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Módulo background

Guerra Peninsular

Foram localizados 5 resultados para: Guerra Peninsular

 

Referência:13595
Autor:DUBRAZ, J.
Título:RECORDAÇÕES DOS ULTIMOS QUARENTA ANNOS junto com O AVENTUREIRO FRANCÊZ
Descrição:

Imprensa de Joaquim Germano de Sousa Neves, Lisboa, 1869. Três volumes de In-8º de 10-226-42 págs.  Emcadernação meia inglesa com dizeres a ouro na lombada.  Este tomo encerra as primeiras 10 páginas da obra Cinco Finados Illustres, Recordações dos ultimos quarenta annos (Se segunda edição revista, correcta e augmentada) e o Aventureiro Francez.

 

 

 

Observações:

Segunda edição revista, correcta e augmentada desta obra fundamental para o estudo da história de Campo Maior no século XVII e XIX, e em particular sobre as Invasões francesas e as guerras peninsulares. Como o autor refere sem bons testemunhos “nunca haverá quem faça História” e porque a História “deve ocupar-se tanto dos grandes centros a que chamamos estados, como das pequenas circunscrições”.  Encerra também biografias de personalidades importantes de Campo Maior.

Junto com as primeiras 10 páginas do escrito panfletário "Cinco finados illustres", muito importante para entender as ideias dos homens do século XIX, onde o autor toma posição, enquanto “republicano, laico e socialista” e com a novela histórica "o Aventureiro francez" passada na época de D. João III.

Preço:40,00€

Referência:13594
Autor:DUBRAZ, J.
Título:RECORDAÇÕES DOS ULTIMOS QUARENTA ANNOS
Descrição:

Imprensa de Joaquim Germano de Sousa Neves, Lisboa, 1868. In-8º de 357 págs. Br. Capa de brochura com picos de acidez e empoeirada. A necessitar encadernação.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Obra fundamental para o estudo da história de Campo Maior no século XVII e XIX, e em particular sobre as Invasões francesas e as guerras peninsulares. Como o autor refere sem bons testemunhos “nunca haverá quem faça História” e porque a História “deve ocupar-se tanto dos grandes centros a que chamamos estados, como das pequenas circunscrições”.  Encerra também biografias de personalidades importantes de Campo Maior.

Preço:35,00€

Referência:12871
Autor:FERREIRA MARTINS, Gen. Luís Augusto
Título:HISTÓRIA DO EXÉRCITO PORTUGUÊS
Descrição:

Editorial Inquérito, Lisboa, 1945. In-4.º de 576 págs. Encadernação meia francesa em pele castanha com dizeres e florões a ouro sobre rótulo vermelhona lombada. Obra profusamente ilustrada ao longo do texto e em extra-texto representando castelos, aspectos de batalhas, retratos, bandeiras, uniformes,  armas, etc.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

 

Observações:

Obra monumental sobre a história do  exercito português, abordando também as suas operações fora do território continental, guerras em África, guerras da Península, guerras na Europa, ilustradas com mapas desses teatros de operações.

"A obra divide-se em dez capitulos, o primeiro dos quais é apenas como que uma introdução, em que se procura pôr especialmente em foco a influência dos povos que ocuparam a Peninsula, antes da fundação da nacionalidade portuguesa, nas instituições militares, por esta seguidamente adoptadas.
Os restantes capitulos corresponderiam aos principais periodos da acção ou da evolução do Exercito, terminando em 1918, no fim da Grande Guerra, que marcou a ultima grande e fase da actividade bélica do Exército nacional."


 

 As operações do exército português fora do território continental (guerras em África, guerras da Península, guerras na Europa) são ilustradas com mapas desses teatros de operações. As armas utilizadas em cada período pelos contendores são reproduzidas em fotografias e gravuras.

 Na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Vol. 11, 202: “... Nasceu em Lisboa em 1875, onde fez o curso liceal de 1885 a 1890, depois a Escola Politécnica de Lisboa, onde tirou os preparatórios de Engenharia e Artilharia para a Escola do Exército, tirando nesta o curso de Artilharia de 1893 a 1895. Tirou ainda o curso do Estado-Maior. Como Tenente de Artilharia fez parte da expedição a Moçambique (1897-98). Em 1906 passou a servir no Estado-Maior. Quando da primeira Grande Guerra foi sub chefe do Estado-Maior do C. E. P. em França de 1916 a 1919. Comandou o Regimento de Infantaria 5 (1923), e a escola Central de Oficiais de 1929 a 1933. Promovido a general por escolha, em 1930, foi administrador geral do Exército de 1936 a 1940 ..."

 

 

Preço:145,00€

Referência:13086
Autor:MORAIS SARMENTO, José Júlio de Castilho de
Título:RELAÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFENSA QUE SE EXECUTARAM NAS MARGENS DO RIO VOUGA, DEPOIS DA TOMADA DO PORTO PELO MARECHAL SOULT EM 1809 uma biografia
Descrição:

Coimbra Editora, Aveiro, 1958. In-8ºde 51 págs. Br.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Relato feito por Alexandre Tomás de Morais Sarmento, do Corpo Militar Académico de Coimbra e o 1º Visconde do Banho (actual S. Pedro do Sul) que, a partir de Coimbra, resistiu ao avanço das tropas de Soult.

“As posições de todas as tropas eram as mais bem escolhidas. Sabia-se que a força maior do inimigo era em cavalaria, e por isso o terreno entre as pontes do Vouga e do Marnel era o mais conveniente para esperar o ataque, pois nele a cavalaria ficava inutilizada e era preciso uma força muito superior de infantaria para tentar desalojar os nossos das posições de Pedaçães. Esta posição formava como um arco sobre a linha do rio Vouga, e felizmente as passagens em que o rio permitia o trânsito da cavalaria ficavam nas duas extremidades da espécie de arco. O mesmo trânsito do rio exigia muita cautela, em razão da sua corrente naquela estação do ano. Quando os Franceses nos pretendessem envolver, ou pela nossa direita, pelo vau de Carvoeiro e de Jafafe, ou pela esquerda, tomando a direcção da ponte de Almear, não conseguiriam o seu intento com facilidade, porque as distâncias de Pedaçães àqueles pontos referidos não eram tão curtas que o inimigo não gastasse algum tempo para poder manobrar sobre qualquer dos nossos flancos, além de que aquelas passagens do rio estavam muito vigiadas, e por estes motivos nós tínhamos tempo bastante para manobrar, e naturalmente descairíamos sobre os bosques ao norte de Águeda, os quais já tínhamos anteriormente ocupado, ajuntando novas dificuldades àquelas com que a natureza do terreno nos auxiliava. Fora desta posição ao norte de Águeda, ainda nos ficavam as alturas ao sul do Sardão, aonde já nos tínhamos postado para esperar o ataque do inimigo, em a noite de 7 para 8 de Abril, como fica referido nesta Relação.”

 

Preço:10,00€