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Módulo background

Cabo Verde

Foram localizados 23 resultados para: Cabo Verde

 

Referência:13961
Autor:AGUIAR, Luiz
Título:LIVRO NEGRO DA DESCOLONIZAÇÃO
Descrição:

Editorial Intervenção, Lisboa/Braga, 1977. In-8º de 748 págs. Br.

INVULGAR

Observações:

Livro bastante polémico escrito por Luiz Aguiar onde ele analisa e documenta o processo  da descolonização portuguesa.

Da Introdução:
“ E na certeza de que constitui obrigação nacional mostrar, aos nossos irmãos do Ultramar, que o povo da antiga “Metrópole” não deve ser confundido com a minoria que deve ser responsabilizada pelo “incontestável sucesso”, como chamava ainda em 1976, à “Descolonização”, o Dr. Mário Soares, dedicamos este livro:

AOS VIVOS E MORTOS, NEGROS E BRANCOS,
VÍTIMAS DA “DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR”.

Preço:30,00€

Referência:12241
Autor:autoria indefinida
Título:CABO VERDE Pequena Monografia
Descrição:

Agência-Geral do Ultramar, Lisboa, 1970. In-8º de 80-(4)págs. Br. Ilustrado em extra-texto com diversas fotografias (Pedra Lume, Praia, Santiago, Santo Antão, Longueira, Fogo, etc.) e com um interessante mapa desdobrável do arquipélago. Apresenta um carimbo de número de ordem de biblioteca particular.

Observações:

Um livro monográfico e de grande interesse histórico sobre Cabo Verde.

Preço:17,00€

Referência:12237
Autor:autoria indefinida
Título:ESTATUTO POLÍTICO-ADMINISTRATIVO DA PROVÍNCIA DE CABO VERDE
Descrição:

Agência-Geral do Ultramar, Lisboa, 1963.  In-8º  de 41-(1) págs. Br. Ostenta carimbo de biblioteca particular.

Observações:

Estatuto Político-Administrativo da Província de Cabo Verde, que, aprovado em 1963, consagrou o modelo colonial fundamentado na ideologia do Estado Novo.

Preço:10,00€

Referência:12694
Autor:FREIRE, António de Abreu
Título:DIÁRIO DE BORDO NA ROTA DE VIEIRA - Pelos 400 Anos do Nascimento do Pe. António Vieira, 1608-1967
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, 2008. Inn-8º de 393-(7) págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com fotografias.

 

Observações:

Diário de bordo da viagem de barco à vela, que durou aproximadamente um ano, do professor Antônio Abreu Freire, que percorreu dez mil quilómetros numa  viagem comemorativa e de investigação, marcando em cada lugar os passos do Padre António Vieira. É, por isso, um diário  de uma navegação que o levou até à Madeira, litoral do Brasil, Caraíbas e Açores.


"Quinta-feira, 13 de Setembro

Alcântara, Maranhão
Existe uma lenda sebastianista por estas terras. A 4 de Agosto de cada ano aparece um galeão todo iluminado nos Lençóis do Maranhão, um imenso deserto entremeado de lagoas de água doce; dele desce el-rei D. Sebastião que logo desaparece debaixo do areal onde reina numa cidade prodigiosa, rodeado de uma corte brilhante. Depois, na noite de S. João, disfarçado de touro negro, o rei deixa a sua corte subterrânea e corre pelas praias ao luar. Se alguém conseguir atingir a sua cabeça e dela fazer jorrar sangue, quebrar-se-á o encantamento e ficará vivo e presente el-rei D. Sebastião".

Preço:15,00€

Referência:12637
Autor:GALVÃO, Henrique
Título:OUTRAS TERRAS OUTRAS GENTES
Descrição:

Editorial Jornal de Noticias, Porto, 1944. Dois volumes de In-4º de  609- (31) páginas corridas. Encadernação meia francesa em pele com dizeres a ouro na lombada. Conserva capas de brochura. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto  com fotogravuras do autor e de Elmano da Cunha e Costa, reproduções de mapas e reproduções de esboços, desenhos e quadros em extra-texto de  Pires de Moura, Eduardo Malta, Fausto Sampaio, Neves e Sousa, Martins Barata, António Ayres e Rui Filipe.

INVULGAR.

Observações:

Obra fundamental na história colonial portuguesa onde o autor nos deixa um belíssimo testemunho das "Outras Terras, Outras Gentes", percorrendo a Madeira e Porto Santo, Cabo Verde, São Tomé e a Guiné, Luanda, Cabinda, Terras do N'Goio e do Gorila, Terras do Manicongo, do Quanza ao Cassai, Moxico, Terras do Fim do Mundo, do Cuangar à Huita pelo Bié, do Lubango a Luanda por Terras do Oeste.  Os dois volumes que constituem esta obra são um excelente exemplo de literatura de viagens, apresentando-nos o seu itinerário como pretexto para diversas narrativas e descrições literariamente elaboradas.

