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Módulo background

Descolonização

Foram localizados 4 resultados para: Descolonização

 

Referência:13673
Autor:FREITAS, Amadeu José de
Título:ANGOLA - O LONGO CAMINHO DA LIBERDADE
Descrição:

Moraes Editores, Lisboa, 1975. In-8º de 458-(5) págs.Br. Com alguns sublinhados. ostenta assinatura de posse.

 

Observações:

Obra onde o autor transcreve os acontecimentos diários que ocorreram em angola nos anos de 1974 e 1975, com recurso à fontes da imprensa portuguesa, angolana e internacional. São transcritos os comunicados, notas de imprensa e conferências de imprensa dos diversos movimentos de libertação angolanos (FLEC, FNLA, MPLA e UNITA), além dos partidos que se constituíram em Angola logo após a queda da ditadura em Lisboa e da abertura democrática. São revelados alguns dos principais documentos da descolonização e as posições então tomadas pelos diversos intervenientes no processo de descolonização.

Da contracapa :
"ANGOLA - um documento de impressionante actualidade sobre um novo país africano.
Um cordão umbilical mantém-se entre Angola e portugal. Toda uma estratégia do imperialismo foi montada no sentido de provocar a união das forças reacionárias que actuam em Angola.
Essas forças uniram-se para através do processo angolano liquidarem também o processo português.
Um quadro complicado mas que nos oferece uma única realidade: a escolha está feita - o Povo quer ser livre, quer decidir o seu destino, conhece os seus representantes legítimos, quer arrancar para o futuro, sem tibiezas, sem domínios, sem medos, sem exploração.
Angola vai ser ainda, decerto, um campo de luta sangrenta.
Mas este será agora, definitivamente, o sangue que conduz à Liberdade!
Disto nos fala este documento impressionante.
Um processo de luta que, sendo de Angola, não o é menos de todo o Povo Português."

Preço:17,00€

Referência:13815
Autor:JARDIM, Jorge
Título:MOÇAMBIQUE - terra queimada
Descrição:

Editorial Intervenção, Lisboa, 1976. In-8º de 416-(54) págs. Br.

Observações:

NOTÍCIA SOBRE O AUTOR

Editar Jorge Jardim em Portugal e em pleno "processo revolucionário em curso" poderá ser acto de loucura para uns, ou acto de coragem para outros. Como editor responsável por esta obra, penso não ser nem uma coisa nem outra: será apenas um acto de intervenção democrática.

Publicar este livro tornou-se um imperativo. Inadiável. Urgente. Fundamental para a interpretação de um dos aspectos mais sinistros do "processo revolucionário": a descolonização "exemplar". A visão de centenas de milhares de refugiados de Angola e Moçambique vegetando numa sociedade metropolitana incapaz de os absorver, é demasiado degradante para que seja justo conhecer apenas a tese oficial ou "revolucionária". A consequência de dezenas de milhares de mortos, negros e brancos, portugueses, angolanos e moçambicanos, faz-nos perguntar baixinho, no recolhimento de uma auto-crítica inevitável, o porquê de tudo isto. O "porquê" e o "quem foi". Quem foi o responsável, é uma pergunta concreta para a qual a paz interior exige uma resposta concreta.

Jorge Jardim, ao escrever Moçambique-Terra Queimada, interfere no tribunal da História. Dramaticamente, fornece elementos para o tribunal dos homens.

Mas, para o grande público, quem é Jorge Jardim? Quem é este homem que foi apresentado à Opinião Pública como altamente perigoso? Em Junho de 1974, poderia ler-se na imprensa portuguesa que as Forças Armadas em Moçambique tinham recebido instruções para capturar ou abater o eng.° Jorge Jardim... Estas instruções haviam sido emitidas pelo general Costa Gomes.
Jardim, que chegou a ser denominado o "Lawrence de África", tem 56 anos e doze filhos. Natural de Lisboa, viveu 22 anos em Moçambique onde, aliás, nasceram seis dos seus filhos. Todos ali foram educados e aprenderam, como o pai, a "sentir e pensar Moçambique". Como moçambicanos.

Engenheiro agrónomo, soldado e diplomata, homem de negócios e agente secreto, caçador de feras e jornalista, piloto aviador e pára-quedista, chefe de família e aventureiro audacioso, político desconcertante e estratega sereno, Jorge Jardim conhece profundamente Moçambique e todo o contexto africano. Manteve relações com quase todos os chefes do governo da África Austral, sendo conhecidas a sua amizade com o Dr. Banda, Presidente do Malawi, e a sua intimidade com o Dr. Kaunda, Presidente da Zâmbia.

