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Anti-Clericalismo

Foram localizados 6 resultados para: Anti-Clericalismo

 

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Referência:14405
Autor:FONSECA, Tomás da
Título:NA COVA DOS LEÕES
Descrição:

Edição de Autor, Lisboa, 1958. In-8º de 454-(10) págs. Br. Edição destinada ao Brasil. Capas de brochura insignificantemente empoeiradas. BOM EXEMPLAR

PRIMEIRA EDIÇÃO

INVULGAR.

Observações:

Livro de Tomás da Fonseca, considerado por muitos o livro mais subversivo que algum dia se escreveu em Portugal, durante a época salazarista. É um conjunto de cartas publicadas no então jornal “República” tendo por base não só a situação política vivida na altura como as relações promíscuas entre o regime do Estado Novo e a Igreja. Tomás da Fonseca procura desconstruir, quer o cristianismo, num primeiro momento, e depois, as muito famosas aparições de «Nossa Senhora» aos pastorinhos em Fátima.
O estilo acusatório do autor é, em muitas circunstâncias, de uma violência impiedosa. Tomás da Fonseca usa o seu longo reportório e conhecimentos de natureza teológica para desmontar aquilo que designa como embuste de Fátima.

Preço:30,00€

Referência:12609
Autor:TAXIL, Leo; MILO, Karl.
Título:OS MYSTERIOS DA EGREJA Versão de Gomes Leal
Descrição:

Empreza Luzo-Brazileira, Lisboa, 1889. Dois tomos de in-4º de 368 e 624 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. Profusamente ilustrado com  magnificas gravuras de Karl Milo ao longo do texto. Conserva as capas de brochura. Algumas págnas com picos de acidez.

INVULGAR.

Observações:

Romance histórico, anti-clerical,  sobre a vida privada do Papa Leão X e do monge dominicano Johann Tetzel, traduzido para português por Gomes Leal, e escrito origialmente por Léo Taxil.

Léo Taxil foi um escritor e jornalista francês, conhecido por ter enganado parte das hierarquias eclesiásticas com uma falsa confissão sobre a Maçonaria.

Depois de uma educação em colégios católicos, durante a qual perdeu a fé, transformou-se num anti-cristão fanático e, depois de numerosas burlas e mudanças de morada, estabeleceu-se em Paris, onde se dedicou a escrever pornografia para publicações periódicas desse género  que estava na moda. Fundou uma revista chamada O Anti-clerical.
Em 1879 um panfleto de Taxil, intitulado Abaixo com o Clero, alcançou uma tiragem de 130.000 exemplares, e provocou um escândalo tal, que o autor foi levado a tribunal por violar uma lei de 1819 que proibia ultrajar uma religião reconhecida pelo Estado. Os membros do jurado eram, na sua maioria, anti-clericais, pelo que Jogand-Taxil foi absolvido.

Organizou uma série de conferências sobre "os crimes da Inquisição". Durante estas conferências, mostrava instrumentos de tortura que dizia ter comprado aos herdeiros dum carrasco. Claro que se tratava de artefactos inventados pelo próprio Taxil.

Acabou por fingir uma conversão à fé católica para posteriormente zombar dos católicos, e de passagem, ganhar a vida mais facilmente explorando a credibilidade destes.

 

Preço:75,00€