I volume - I - Mar Nostrum; II - Estações Africanas; III - Terra Nostra; IV - Terra de N’Goio e de Gorila; V - Terras de Manicongo.; VI - Do Quanza ao Cassai.

II volume - VII - Moxico, Berço de Rios; VIII - Terras do Fim do Mundo; IX - Do Cuangar à Huita pelo Bié; X - Para Aquém e para Além da Chela; XI - Do Lubango a Luanda por Terras de Oeste.

Preço:135,00€

Referência:12542
Autor:LOPES, Manuel
Título:OS FLAGELADOS DO VENTO LESTE
Descrição:

 Editora Ulisseia, Lisboa, 1960. In-8.º de 266-(1) págs.Br. Com falta da sobrecapa editorial. Valorizado pela expressiva dedicatória autógrafa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Neste livro o autor escreve ma narrativa marcada por um neo-realismo de carácter insular, onde  desenvolve um intenso cenário de desolação, o qual promove o desespero e a degradação humana.
José da Cruz, lavrador, e um dos seus filhos, Leandro, pastor transformado em salteador, são as personagens nucleares de duas narrativas que se entrecruzam, traduzindo a impotência dos habitantes da ilha de Santo Antão perante a força dos elementos.

"Aquela tira de carrapato era sinal de trabalho, símbolo de emancipação, na ideia do rapaz. Significava que nele se estava operando a passagem de menino para homem. Na verdade, era o começo da escravização do menino pela terra, sob o disfarce tentador da responsabilidade de homem. Todo o catraio que ajuda o pai no tráfego sério das hortas sente grandeza em ser tratado de igual para igual e em trazer aquele distintivo. Os homens usavam, naturalmente, o cinto para suster as calças, mas também para enfiar a faca. O pai tinha um lato de coiro e um cartuchinho também de coiro – a bainha – para guardar a faca. Os meninos sonham com a bainha de cabedal, emblema de responsabilidade. "Uá! Tu não tens uma faca como eu. Foi nha-pai que deu para eu ajudar ele nos mandados da horta". Então, às escondidas, já picam tabaco de rolo com a faca, e enrolam o seu cigarrinho na palha de milho. Depois enfiam o calção de dril azul ou cotim ou vichi para esconder a vergonha e andarem mais afoitos no meio de raparigas. E aprendem a limpar o suor com as costas das mãos –a princípio por puro espírito de imitação – quando, no fim do dia, empunhando o rabo da enxada, regressam ao terreiro da casa atrás do chefe de família. Porque infância de menino de campo é isto: trocar as mamas da mãe pelo cabo da enxada do pai. Porque o homem do campo não teve infância. Teve luta só, e luta braba. E esperanças e incertezas; a labuta das águas e o drama da estiagem marcados nas faces chupadas e no olhar sério."

 

Preço:45,00€

Referência:12541
Autor:LOPES, Manuel
Título:O GALO CANTOU NA BAÍA ... (e outros contos cabo-verdeanos)
Descrição:

Orion Distribuidora, Lisboa, 1959. In-8º de 220-(2) págs. Brochado. Valorizado pela dedicatória ao poeta José Osório de Oliveira.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Colecção "Hoje e Amanhã". Manuel Lopes é um dos nomes mais destacados da literatura cabo-verdiana. A presente colectânea reúne alguns dos melhores contos do autor. Com os seus personagens de vigorosa personalidade, vivendo enredos de forte carga simbólica, relatados numa linguagem simultaneamente densa e subtil, estes contos de Manuel Lopes proporcionam ao leitor uma forte emoção. O primeiro deles, «Galo Cantou na Baía», publicado pela primeira vez em 1936, marca, na opinião de Russel Hamilton, o nascimento da moderna prosa narrativa de Cabo Verde.

Preço:40,00€

Referência:12540
Autor:LOPES, Manuel
Título:CHUVA BRABA (Novela Cabo-Verdiana)
Descrição:

Instituto de Cultura e Fomento de Cabo Verde, Lisboa, 1956. In-8º de 310-(6) págs. Br. Capa e ilustrações do Autor. .

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Primeira e muito invulgar edição de um dos mais importantes livros de Manuel Lopes, um dos principais representantes da literatura cabo-verdiana, distinguido com o prémio Fernão Mendes Pinto.
O autor foi um dos principais representantes da literatura cabo-verdiana, tendo fundado e dirigido a revista "Claridade", onde está arquivada grande parte da sua produção literária.
É um  romance composto por vinte capítulos que por sua vez, estão subdivididos em duas partes. A primeira compreende treze capítulos e a segunda quatro.
O enredo é um hino a caboverdianidade de desassossegos e de esperanças, de partidas e de regressos que giram em torno das personagens centrais da obra em análise, nhô Joquinha e Mané Quim, o seu afilhado.


