Banner Vista de Livro
 Aplicar filtros
Temas 
Palavras Chave 
Módulo background

Descobrimentos

Foram localizados 61 resultados para: Descobrimentos

 

Referência:12248
Autor:GODINHO, P.º Manuel
Título:RELAÇÃO DO NOVO CAMINHO que fez por terra e mar vinda da Índia para Portugal no ano de 1663.
Descrição:

Imprensa Casa Nacional da Moeda, Lisboa, 1974. In. – 8.º de 297 págs. Encadernação editorial com sobrecapa ilustrada, com ligeiros defeitos. Livro e miolo impecávelmente bem conservado.

Observações:

Introdução e notas por A. Machado Guerreiro. Relato muito pormenorizado da viagem por terra, da Índia a Portugal, em 1633.
Trata-se da 4ª edição desta apreciada obra de literatura de viagens.

Preço:18,00€

Referência:12901
Autor:LOPES, Alberto
Título:CEUTA origem histórica da expansão portuguesa
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1962. In-8º de 65 págs. Br. Separata do nº442 do Boletim Geral do Ultramar. Capas com alguns picos de acidez e com um carimbo.

PRIMEIRA EDIÇÃO.
 

Observações:

Obra onde o autor propõe que Ceuta foi “a origem histórica de todas as navegações, pois deu, verdadeiramente, origem à expansão marítima de Portugal”.
Para  ele,  a  história  da  expansão  portuguesa  abre-se  e  fecha-se  com  eventos  relacionados  com  a  guerra no norte da África, a tomada de Ceuta o início e o ataque de  Alcácer-Quibir, em  1580,  como um fim,  pois
após a morte de D. Sebastião,   Portugal  ficou  sob  a  tutela  da  coroa  castelhana.

Preço:18,00€

Referência:13537
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:GAMA poema narrativo
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1811. In-8.º de XV-266 págs. Encadernação coeva inteira em pele e dizeres a ouro em rótulo de pele vermelha na lombada.

PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Primeira versão do poema Oriente de de Agostinho de Macedo onde ele tentou  corrigir aquilo que considerava errado em «Os Lusíadas», de Camões, e de fazer justiça aos heróis que Camões não tinha exaltado.

Inocêncio: “Foi editor o livreiro Desiderio Marques Leitão. - O poema é dedicado a Ricardo Raymundo Nogueira, então membro da regencia do reino: consta de dez cantos, com 787 oitavas, e é precedido de uma de pindarica em louvor de Camões, a qual se não encontra noutra parte. D’este Gama refundido, e accrescentado com dous novos cantos, é que se formou o Oriente.”

Preço:60,00€

Referência:14122
Autor:MANRIQUE, Sebastião
Título:ITINERÁRIO DE SEBASTIÃO MANRIQUE
Descrição:

Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1946. In-8º de 2 volumes com XV-324-429 pags. Brochados. Ilustrados em separaddo sobre papel couché facsímile da edição de 1608 e com um mapa desdobrável da região onde Manrique passou a maior parte do tempo relatado na obra. Ligeiro empoeiramento das capas mas miolo muito limpo. 

Edição organizada e prefaciada por Luís Silveira.

Observações:

Frei Sebastião Manrique, natural da cidade do Porto, e foi ermita Augustiniano, professou no convento de Goa no ano de 1604; mandado por Frei Luís Coutinho, provincial da congregação da Índia, no ano de 1628 às missões de Bengala, em cujo ministério consumiu o largo espaço de treze anos; regressou a Roma por terra, onde foi eleito definidor geral, e Procurador Geral da província de Portugal. A curia de Roma transferiu-o para Londres no ano de 1669, em cuja jornada um seu criado o matou com o intento de lhe roubar o dinheiro que levava. Este foi o trágico fim que teve Fr. Sebastião Manrique, digno certamente de outro mais feliz pelas largas peregrinações que fez em obséquio da religião cristã, nos reinos do Pegu, Mogor, Cochinchina (Vietnam), ilha de Macassar, e outros emporios do oriente, cuja memória permanece eternizada em alguns escritores. O Itinerário de Sebastião Manrique, de valor universal, teve uma adaptação romanceada em Inglaterra com grande aceitação.

