "mentor" da chamada "Esquerda Liberal" portuguesa, sendo o seu livro "A Esquerda, a nova e a eterna" considerado como uma referência incontornável para muitos.
"Meu prezado amigo Pois claro que há "pelouros" nas Iniciativas. Ao ivo por exemplo corresponde o da Revisão do Dicionário de Literatura. Eu não quis, nem quero magoá-lo. Coisas que o aborreçam deve ter v. (e eu também). Há um assunto em que um inquieto não põe o coração (por ex. o da venda dos Dicionários) e portanto trata com uma certa racionalidade que não significa menos consideração. Peço-lhe que compreenda isto. Fazendo votos pelo rápido restabelecimento da D. Irene." |
Preço: |
30 € |
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| Ref.: |
7340 |
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| Autor: |
FAFE, José Fernandes |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão (12,2 x 9,5 cm) manuscrito frente e verso, autografado, dirigido a Ivo Cortesão. Apresenta uma data de 27 de Setembro de 1971. Conversa subscrito. |
| Obs.: |
José Fernandes Fafe é diplomata e escritor. Nasceu no Porto em 1927 e formou-se em Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Com diversas obras publicadas nas áreas da poesia, ensaio e romance, Fernandes Fafe é autor da primeira biografia de Ernesto Ché Guevara ("De Cuba al Terzo Mondo") editada pela Mondadori em finais da década de 60. Embaixador de Portugal, representou o seu País em Cuba, México, Cabo Verde e Argentina. Noutro âmbito, é considerado como o "mentor" da chamada "Esquerda Liberal" portuguesa, sendo o seu livro "A Esquerda, a nova e a eterna" considerado como uma referência incontornável para muitos.
"Prezado Amigo: Transmiti as suas suas razões à pessoa que trata do assunto em causa. As colecções em tela serão enviadas à Unitas dentro de dias, as em "chagrin" só, e talvez, para fins de Outubro. Um abraço" |
Preço: |
30 € |
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| Ref.: |
7335 |
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| Autor: |
FERREIRA, Manuel |
| Título: |
MANUSCRITOS (vários) |
| Desc.: |
Lote de 6 cartas (2 cartas dactilografadas), 6 cartões (1 cartão dactilografado), todos dirigidos ao Dr. Ivo Cortesão então director da revista de cultura VÉRTICE, no período de 17.03.1962 a 23.03.1988. Alguns conservam subscritos.
ANEXA-SE: pequeno conjunto de manuscritos relativos a orçamentos de trabalhos de tipografia (em formatos diversos) e ainda uma carta do Dr. Ivo Cortesão dirigida a Manuel Ferreira. |
| Obs.: |
Manuel Ferreira escritor português, nascido em 1917, em Gândara dos Olivais, em Leiria, e falecido em 1994, em Lisboa, frequentou os cursos Comercial e de Farmácia dos liceus; licenciou-se em Ciências Sociais e Políticas. Mobilizado como expedicionário para Cabo Verde, em 1941, aí permaneceu seis anos, tendo convivido com os grupos das revistas CLARIDADEe CERTEZA, fazendo ainda parte da sua vivência ultramarina estadias na Índia, Angola e Guiné. Como docente e estudioso da literatura africana, publicou numerosos estudos; fundou e dirigiu a revista ÁFRICA e as edições ALAC e criou, na Faculdade de Letras de Lisboa, a cadeira de Literatura Africana em Língua Portuguesa. Colaborou em numerosas publicações periódicas portuguesas e estrangeiras, como VÉRTICE ou SEARA NOVA; organizou as antologias No Reino de Caliban (3 vols., 1975-96) e 50 Poetas Africanos, Antologia Selectiva (1989), etc... Ficcionista e autor de literatura infantil, a sua obra encontra-se traduzida em várias línguas, tendo recebido os prémios Fernão Mendes Pinto, em 1958, por Morabeza; Ricardo Malheiros, em 1962, por Hora di Bai, e o Prémio da Imprensa Cultural da Província por A Aventura Crioula em 1967.
