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Livros do mês: Outubro 2020
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Ensaio histórico

Foram localizados 12 resultados para: Ensaio histórico

 

Referência:14468
Autor:CANEDO, Fernando de Castro da Silva
Título:A DESCENDÊNCIA PORTUGUESA DE EL-REI D. JOÃO II
Descrição:

Edições Gama. Lisboa. MCMXLV-MCMXLVI. 1945-1946 (aliás, 1993 - Livraria Fernando Santos). In-4º de 3 volumes com 603, 413 e 479 págs. respectivamente. Brochados com os cadernos por abrir. Edição de cuidada execução gráfica impressa em papel de elevada qualidade. Exemplares impecáveis não fossem as capas com ligeiro empoeiramento.

Trata-se da segunda edição da obra numa tiragem limitada a 500 exemplares levando o presente o nº 206, assinados pelo editor e livreiro Fernando Santos. Ilustrado com várias estampas em separado, entre elas um retrato de D. João II, além de numerosas árvores genealógicas em folhas desdobráveis.

Observações:

Inclui prefácio muito elogioso de D. António Conde de São Payo. No prólogo o autor explica o método que seguiu para elaborar este estudo que lhe tomou 15 anos de trabalho. Obra enriquecida com notas, que esclarecem várias questões e onde transcreve documentos, com correcções e aditamentos, índices de cada volume e um índice geral alfabético de toda a obra. A obra, "fruto de beneditino trabalho do Tenente-Coronel Fernando de Castro da Silva Canedo, é de todas as publicadas em Portugal sob este plano - o de explorar a descendência de determinado indivíduo - por certo a mais extensa, volumosa e exaustiva", segundo escreve o Conde de São Paio, D. António, no prefácio.

O ramo principal dos descendentes de D. João II, deu origem à casa de Aveiro (Duques de Aveiro e Marqueses de Torres Novas), que teve um fim trágico, sendo o 8º Duque de Aveiro executado de forma brutal em Janeiro de 1759, acusado de atentar contra a vida do rei D. José. O autor refere parte da carta de D. Duarte Nuno, Duque de Bragança, que declara os Condes de Alcáçovas legítimos representantes dos títulos da Casa de Aveiro. Do casamento de D. João II com a infanta D. Leonor houve apenas um filho, o príncipe herdeiro D. Afonso que, na flor da idade, com apenas 16 anos, morreu sem deixar herdeiros do seu casamento com a infanta D. Isabel de Espanha, que viria depois a ser rainha de Portugal pelo casamento com D. Manuel I.

A "Descendência Portuguesa de El-Rei D. João II" corresponde, assim, à dedução genealógica da descendência do senhor D. Jorge, duque de Coimbra, nascido de uma ligação do Rei com D. Ana de Mendoça e abrange todas as grandes famílias da nobreza portuguesa. Uma obra fundamental dos estudos genealógicos, trabalho realizado com grande rigor e abrangendo o vasto âmbito de todos os descendentes do Príncipe Perfeito "Explorou a corrente do seu sangue até à última gota do mais pequeno regato que nela vai haurir...a vida" .

 

Preço:140,00€

Referência:14522
Autor:CHRISTO, António
Título:ALGUNS PROBLEMAS SOBRE JOÃO AFONSO DE AVEIRO
Descrição:

Edição do autor, Braga, 1960. In-4º de 126 págs. Brochado. Capas de brochura amarelecidas pelo tempo. Valorizado com uma dedicatória autógrafa. Ilustrado em extra-texto.

Observações:

Curioso trabalho de investigação sobre quem de facto terá sido João Afonso de Aveiro, que dá o nome a um poeta e a um navegador dos finais do século XV, havendo alguns autores que defendem ser o mesmo indivíduo, enquanto outros optam por pessoas distintas.

Preço:26,00€

Referência:14460
Autor:DAEHNHARDT, Rainer
Título:PÁGINAS SECRETAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
Descrição:

Edições Nova Acrópole, Lisboa,1995. Dois volumes cartonados de in-8º de 191 e 227 págs, respectivamente. Encadernação editorial ilustrada, assim como Ilustrado se apresenta ao longoda obra e em extra-texto.

