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Livros do mês: Junho 2022
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Educação

Foram localizados 8 resultados para: Educação

 

Referência:12581
Autor:ANDRADE, António Alberto Banha de
Título:A REFORMA POMBALINA DOS ESTUDOS SECUNDÁRIOS (1759-1771).(Contribuição para a História da Pedagogia em Portugal)
Descrição:

Por Ordem da Universidade Coimbra, Coimbra, 1981. Três volumes de in-4º de 1666 págs. Br.  Ilustrado em extra-texto com mapas de professores.

 

Observações:

Obra monumental sobre as duas grandes Reformas Pombalinas, de 1759 e de 1772, juntamente com a Reforma da Universidade de Coimbra, também de 1772, instituem, em Portugal os fundamentos do sistema de ensino oficial e criam as condições necessárias para a progressiva profissionalização dos professores.

1.º Volume - A Reforma

Capítulo I - CAUSAS PRÓXIMAS DA REFORMA
Capítulo II - A LEI FUNDAMENTAL E A NOMEAÇÃO DO DIRECTOR-GERAL DOS ESTUDOS
Capítulo III - A DIRECTORIA-GERAL DOS ESTUDOS E A IMPLANTAÇÃO DA REFORMA NO PATRIARCADO DE LISBOA, DURANTE O 1.º ANO LECTIVO
Capítulo IV - O 1.º ANO LECTIVO NA PROVÍNCIA E A IMPLANTAÇÃO LIMITADA DOS PROFESSORES RÉGIOS
Capítulo V - A REFORMA NA PROVÍNCIA, SEM PROFESSORES RÉGIOS, DURANTE O 1.º ANO
Capítulo VI - A DIDÁCTICA DO DIRECTIR-GERAL E DOS PROFESSORES MAIS RELEVANTES
Capítulo VII - MÉTODOS PROPOSTOS E PRATICADOS POR ALGUNS PROFESSORES
Capítulo VIII - DEZ ANOS POUCO PROVEITOSOS DA REFORMA
Capítulo IX - A RESPOSTA NA PROVÍNCIA, NAS DIOCESES DE IMPLANTAÇÃO DE PROFESSORES RÉGIOS
Capítulo X - A RESPOSTA NA PROVÍNCIA, NOS BISPADOS DE EXCLUSIVA ACTUAÇÃO DO MESTRE PARTICULAR
Capítulo XI - O ESTATUTO E A ESTATÍSTICA DA IMPLANTAÇÃO DO MESTRE PARTICULAR
Capítulo XII - O COLÉGIO DOS NOBRES, PARCELA BÁSICA DA REFORMA DOS ESTUDOS SECUNDÁRIOS
Capítulo XIII - A REFORMA NAS ILHAS ATLÂNTICAS E NO ULTRAMAR
Capítulo XIV - A REFORMA DOS ESTUDOS DO LATIM NO BRASIL
Capítulo XV - O CUSTO FINANCEIRO DA REFORMA

2.º Volume - Documentação

ÍNDICE GERAL

Breve explicação: o porquê deste volume
I) Os Arquivos da Secretaria da Directoria-Geral dos Estudos e do Colégio dos Nobres e a Biblioteca deste Colégio
1 — A sua constituição e a desagregação ulterior
2 — Causas da dispersão; documentação ainda não encontrada, critério de publicação
3 — Correspondência cios vários códices entre si
4 — A Biblioteca do Colégio dos Nobres
5 — Sumário dos livros e avulsos dos Arquivos da Secretaria da Directoria-Geral dos Estudos e do Colégio dos Nobres, bem como da Secretaria de Estado e do Erário Régio, respeitantes à Reforma guardados hoje nas Bibliotecas e nos Arquivos
II) Documentos (Textos integrais; por vezes, expurgados de fórmulas repetitivas)
III) Sumário da documentação do 2.° volume

Preço:80,00€

Referência:14918
Autor:GAMA E CASTRO, José da
Título:O NOVO PRINCIPE ou o espirito dos governos monarchicos, por... Segunda edição. Revista e consideravelmente augmentada pelo autor
Descrição:

Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e Comp., Rio de Janeiro, 1841. In-8º de 404 pags. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. miolo com algumas manchas de humidade. A página 33 e verso é dactiloscrita. Rúbrica de posse de antigo professor da Universidade de Coimbra.

