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VOLCOENS DE LAMA (romance)

em Literatura Portuguesa

Referência:
13147

Autor:
BRANCO, Camillo Castello

Palavras chave:
Camiliana | Primeiras edições | Romance

Ano de Edição:
1886

170,00€


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Título:
VOLCOENS DE LAMA (romance)
Descrição:

 Livraria Civilisação, Porto, 1886. In-8º de 272 págs. Encadernação meia francesa com dizeres e florões a ouro em casas fechadas na lombada. Conserva capas de brochura. Primeira edição , de execução gráfica muito cuidada, nitidamente impressa sobre papel de excelente qualidade e com os dizeres do frontispício impressos a preto e vermelho. Bastante invulgar e estimada. Algumas manchas de humidade na capa de brochura. Pequena assinatura de posse.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Último romance de Camilo, editado em 1886. A intriga do romance não é original. Provém de uma história verídica contada a Camilo por Pinho Leal. O escritor procedeu a algumas alterações, inclusivé os nomes, aproveitando o enredo e a localização do evento.

RASAO DO TITULO

"ORDINARIAMENTE quando, em estylo methaphorico, usamos comparar as férvidas paixoens de alguns homens aos vulcoens, a comparação vae buscar o simile ás crateras do Etna, do Hecla e do Vesúvio. Presume-se pois que os antros do coração humano resfolgam fogo de paixoens assoladoras como os intestinos do nosso globo jorram arroios de lava candente que subvertem, devastam, devoram, pulverisam ou petrificam toda a naturesa viva e morta que abrangem nos seus braços de lavaredas.

Todavia, ha ahi na casca do planeta paixoens humanas cujo simile não o dá o Vesúvio, o Hecla nem o Etna. E de Java que elle vem — de Java onde estuam convulsionados uns volcoens de lama que expluem o seu lodo sobre as coisas e as pessoas, primeiro emporcalhando-as, depois asphixiando-as na sua esterqueira espapaçada.

N'este romance estão em actividade permanente, sempre accesas, as crateras das paixoens da aldeia, também volcanicas, exterminadoras; mas sujas de uma porcaria nauseabunda — volcoens de lama, em fim.

Tal é a rasão do titulo."

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