"Porto Novo é vila de futuro, dizem. Uma estrada paralela à praia corta-a ao meio; é a rua principal. No seu portinho aberto de mar picado balançam, quase sempre, um ou dois faluchos vindos de S. Vicente. O comércio progride. As lojas são providas de toda a sorte de bugigangas. Têm fazendas medidas a jardas, lenços de cores berrantes, mercearia, quinquilharias, têm espelhinhos, jóias artificiais, barros de Boa Vista para todos os usos, alfaias, panelas, caldeirões de ferro de três pés, têm tudo. A clientela é vasta, quase a terça parte da população dos campos da ilha cai ali. Trazem produtos agrícolas, trocam ou vendem, invadem as lojas. Deixam os nomes nos livros de conta-corrente; pagam prestações. Há empréstimos, dívidas, hipotecas, juros astronómicos. Fornecedores de frescos à navegação do Porto Grande, vendedores e vendedeiras do mercado de S. Vicente vão ali adquirir frutas, galinhas, ovos, hortaliças, por baixo preço. Contrabandistas de aguardente pululam. Até a hora da debandada das tropas de burricos, dos homens e mulheres de campo, ao meio-dia ou uma hora da tarde, a estrada enche-se movimento e gritos num vaivém de feira ambulante, canastras, frutas, lenha, gado. Os faluchos zarpam ajoujados. S. Vicente devora tudo, pede mais. Uma vela branca e oblíqua cruza com outra no  meio do canal. À tarde Porto Novo é uma vila morta."

Preço:45,00€

Referência:13903
Autor:MORAES E CASTRO, Armando A. G. de; CARDOSO, A. Pereira
Título:UMA VIAGEM ATRAVÉS DAS COLÓNIAS PORTUGUESAS
Descrição:

Companhia Portuguesa Editora, Porto, 1926. In-8º de 240-(2) págs. Br. Capas de brochura empoeiradas. miolo amarelecido. Com uma pequena assinatura de posse.

INVULGAR

Observações:

Livro com prefácio do Almirante Ernesto de Vasconcelos que  é o relato de forma epistolar da viagem efectuada por Armando Moraes e António Cardoso pelas colónias portuguesas, no ano de 1926. Analisa as  colónias sob o ponto de vista físico, económico e político usando uma escrita tipica  de propaganda colonial.

Preço:19,00€

Referência:13896
Autor:OLIVEIRA, Cândido
Título:TARRAFAL o pântano da morte
Descrição:

Editorial República, S/L, 1974. In-8º de 152-(4) págs. Br. Capa com ilustração de Stuart Carvalhais. Livro com alguns sinais de uso.

Observações:

Livro publicado postumamente e bastante expressivo sobre  a Colónia Penal do Tarrafal, na Ilha de Santiago e que estava estava destinada a receber os presos condenados a pena de desterro pela prática de crimes políticos.


"... à memória dos 30 mortos que repousam no cemitério do Tarrafal; aos mártires do campo de concentração do Tarrafal de Santiago de Cabo verde; aos heróis e mártires da luta antifascista..."


Com uma nota prévia de  José Magalhães Godinho, "... Curvo-me, respeitoso, comovido, e com a maior saudade perante a memória do meu querido amigo e companheiro Cândido de Oliveira, homem íntegro, lutador intemerato, um dos sacrificados e uma das grande vítimas, pelo muito que sofreu, pelas brutalidades inumanas de que foi objecto, nesse negregado período do salazarismo que só por ironia, maldade e má fé, ainda há quem teime em considerar um regime meramente paternalista!"


Excerto:
"Para além da espessa e alta muralha de terra, do profundo e largo fosso, da intrincada e agressiva teia de arame farpado está o Campo.Colónia e Campo não têm ali a mesma compreensão. Justificadamente. A Colónia significa toda a área da Achada Grande, de um quilómetro quadrado, adquirida pelo Estado, e desgarrada da jurisdição do governador de Cabo Verde para ficar directamente dependente do capitão Agostinho Lourenço da PVDE.A área da Colónia não pertence nem depende do Ministério das Colónias. É zona autónoma. As autoridades locais não têm a menor jurisdição sobre aqueles terrenos nem sobre os indivíduos que neles vivem. Nem ali podem entrar sem prévia autorização do director do Campo de Concentração, que depende sob todos os aspectos do Ministério do Interior.É uma dependência da PVDE! Como o Forte de Caxias ou o Forte de Peniche ou a cadeia do Aljube. Enquadra-se na série de depósitos de presos à disposição da polícia política, e sujeitos à autoridade discricionária do capitão Agostinho Lourenço- o Krammer português- o que lhe permite transferir livremente o preso político de um depósito para outro... A passagem do Aljube para Caxias ou de Peniche para o Tarrafal é da competência do director da PVDE!Deste modo, a Colónia, é terreno feudal. Nem o Ministério da Justiça, nem o Ministério das Colónias, nem qualquer outra autoridade pode intervir ou conhecer o que se passa no Tarrafal".

Preço:18,00€