Figura lendária e controversa em todo o Ultramar, sobretudo a partir de 1961 com o eclodir da guerra de Angola, Jardim viu-se perseguido e obrigado a fugir de Portugal após o golpe militar de "25 de Abril". Fuga que, aliás, descreve em algumas das mais emocionantes páginas de Moçambique-Terra Queimada.

Colaborador íntimo de Salazar a quem admirava e de quem, talvez, tenha apreendido o culto da eficácia, o eng.° Jorge Jardim possuía, muitos meses antes da Revolução das Flores, um plano para a independência de Moçambique, plano que tinha o acordo da Zâmbia, do Malawi, da Tanzânia e da própria Frelimo. É este um dos aspectos mais sensacionais deste livro a demonstrar que "nunca tão poucos traíram tantos em tão pouco tempo". A demonstrar que esses poucos têm de ser julgados. Dramaticamente já.

Contudo, esta obra não revela apenas o plano, conhecido de alguns como o Programa de Lusaka, nem é somente uma colectânea de memórias. Vai mais longe para se tornar uma arma de combate em que descreve, documenta, analisa e denuncia os crimes cometidos dentro de um plano premeditado, cujos responsáveis aponta.

"Quero voltar ainda a Moçambique, para em Moçambique morrer. Pertenço àquela terra". Este é o grito do Autor, expresso nesta obra, mas é também o grito de muitos milhares de homens e mulheres que foram obrigados a fugir.

 

Preço:15,00€

Referência:12292
Autor:PEPETELA
Título:YAKA
Descrição:

União dos Escritores Angolanos, Rio Tinto, 1988. In-8º de 395 págs. Br.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

É um livro sobre a história da colonização em Angola e, simultaneamente a história da luta pela queda dessa colonização. Uma saga sobre cem anos da história do país vistos através da evolução de uma família e do seu percurso por Angola. Pepetela acompanha a vida de personagens idos de Portugal para Angola no século XIX, com personagens idos do Brasil, essencialmente deportados, e pessoas descontentes com descontentes com a independência do Brasil. A história vai até à independência de Angola em 1975. Termina em Benguela.

Na última geração, como foi comum a muitas famílias há histórias de vidas com opções diferentes dentro dos diferentes partidos angolanos. Toda a história é acompanhada por Yaka, a estátua que acompanha toda a história da família e que no fim é entendida na sua mensagem pelo último dos membros da família.

"Nesse livro eu pretendia mostrar uma vertente europeia na cultura que existe nas cidades da costa angolana. Há a intenção de dizer que há um legado cultural da colonização. Custou-me muito escrevê-lo porque eu estava demasiado amarrado á história. É um livro onde acredito não hajam muitos erros históricos."

Preço:28,00€

Referência:13863
Autor:VENTURA, Reis
Título:SANGUE NO CAPIM ATRAIÇOADO.Revisto e Anotado
Descrição:

Edições F. P, Lisboa, 1981. in-8º de 317 pags. Br. Capa de brochura empoeirada. Ilustrado em extra-texto. valorizado pela dedicatória autógrafa. Edição Revista e Anotada.

 

Observações:

Obra sobre a resistência das populações civis no norte de Angola aos massacres da UPA. encerra inúmeras anotações e fotografias dos acontecimentos de Março de 1961, quando os guerrilheiros da UPA massacraram milhares de civis inocentes no norte de Angola.

da Nota do Editor:

"Em qualquer dos casos, creio que o título AQUI FOI PORTUGAL!, para a colecção que este livro inicia, está perfeitamente justificado.
  Os colonizadores russo-cubanos iniciaram a descoberto, em11 de Novembro de 1975, a libertação dos que conseguiram suster na sua fuga para a Mãe-Pátria.
  Os que lerem este livro que meditem nos factos narrados, que atentem nos nomes dos muitos heróis aqui citados, não esquecendo a Juventude que do Minho ao Algarve acorreu a Angola, rapidamente e em força!, nem os Portugueses de todas as cores que em terras de Angola se bateram, e ainda se batem, pela Bandeira das Quinas, que ainda tremula como símbolo sagrado da Pátria, algures em Angola.
  O epílogo —PARA QUÊ?— que REIS VENTURA escreveu agora não contém nada de novo.
Faz perguntas e formula acusações. O leitor não terá respostas para lhe dar.
O documento que este livro representa fica!"

Índice
Aqui é Portugal
Aqui  foi Portugal
Recortes da  1.ª  Edição (1963)
«O caso de Angola» —1964
Da 7.ª Edição 1971
A   sentinela    
O alferes Robles
O velho Cafaia
As milícias
Homens com asas
Mucaba      
O soba
Natal   amargo  
Os  8  de  Cananga
Dois valentes  
Mãe preta
Marinheiros
O médico
Emboscadas
A Bandeira
Epílogo

Preço:25,00€