MUITO INVULGAR.

Observações:

Segunda edição  desta obra, publicada  depois do autor, no ano anterior, ter publicado uma tradução portuguesa de The Federalist.
Contra a máxima de Thiers, segundo a qual, "rei reina, mas não governa" o autor propõe um outro aforismo, "o rei governa, mas não administra". Considera que as "leis fundamentais" e os "corpos intermediários" é que distinguem a monarquia do despotismo, pois  "tanto no despotismo como na tyrannia o procedimento de quem manda he arbitrario; mas no primeiro caso he arbitrario por falta de lei, e no segundo porque se abusa, porque se despresa, ou porque se calca a lei".
Afirma que  "todos os governos possíveis são ou relativamente bons ou relativamente máos conforme as circunstâncias da nação a que se applicão; mas o único bom para huma nação determinada he aquelle que resulta da história, isto he, da experiência dessa nação". Faz a distinção entre  legitimidade e legalidade "nunca he possível ir dar na história do mundo com o momento da sociedade constituindo-se, mas sempre com a sociedade constituída". Porque "as relações entre os differentes membros da sociedade não se fizerão, apparecerão já feitas". Já a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica:"certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são ao mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes"


Inocêncio IV, 358 e 340.
“Diz-se que a primeira edição, constando de menor numero de capitulos, se publicára em Lisboa. Nem a vi, nem d’ella pude achar até agora noticias mais precisas. Da segunda edição possuo um exemplar desde muitos annos. José da Gama e Castro, Era filho de Mauricio José de Castro e Sá, natural de Sernancelhe, empregado na camara ecclesiastica de Coimbra. Nasceu em 1795, sendo baptisado em 21 do mesmo mez na igreja de S. João de Almedina da mesma cidade, sendo padrinho o bispo conde D. Francisco de Lemos. Fez formatura em medicina na universidade de Coimbra no anno de 1819, recebendo o grau de doutor em philosophia em 1820. Consta que exerceu a clinica em Villa Real de Traz os Montes por 1832. Lançado por suas convicções politicas no partido do sr. D. Miguel, a quem serviu com grande zêlo e dedicação, foi por elle nomeado Physico-mór do exercito, e incumbido de outras commissões importantes. Depois de assistir ao desfecho da lucta politica em 1834, emigrou de Lisboa em Dezembro d’esse anno, e apoz uma longa digressão emprehendida por varios paizes da Europa, resolveu transportar-se para o Brasil. Morreu em Paris a 8 de setembro de 1873.”

 

José da Gama e Castro foi Médico desde 1819. Assume-se como miguelista. Físic o-mor em 1834. Emigra para a Itália em Dezembro de 1834, onde redige O Precursor, órgão do miguelismo no exílio. Em 1837 passa pela Suíça e pela Alemanha. Instala-se no Brasil a partir de 1838, onde publica as suas obras, destacando-se a tradução portuguesa de The Federalist e o tratado O Novo Príncipe, considerado como uma espécie de bíblia do pensamento contra-revolucionário português do século XIX, apesar de ser pouco densa e nada original. Considera que a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica: "certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são a o mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes".

 

Preço:95,00€

Referência:13733
Autor:VIANA, Mário Gonçalves
Título:A ARTE DE PENSAR
Descrição:

Editora Educação Nacional, Porto, 1954. In-8º de 272 págs. Br. Capa de brochura empoeirada e com alguns picos de acidez.

Observações:

Interessante obra de um estudioso da filosofia da educação integrada na colecção Didáctica.

Da Contracapa:

Qualquer das obras desta interessantíssima e útil colecção fornece a todos os estudantes, principalmente aos estudantes e aos autodidactas, os conhecimentos teóricos e práticos indispensáveis para uma orientação segura, progressiva e metódica em qualquer sector da cultura. Os livros da Colecção Didáctica constituem verdadeiros tratados práticos, sendo os respectivos temas versados com proficiência e clareza.

Preço:10,00€