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Colonização

Foram localizados 8 resultados para: Colonização

 

Referência:13219
Autor:ANDRADE, António Alberto Banha de
Título:MUITAS RAÇAS, UMA SÓ NAÇÃO Esboço da Teoria do Humanismo Português
Descrição:

Agência-Geral do Ultramar, Lisboa, 1968. In-8º de 95-(5) págs. Br. Ilustrado em extra-texto.

Observações:


Ensaio de António Alberto de Andrade onde ele defende a essencia do humanismo português como "a simpatia humana pelos povos de outros continentes, sem propósitos de imperialismo".

Preço:15,00€

Referência:13313
Autor:CAROÇO, Jorge Vellez
Título:MONJUR o gabú e a sua história
Descrição:

Centro de Estudos da Guiné Portuguesa,  Bissau, 1948. In-8º de 267 pags. Br. Capas de brochura empoeiradas. Pequena assinatura de posse. Ilustrado em extra-texto com fotografias sobre papel-couché.

Observações:

Interessante estudo sobre a história da origem dos reinos Fulas, os antepassados do Soba Monjur e a sua descendência, baseado nas recolhas transcrições dos manuscritos tribais.

"As origens deste livro e a sequência de acontecimentos que levaram finalmente à sua publicação são explicados pelo autor nas páginas seguintes. (...) Motivou este facto, sobretudo, o reconhecer-se que nele se continha numerosos e valiosos elementos, de recolha directa, relativos à história indígena da metade oriental da Colónia, o Gabú. O Capítulo I — ‘O Gabú e a sua História’ — constitui uma compilação do que à data em que foi escrito — há cerca de 15 anos — se sabia ou discutia quanto às origens das populações africanas, grandes invasões, impérios de Gana e Mali, reino fula de Maciná, etc. (...) Todos os outros capítulos, porém, são de evidente interesse, pois constituem o fruto de investigações directas e locais, do autor e dos indivíduos que cita (...)"

"O trabalho de muitos meses, em arquivos, de muitas consultas, de muitas horas de extenuantes audições de indígenas, que através da tradição nos relatam factos, umas vezes de verdade histórica, outras de fantasia lendária; de muitos dias consumidos em traduções de impressos e manuscritos árabes e de muitos e variados Tariks que me foi possível conseguir."

Preço:28,00€

Referência:13309
Autor:CASIMIRO, Augusto
Título:ANGOLA E O FUTURO(Alguns Problemas Fundamentais)
Descrição:

Livrolândia, Limitada, Lisboa, s.d. In-8º de 346-(6) págs. Br. Capas de brochura com picos de acidez.

 

Observações:

Obra onde o autor faz uma análise bastante lúcida da colonização de Angola, e onde defende a participação do Negro na riqueza que a sua terra lhe pode proporcionar "Não nos limitaremos a fazer a riqueza de poucos (...).Faremos da riqueza criada, cada vezmais, pela participação crescente do maior número no seu usufruto, uma formidável força para a Civilização do negro. — Temos de fazê-lo."e também condena o método colonizador que ainda se estava a usar em África chamando a atenção para a evolução de todo o processo: "Em África, nós, brancos, já perdemos muito tempo, e o despertar, à nossa roda, dos povos negros para a aquisição e garantia prática de novos direitos caminha com uma imprevista velocidade."
O autor faz ainda uma análise de toda a problemática do esforço colonial que se deveria, ainda, desenvolver com base numa comparação entre Negros e Brancos, não estabelecendo grandes distinções, a não ser aquelas que resultam das disparidades culturais e das evoluções técnicas que se foram verificando entre os Europeus.


Do índice: I - Sentido de Colonização; II - Missão em África: O Homem Africano; Africanismo; Três Governos; Três Chefes; Uma Política; A Terra Africana e a sua Cultura; Saúde e Alimentação. Educação: 1 - O problema da linguagem; 2 - Educação base; 3 - Ensino Profissional; 4 - Evoluídos. Mão-de-Obra, Política, Indínena, Industrialização e Colonização. O Mercado Comum.

 

Preço:19,00€

Referência:12631
Autor:COUTO, Monsenhor Gustavo
Título:O PLANO COLONIAL DE AFFONSO DE ALBUQUERQUE conferência realisada na sessão inaugural da Semana das Colonias promovida pela Sociedade de Geografia de Lisboa, no dia 13 de Maio de 1929
Descrição:

Edição de autor, Lisboa, 1929. In-4º de 83-(2)págs. Br. Edição cuidada, impressa a duas cores. Ilustrado com 15 gravuras extra-texto.

 

RARO.

 


 

Observações:

Conferência realisada na Sessão inaugural da “Semana das Colonias” promovida pela Sociedade de Geografia de Lisboa, no dia 13 de Maio de 1929.

Do prefácio de Julio Dantas:

“A conferência de monsenhor Gustavo Couto — nobre documento em que resplandece a fé nos destinos da patria — constitui mais um subsidio para o monumento que um dia alguem levantará a essa figura imortal, que não pertence apenas aos portugueses, porque pertence à humanidade ”

 

 

Preço:29,00€

Referência:14154
Autor:ELLIS, Myriam
Título:A BALEIA no Brasil Colonial. Feitorias, Baleeiros, Técnicas, Monopólio, Comércio, Iluminação
Descrição:

Edições Melhoramentos, São Paulo, 1969. In-º8 de 235 páginas. Ilustado ao longo do texto e à parte, com tabelas e mapas desdobráveis.  Brochado.