"... Como é sabido, nas diferentes geografias orientais, coalhadas de reis e tiranetes, nada, absolutamente nada se conseguia se não viesse acompanhado pelo respectivo presente.

Tomemos como exemplo a epopeia de Sebastião Manrique, frade agostinho, autor do Itinerário, o relato de uma das aventuras mais fascinantes do início da centúria de Seiscentos, obra bem mais conhecida no estrangeiro do que em Portugal.

Goa, pela sua importância política e posição geoestratégica, foi, para o monge agostinho, local de diversas passagens e prolongadas estadas. A Companhia de Jesus era então o mais moderno, culto e prestigiado organismo, e, por esse motivo, tinha a seu cargo a administração do afamado hospital local, com tal nível de excelência que muitos o consideravam superior ao Hospital do Espírito Santo, em Roma, ou à Enfermaria dos Cavaleiros de Malta, os dois estabelecimentos de referência naquela época. Diz-nos Sebastião Manrique que na janta, numa ampla sala desse hospital, serviram-lhe coisas agradáveis, “um frango a cada doente”, salientando que os pratos e os copos eram de porcelana Ming, então uma raridade na Europa. Consta que o lorde tesoureiro Burghley, ministro das finanças da Inglaterra, ao deparar com a preciosidade oriental pensou tratarem-se de tijelas, copos e pratos “de porcelana branca guarnecidos a ouro”, desde logo considerando ser essa a prenda ideal de ano novo para à rainha Isabel.

Em 1628, Manrique parte de Cochim para Uglim a bordo de um navio mercante, o Santo Agostinho, carregado de búzios, essas grandes conchas usadas como trombetas e (ainda hoje) utilizadas nos templos hindus, e em si um objecto  apetecido, susceptível de ser utilizado como prebenda. Se cortados em rodelas, os ditos búzios serviam de adorno às mulheres. Esta pequena achega, aparentemente fora do contexto, serve para demonstrar a diferença do conceito daquilo que é um presente de acordo com as diferentes culturas.

Os produtos chineses foram protagonistas na gestação e fortalecimento da feitoria de Uglim, que esteve na origem da metrópole de Calcutá. Relatam-nos as crónicas coevas que, em 1577 o imperador mogol Acbar mandou chamar um mercador e aventureiro de nome Pedro Tavares. O português, previdente, viu uma excelente oportunidade de negócio, e aproveitou-a. Garantiu uma entrega anual de quantos objectos de luxo chineses fossem requeridos, desde que lhe permitissem construir uma cidade importante em Uglim, para residência dos seus compatriotas e dos respectivos padres. Pelo teor da oferta, ficamos com uma vaga ideia de quão significativo era o comércio feito pelos portugueses ao longo da costa da China, duas décadas apenas após a fundação da cidade de Macau.  Acbar acedeu face aos desejos de Tavares e logo deu instruções ao vice-rei de Daca, a cuja jurisdição pertencia Uglim, no sentido de conceder todas as facilidades possíveis, não se esquecendo de avisar, simultaneamente, que se houvesse qualquer interrupção nos fornecimentos, o vice-rei naturalmente perderia o seu lugar. Assim, pode-se dizer que foi graças aos presentes chineses transportados pelos portugueses que Uglim singrou muito rapidamente, atraindo pessoas das mais variadas crenças e nações.

Também o poderoso Sirisudhammaraja, rei de Arracão (região do actual Myanmar), beneficiou dos presentes oriundos da China. Era dever dos oficiais, em todas estas monarquias, enviarem despachos pelos estrangeiros de elevado estatuto social, especialmente quando estes transportavam presentes para o rei, como era o caso. Manrique, que se fazia acompanhar pelo capitão Gonçalves Tibau – sobrinho do homónimo Sebastião Gonçalves Tibau, misto de aventureiro e pirata, senhor absoluto durante largos anos da ilha de Sundiva, ao largo do actual  Bangladesh – tinha dado a conhecer a sua chegada e, como incentivo adicional, mandara “ao governador da província de Perorem” um presente de “quatro tabuleiros chineses cheios de cravos-da-índia, canela, pimento e cardamomo especiarias que no local não podiam obter-se e haviam sido importadas para Djanga pelos navios portugueses que vinham de Java e de Samatra”.

