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Módulo background

Goa

Foram localizados 8 resultados para: Goa

 

Referência:12378
Autor:CASTRO, D. João de
Título:ROTEIRO DE LISBOA A GOA annotado por João de Andrade Corvo
Descrição:

Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1882. In-8º de XV-428 págs. Encadernação meia inglesa com cantos em pele com lombada ornamentada com dourados corridos em casas fechadas. Conserva as capas de brochura. Ilustrado com gravuras e dois mapas em folhas desdobráveis.
 

RARO.

Observações:

"... O Roteiro de Lisboa a Goa (1538) é particularmente importante para o conhecimento da precisão das observações na época, pois D. João de Castro regista amiúde, além das suas determinações de latitude, os valores obtidos por outros que a bordo do navio onde ia também, observavam a meridiana do Sol: um doutor Luís Nunes, o piloto, o mestre, o contramestre, o calafate e pelo menos três marinheiros. Esta abundância de pessoas que a bordo de um mesmo navio observavam e carteavam, demonstra bem que a grande e verdadeira escola dos pilotos portugueses foi o mar; ainda simples marinheiros praticavam com os pilotos e mestres, e quando se sentiam competentes requeriam o exame, que era feito pelo cosmógrafo-mor ajudado de pilotos consagrados que na altura estivessem em Lisboa. Nesse Roteiro de Lisboa a Goa, na descrição da viagem nas imediações da ilha de Porto Santo, lê-se: "Sabbado, treze de Abril, ..., que a naao não governa" Seguidamente, D. João de Castro regista duas medições e acrescenta: "Tomadas estas duas operações, mandei ao piloto que ao meo dia tomasse o sol, e eu, passando me a poma, para verificar a leveçao do polo deste dia, obrei desta maneira". Segue-se uma meticulosa descrição.

D. João de Castro aplicava um dos métodos aconselhados por Pedro Nunes para a determinação de latitudes, baseado "no conhecimento de duas quaisquer alturas do Sol e da diferença dos seus azimutes tomados nos instantes das observações; na sua aplicação recorria-se a uma poma (esfera armilar dotada de um meridiano móvel) e a um compasso de pontas curvas". D. João de Castro não foi apenas vice-rei da Índia mas observador científico: fez observações sistemáticas da declinação magnética e detectou a perturbação provocada pelas ferragens do navio. Estas e outras dificuldades obrigaram a recorrer à navegação astronómica...
" (O MAGNETISMO TERRESTRE NO ROTEIRO DE LISBOA A GOA - AS EXPERIÊNCIAS DE D. JOÃO DE CASTRO, de Artur José Ruando Rangel, 2008)

Preço:135,00€

Referência:13024
Autor:CASTRO, Fernando de
Título:CRÓNICA DO VICE-REI D. JOÃO DE CASTRO
Descrição:

Escola Superior de Tecnologia de Tomar, Tomar, 1995. In-4º de 589 págs. Br.

 

 

Observações:

Crónica de uma das maiores figuras da expansão portuguesa, nasceu em Lisboa a 27 de Fevereiro de 1500, tendo falecido em Goa a 6 de Junho de 1548. Esta crónica, escrita pelo seu neto aborda os seus anos enquanto vice-rei e o Segundo Cerco à fortaleza portuguesa de Diu pelas forças do sultanato do Guzerate, capitaneadas por Coge Sofar que teve lugar entre Abril e Novembro de 1546. Este acontecimento de incontestável importância para o “Estado da Índia”, definiu a governação do Vice-Rei D. João de Castro. Coja Sofar,  foi derrotado pelos portugueses  comandados em terra por D. João de Mascarenhas e por mar por D. João de Castro. Pereceu nesta luta o próprio Coja Sofar e D. Fernando de Castro, filho do Vice-Rei português.

“…Eu mandei desenterrar D. Fernando, meu filho, que os mouros mataram nesta fortaleza pelejando por serviço de Deus e de el-rei nosso senhor, para vos mandar empenhar os seus ossos, mas acharam-no de tal maneira que não foi lícito ainda agora de o tirar à terra, pelo que não me ficou outropenhor salvo as minhas próprias barbas que vos aqui mando por Diogo Rodrigues de Azevedo, porque, como já deveis ter sabido, eu não possuo ouro, nem prata, nem móvel, nem cousa alguma de raíz, por onde vos possa segurar vossas fazendas, somente uma verdade seca e breve de que me Nosso Senhor deu…”

Preço:19,00€

Referência:12407
Autor:MARTINS, Bastos
Título:TEMPO DE FALAR - DIÁRIO DA INVASÃO A GOA
Descrição:

Edição do autor, s/l, 1961. In-8.º de 90 págs. Br. Edição a stencil.

Obra RARA e polémica.

Observações:

Depoimento de alguém que  viveu a queda de Goa e esteve quase um mês a bordo de um navio que acabaria por levá-lo, a ele e a mais compatriotas portugueses, até Karachi.

"(...) Recordo os dias que acabo de viver.

Os goeses andavam perplexos por não terem uma directiva do Governador-Geral acerca do que deveriam fazer quando a invasão começasse. Directiva única: “Ficaremos aqui, mesmo debaixo da terra”.

É inútil comentar esta directiva balofa e inútil, que cheira a jantares de homenagem e a discursos de velhotes numa academia de história.

Que instruções receberam os goeses acerca do que deveriam fazer para defender as suas terras, os seus lares, os seus bens?

Nenhumas. Não vale a pena sofismar, a resposta é só uma: nenhumas.

Queriam instruções – deram-lhes discursos. Se os indianos invadissem, que fazer? Fugir? Atirar-lhes pedras? Fazer-lhes os discursos que já sabiam de cor? Cruzar os braços? ...

A verdade é que Sua Excelência esqueceu o povo que tanto lhe serviu para comoventes discursos. Sua Excelência não mandou organizar a tempo a Defesa Civil do Território. Sua Excelência a ninguém deu instruções. Sua Excelência limitou-se a ser Sua Excelência.(...)"

Preço:85,00€

Referência:12323
Autor:ROCHA, Hugo
Título:NAMASTÊ Roteiro Duma Viagem a Goa
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1953. in-4º de 254-(2) págs. Br.

Observações:

Relato duma viagem que o autor fez a goa como jornalista de "O Comércio do Porto".

Preço:28,00€