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Livros do mês: Julho 2020
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Etnografia

Foram localizados 70 resultados para: Etnografia

 

Referência:12413
Autor:ALMEIDA, Renato
Título:MANUAL DE COLETA FOLCLÓRICA
Descrição:

Gráfica Olímpica Editora, Rio de Janeiro, 1965. In– 8º de 216-(4) págs. Br.

Observações:

Monografia muito interessante do director da Comissão Nacional de Folclore brasileira, com o fim de orientar a pesquisa de campo para aqueles pouco ou não treinados na investigação do folclore sugerindo que se estudasse também todos os aspectos da vida social, como o artesanato, o vestuário, os instrumentos musicais, as formas de execução, as coreografias, os componentes rituais, etc.

"Se você tiver de coletar em região de colonos estrangeiros, precisa prestar muita atenção aos costumes que trouxeram para o Brasil e verifique que aceitação tiveram entre nós.  Claro que deve observar na gente do povo, que doces, bolos ou comidas especiais tem? Costumam batizar os filhos pelo Natal?  Fazem bailes, reuniões ou
danças?  Descreva com a possível minúcia pela sua observação direta e  por informações os festejos locais de Natal.  Como já ficou dito, em certos fatos o folclore ascende das camadas populares, de sorte que convém alargar as tradições de Natal não só na gente do povo, mas na sociedade média em geral, destacando o que encontra no meio nitidamente popular e fora dele, quando houver coincidência de intenções”.

Preço:25,00€

Referência:12289
Autor:ALVES, Francisco Manuel(Abade de Baçal)
Título:ARQUEOLOGIA E ETNOGRAFIA - Memorias Arqueológico-Historicas no Distrito de Bragança (tomo XI)
Descrição:

Tipografia Académica [Reedição do Museu do Abade de Baçal], Bragança,1981. In-8º de  804 págs. Br. Cadernos por abrir.

Observações:

“Sai agora o volume XI das Memórias Arqueológico-Históricas do distrito de Bragança, embora já se devesse considerar o XII, visto ter-se publicado o XI em 1940 por ocasião das Festas Centenárias da Fundação da Nacionalidade Portuguesa pela Academia Portuguesa da História, mas quem mandava ordenou  o seguinte, que se lê no Ao Leitor, a servir de prefácio ao referido volume: ‘Por deliberação da Comissão Executiva dos Centenários de 1939-1940, do Distrito de Bragança, resolveu-se publicar a matéria constante deste volume e encorporá-lo nas Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança, de que seria o tômo XI, mas, apresentado o assunto ao Senhor Ministro da Educação Nacional, ele mandou inclui-lo entre as obras comemorativas do Duplo Centenário, que a Academia Portuguesa da História tinha em publicação, visto o autor a ele  pertencer.’ (...)”.

Preço:30,00€

Referência:13076
Autor:autoria indefinida
Título:ARTES E TRADIÇÕES DE VISEU
Descrição:

Edições Terra Livre e Direcção-Geral de Divulgação, Lisboa, 1982. In. 8.º de 298(2) págs. Br. Ilustrado ao longo do texto. Insere-se na colecção Arte e Artistas.

Observações:

“A elaboração deste trabalho, tal como os anteriores da mesma série, obedeceu a um critério de fidelidade à maneira como os artesãos se exprimem nos seus depoimentos, quando os há, e que são gravados sempre que os meios existentes o permitem. É, aliás, a prática defendida de há muito pelos especialistas na matéria. Não estranhe, pois, o leitor a aparente falta de unidade no critério de fixação dos textos e a grafia por vezes insólita de alguns termos ou locuções, que são assinalados com aspas”

Do índice:
Antologia; O agasalho, A capucha; A croça; O trajo;  Rendas de Bilros; Cestaria, Carros de Bois; A latoaria; Cerâmicas artesanais, Flores de papel etc.

Preço:12,00€

Referência:14434
Autor:DERLON, Pierre
Título:TRADIÇÕES OCULTAS DOS CIGANOS
Descrição:

Bertrand, Amadora, 1977. In-8º de 269-(1) págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto. Integrado na colecção "Enigmas de todos os tempos".