Note-se que as ditas prebendas eram servidas, invariavelmente, em tabuleiros de fabrico chinês.

Manrique e o companheiro receberiam do governador, como moeda de troca, “cinquenta galinhas, dois gamos, quatro sacos de arroz perfumado, que era uma especialidade de Chebuba, ilha perto da costa, situada ao sul e manteiga, frutas e doces”. Satisfeitos com a retribuição, os viajantes ofereceram ao filho do monarca “doces à moda da Europa, maçapães de formas fantásticas que divertiram o rapaz”.

Numa posterior etapa da épica jornada rumo a Mrauk-U, capital do reino, outras ofertas se seguiram, primeiro “a um inspector” e, posteriormente, “a um almirante”. Consistiam “em quatro tabuleiros dourados cheios de especiarias e mais outro com três peças de seda chinesa, duas de cetim e uma de veludo, tendo cada uma peça de largura bastante para uma saia”. Também neste caso, antes foi aberto o caminho com a oferta de maçapães, certamente para lhes adoçar a boca. Diz-nos Manrique que o capitão Tibao fez sinal aos criados “para trazerem doces e bolos, os maçapães que tão apreciados tinham sido em Perorem”. (preciosa informação obtida no Instituto Internacional de Macau)

Preço:45,00€

Referência:13421
Autor:MAURO, Frédéric [coord.]
Título:O IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO 1620-1750
Descrição:

Editorial Estampa,Lisboa, 1991. In-8º de  516 págs. Br. Profusaamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com gravuras, mapas, gráficos e tabelas. Integrado na colecção "Nova História da Expansão Portuguesa" dirigida por Joel Serrão e A. H. de Oliveira Marques.

Observações:

Da Contracapa:

"Com efeito, desde os princípios do século XV até ao terceiro quartel do século actual – a expansão marroquina, os descobrimentos marítimos, a colonização de ilhas e de terras continentais, os tráficos transoceânicos, as permutais culturais, etc. – eis aí uma sucessiva e vária projecção de Portugal no Mundo, sem cujo conhecimento não é inteligível o que foi ocorrendo na metrópole europeia."

Preço:10,00€

Referência:12387
Autor:MORAIS, Tancredo Octávio Faria de
Título:HISTÓRIA DA MARINHA PORTUGUESA - DA NACIONALIDADE A ALJUBARROTA
Descrição:

Edição do Club Militar Naval, Lisboa, 1941. In-8.º de XXXI-234-(5) págs. Br.   Ilustrado com mapas e gravuras desdobráveis em extra-texto. Ilustrações de: Álvaro Hogan Capitão-Tenente.  1º e único volume publicado a partir de estudo patrocinado por despacho de Oliveira Salazar (transcrito no prefácio da obra).

Observações:

Obra publicada pelo Club Militar Naval, comemorativa do Duplo Centenário da Fundação e Restauração de Portugal, com o patrocínio do Ministro da Marinha e do Presidente do Conselho, Oliveira Salazar, que, no despacho de publicação de Abril de 1939, confiava num projecto “que dentro do máximo rigor histórico seja digno das nossas tradições marítimas e integrado no renascimento de Portugal”. A Comissão Organizadora da História era presidida pelo cientista Capitão de Mar e Guerra Abel Fontoura da Costa, e a investigação e redacção confiadas ao erudito historiador da Marinha Capitão de Mar e Guerra Tancredo Octávio Faria de Morais.

Preço:38,00€

Referência:12536
Autor:OSÓRIO, João de Castro
Título:O ALÉM-MARNA LITERATURA PORTUGUESA. (Épocados Descobrimentos)
Descrição:

 Edições Gama. Lisboa. 1948. In-8.º de 272 págs. Br.

INVULGAR.

