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Módulo background

Alentejo

Foram localizados 15 resultados para: Alentejo

 

Referência:13841
Autor:BARATA, António Francisco
Título:EVORA E SEUS ARREDORES
Descrição:

Typographia do "Noticias d'Evora", Evora, 1904. In-8º de 50-(2)págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto. Capas de brochura levemente amarelecidas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Monografia muito interessante sobre Evora e os seus arredores, escrita por um do maiores estudiosos da cidade, sendo o seu legado  bastante importante para o inventário, conhecimento e divulgação do património histórico da cidade.

Do PROLOGO:

"Duas palavras explicativas do porque destas noticias.

Em conversação havida com o senhor Doutor Caetano Xavier de Almeida da Gamara Manoel, que foi bemquisto
Director das obras publicas do Districto d Evora, occorreu o dizer eu alguma cousa dos arredores da cidade, sómente por chamar as attenções de mais de um visitante illustrado da velha capital transtagana, sendo este minusculo trabalho um como complemento do seu mais folegado: Através de Evora.

Não sendo, na totalidade, assumptos virgens ás pennas dos que já viveram, alguns se tocam por primeira vez, sobre se dilatarem as noticias dos já tratados.

Citações de fontes auridas vão indicadas, na maioria das noticias, e omittidas algumas.

Ao leitor certifica o auctor que tenha como verídicas e por mais limpas as que se não declarem, conformemente a
seu uso e costume em trabalhos históricos, e não phantasiosos inventos de enganar a incautos, como o provam mais de quarenta annos de trabalho litterario, em que só ha, só póde haver defeito de intelligencia e nunca de refalsada intenção.

E mais nada: leia quem gostar de ler."

Preço:25,00€

Referência:13066
Autor:CADORNEGA, António de Oliveira
Título:DESCRIÇÃO DE VILA VIÇOSA Introdução, proposta de leitura e notas de Heitor Gomes Teixeira
Descrição:

Imprensa Nacional/Casa da Moeda, Lisboa, 1982. In-8º de 154 págs. Br. Integrado na colecção "Biblioteca de Autores Portugueses". Capa com lgeiras manchas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Interessante monografia histórica sobre Vila Viçosa, escrita no século XVIII  por António de Oliveira de Cadornega (Vila Viçosa, 1623/24 — Luanda, 1690) que foi um militar e historiador português radicado em Angola.

Preço:18,00€

Referência:13595
Autor:DUBRAZ, J.
Título:RECORDAÇÕES DOS ULTIMOS QUARENTA ANNOS junto com O AVENTUREIRO FRANCÊZ
Descrição:

Imprensa de Joaquim Germano de Sousa Neves, Lisboa, 1869. Três volumes de In-8º de 10-226-42 págs.  Emcadernação meia inglesa com dizeres a ouro na lombada.  Este tomo encerra as primeiras 10 páginas da obra Cinco Finados Illustres, Recordações dos ultimos quarenta annos (Se segunda edição revista, correcta e augmentada) e o Aventureiro Francez.

 

 

 

Observações:

Segunda edição revista, correcta e augmentada desta obra fundamental para o estudo da história de Campo Maior no século XVII e XIX, e em particular sobre as Invasões francesas e as guerras peninsulares. Como o autor refere sem bons testemunhos “nunca haverá quem faça História” e porque a História “deve ocupar-se tanto dos grandes centros a que chamamos estados, como das pequenas circunscrições”.  Encerra também biografias de personalidades importantes de Campo Maior.

Junto com as primeiras 10 páginas do escrito panfletário "Cinco finados illustres", muito importante para entender as ideias dos homens do século XIX, onde o autor toma posição, enquanto “republicano, laico e socialista” e com a novela histórica "o Aventureiro francez" passada na época de D. João III.

Preço:40,00€

Referência:13594
Autor:DUBRAZ, J.
Título:RECORDAÇÕES DOS ULTIMOS QUARENTA ANNOS
Descrição:

Imprensa de Joaquim Germano de Sousa Neves, Lisboa, 1868. In-8º de 357 págs. Br. Capa de brochura com picos de acidez e empoeirada. A necessitar encadernação.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Obra fundamental para o estudo da história de Campo Maior no século XVII e XIX, e em particular sobre as Invasões francesas e as guerras peninsulares. Como o autor refere sem bons testemunhos “nunca haverá quem faça História” e porque a História “deve ocupar-se tanto dos grandes centros a que chamamos estados, como das pequenas circunscrições”.  Encerra também biografias de personalidades importantes de Campo Maior.