Na esteira do neo-realismo, a sua obra reflecte, inicialmente, o seu amor pelo arquipélago de Cabo Verde, integrando uma novelística de raiz africana, onde a perspectiva realista serve, sem cair em interesse etnográfico ou gosto pelo exótico, a evocação do cosmorama humano e da cultura africana.
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Preço: |
385 € |
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| Ref.: |
5413 |
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| Autor: |
FONSECA, Tomaz da |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Documento manuscrito pela frente e verso da folha dobrada ao meio (13 x 18 cm), assinado sem data dirigida a Leitão (Maximinao Leitão - Professor e Reitor da Universidade de Coimbra década de 50). |
| Obs.: |
"Deixo-lhe este pequeno folheto que regista o pontos principais da moral de Plutarco - pagão de gema e tanto que foi sacerdote no tempo de Apolo ..." |
Preço: |
70 € |
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| Ref.: |
5578 |
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| Autor: |
GONÇALVES, Égito |
| Título: |
INVENTÁRIO - poema dactilografado |
| Desc.: |
Poema dactilografado sobre folha de papel (28 x 22 cm) pela frente e autografado no final. Marcas de dobramento da folha em 2. Ocasionais picos de humidade. |
| Obs.: |
Cremos tratar-se de um poema inédito (?). |
Preço: |
70 € |
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| Ref.: |
5582 |
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| Autor: |
LEITÃO, Luis Veiga |
| Título: |
POETAS DE HOJE - poema dactilografado |
| Desc.: |
Poema dactilografado sobre duas folhas de papel (30 x 17 cm) pela frente e autografado no final. Marcas de dobramento das folhas. Ocasionais picos de humidade. |
| Obs.: |
Cremos tratar-se de um poema para ser publicado na revista de cultura VÉRTICE onde Luis Veiga Leitão tem colaboração dispersa. |
Preço: |
60 € |
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| Ref.: |
7238 |
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| Autor: |
MARTINS, J. Oliveira |
| Título: |
BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO |
| Desc.: |
Inteiro postal, manuscrito pela frente, assinado no final pelo punho de Oliveira Martins e datado de Lisboa 26 de Novembro. |
| Obs.: |
J. P. Oliveira Martins, historiador e escritor (n. Lisboa, 30.4.1845-m. ibid., 24.8.1894). Elemento preponderante do grupo dos «Vencidos da Vida» e animador da «Geração de 70», revelou uma elevada plasticidade às múltiplas correntes de ideias que atravessaram o seu século.
"Meu prezado amigo... Para trabalhos que trago entre mãos careço da Coll. do Bicker, obra publicada pelo governo e que o Barros Gomes disse (?) não ser difficil obter do Ministerio. Pode e quer o meu amigo fazer em meu nome esse pedido ao seu pae? Auxiliava-me sobre maneira com este obsequie que seria mais um (?) de tantos que lhe deve o seu amigo Oliveira Martins." |
Preço: |
100 € |
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| Ref.: |
7239 |
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| Autor: |
MONTEIRO, Adolfo Casais |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta dactilografada sobre folha de papel dobrado em quatro, com dimensões 20 x 26 cm, datado de 23 de Junho de 1947, assinado no final pelo punho de Adolfo Casais Monteiro. Dirigida a Guedes da Silva da Livraria Académica, no Porto. Conserva o subscrito. |
| Obs.: |
Adolfo Victor Casais Monteiro poeta, ficcionista e crítico literário, nasceu no Porto em 1908 e morreu em São Paulo em 1972. Exilara-se em 1954 no Brasil (onde ensinou em várias universidades, com uma breve passagem pelos EUA perto do fim da vida) por motivos políticos, mas não apenas por esses (proibição de ensinar); na verdade, a opção pelo Brasil, deveu-se sobretudo a um desejo de liberdade, não só dos poderes de facto em Portugal mas também face aos meios da oposição portuguesa, que percebeu serem pouco apropriados a heterodoxos como ele.