Observações:

Uma das poucas obras que abordam o surgimento deste comércio é o livro da historiadora Myriam Ellis, A Baleia no Brasil Colonial, onde encontramos relatos que nos auxiliam a compreender, não só a sua implementação no Brasil, como também a origem deste lucrativo comércio ao todo o mundo. Este livro de Ellis, publicado em 1969, quando muitas das fontes, hoje disponíveis, ainda não eram acessíveis por meio digital, recurso fundamental para o desenvolvimento desta e de outras pesquisas no Brasil actual. Este trabalho é fundamental na medida em que permite o entendimento da mecânica que regia essa atividade e dos recursos necessários para a inserção da pesca da baleia no litoral do Brasil no século XVII.

 

Da wikipédia:

" ... A prática de pescar baleias com arpões foi inaugurada no Brasil no início do século XVII, por influência direta de pescadores bascos instalados na Bahia. Desde o início, precisamente em 1614, a Coroa estabeleceu o Monopólio sobre esta atividade, garantindo o seu controle dos impostos, da qualificação social dos seus administradores e do destino do produto da pesca. A indústria baleeira “foi uma das que Portugal permitiu no Brasil Colonial”. Durante o século XVII, a Bahia foi a principal produtora de óleo, mas, com o aval da Coroa para implementação de novas armações sempre descendo pela costa brasileira, já no século XVIII as principais armações eram as do sul – Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Sabe-se do surgimento no total de 14 ou 15 armações ao longo do litoral brasileiro nestes dois séculos.

O auge da pesca das baleias começa em 1765, ano em que é feita a unificação de todos os contratos de pesca da baleia no Brasil, refletindo a época das reformas pombalinas; a partir daí proliferam construções de novas armações (em Santa Catarina são construídas 4 das 6 ou 7 armações da capitania ). O período de grande produção na indústria baleeira termina no ano de 1789, decaindo sem recuperação a partir daí. Esta queda da produtividade é reflexo, por um lado, da redução do número de baleias pescadas, que se deve à extinção e à concorrência inglesa e norte-americana que pescava as baleias em alto-mar antes de chegarem à costa e estava se maquinizando. E, por outro lado, dos métodos utilizados na confecção do óleo, que são tidos como falhos pelos observadores da época, devido à quantidade de desperdício. Uma causa da falta de competitividade da indústria baleeira brasileira e destas técnicas falhas pode ter sido o privilégio do monopólio que “parece ter-lhe entravado um maior avanço técnico, o que constituiu, tempos depois, um dos fatores de sua decadência” .[10] Com esta queda na produção, aliada à influência do pensamento político-econômico liberal e dos observadores críticos da indústria baleeira, a Coroa extingue o monopólio em 1801.

No século XIX, as armações baleeiras começaram a desaparecer. Para a liberalização desta atividade, as armações foram postas à venda pela Coroa, e, enquanto não havia interessados – como de fato não houve até 1816, a não ser com relação às duas armações no norte – a sua administração ficou com o governo. A maior parte das armações não foram compradas, e a administração, tanto da Coroa quanto do Império, não foi cuidadosa e não conseguiu levantar novamente a indústria baleeira.

Em algumas armações, com a inadimplência dos pagamentos dos administradores locais e dos trabalhadores escravos, havia fugas, e até mesmo utilização da estrutura da armação por pescadores estrangeiros, principalmente norte-americanos. Várias estratégias foram tomadas para se desfazer das armações para interessados particulares, como contratos anuais, arrendamentos, até o desmonte com as vendas das peças e instalações. Ao longo do século, no Rio de Janeiro, São Paulo e em Santa Catarina, as armações foram sendo abandonadas, restando apenas 2 armações na Bahia, que já estavam em mãos de particulares, e continuaram a pequena atividade até meados do século XX..."

Preço:35,00€

Referência:12633
Autor:SOUZA, Laura de Mello e
Título:O DIABO E A TERRA DE SANTA CRUZ. Feitiçaria e religiosidade popular no Brasil colonial.
Descrição:

Companhia das Letras, São Paulo, 1994. In-8º de 396 págs. Brochado.

Observações:

Primeiro estudo realizado no Brasil sobre a feitiçaria nos tempos coloniais. A autora debruça-se sobre o estudo das mentalidades durante o período colonial brasileiro, procurando investigar determinadas nuances da história do Brasil. Fala sobre as práticas de magia, feitiçaria na colônia, o sincretismo religioso e a tentativa dos portugueses em catequizar os índios da colónia. As várias práticas de feitiçaria no Brasil colonial do século XVI, XVII, XVIII destacando principalmente as regiões da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Grão-Pará, Maranhão, Minas gerais e Rio de janeiro. O que dá ênfase á teoria de que a colonização e o processo de catequização e a “impureza da Fé” caminhavam juntos.
Aborda  as mudanças ocorridas nos imaginários europeu e colonial no campo da magia e da feitiçaria por influência da própria visão de mundo das populações do velho e do novo mundo.

O estudo tem como fontes os processos oriundos de Visitações, Devassas Eclesiásticas e Autos-de-Fé do Santo Ofício, presentes nos arquivos públicos de Minas Gerais, Rio de Janeiroe e do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa.

 

 

Do índice:

O novo mundo entre Deus e o Diabo
Religiosidade popular na colônia
Feitiçaria, práticas mágicas e vida cotidiana (Sobrevivência material, deflagração de conflitos, preservação da afetividade, comunicação com o sobrenatural)
Universo cultural, projecções imaginárias e vivências reais (os discursos imbricados, histórias extraordinárias: o destino de cada um)
Conclusão (Sabbats e Calandus)

Preço:20,00€