PRIMEIRA EDIÇÃO

Observações:

Obra muito interessante para a compreensão da literatura da Época dos Descobrimentos e da importância do mar como ambiente de fundo da Literatura Portuguesa.
Encerra os seguintes capítulos: Condições históricas da criação original da Literatura Portuguesa;
Uma Literatura criada em sincronismo com a expansão marítima; A poesia lírica da época dos Descobrimentos; O nascer da poesia épica portuguesa; Raízes nacionais da poesia épica portuguesa; O reverso da grandeza humana da expansão marítima observado pelo génio cómico; O génio satírico recriado pelo julgamento de um aspecto social da expansão ultramarina; A expansão ultramarina e as raízes nacionais do pensamento dramático português; A visão épico-dramática da expansão portuguesa e a primeira obra do novo pensamento humanista

 

Preço:15,00€

Referência:12707
Autor:PESTANA JUNIOR
Título:D. CRISTÓBAL COLOM OU SYMAM PALHA NA HISTÓRIA E NA CABALA
Descrição:

Imprensa Lucas & C.ª, Lisboa, 1928. In-8.º de CLXXV-134-(2) págs. Br. Ilustrado em extra-texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Obra muito curiosa onde o autor pretende demonstrar por uma complexa interpretação da assinatura de Colombo que o Almirante, sendo português, é, na realidade, Simão Palha.

Encerra os seguintes capítulos: A hipótese catalã, Uma Moniz da Piedade, Entre Roma e Tordesilhas, A Toleta de Marteloio, O Tarda-Madruga, O Vínculo de Benavilla, A Arte Heráldica na Armaria de Colombo, Atravéz das Crónicas, A Expedição Luso-Dinamarquesa, etc...

Preço:28,00€

Referência:14129
Autor:PIMENTEL, Luis Serrão
Título:PRATICA DA ARTE DE NAVEGAR - 2ª edição.
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1960. In-8º de XI-194-(1) págs. Brochado (com ligeiro corte no canto inferior direito, sem prejuizo algum da estrutura da capa). Miolo muito limpo sem qualquer defeito que se possa apontar.

Observações:

Prefácio de A. Fountoura da Costa. Edição Comemorativa do V Centenário do Infante D. Henrique.

Ricamente ilustrado no texto com reproduções de esquemas trigonométricos de esferas e tabuadas de declinações solares, de que é autor de dois processos de cáculo, instrumentos de medição e assim como, em extra-texto, reproduções coloridas dos mapas de praças contidos no códice original. Publicação da obra manuscrita, em 1673, por um aluno do oitavo cosmógrafo-mor de Portugal - Luís Serrão Pimentel (1613-1679) - coligindo as lições do mestre e ilustrando com 15 mapas coloridos com os principais portos da costa portuguesa e das suas colónias. O final da obra apresenta um conunto de Roteiros relacionados com o Cabo Finisterra até Cadiz, Cabo Espartel e costa da Barbaria, Roteiro de Portugal para o Brasil (Pernambuco, Porto Seguro, Fernando de Noronha, Baixos de São Roque, Pedra Furada, etc...).
 

Depois de ter cursado Humanidades no colégio da Companhia de Jesus, Luís Serrão Pimentel seguiu a carreira militar, embarcando na nau Nossa Senhora do Rosário para a Índia em 1631. Não chegou, no entanto, ao destino, ficando-se por Pernambuco. Depois dessa viagem aplicou-se ao estudo das Matemáticas, Cosmografia e Arte de Navegar, tendo chegado ao cargo de Cosmógrafo-mór do reino em 1641. Este precioso manuscrito é uma compilação das aulas do Cosmógrafo na Escola de Pilotos que um seu discípulo coligiu e ilustrou.

Preço:45,00€

Referência:13767
Autor:RODRIGUES, José Maria
Título:A DUPLA ROTA EM «OS LUSÍADAS»,V,4-13,E AS OBJECÇÕES DO Sr. ALMIRANTE GAGO COUTINHO
Descrição:

Coimbra Editora, Coimbra, 1929-1930.7 volumes de in-8º de 73-(7); 80-(2); 26; 50-(3); 16; 16 e 31 págs. Br. Cadernos por abrir. Capas de brochura ligeiramente envelhecidas. Separatas da revista Biblos. Às separatas de José maria Rodrigues junta-se "Alguns erros em que se apoiou o desdobramento da rota de Vasco da Gama em os Lusíadas" por Gago Coutinho

INVULGAR.