Meu prezado amigo: Peço-lhe que me mande na volta do correio as obras que aí me tem reservadas: a Collecção de Manuscritos e as Grandezas de Lisboa. (...) E então, cá espero os volumes. Quanto mais depressa eles cá chegarem mais depressa eu recebo - e o senhor idem. Veja se mos pode mandar na volta do correio. |
Preço: |
85 € |
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| Ref.: |
5554 |
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| Autor: |
MURALHA, Sidónio |
| Título: |
VELHO OCEANO PORTUGUÊS - poema dactilografado |
| Desc.: |
2 conjuntos em duplicado de 3 folhas cada medindo 34 x 22,5 cm, dobradas ao meio, dactilografadas com um poema assinada no final pelo poeta, datado de Maio 1941 e dedicadas "Ao Brasil, na pessoa do seu Exmº Embaixador em Lisboa" |
| Obs.: |
Este documento pertence ao período de estreia literária de SIDONIO MURALHA (poeta Neo-Realista pertencente ao grupo do Novo Cancioneiro) o ano de 1941 em que publica o seu primeiro livro de versos "BECO". |
Preço: |
185 € |
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| Ref.: |
7260 |
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| Autor: |
NAMORADO, Egídio |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel timbrado do Hotel Astória e Termas de Monfortinho, na frente e verso, de uma folha dobrada em três, com dimensões 21 x 14cm, assinado no final (verso), de 5 de Novembro. Dirigida a Ivo Cortesão. |
| Obs.: |
"Meu caro Ivo: Sinto-me outro, podes crer. (...) O livro que trouxe de Castelo Branco, devorei-o, é claro, nos primeiros dias. Agora tenho andado de volta com matemáticas que ando a rever. Quanto aos Homens de Verdade leêm-se com estusiasmo e de um fôlego, mas nao sei se envelheci ou o sangue me (?), o que é certo é que me parece que pouco fica, do ponto de vista literário ou humano. Será que estarei cansado de ler tanta coisa do mesmo género? Será que vai faltando o fogo sagrado? Ou será que o facto de estarmos numa época que deixou de ser heroica nos torna menos aptos a receber exemplos daqueles? Ou que à coragem sobre-humana da personagem não seja dada uma motivação suficientemente imperativa ou convincente (o aviador procura mais uma auto-superação que qualquer outro motivo para o seu heroísmo)? O que me parece é que se trata de um livro que não deixa impressões duradouras. (...)" |
Preço: |
25 € |
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| Ref.: |
5558 |
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| Autor: |
NORONHA, Eduardo de |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão timbrado de SERÕES - Magazine Portuguez (12 x 9 cm) manuscrito pela frente e verso autografado no final e dirigido a destinatário não identificado. Apresenta uma data de 20 de Abril de 1909 a lápis escrito a punho distinto. Furações para arquivo. |
| Obs.: |
"... tenho o maior prazer em receber sua collaboração. O nosso preço é mil reis por página. Se a carta de V.Exª tem illustrações, magnífico! Se não tem é difficil ilustrá-la por falta de desenhadores, que além de caros, são maus ..." |
Preço: |
20 € |
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| Ref.: |
5559 |
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| Autor: |
NORONHA, Eduardo de |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão timbrado de SERÕES - Magazine Portuguez (12 x 9 cm) manuscrito pela frente autografado no final e dirigido a destinatário não identificado. Apresenta uma data de 8 de Junho de 1909 a lápis escrito a punho distinto. Furações para arquivo. |
| Obs.: |
"... muito obrigado pelas suas boas palavras respeito do meu "Marquez de Niza" ..." |
Preço: |
10 € |
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| Ref.: |
5560 |
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| Autor: |
NORONHA, Eduardo de |
| Título: |
CARTÃO MANUSCRITO |
| Desc.: |
Cartão timbrado de SERÕES - Magazine Portuguez (12 x 9 cm) manuscrito pela frente autografado no final e dirigido a destinatário não identificado. |