Preço:35,00€

Referência:12909
Autor:NAVARRO, Modesto
Título:POETAS POPULARES ALENTEJANOS
Descrição:

Editorial Vega, Lisboa, 1980. In-8º de 254-(2) págs. Br

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Levantamento da poesia popular alentejana feito em três distritos do Alentejo, Évora, Portalegre e Beja, de que resultou este livro com organização e introdução de Modesto Navarro.

Preço:15,00€

Referência:13211
Autor:OLIVEIRA, Fernando Baptista de
Título:HISTÓRIA E TÉCNICA DOS TAPETES DE ARRAIOLOS
Descrição:

Edição do autor, Lisboa, 1991. In-8º de 417 págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com fotografias de tapetes e diagramas.
 

Observações:

"Este livro aclara muitos pontos da História dos Tapetes de Arraiolos, que permaneciam obscuros, dá a conhecer a técnica deste artesanato, elucida qualquer leitor sobre as decorações dos nossos tapetes bordados e ensina a compreendê-las facilmente. Ele também dá ao possuidor de qualquer tapete de Arraiolos os conhecimentos precisos para avaliar o grau mais ou menos elevado das qualidades estéticas do seu exemplar, e pode ajudar os novos amigos dos tapetes a decidirem-se conscientemente pela aquisição desta ou daquela peça com que mais simpatizem(...)".

Preço:21,00€

Referência:13866
Autor:PAPANÇA, Macedo (conde de Monsaraz)
Título:CENTENÁRIO DO CONDE DE MONSARAZ 1852-1952
Descrição:

Edição da "Casa do Alentejo", Lisboa, 1952. In-8º de 76-(4) págs. Br. Capas de brochura com leves manchas de humidade.

INVULGAR.
 

Observações:

Livro editado pela casa do Alentejo e dedicado à figura do Conde de Monsaraz, no centenário do seu nascimento. que encerra os seguintes capítulos: «Curriculum Vitae» – Retratos e poesias de várias épocas – Poetas alentejanos ao poeta do Alentejo – Meu Pai.


SALADA PRIMITIVA

Leitor, se amas o campo e a natureza,
                Se és bucólico e rude,
                E na tua rudeza
Só respeitas a força e a saúde;
Se às convenções da sociedade opões
O desdém pelas normas e preceitos,
Que trazem pelo mundo contrafeitos
                Cérebros e corações;
Se detestas o luxo e se preferes,
Francamente, às senhoras as mulheres,
E tens, como um pagão da velha Esparta,
Pulso rijo, alma ingénua e pança farta;
Se és algo panteísta e tens bem vivo
                Esse afagado ideal
Do retrocesso ao homem primitivo,
Que nos tempos pré-históricos vivia
Muito perto do lobo e do chacal;
Se um ligeiro perfume de poesia
                Que se ergue das campinas
Na paz, no encanto das manhãs tranquilas,
                Te dilata as narinas
E enche de gozo as húmidas pupilas,
Leitor amigo, se assim és, vou dar-te
“Se a tanto me ajudar engenho e arte”
                Uma antiga receita,
Que os rústicos instintos te deleita
E frémitos te põe na grenha hirsuta.
                Leitor amigo, escuta:

Vai, como o padre-cura, cabisbaixo
Pelos vergéis da tua horta abaixo
Quando no mês de Abril, de manhã cedo,
O sol cai sobre as franças do arvoredo,
Para sorver aqueles bons orvalhos
Chorados pelos olhos das estrelas
Nos corações dos galhos;
Passarás pelas couves repolhudas
                - Cuidado não te iludas,
                Nem te importes com elas!
Vai andando...
                Mas logo que tu passes
                Ao campo das alfaces,
Pára, leitor amigo,
E faz o que te digo:
Escolhe dentre todas a mais bela,
Folhas finas, tenrinhas e viçosas
                Como as folhas das rosas,
                E enchendo uma gamela
                De água pura e corrente,
Lava-a, refresca-a cuidadosamente.
Logo em seguida (e é o principal)
Que a tua mão, sem hesitar, lhe deite
                Um fiozinho de azeite,
                Vinagre forte e sal,
E ouvindo em roda o lúbrico sussurro
Da vida ansiosa a propagar-se, que erra
                Em vibrações no ar,
Atira-te de bruços sobre a terra
                E come-a devagar,
Filosoficamente, como um burro!