Observações:

Conjunto de  7 separatas que fazem parte da polémica em que José Maria Rodrigues se envolveu com o almirante Gago Coutinho,nas páginas da revista Biblos (durante quase meia década), a propósito da rota de Vasco da Gama em Os Lusíadas.  José Maria Rodrigues afirmava, mediante a análise de várias estrofes do Canto V d’Os Lusíadas, que Camões descrevia duas rotas distintas da armada de Vasco da Gama, no Atlântico. Gago Coutinho, para além de não vislumbrar qualquer “rota dupla” na obra, ripostava com todo o peso dos seus conhecimentos de Náutica e de História para o contradizer, partindo de um problema ético aparentemente menor: repugnava-lhe que Luís de Camões tivesse induzido propositadamente o leitor da epopeia em erro e confusão, por mero artifício literário, sendo conhecedor da verdadeira rota que utilizara Vasco da Gama.

Preço:50,00€

Referência:12977
Autor:SILVEIRA, Luis [dir. lit.]
Título:A DERRADEIRA AVENTURA DE PAULO DE LIMA
Descrição:

Na Officina da Typographia Portugal - Brasil - à custa da Livraria Bertrand, Lisboa, 1947. In-4º de LXXXIII-I38-(3) págs. Br. Capas ligeiramente empoeiradas e com algunss picos de acidez. Ilustrado em extra-texto. Cadernos Por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Segundo livro da colecção "As Grandes Aventuras e os Grandes Aventureiros" organizada e parafraseada por Luís Silveira, lançada pela Livraria  Bertrand  como uma  tentativa de mostrar o heroísmo e humanidade dos portugueses nas suas “aventuras” além-mar. Este volume aborda a «História de Paulo de Lima» escrita por António de Ataíde,  que era o protótipo do herói português de Quinhentos.

Preço:29,00€

reservado Sugerir

Referência:13642
Autor:SOROMENHO, Castro
Título:MARAVILHOSA VIAGEM DOS EXPLORADORES PORTUGUESES
Descrição:

Editorial Sol, Lisboa, 1956. In-4º de 364-(6) págs. Encadernação inteira em sintético com dizeres a ouuro na lombada. Prrofusamente ilustrado com fotografias em extra-texto e impressão a várias cores com vinhetas e gravuras de inspiração aficana.

Observações:

Obra que faz não só a evocação dos exploradores portugueses do império colonial como também  é uma tentativa de exposição etnográfica das terras africanas e das suas gentes.

Preço:65,00€

Referência:14146
Autor:TOSTES, Vera L. B.; BENCHETRIT, Sarah F.; MAGALHÃES, Aline M. [Org.]
Título:A PRESENÇA HOLANDESA NO BRASIL: memória e imaginário : livro do Seminário Internacional
Descrição:

Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, 2004. In-8º de 378 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto com facsimiles de docuemntos, cartas manuscritas, retratos de Governadores, etc.

Observações:

Comunicações do seminário internacional "A Presença Holandesa no Brasil: memória e imaginário", realizado no Museu Histórico Nacional de 4 A 7 de outubro de 2004.

Preço:17,00€

Referência:13103
Autor:ZURARA, Gomes Eanes de
Título:CRÓNICA DOS FEITOS NOTÁVEIS QUE SE PASSARAM NA CONQUISTA DE GUINÉ POR MANDADO DO INFANTE D. HENRIQUE
Descrição:

Academia Portuguesa da História, Lisboa, 1978. In-4.º de dois volumes de 421 e 610 págs. respectivamente. Br.

Observações:

Versão actualizada do texto escrito por Gomes Eanes Zurara acompanhado de um estudo crítico, anotações e introdução pelo Académico de Mérito Torquato de Sousa Soares.

Preço:75,00€
página 2 de 2