| Obs.: |
Envio de cumprimentos |
Preço: |
5 € |
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| Ref.: |
5561 |
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| Autor: |
NORONHA, Eduardo de |
| Título: |
CARTÃO DE VISITA |
| Desc.: |
Cartão de visita (10 x 6 cm) manuscrito pela frente e dirigido a destinatário não identificado. Apresenta uma data de 1913 e uma indicação de "para Higino de Mendonça" a lápis escrito a punho distinto. |
| Obs.: |
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Preço: |
5 € |
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| Ref.: |
7219 |
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| Autor: |
PALMEIRIM, Luis Augusto |
| Título: |
CARTA A CARLOS SANTOS |
| Desc.: |
Carta (20 x 12 cm) manuscrita pela frente dirigida ao actor de teatro Carlos Santos, assinada no final. |
| Obs.: |
Luís Augusto Palmeirim (1821-1893) foi um escritor e poeta português do século XIX. A partir de 1878, foi director do Conservatório de Lisboa. Pertenceu à geração romântica do Trovador 1848. |
Preço: |
40 € |
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| Ref.: |
7240 |
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| Autor: |
PASSO, Carlos de |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel, frente e verso, folha dobrada em duas, com dimensões 26,5 x 18 cm datado de Invicta em Março de 1919, assinado no final (verso). |
| Obs.: |
Carlos de Passos (1890- 1958) historiador, colaborou na monumental História de Portugal dirigida por Damião Perez.
"Ex. Senhor... Veio finalmente acalmar a paciência dos amigos da Terra Portuguesa a sahida dos n.º 27.8. Oxalá que os números subsequentes (?)guardem melhor regularidade. Como não veio inserto o meu modesto artigo, depois de haver recebido prova delle e das palavras de Vossa Excelência, certa penosa expectativa me faz suspenso, tanto mais quanto confiadamente annotei em livro que breve sahirá e o qual inclui um artigo identico ao estudo enviado a V. Excelência, com indicação de achar-se no n.º 27 o desenvolvimento do assunpto. Por isso permita V. Excelencia que lhe peça o favor de me informar sobre esse (?) e se, porventura, elle será total. M.º Cordialmente... admirador certo Carlos de Passo" |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
7241 |
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| Autor: |
PASSO, Carlos de |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita sobre papel, frente e verso, folha dobrada em duas, com dimensões 25 x 18 cm datado de Invicta de 24 de Novembro de 1918, assinado no final (verso). |
| Obs.: |
Carlos de Passos (1890- 1958) historiador, colaborou na monumental História de Portugal dirigida por Damião Perez.
"Exm.º Senhor...Recebi hoje as provas e acabo de vê-las. Se não fora um facto que vivamente me suprehendeu, remettê-llas-hia de preferencia à Typographia do Anuario(?), a fim de não incomodar V. Excelencia. E tal facto surprehendeu-me tanto mais por não lhe topar fácil explicação. E é elle o de encontrar riscada uma nota, a 3.ª, referente ao castro da Pena Ventosa e de, mais adiante, uma passagem relativa ao mesmo ter sido alterada. Ora a V. Excelencia aponto isto, crente de que alguem intencionalmente tal praticou e que V. Excelencia nao duvidará em averiguar o gracioso p. nao repetir-se o mal. Caso não seja abusar da (?) pedir-lhe-hia dois favores - o de ordenar, sendo possível, a remessa de 2.ª provas e o de recomendar ao chefe ou dono da empresa typographica q me envie as condições em q pode fazer-se separata do meu artigo, 200 exemplares. Quanto à nota cortada redigi-a novamente no folha de prova. M.º cordialmente de V. Excelencia...Carlos de Passos" |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
7192 |
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| Autor: |
PIMENTA, Alfredo |
| Título: |
CARTA |
| Desc.: |