Preço:10,00€

Referência:13270
Autor:SOTTO MAIOR, Diogo Pereira
Título:TRATADO DA CIDADE DE PORTALEGRE
Descrição:

INCM / Câmara Municipal de Portalegre, Lisboa, 1984. In-8º de 151-(14) págs. Br. Ilustrado em extra-texto.

Observações:

Obra com  introdução, leitura e notas de Leonel Cardoso Martins.

Da introdução:

 História dum manuscrito quase ignorado durante mais de três séculos


"Em 1616, detrás das costas da capela de S. Tiago, concluía o padre Diogo Pereira Sotto Maior, indigno capelão em a Santa Sé, o seu Tratado da Cidade de Portalegre. Recolha de tradições e lendas, relato de factos de que teve conhecimento ou que ele próprio presenciou, de tudo foi guardando memória escrita em cadernos, borrões e cartapácios. Desses materiais dispersos, e satisfazendo o interesse manifestado pelo bispo Rodrigo Cunha, resultou o Tratado que lhe dedicou, e ofereceu pelo Natal desse ano de 1616. Este manuscrito fez parte da livraria do bispo Rodrigo Cunha e, no século XVIII, encontrava-se na cela do padre doutrineiro da Casa Professa de S. Roque. É citado por Barbosa Machado na sua Biblioteca Lusitana, quando se refere a Diogo Pereira Sotto Maior. Nos princípios deste século, Luís Keil, apaixonado investigador histórico, descobriu-o nas estantes dum alfarrabista em Lisboa, e, por uns algarismos recentes feitos a lápis na capa de pergaminho que o envolve, lembrou-se de lhe procurar o rasto em catálogos de antigas livrarias. Encontrou-o registado no catálogo da Livraria Pereira Merelo, com o n.º 5668 - PEREIRA (Padre Diogo). - Manuscrito - Tratado da Cidade de Portalegre e de suas antiguidades, brochado em pergaminho."

 

Do primeiro capítulo

 

 

Do sítio e assento desta nobre cidade

«Muitas e diversas opiniões há, se esta cidade floresceu em tempo de gentilidade, ou se foi edificada por cristãos. Uns dizem que daquela antiga cidade que está ao pé da vila de Marvão, chamada Miróbriga ou Medóbriga, [daquela antiga cidade que está ao pé da vila de Marvão, chamada AMMAIA (JDACT)] foi edificada esta nossa de que vou tratando e que tomou por nome Ammaia, o que parece ter alguma cor de verdade, porque eu vi e li um litreiro que está em úa vasa de culuna, na ermida do Espírito Santo extra muros desta cidade, escrito em letras romanas, o qual, tresladado da maneira que está, diz assi:

IMP. CAES. L. AVRELIO
VERO. AG. DIVI. ANTO
NINI. F. PON. MAX.
CÕS. II. TRIB. PO.
PP. MVNICIP.
AMMAIA.

Quer dizer a exposição dos caracteres acima, segundo meu parecer, que Ammaia, sendo município, dedicou estátua ao Imperador Lúcio Aurélio César, verdadeiro Augusto, filho de Antonino, Pontifici Máximo, Tribuno do Povo, Cônsul duas vezes, Pai da Pátria"

 

Preço:18,00€

Referência:13677
Autor:VENTURA, António
Título:TEÓFILO JÚNIOR
Descrição:

Câmara Municipal de Arronches, Arronches, 1991.  In-8º de 217 págs. Br.

Observações:

Obra sobre Teófilo Júnior,  Républicano, Natural de Arronches, e que escreveu bastantes textos sobre os ideais Republicanos.

"Na manhã do dia 5 começou a afluir ao Centro Republicano grande quantidade de povo que aclamava febrilmente a República e os seus maiores vultos. Pouco depois saía do centro a filarmónica acompanhada de povo que já era em número considerável, à frente do qual marchavam os membros da comissão municipal repúblicana empunhando bandeiras.
Dirigiu-se o cortejo aos paços do concelho, onde foi içada, numa das janelas a primeira bandeira da República.
(...)De uma das janelas da câmara falaram entusiasticamente os académicos Barradas Tenório e Teófilo Júnior e o operário José Lopes, os quais receberam do povo grandes manifestações de simpatia."

 

Encerra os seguinte capítulos:

Introdução; Textos autobiográficos; Textos literários filosóficos, Polémica com António Sardinha, Textos políticos.

 

Preço:14,00€