Banner Vista de Livro

Palavras chave | Key Words

Açores | África | Afrodite | Agricultura | Alemanha | Alentejo | Algarve | América | Anais | Angola | Anti-Clericalismo | Antologia | Aramaico | Arqueologia | Arquitectura | Arquitectura Militar | Arquitectura Religiosa | Arte | Arte Monumental | Arte Popular | Arte Portuguesa | Artes Decorativas | Artes Plásticas | Artesanato | Autógrafos | Aveiro | Azurara | Barrancos | Beira | Bibliofilia | Bibliografia | Biografia | Botânica | Braga | Bragança | Brasil | Cabo Verde | Caça | Calão | Camiliana | Camilo | Camões | Campo Maior | Caricaturas | Casa de Bragança | Castelo Branco | Castelo de Vide | Catálogo | Ceilão | Censura | Cerâmica | Cervantes | Ceuta | Chaves | China | Ciências | Ciganos | Cister | Coimbra | Colonização | Conto | Contos | Costumes | Cristãos Novos | Crítica | Crónica | Culinária | D. Henrique | Dança | Descobrimentos | Descolonização | Diário | Dicionário | Diplomacia | Direito | Ditadura | Douro | Economia | Edição especial | Educação | Educação Sexual | Emigração | Ensaio | Epístola | Epistolografia | Ericeira | Erotismo | Escultura | Esoterismo | Espanha | Estado Novo | Estanho | Estremoz | Etnografia | Europa | Fado | Fauna | Fernando Pessoa | Figueira da Foz | Filologia | Filosofia | Flora | Folclore | Fotografia | França | Galiza | Genealogia | Geografia | Goa | Grécia | Guerra | Guerra Peninsular | Guiné | Hagiografia | Hebraico | História | História Natural | Idade Média | Igreja | Iluminura | Ilustração | Imprensa | In Memoriam | Índia | Inglaterra | Inquisição | Invasões Francesas | Islão | Itália | Japão | Jesuítas | Jogo de Cartas | Jornalismo | Judeus | Latim | Leiria | Liberalismo | Linguagem | Linguística | Lisboa | Literatura | Literatura de Cordel | Literatura de Viagens | Literatura Infantil | Literatura portuguesa | Livro | Macau | Maçonaria | Madeira | Malacologia | Mariana Alcoforado | Marinha | Marquês de Pombal | Marrocos | Medicina | medieval | Memórias | Minho | Misericórdias | Missões | Mitologia | Moçambique | Moda | Modernismo | Monarquia | Monarquia Constitucional | Muçulmanos | Música | Música Portuguesa | Neo-Realismo | Novela | Novelas | Ordem Monástica | Oriente | Ourivesaria | Pesca | Pintura | Piratas | Poesia | Poesia Trovadoresca | Polémica | Polícia | Política | Porto | Portugal | Presença | Primeira Guerra Mundial | Primeiras edições | Propaganda | Prostituição | Queirosiana | Quintentista | Rafael Bordalo Pinheiro | Raro | Regional | Religião | Religiosa Portuguesa | Renascimento | República | Restauração | Revista | Romance | Romanceiro | Romantismo | S. Tomé e Príncipe | Salazar | Sátira | Sebastianismo | Segunda Guerra Mundial | Sermão | Sexualidade | Sintra | Sociedade | Solares | Tauromaquia | Tavira | Teatro | Tecnologia Tradicional | Teologia | Termas | Terminologia Militar | Timor | Tipografia | Tiragem Especial | Torres Vedras | Tradução | Trás-os-Montes | Tratado | Turismo | Ultramar | Viagens | Vila Real | Vinho | Viseu | Vista Alegre | Zoologia

Módulo background

Crítica

Foram localizados 4 resultados para: Crítica

 

Referência:13166
Autor:ALMEIDA, Fialho d'; VASCONCELLOS, Henrique de
Título:LIVRO PROHIBIDO profecias, farças & sandices
Descrição:

Centro Typographico Colonial, Lisboa, 1904, In-8º de 141-(3) págs. Encadernação meia francesa em pele com dizeres a ouro na lombada. Profusamente ilustrado com caricaturas. Papel amarelecido pelo tempo.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Invulgar

Observações:

Curiosa e contundente sátira aos costumes da época, ilustrada com interessantes caricaturas de Celso Hermínio e Francisco Teixeira.

A ABRIR

"Vae o leitor assistir a um espectáculosinho em três actos, complexo — tragédia, comedia de salão e uma revista politica e de costumes — onde três escriptores trataram de lhe rezumir, em três figurações diferentes, o quantum d'anotação filosófica, optimismo ou agrura dos seus espíritos fasciados.

Espectaculo que o leitor não terá de pagar por um quartinho, como no D. Maria e D. Amelia, obrigado de dois em doisminutos a erguer-se para deixar passar um senhor retardatário, e que a seu talante pode aplaudir ou patear, sem que maiormente isso lhe traga as hostilidades de ninguém.

Os auctores que para esta recita escreveram, são pessoas de tempera diferente e idealisação sentimental de varia côr."

Preço:30,00€

reservado Sugerir

Referência:13511
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:CENSURA DAS LUSIADAS
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1820.  Dois tomos encadernados num volume de in-8.º  295-(1) e 271-(1) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada ao gosto da época.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Curiosa e "severa" crítica aos Lusíadas onde  o Padre José Agostinho Macedo tenta demonstrar que os os lusíadas apesar de ser em mais louvada obra poética portuguesas era na verdade um poema monstruoso,cheio de erros,  cheio de versos errados e prosaicos e incorreções de linguagem e de gramática.

Segundo  Inocêncio F. da Silva no seu livro "Memorias para a vida intima de José Agostinho de Macedo": "Entretanto José Agostinho cada vez mais indignado de que as suas invectivas contra os 'Lusiadas' não produzissem o fim a que aspirava; vendo que á proporção que avançava em seus dicterios e motejos, se realçava entre naturaes e estranhos a fama do vate portuguez, que o seu 'Oriente' bem longe de offuscar aquelle immortal poema, servira pelo contrario de incentivo para serem melhor estudadas e mais devidamente sentidas e apreciadas as innumeraveis bellezas, que n'elle resgatam com tanta usura esses inevitaveis defeitos, que a inveja ou a malevolencia tem pretendido assoalhar e avultar aos olhos do mundo; propoz-se a fazer um ultimo esforço, rompendo todos os diques da decencia, do decoro e por assim dizer do pundonor nacional, depoz os pequenos vislumbres da fingida contemplação, que em algumas occasiões figurava guardar, fallando de 'Camões'; (...) empenhou-se não menos em mostrar 'ex professo', que os 'Lusiadas' não obstante a sua celebridade e o consenso de dois compridos seculos, apezar de lidos comentados e tantas vezes traduzidos e louvados, eram na realidade um poema monstruoso, um tecido de erros, de incoherencia e de destemperos, destituido até do menor resabio de estylo e colorido poetico; cheio de versos errados e prosaicos, de incorrecções, de faltas de linguagem e de grammatica. Eis o objectivo de dois volumes de oitavo que no principio de 1820 deu á luz com o titulo de 'Censura dos Lusiadas', obra que diz compozera em dez dias, (valha a verdade!) mas que de certo não era mais que a tradução dos seus pensamentos desde muitos annos".

Preço:65,00€