Observações:

Esta obra é um compêndio de várias histórias, mais ou menos secretas organizado por  este historiador luso-alemão acrescentando sempre a sua análise e as fontes a que recorreu para abordar diversos casos omissos e falsas verdades da História de Portugal.

Abordam-se perguntas como, entre muitas outras:

Damião de Goes foi assassinado porque sabia demais? Houve um "Artigo Secreto" no tratado da aliança luso-britânica? A custódia de Belém esteve quase a ser derretida para cunhar moeda? O Mosteiro da Batalha foi vendido em hasta pública para servir de pedreira? Os antepassados de D. Afonso Henriques vieram do Báltico? Os lusitanos eram cristãos-arianos? Lisboetas já tinham ido aos Açores antes dos homens enviados pelo Infante D. Henrique?

Do Índice:

Volume I

- Um Deus Lusitano disfarçadamente ainda venerado
- O secretismo acerca dos Vândalos
- A origem Borgonhesa da 1ª dinastia portuguesa
- Dom João I, Fernão Lopes e a mudança da data
- Porque assassinaram Damião de Goes?
- O Avanço tecnológico do armamento português e sua influência nos contactos co outras culturas
- Lusitânea é a Coroa da Europa
- Para evitar Nova Guerra Portugal comprou o Brasil à Holanda
- O Conde de Lippe, um Homem de Espanto
- Moeda Falsa oficializada
- Dom Fernando II e seu amor por Portugal
- A Aliança Luso-Britânica e sua cláusula secreta
- Campos de concentração portugueses
- Serviço de correio estrangeiro a funcionar em Portugal

Volume II
- Terão Moçárabes lisboetas chegado aos Açores?
- Acerca da pergunta: "Quem foi Lopo de Calvo"?
- Contactos Luso-coptas
- Os cristãos de São Tomé
- Fernão de Magalhães não traiu Portugal
- Um presente português que mudou o Extremo-Oriente
- Uma investigação alemã sobre o falso (?) D. Sebastião
- O sebastianismo, a lenda messiânica portuguesa
- Um canhão no Cabo da Roca
- Uma carta de brasão espanhola passada em Lisboa
- O Duque de Schomberg, herói da Guerra da Restauração
- Uma rainha da Grã-Bretanha passou uma sentença de morte no Brasil
- Zeppelins nos Açores e Madeira
- Perdemos a nossa "Rampa de Lançamento"

Preço:45,00€

Referência:14456
Autor:HAMON, Augustin
Título:AS LIÇÕES DA GUERRA MUNDIAL
Descrição:

Guimarães & co, Lisboa, 1918. In-8º de 440 págs. Capas de brochura com defeitos por manuseamento, lombada com ligeira falta de papel à cabeça. Capas e miolo com pequenas manchas de humidade. Falho da cpa posterior.

Observações:

Obra exaustiva no assunto que versa, escrita por Augistin Hamon, intelectual anarquista francês, onde ele aborda os malefícios da guerra e do poderio militar alemão. Tradução de Adolfo Lima e Bel-Adam feita a partir da edição francesa actescentada e actualizada com as notas e edições da edição inglesa e outras, com um novo capíttulo inédito.

“É com entusiasmo que faço a guerra ao espírito guerreiro que a Alemanha incarna pelo seu espirito egoísta e imperialista. Lutarei até ao fim com a mesma fé, para abater o militarismo prussiano, causa de tantas lutas, tanta miséria e outros tantos males”.

Preço:18,00€

Referência:14620
Autor:LISBOA, Irene
Título:INQUÉRITO AO LIVRO EM PORTUGAL. I - Editores e Livreiros
Descrição:

Seara Nova, Lisboa, 1944. In-8º de (5)-254-(1) págs. Brochado com ops cadrrnos por abrir. capas com ocasionais manchinhas. Capa de brochura com cortes marginais, sem expressão maior.

Observações:

Muito curioso, exasutivo e extenso estudo monográfico-ensaístico ao longo da actividade de 20 editoras que laboravam no mercado livreiro de então. O projecto incluía a discussão do mesmo assunto com escritores, tipógrafos, críticos e leitores e do qual apenas saiu mais um volume com o título “A Arte do Livro”, titulo este ausente aqui na nossa proposta.