Carta manuscrita (13,5 x 19,5 cm) pela frente sobre papel timbrado com carimbo, datada de 2 de Janeiro de 1944 (avaliar pelo carimbo dos CTT) e dirigida a Antonio Saraiva de Carvalho, pedindo para interceder junto do escritor João Ameal. Conserva sobrescrito. |
| Obs.: |
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Preço: |
35 € |
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| Ref.: |
5624 |
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| Autor: |
QUINTELA, Paulo (trad.) |
| Título: |
A SEGUNDA ELEGIA DE DUÍNO, manuscrito |
| Desc.: |
Poema manuscrito sobre 4 folhas de papel (23 x 16 cm) pela frente assinado no final. Ligeira acidez marginal. Anexa-se um conjunto de 3 folhas dactilografadas com o poema transcrito. |
| Obs.: |
Trata-se da tradução da SEGUNDA ELEGIA DE DUÍNO realizada por PAULO QUINTELA, inicialmente em Novembro de 1937 e revista em Janeiro de 1952. Esta tradução foi inserta no segundo fascículo (Inverno de 1951-52) da revista ÁRVORE (p. 141-143). |
Preço: |
150 € |
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| Ref.: |
7220 |
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| Autor: |
RAMOS, Mário Dias |
| Título: |
CARTA A DORDIO GUIMARÃES |
| Desc.: |
Carta manuscrita (21 x 29 cm) pela frente e verso, assinada no final e datada pelo carimbo dos CTT no sobrescrito (conservado). |
| Obs.: |
MARIO DIAS RAMOS juntamente com o poeta DORDIO GUIMARÃES, foram os responsáveis e organizadores da antologia POESIA E TEMPO (Lisboa, 1962) em que participaram António Ramos Rosa, Fiama Hasse pais Brandão, Dordio Guimarães, Maria Teresa Horta, Mário Dias Ramos, Teresa Rita, Olímpio Neves e João Apolinário. Posto isto, é evidente o interesse da carta ue se apresenta, e da qual se transcreve o seguinte:
"... hoje, fui informado de que o Herberto Helder havia publicado por estes dias o seu livro. Fiquei alarmado pois se assim é, o fragmento que o Helder deu para "Poesia e Tempo" não pode ser incluido pois deixa de ser inédito. Por outro lado, disseram-me que a Mª Teresa Horta, a Fiama e o Casimiro vão ainda este mÊs editar livros de poemas. Pergunto: se esses livros sairem primeiro do que a revista não haverá o perigo de estarem os poemas de "Poesia e Tempo" incluidos neles e, portanto, deixarem também de ser inéditos? Não sei se me faço compreender. De qualquer das maneiras telefonarei à tipografiamandando supender o trabalho fe composição. Espero que com a máxima urgência me informe quanto aos três poetas que indico (e o Helder também) se os poemas de "Poesia e Tempo" serão inéditos ou correm o risco de até ao fim do ano serem incluidos em volume. Procura ao Helder e pede-lhe outro poema, pois já publicado e com aquela extensão terem de excluir o pagamento que nos mandou. Isto como se depreende vem acabar do agravar com a máxima urgência notícias sobre o que te exponho ..."
"...Mário Dias Ramos (1935-) natural da Maia, estudou no Porto e aqui iniciou a sua carreira literária e jornalística em finais dos anos 50, colaborando com regularidade em jornais e revistas literárias de que foi redactor ou chefe de redacção, crítico de televisão e de teatro e crítico literário após se ter radicado na capital em 1962. Ao longo de vinte anos, dedicou-se à produção e realização de séries televisivas na área cultural, sendo responsável por programas dedicados a Eça de Queirós, Teixeira de Pascoaes, José Marmelo e Silva, Vergílio Ferreira, António Gedeão e outros, destacando-se ainda, já depois de Abril/74, na realização de programas de divulgação como "Caminhos da Terra Portuguesa", "Ler Portugal" ou "Festas e Romarias de Portugal". Esteve também ligado ao surto do "novo romance" entre nós, em activa participação na defesa dos valores estéticos e literários daquela corrente (na companhia de Alfredo Margarido e Artur Portela Filho) e dentro desses postulados pôde escrever um excelente romance - O Logro (1963) -, saudado com entusiasmo por críticos como João Gaspar Simões, Álvaro Salema, Natércia Freire e Amândio César.