Observações:

Da Badana:

"Pierre Derlon não é cigarro, mas, em virtude de circunstâncias exceptionais, foi "aceite" pelos ciganos. E os últimos feiticeiros - os Kakous - iniciaram-no, pouca a pouco, no seu mundo desconhecido. Sabendo-se condenados pela evolução duma sociedade que persegue tudo o que é "diferente", esses patriarcas, a maior parte das vezes analfabetos, escolheram para seu porta-voz aquele que daria a conhecer ao mundo os segredos do seu povo. Deste modo, este livro é um documento único; levanta o véu sobre algumas práticas de bruxaria, feitiçaria e hipnose nunca antes reveladas. Curiosas comparações se impõem com as práticas dos sacerdotes peles-vermelhas ou mongóis... Pierre Derlon não pretende ter esgotado o assunto. Diz o que pode dizer, e isso é deveras extraordinário."

 

 

Preço:17,00€

Referência:14063
Autor:LACERDA, F. Gavicho de
Título:COSTUMES E LENDAS DA ZAMBÉZIA.
Descrição:

Edição do autor, Lisboa, 1925. In-8º de 336-(4)págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.
RARO

Observações:

Obra sobre os costume e lendas da Zambézia, onde o autor escreve " o que durante 32 anos de permanência na Zambézia por lá vi e aprendi, de maneira que o nosso colono, que amanhã para aquela tão rica região queira emigrar, algumas luzes leve ou pequeno conhecimento dela".

No Índice lêm-se as seguintes entradas:

Primitiva ocupação e penetração do Zambéze; Psicologia da Raça Negra, os Cafres; Juramento dos Cafres; Caçadas e pescarias, sua maneira de trajar; Das Habitações, mantimentos e bebidas; O Albinismo, cirurgiões, várias crenças; Feitiços, casamentos, partos e funerais; etc ...

Preço:37,00€

Referência:14021
Autor:LIMA, Augusto C. Pires de
Título:A MORTE NAS TRADIÇÕES DO NOSSO PAÍS
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1930. In-8º de 14 págs. Br. Capas de brochura envelhecidas e com picos de acidez. Integra a  Miscelânea de estudos em honra de d. Carolina Michäelis de Vasconcellos, professora de Faculdade de letras da Universidade de Coimbra.

Observações:

Curiosa separata que aborda a Morte como uma das fontes da literatura popular.

Preço:15,00€

Referência:14262
Autor:LIMA, Fernando de Castro Pires de
Título:A MULHER VESTIDA DE HOMEM, contribução para o estudo do romance " A Donzela que vai à Guerra"
Descrição:

Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho, Coimbra, 1958, In-8º de 381 págs. Br

Observações:

Prefácio do Prof. Dr.Raffaele Corso.
Estudo sobre as variantes na Península Ibérica e sobretudo, na América Latina (devido à imigração dos povos europeus) da composição tradicional italiana "A donzela que vai à guerra".

Preço:15,00€

Referência:14436
Autor:MORAES, Wenceslau de
Título:OSOROCHI. Prefácio e notas de Álvaro Neves.
Descrição:

Casa Abrantes Ventura. Lisboa. (1933). In 8º de 364 - (1) págs. Brochado. Exemplar muito fresco e muito apelativo quanto ao estado de conservação. Rubrica de posse no frontspício.

Observações:

“Correspondência  Íntima de Osorochi - O Mete - Medo”, como Wenceslau de Moraes se cognominou numa destas missivas”, correspondência dirigida ao seu amigo Alfredo Ernesto Dias Branco.

Preço:50,00€

Referência:13783
Autor:Oliveira, Ernesto Veiga de
Título:TECNOLOGIA TRADICIONAL AGRÍCOLA DOS AÇORES
Descrição:

Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC), Lisboa, 1987. In-8º de 96-(80) págs. Brr. Profusamente ilustrado com 80 páginas com fotografias em extra-texto e com desenhos de  Fernando Galhano ao longo do texto. Integrado na colecção "Colecção Etnologia".

