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Livros do mês: Novembro 2019
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Costumes

Foram localizados 19 resultados para: Costumes

 

Referência:14124
Autor:ANDRADE, José Ignácio de
Título:CARTAS ESCRIPTAS DA ÍNDIA E DA CHINA nos anos de 1815 a 1835 por ... a sua mulher D. Maria Gertrudes de Andrade. Segunda edição.
Descrição:

Tomo I (e II). Na Imprensa Nacional. Lisboa. 1847. In 8º de 2 volumes com (22) - 245 - (3) e (10) - 235 - (8) págs. respectivamente. Encadernação coeva meia inglesa com elaborados ferros gravados a ouro na lombada de pele, esta com ligeiros e insignificantes defeitos acentuados no primeiro volume. Cantos do primeiro volume com ligeiro sinais de manuseamento descuidado. Miolo impecável, muito limpo com rarísimos picos de acidez.

Observações:

2ª EDIÇÂO. Frei Francisco de S. Luis (Cardeal Saraiva) refere que o autor nos deu a conhecer “... os costumes, as leis, o génio e o singular caracter do grande Império da China, fazendo justiça ao espirito, e ao valor dos antigos portuguezes ...”. É de facto notável o desenvolvimento dado pelo o autor aos curiosos costumes orientais, bem como á história da presença dos portugueses por aquelas paragens. Ilustrado com doze belos retratos litográficos, de sua mulher, de Domingos António de Sequeira, de Rodrigo Ferreira da Costa e de importantes personagens chineses.

As cartas apresentam os seguintes títulos: Sahida de Lisboa; Ensaio da navegação em mar largo; Entrada em Calcuttá; Carta-Bade-Chasta-Brima; Das leis e sua applicação; Sacrificio das viuvas; Ordens religiosas; Decadencia do Indostão; Os lusitanos, e os inglezes na Africa, e na India; Caracter do governo inglez; Costumes dos naires; Palacio Mogol; Jardins de Calcuttá; Estado acual de Maco; Entrada, e sahida dos Jesuitas na China; Principios politicos, e moraes de Confucio, e de Meng-Tscu; Caracter, costumes, e retrato dos chinezes; População, e rendimento público; Amostra das leis chinezas; Da astronomia, e da geographia; Juizo sobre Fernão Mendes Pinto, e sobre algumas cousas vistas por elle na China; Da Medicina; Do espaço e do tempo; Da materia, e suas propriedades; Do movimento; Systema planetario; Effeitos da lua; Liberdade civil dos chineses; Costumes na mesa; Festividade chineza; Agricultura; Cultura, fabrico, e virtudes do chá; Juizo sobre a poesia, extrahido do Cou-King; Canção do Philosopho Lean; Da pintura; Do suicidio; Ilha de Santa Helena; Estado de Portugal;  entre muitos outros.

Segundo Manuela Delgado Leão ramos, esta obra de Ignácio de Andrade, que, como convidado ilustrado, percorre a China dos anos 1815-1830 onde ouviu palestras sobre a cultura chinesa em casa dos seus amigos Chá-Amui e Saoqua (onde, aliás, também explica a “filosofia experimental” europeia), num período em que a imagem da China sofre em Portugal o mesmo processo que no resto da Europa: a passagem de uma sinofilia a uma sinofobia. Esta mudança reflecte, nas suas particularidades, os moinhos de vento com que se debatia o pensamento europeu, e os ventos dominantes que, mais ou menos intensamente, chegavam cá também para moer a ‘farinha’ nacional .

José Inácio de Andrade nasceu nos Açores em 1780 e morreu em Lisboa, em 1863. Como oficial da Armada empreendeu várias viagens à Índia e à China. Foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Lisboa e figura destacada das letras portuguesas da época, deixando vasta obra.

