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Módulo background

Afrodite

Foram localizados 4 resultados para: Afrodite

 

Referência:13879
Autor:CARVALHO, Armando Silva
Título:O USO E O ABUSO
Descrição:

Edições Afrodite, Lisboa, 1976. In-8º de 147-(5) págs. Br. Capa de Henrique Manuel. Inserido na colecção Autores II.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Da Contracapa:

"Encenou-se a escrita a pensar no que acontece, ainda hoje, com a revista à portuguesa. Nomes, estilhaços de falas e figuras surgem e desaparecem com a finalidade, quase exclusiva, de se evitar a produção do chamado objecto intelectual, obrigado a clássico mote.O equívoco é o jogo. As grandes cenas da vida real - esboços da "apoteose" revisteira, cúmplice do discontínuo quer no prazer, quer na acção. Com pequenos intervalos para tremoços.Utilizou-se mesmo assim, a memória antiga, certo, "fervedoiro" palavroso, lá, onde o gozo sofrido se pode abrir na direcção de todos os lados possíveis da fala. Daquilo que a precede e provoca. E ela provoca."

Preço:22,00€

Referência:13878
Autor:GARCIA, José Martins
Título:ALECRIM, ALECRIM AOS MOLHOS
Descrição:

Ediçõees Afrodite, Lisboa, 1974. In-8º de 128-(4) págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto com desenhos de Henrique Manuel. Alguns picos de acidez na capa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Conjunto de cinco contos onde se nota  a influência surrealista, e onde os aspectos grotescos da sexualidade entram em confronto com a moral beata de um país conservador.

"Também foi muito mal aceite pelos portalejos a tese de Malagueta sobre o número quatro. Foi o caso que, interpelado por um colega curioso sobre os maiores nomes da poesia nacional, Alfredo Malagueta confessou não ter dúvidas quanto ao preenchimento da trilogia cimeira. Camões, Quental, Pessoa. Mas depois?... O quarto lugar constituía um problema gravíssimo. Os historiadores da literatura não davam achegas para tão melindrosa avaliação. Nem os catedráticos sabiam quem era o quarto poeta, nem o Ministro da Educação Nacional ousava decidir em tão transcendente matéria. Quem seria?... Alfredo Malagueta já sofrera noites de insónia, em demanda do almejado nome. Sem êxito. Ora a voz da inspiração lhe segredava o nome de Bocage, ora o bom senso lhe lembrava que um libertino nunca poderia ocupar tais píncaros. Por vezes a voz misteriosa segredava-lhe o nome de Teixeira de Pascoaes, mas Pascoaes era pouco lido... Também ouvira algumas vezes o nome de José Régio... Mas Régio ainda vivia... De modo que esse preenchimento do quarto lugar era problema de quebrar a cabeça mais erudita. O próprio Fernando Pessoa lhe chegara a pôr algumas dúvidas em tempos, dada a utilização que fizera, impensadamente, do vocábulo merda. Todavia, dada a sua já relativamente distante morte, tudo levava a crer tratar-se de um pecadilho de juventude. O colega curioso, pouco adaptado à ciência portaleja, perguntou: «Mas por que quer escolher o senhor doutor quatro, e só quatro, poetas?» Alfredo Malagueta entusiasmou-se: «Colega, saiba que depois do quarto virá o quinto, tal como sucederá com os impérios...»
   Como tudo era rapidamente sabido na Porta - onde a moral vítrea açambarcava as atenções de modo a impedir conhecimentos esotéricos - a versão divulgada acerca dos poetas acentuou que Alfredo Malagueta descobrira que, a seguir ao número quatro, vem o número cinco, interpretação causadora de uns primeiros apupos na via pública.
   Um primeiro afastamento dos portalejos deixou-o muito solitário, rondando as águas indiferentes, meditando nas nuvens carregadas, aproximando-se perigosamente das serpentes e dos cães que guardavam os dois extremos da cidade. Estava a findar aquele primeiro e amargurado ano lectivo quando, interrogado por um aluno acerca do Canto IX de «Os Lusíadas», Malagueta perdeu o respeito pelo poeta número um da lista e pipilou que Camões tinha sido um tarado sexual. O reitor, homem franco ao modo antigo, resolveu intervir:
   - Homem! - disse - Camões, fosse lá o que fosse, sempre é o símbolo da pátria... Veja lá o que diz aos pequenos!
   Alfredo Malagueta recolheu-se a um orgulho taciturno, ferido, ensimesmado, incompreendido. Circulava de casa ao liceu, de casa ao templo."

Preço:28,00€

Referência:13439
Autor:S. CIPRIANO
Título:GRANDE LIVRO DE S. CIPRIANO ou tesouros do feiticeiro
Descrição:

Edições Afrodite - Fernando Ribeiro de Mello, Lisboa, 1971. In-8º de 355-V págs. Br. Inserido na "Colecção Clássicos". Profusamente ilustrado com ilustrações de Martim Avilez.
 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Comentários de P. Álvaro Miranda Santos, António Alçada Baptista, António José Forte, P. Avelino Rodrigues e Fernando Calixto.

Preço:40,00€