Observações:

Monografia muito exaustiva sobre os aspectos fundamentais da tecnologia agrícola tradicional açoriana, as alfaias e os processos de conservação e armazenagem do milho usados no arquipélago.

Preço:35,00€

Referência:13074
Autor:PIRES, António Lopes
Título:ZÉ BISNAU E OUTRAS HISTÓRIAS
Descrição:

Edição da Câmara Municipal de Viseu, Gabinete de História e Arqueologia, Viseu, 1989. In-8.º de 92-(1) págs. Br. Colecção "Tradições de Viseu". Ilustrações de Pdro Albuquerque.

Observações:

Conjunto de contos sobre as tradições populares de Viseu.

Preço:19,00€

Referência:13726
Autor:PORTELA, Severo
Título:PENSAMENTOS, PALAVRAS E OBRAS
Descrição:

Edição da Renascença Editora, Porto, s/d. (1917) In-8.º de 121-(2) págs. Br. Cadernos por abrir. Capas de brochura com alguns picos de acidez.

Observações:

Interessante colectânea de artigos de Severo Portela. Dó indice:

- Ouvir chover
-Repertórios novos
- Manhãsinha
- No Luxemburgo, à tarde, sob o Outono
- No Priorado da Cedofeita
- Tango e Compª
- Auto do Vinho môsto
- Outubro
- Carta de uma religiosa
- Mãos
- Au petit Guigñoi
- Nocturno
- Olaria Indigena
- Carta confidencial
- Outono na cidade
- Salomé

Preço:18,00€

Referência:14350
Autor:SANTO, Moisés Espírito
Título:O BRASONÁRIO PORTUGUÊS E A CULTURA HEBRAICA
Descrição:

Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 1997. In-8º de 294-(5) págs. Brochado. Exemplar impecável, como novo.

Observações:

O presente trabalho de Etnologia Histórica contribui tanto para o estudo da Heráldica como para a História da Cultura, nelas sugere também que estes símbolos se enquadram nas diferenças identitárias (conflituais) entre o Norte e o Sul.

MOISÉS ESPÍRITO SANTO nasceu na Batalha, em 1934. Diplomado em Sociologia Rural pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1973), onde se doutorou, em 1979. Exerceu funções docentes no departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sendo professor catedrático jubilado em Sociologia e Etnologia das Religiões, desde 2004. Foi um dos fundadores e membros do Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões (1991-2004), do Instituto Mediterrânico (1991-2004) e da Associação de Estudos Rurais (1991-2004). As áreas pelas quais se foi interessando, quanto aos temas e modos de abordagem, podem ser classificadas no que convenciona chamar-se Etnossociologia e Etnologia Histórica. A partir da Etnologia Histórica, com estudos no terreno da ruralidade, passou a interessar-se também pela Etnolinguística.

Preço:25,00€

Referência:14471
Autor:SEIDLER, Carl
Título:DEZ ANOS NO BRASIL
Descrição:

Livraria Martins, S. Paulo, 1941. In-4º de 320 pags. Encadernação coeva em sintético vermelho com papel fantasia. Encerra inúmeras ilustrações que constituem documentos fidedignos das vistas das cidades, paisagens, figuras políticas e militares, etc ... Acidez generalizada própria da a qualidade do papel. Conserva capas de brochura. Ligeiro aparo marginal, cabeça do livro carminado.

Observações:

Tradução e notas do General Bertoldo Klinger. Prefácio e notas do Coronel F. de Paula Cidade . Edição brasileira, inserida na colecção Biblioteca Histórica brasileira,

Carl Seidler foi um militar alemão que lutou pelo Brasil na Guerra da Cisplatina. Nas suas andanças esteve em Passo do Rosário, Pelotas, Rio Grande, Porto Alegre, Viamão, Triunfo, Cachoeira do Sul, Piratini, Jaguarão, Torres, Laguna, Florianópolis e Rio de Janeiro, deixando importantes impressões sobre a paisagem física, humana e social daquele período.