Preço:175,00€

Referência:12182
Autor:CORREIA, Vergílio
Título:ETNOGRAFIA ARTÍSTICA PORTUGUESA. Notas de Etnografia Portuguesa e italiana. (Com 80 desenhos e fotografias).
Descrição:

Edição da «Renascença Portuguesa, Porto, 1916. In-8º de 149-(3) págs. Encadernação inteira de percalina castanha. Profusamente ilustrado ao longo do texto com desenhos e esboços de objectos da vida rural. Conserva as capas de brochura, com carimbo de antiga biblioteca e mancha de humidade junto à charneira.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Apreciado e invulgar estudo de Vergílio Correia que aborda temas como: "As Alminhas", "Esgrafitos", "Velhos teares", "Os pesos de tear", "A arte no sal", "As cabanas da Assafarja", "Pintadeiras ou Chavões alentejanos", " Castanholas enfeitadas", " Cossoiros do Baixo-Alentejo" e " Ornamentação popular dos barros de Estremoz".

Preço:43,00€

Referência:14063
Autor:LACERDA, F. Gavicho de
Título:COSTUMES E LENDAS DA ZAMBÉZIA.
Descrição:

Edição do autor, Lisboa, 1925. In-8º de 336-(4)págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.
RARO

Observações:

Obra sobre os costume e lendas da Zambézia, onde o autor escreve " o que durante 32 anos de permanência na Zambézia por lá vi e aprendi, de maneira que o nosso colono, que amanhã para aquela tão rica região queira emigrar, algumas luzes leve ou pequeno conhecimento dela".

No Índice lêm-se as seguintes entradas:

Primitiva ocupação e penetração do Zambéze; Psicologia da Raça Negra, os Cafres; Juramento dos Cafres; Caçadas e pescarias, sua maneira de trajar; Das Habitações, mantimentos e bebidas; O Albinismo, cirurgiões, várias crenças; Feitiços, casamentos, partos e funerais; etc ...

Preço:37,00€

Referência:12311
Autor:PINTO, Américo Cortez
Título:DIÓNISOS -POETA E REY. Os Costumes a arte e a vida medieval portuguesa na época de D.Dinis
Descrição:

Secretaria de Estado do Ensino Superior-Ministério da Educação, Lisboa, 1982. In-4º de 446-(1) págs. Br.

Observações:

Estudo muito importante dos costumes, a arte e a vida medieval portuguesa na época de D. Dinis.

Preço:25,00€

Referência:12176
Autor:VASCONCELOS, José Leite de
Título:FILOLOGIA BARRANQUENHA - APONTAMENTOS PARA O SEU ESTUDO publicados peloDoutor Leite de Vasconcellos
Descrição:

Imprensa Nacional de Lisboa, Lisboa, 1955. In-8º de 217 págs. Br. Carimbo de biblioteca particular (ex-libris a óleo) no ante-rosto. Parcialmente aberto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Muito Invulgar.

Observações:

5º volume de uma série de publicações da Imprensa Nacional intitulada História-Sciência-Arte todos publicados pelo autor, considerado um dos maiores antropólogos portugueses

"Barrancos, no Alentejo Baixo, está posto em sítio montuoso, e de constituição xistenta, a 300 ou 400 metros de distância da raia, tomada em linha recta; e o seu território, ou concelho de Barrancos, penetra na Hespanha, como uma cunha, que fica pois delimitada por território hespanhol ao Norte, Nascente e Sul, e tem de superfície 189,50 quilómetros quadrados ( Censo das povoações, de 1911, p.6). Do que resultam, naquele ponto, especiais relações sociais entre as duas nações vizinhas, e acção recíproca, maior, já se vê, da de lá na de cá, do que ao invés, atenta a pequenez e insulamento do nosso rincão - esta palavra é plural de barranco"

"Da convivência, a que se aludiu, de Hespanhóis com os habitantes de Nóudar e de Barrancos adveio influência hespanhola no português, a qual muito concorreu para a formação de um tipo especial de linguagem, designado na povoação por barranquenho, ou fala barranquenha, ou fala à barranquenha. Por barranquenhada designa-se uma expressão mais ou menos própria do barranquenho."

Preço:50,00€