Espírito polivalente, mas disperso na consolidação da sua obra, Mário Dias Ramos tem-se repartido por diferentes modos de expressão que bem evidenciam o sentido fragmentário de uma verdadeira vocação literária, mas nos últimos anos tem persistido com regularidade na crónica de intervenção social, cultural e política, de que dá boa conta no seu livro Mandarins & Protozoários, selecção de crónicas publicadas no "Correio do Minho" entre 1993 e 1995..." (Serafim Ferreira) |
Preço: |
100 € |
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| Ref.: |
7190 |
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| Autor: |
SILVEIRA MALHÃO |
| Título: |
Miscellania manuscripta = OBRAS E CARTAS = do beneficiado ... coordenadas por Elviro dos Santos (prior que foi de Stª Engrácia - século XIX) |
| Desc.: |
caderno manualmente composto com mais de 190 folhas manuscritas pela frente e verso. No final apresenta duas cartas manuscritas, uma datada de 11 Novº de 1875 assinada por Luis Ferreira da Silva Tavares e outra de 3 de Novembro de 1875 assinada por Francisco Roiz de Azevedo (de Coimbra). Encadernação modesta e cartonada. |
| Obs.: |
O manuscrito contêm preciosa informação monográfica, histórica, genealógica, necrológica, etc... da vila de Óbidos, abrangendo ainda descrições e memórias históricas das Vilas de Peniche, Olho Marinho, Sobral da Lagoa, São Mamede, etc.... Todo o manuscrito é de um só punho, muito legível embora a tinta diferente.
Transcereve-se parte da carta final: "... louvo o seu empenho em colligir e publicar os escriptos do Exmº Francisco Raphael da Silveira Malhão, d'este homem admirável que fez honra do clero portuguez. Conheci-o muito de perto e tive a honra de o ajudr a transportar à sepultura. Sou um dos seus primeiros admiradores e devo a fineza da sua memória, porque me escoheu sempre com estima e attenção. Possuo d'elle alguns manuscriptos, é verdade, e preso-os muito, porque vejo em cada phrase dos seus escriptos a grandeza e merecimento d'aquelle homem, que muitos não souberam apreciar! (...) Estes escriptos pois comprei-os à irmã do venerando sacerdote, porque desejava ter alguma coisa d'elle e como privar-me d'ellas agora? Talvez alguns delles estejam já publicados e por isso não terão já merecimento para os outros ..." |
Preço: |
250 € |
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| Ref.: |
5467 |
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| Autor: |
VASCONCELOS, Joaquim |
| Título: |
3 CARTÕES |
| Desc.: |
3 cartões de visita (10 x 6 cm cada) manuscritos pela frente e verso, assinados e datados de 6 de Maio e 18 de Julho de 1912 e enviados ao colega Cardoso Marta (?). |
| Obs.: |
"... Não podia V. Excª enviar brinde mais grato que o seu estudo sobre Velhos Teares. ... Logo que tenha um minuto livre - parece exagero não é!- procurarei fazer-lhe publicamente a devida justiça. Foi-se o insubstituível Rocha Peixoto; o R. (Ricardo) Severo partiu para o Brazil, o Dr. Manuel Monteiro que tão bem começou empolgado pela política! Que fazer? Louvar os novos e me dar algum conselho útil, porque é o que me resta, após o sacrifício ..."
JOAQUIM António da Fonseca VASCONCELOS, nascido no Porto, em 1849 teve muitos irmãos e, tendo ficado órfão aos quatro anos, em 1859 mandaram-no para Hamburgo, onde estudou Arte, Arqueologia, História da Literatura e Música. Regressou a Portugal e, quando se preparava para voltar à Alemanha, eclodiu a Guerra Franco-Prussiana (1870-71) e permaneceu em Portugal. Viajara pela Europa e o seu trabalho desenvolveu-se nas áreas das artes e da arqueologia, tendo deixado inúmeros estudos pioneiros da História de Arte em Portugal, bem como na área da Música (por exemplo, em 1870, Os Músicos Portugueses com nomes de 400 músicos). Foi professor da Escola de Belas-Artes de Lisboa e deixou uma vasta obra nas áreas da arqueologia, do estudo de monumentos, da ourivesaria e joalharia portuguesas. Os seus desenhos são preciosidades guardadas pelos descendentes. |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
5457 |
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| Autor: |
VASCONCELOS, José Leite |
| Título: |
CARTÃO |
| Desc.: |
Cartão timbrado da Biblioteca Nacional em Lisboa (11 x 9 cm), manuscrito pela frente e verso, assinado no final e datado de Lisboa, 21 de Janeiro de 1908, dirigido a Vergílio Correia (?).