Na badana:

"... Tendo vivido dez anos entre nós, como oficial mercenário do exército imperial, Carlo Seidler, pôde observar de perto e com vagar, certos aspectos da nossa vida social e política. Escrito entre os anos de 1833 e 1834, Dez Anos no Brasil encerra em suas páginas pitorescos e movimentados aspectos de nossa vida civil e militar de há um século atrás. Obra de um observador de condições modestas, que escreve o que sente e o que sentem os que o cercam, que diz exactaemnte o que anda na boca do povo, embora por esse modo muitas vezes se afaste da verdade ou deturpe acontecimentos, Dez Anos do Brasil constitui sem duvida alguma, documento útil e digno da atenção de todos quantos desejem ter um panorama dos usos e costumes do Brasil nos seus primeiros anos como Nação independente ...".

Preço:40,00€

Referência:14386
Autor:Sem autoria
Título:SUBSÍDIOS PARA O CANCIONEIRO POPULAR DE AZAMBUJA
Descrição:

Museu Etnográfico Sebastião Mateus Arenque, Azambuja, 1980. In-8.º de 112 págs. Br. Livro AUTOGRAFADO

Observações:

Coligidos por Sebastião Mateus Arenque.

Preço:14,00€

Referência:14363
Autor:SILVA, José Henriques da
Título:PESCADORES MACUA. Baía de Nacala, Moçambique, 1957-73.
Descrição:

Câmara Municipal de Lisboa, Lisboa, 1998. In-4º de (192) págs. Encadernação de editor com sobrecapa. Ilustrado com dezenas de fotogrfias, algumas desdobráveis. Realização gráfica de Victor Palla. Edição bilingue, em língua portuguesa seguido da respectiva tradução inglesa.

Primeira edição.

Observações:

Álbum fotográfico de valor documental, histórico e artístico, editado por ocasião da exposição retrospectiva José Henriques e Silva, Pescadores Macua, baía de Nacala, Moçambique, 1957-1973, realizada no Arquivo Fotográfico entre 31 de Julho e 17 de Setembro de 1998. As fotografias de José Henriques e Silva fotam obtidas na baía moçambicana de Nacala entre 1957 e 1973.

José Henriques e Silva (1919-1983) fixa-se em Moçambique em 1956, onde desempenha as suas funções profissionais na empresa Lusodana, responsável pela construção da 1.ª fase do Porto de Nacala, ao mesmo tempo que começa a fotografar a vida quotidiana da população daquela cidade, sobretudo as comunidades de pescadores Macua da baía de Fernão Veloso, até 1974. Depois de algumas passagens por outras partes do território moçambicano e por Portugal, regressa em 1982 reencontrando também aquela comunidade piscatória, e faleceu em 1983, já em Portugal. Ao todo, o arquivo que José Henriques e Silva envia para Portugal, ascende a cerca de 5 000 negativos. Este é também um dos últimos trabalhos gráficos de Victor Palla. O tema central do conjunto pictórico remete para a comunidade piscatória da Baía de Nacala em Moçambique.
No final da obra, inclui uma breve antologia do fotógrafo.

Preço:60,00€

Referência:14302
Autor:TEIXEIRA, Irene Avilez
Título:TRANCOSO TERRA DE SONHO E MARAVILHA
Descrição:

Tipografia Lousanense, Trancoso, 1982. In-8º de 455 págs. Brochado. Ilustrado ao longo do texto. Valorizado por uma dedicatória autógrafa.

Observações:

Monografia muito interessante e muito desenvolvida sobre Trancoso, de elevado interesse regional.

“No coração da provincia da Beira Alta,ou melhor diriamos, da Beira Serra, fica situada em figura orbicular e esférica, nobre, plana, alegre, espaçosa, fresca e saudável campina, a << mui nobre, famosa e especiosa Vila de Trancoso>> cuja fundação se perde na noite dos tempos.
Considerada a Senhora das Alturas, sorri no coração da Beira, como rainha ajoelhada aos pés do seu passado glorioso.
Nasce-lhe a poente o rio Távora, afluente do Douro; é divisória de águas para os rios Douro e Mondego, e fica situada num planalto dos mais pitorescos e encantadores da Beira, a 898 metros de altitude.
A seus pés desenrola-se um vastissimo panorama, podendo os nossos olhos admirar deslumbrados, partindo de poente para o norte, as serras de almansor, Padrela, Moncorvo e, mas ao longe, a Marofa, e já por Espanha adentro avistamos, lá longe a Mezeta Ibérica, limitada ao fundo pelas serras da Gata, Gredos, Guadarrama e Montes Ibéricos.
Voltando para Sul divisamos, fechando o horizonte, a nossa serra da Esrela, a Mãe da Beira, o coração de Portugal”