Preço:20,00€

Referência:14592
Autor:MACEDO,Jorge Borges de
Título:HISTÓRIA DIPLOMÁTICA PORTUGUESA CONSTANTES E LINHAS DE FORÇA. Estudos de Geopolítica.
Descrição:

Instituto da Defesa Nacional, Lisboa, 1987. In-8º de XVI-387 págs. Brochado. Em bom estado de conservação.

Primeira edição.

Observações:

A presente obra abarca o período da História de Portugal do reinado de D. Afonso Henriques até ao Congresso de Viena de 1815. 

Jorge Borges de Macedo (1921-1996), foi professor universitário e historiador português. Foi especialista da Época Moderna, sobretudo na área da História Económica, e na evolução da historiografia portuguesa, tendo publicado entre muitas outras obras, A Situação Económica no Tempo de Pombal (1951) e Problemas de História da Indústria Portuguesa no Século XVIII (1963). Foi também diretor da Torre do Tombo.

Preço:20,00€

Referência:14459
Autor:MONTEZ, Paulino
Título:HISTÓRIA DA ARQUITECTURA PRIMITIVA EM PORTUGAL - Monumentos Dolménicos.
Descrição:

Lisboa, 1943. In-4º de 107-(4) págs. Br. Ricamente ilustrado em separado sobre papel couché, com diversos monumentos megalíticos e esquemas gráficos reproduzidos a partir de arte rupestre observados em alguns dólmenes.

Observações:

"... A HISTÓRIA da arquitectura em Portugal não começa com a fundação da nacionalidade. Vestígios arquitectónicos de civilizações anteriores existem entre nós. A história destes vestígeos não deve desligar-se da dos edifícios aqui erguidos durante os oito séculos de vida nacional. Se quisermos conhecer o alicerce mais profundo da arte de construir em Portugal, há que recuar até os domínios dos povos primitivos que pisaram o nosso solo ...".

Preço:50,00€

Referência:14457
Autor:PONTE, José de Passos
Título:ORIGENS E RESPONSABILIDADES DA GUERRA DE 1914
Descrição:

Livraria Central Editora de Gomes de Carvalho, Lisboa, 1934. In-8º de 215 págs. Brochado.

INVULGAR.

Observações:

"Conferências realizadas na Universidade popular portuguesa, de Lisboa, nas noites de 11, 16 e 23 de novembro de 1933" onde o autor faz uma resenha histórica sobre a Primeira Grande Guerra.

Do prefácio:

"Conhecer a verdade sobre a guerra de ontem e é trabalhar contra a guerra de amanhã.
Por isso aqui nos encontramos , unidos todos no mesmo pensamento de Fraternidade Humana."

Preço:19,00€

Referência:14603
Autor:Sem autoria
Título:MÉMOIRE PRESENTÉ PAR LE GOUVERNEMENT PORTUGAIS SUR LA RÉCLAMATION DU SUJET ITALIEN MICHELANGELO LAVARELLO soumise par accord des gouvernements italien et portugais a l'arbitrage de S. M. la Reine de Hollande.
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1892. In-4º de 147 págs. Brochado. Cadernos por abrir, dedicatória autógrafa na capa de brochura. Papel acidificado e capas empoeiradas. Exemplar em bom estado.
 

Observações:

Curiosa memória sobre direito maritimo elaborado à custa de um caso particular sucedido em São Vicente de Cabo Verde no ano de 1884, em que Miguelangelo Lavarello, italiano, reclama ao governo português uma indemnização do montante de 165.000 francos pelo prejuízo que lhe causou o procedimento ilegal, abusivo e injustificável, usado pelas autoridades sanitárias portuguesas de São Vicente de Cabo Verde, em torno do vapor italiano Adria, as duas vezes que atracou nesta vila, a primeira vez no mês de Agosto, vindo de Gênes com destino a Argentina (La Plata), com paragem em São Vicente e a segunda vez no regresso a Europa, em Outubro do mesmo ano. Para a resolução do caso, foram chamados os Reis de Italia e  Portugal para submeter uma decisão arbitrária de um jurisconsul afim de nomear pelo governo holandês, o diferendo existente entre ambas as partes no seguimento da reclamação apresentada por Lavarello contra o governo português. Ao processo jurídico suplementa o Livro Branco e a curiosa descrição da viagem assim como os incidentes que motivaram o presente escrito em forma de memória.
 

Preço:60,00€