De interesse arqueológico. |
| Obs.: |
"... remeto-lhe o desenho da fíbula para fazer o artigo. Pode regular-se pelo "Archeologo, IX.1 e X.320. No artigo deve alludir Às outras antiguidades que me deu: 1) frescos; 2) marcas (?) e às mais que tiver. Logo que o tenha pronto, póde mandar-mo. Se vier no Entrudo cá, appareça. Eu não sei se sairei ..." |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
5455 |
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| Autor: |
VASCONCELOS, José Leite de |
| Título: |
O CAMPO (na Beira BAixa) - PROVA TIPOGRÁFICA |
| Desc.: |
Prova tipográfica em dois documentos impressos (21 x 18 cm & 21 x 27 cm) com correcções manuscritas elaboradas a punho de LEITE VASCONCELOS assinado no final. |
| Obs.: |
Este texto fora publicado em ETNOGRAFIA PORTUGUESA (vol. III) |
Preço: |
75 € |
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| Ref.: |
7237 |
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| Autor: |
VITERBO, Francisco Marques de Sousa |
| Título: |
BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO |
| Desc.: |
Inteiro postal dos correios, manuscrito pela frente e verso, dirigido a Anibal Fernandes Thomaz ilustre bibliófilo, assinado no final pelo punho de Sousa Viterbo, datado de Lisboa 3 de Janeiro de 1900. |
| Obs.: |
Francisco Marques de Sousa Viterbo, personalidade multifacetada, foi poeta, arqueólogo, historiador e jornalista. Nasceu em 1845, no Porto, e morreu em 1910, em Lisboa.
"Meu amigo...Na carta que lhe escrevi ontem esqueci-me dizer-lhe que não tinha o Presbiptio. É das poucas cousas que me faltam na minha Collecção Castilho.(...) A inscripção de Moraes em Santa Maria de Cintra há muitos anos que a copiei, publicando-a nas minhas Notas ao Catálogo da Exposição.(...)" |
Preço: |
50 € |
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| Ref.: |
7234 |
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| Autor: |
XAVIER, José Bastos |
| Título: |
LOTE DE 38 CARTAS |
| Desc.: |
Conjunto constituido por 38 cartas (9 bilhetes postais, 2 cartões e 27 cartas) todos assinados no final pelo escritor. A maioria conserva o sobrescrito, importante para avaliação temporal do escrito. Todas as cartas foram dirigidas ao Dr. Saraiva de Carvalho, crítico literário e director do periódico "O DEBATE. |
| Obs.: |
Pioneiro do neo-realismo BASTOS XAVIER surge na vanguarda dos NOVOS PROSADORES com o seu romance CANA AO VENTO, que a seu lado e dentro da mesma colecção, estavam os nomes de Fernando Namora, Carlos de Oliveira, Mario Dionisio, Virgílio Ferreira e João Falcato.
"... Engenheiro José de Bastos Xavier
Nasceu a 29 de Outubro de 1902 no lugar de Arrancada do Vouga. Formou-se em Engenharia na Faculdade de Engenharia do Porto. Depois de muito tempo a trabalhar para o Estado regressou à sua terra natal e preocupado com os problemas sociais da terra, tornou-se Presidente da Câmara Municipal de Águeda e teve como objectivo principal fornecer água potável às populações entre outros melhoramentos. Foi também Presidente da Direcção da Cooperativa agrícola dos Lavradores de Águeda, publicou alguns romances sendo a "Cana ao Vento" um dos mais conhecidos e citados..."
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Preço: |
275 € |
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