Preço:24,00€

Referência:14429
Autor:VASCONCELOS, José Leite de
Título:FILOLOGIA BARRANQUENHA - APONTAMENTOS PARA O SEU ESTUDO publicados peloDoutor Leite de Vasconcellos
Descrição:

Imprensa Nacional de Lisboa, Lisboa, 1955. In-8º de 217 págs. Brochado. Exemplar em magnífico estado de conservação com todos os cadernos por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

 

Observações:

Quinto volume de uma série de publicações da Imprensa Nacional intitulada História-Sciência-Arte todos publicados pelo autor, considerado um dos maiores antropólogos portugueses.

"Barrancos, no Alentejo Baixo, está posto em sítio montuoso, e de constituição xistenta, a 300 ou 400 metros de distância da raia, tomada em linha recta; e o seu território, ou concelho de Barrancos, penetra na Hespanha, como uma cunha, que fica pois delimitada por território hespanhol ao Norte, Nascente e Sul, e tem de superfície 189,50 quilómetros quadrados ( Censo das povoações, de 1911, p.6). Do que resultam, naquele ponto, especiais relações sociais entre as duas nações vizinhas, e acção recíproca, maior, já se vê, da de lá na de cá, do que ao invés, atenta a pequenez e insulamento do nosso rincão - esta palavra é plural de barranco"

"Da convivência, a que se aludiu, de Hespanhóis com os habitantes de Nóudar e de Barrancos adveio influência hespanhola no português, a qual muito concorreu para a formação de um tipo especial de linguagem, designado na povoação por barranquenho, ou fala barranquenha, ou fala à barranquenha. Por barranquenhada designa-se uma expressão mais ou menos própria do barranquenho."

Preço:50,00€

Referência:14432
Autor:VIANA, Abel
Título:PARA O CANCIONEIRO POPULAR ALGARVIO
Descrição:

Edição de Álvaro Pinto, Lisboa, 1956. In-8.º de 321-(2) págs. Brochado com os cadernos por abrir. Impresso em papel de gramagem superior. Separata da "Revista de Portugal".

Observações:

Este trabalho que  reúne 3167 quadras populares algarvias e  encontra-se organizado por temas: reino vegetal, reino animal, reino mineral, meteorologia, topónimos, corpo humano, diversos sentimentos, satíricas e jocosas, alimentação, trabalhos domésticos e agrícolas, dinheiro,entre muitos outros
A seguir a cada capítulo temático, aparecem as conclusões do autor, tiradas a partir daqueles conjuntos de textos. No final do Cancioneiro aparece uma nota, na qual se colocam os locais da recolha por ordem alfabética, seguindo-se, entre parênteses curvos, o concelho e o nome dos colaboradores do autor.

"Quando, em 1933, chegámos ao Algarve, não pudemos deixar de sentir vivamente o contraste, em todos os aspectos, entre aquela província e o Minho, […]. O gosto vinha desde aquele Dezembro de 1917, data da nossa primeira colocação como professor em uma aldeia do concelho de Ponte de Lima. […] Ocorre-nos registar a música e os versos, […]. Foi, para nós, preciosa revelação. Nunca mais, onde quer que estivéssemos, nos chocaram diferenças de costumes, nem de linguagem, nem de alimentação. Antes a diversidade nos proporcionou grato motivo para observação, para registo de novidades, passando-nos a interessar a maneira de ser peculiar a cada um dos meios onde as contingências da vida oficial nos forçaram a residir. O Algarve constituiu, pois, amplíssimo campo à nossa curiosidade."

Preço:45,00€