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Livros do mês: Junho 2024
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História

Foram localizados 201 resultados para: História

 

Referência:14937
Autor:AAVV
Título:OS JUDEUS PORTUGUESES ENTRE OS DESCOBRIMENTOS E A DIÁSPORA.
Descrição:

Associação Portuguesa de Estudos Judaicos - Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1994. In-4º de 329-(2) págs. Brochado.

Observações:

Catálogo da exposição realizada por ocasião do evento cultural Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura e por iniciativa da Embaixada de Israel em Portugal. Com o objetivo de relatar a história dos judeus portugueses entre a época dos Descobrimentos e a sua diáspora, a mostra apresentou diversos documentos originais e vestígios da presença judaica portuguesa pelo mundo, aqui reproduzidos em larga escala.

Preço:45,00€

Referência:13060
Autor:AGUIAR, António
Título:GENEALOGIA ILUMINADA DO INFANTE DOM FERNANDO por António de Holanda e Simão Bening. Estudo histórico e crítico por...
Descrição:

Edicão do autor, Lisboa. 1962.In-fólio com 218 pags. Brochado. Profusamente ilustrado com fac-similes, diagramas genealógicos e reproduções iconográficas. Exemplar nº 291 de uma tiragem de 450 exemplares numerados e assinados pelos autor.

PRIMEIRA EDIÇÃO. INVULGAR.

Observações:


Notável estudo da simbólica utilizada neste manuscrito iluminado de um filho de D. Manuel I, peça hoje na posse do Museu Britânico.
Muitos são nomes que já lhe foram atribuídos: “Genealogia dos Reis”. “Genealogia iluminada do Infante D. Fernando”, ”Árvore Genealógica dos Reis de Portugal”, “Genealogia por António de Holanda”, Iluminuras de Simão de Bening”.
Consiste  num manuscrito composto por 13 fólios finamente iluminadas por uma oficina flamenga com o propósito inacabado de mostrar a união das Casas Reais portuguesa e espanhola, através do Infante Dom Fernando antepassado de D. Manuel e igualmente descendente do Conde Dom Henrique e de seu pai o Rei Santo Estevão da Hungria.

Preço:95,00€

Referência:13924
Autor:ARRIAGA, José d'
Título:BREVE NOTÍCIA DAS NOVIDADES HISTÓRICAS, SCIENTÍFICAS, LITERÁRIAS E ARTÍSTICAS Contidas nas Obras de Propaganda, impressas e manuscritas doadas à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1921. In-8.º de 366 págs. Br. Cadernos por abrir. Exemplar com ocasionais picos de acidez no miolo.

Observações:

José de Arriaga foi um historiador e escritor, que trabalhou da Biblioteca Nacional de Lisboa e se notabilizou pelos valiosos estudos de historiografia. Nesta obra apresentam-se o resumo das obras que o autor  doou em vida à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.

Preço:50,00€

Referência:13923
Autor:ASSUMPÇÃO, TH. Lino D'
Título:MARTYRES Paraphrase d'uma Lenda Christã
Descrição:

França Amado - Editor, Coimbra, 1902. In-8.º de 153 págs. Br. Cadernos por abrir.

 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Romance histórico passado  no século IV.


EXCERTO

"A luz duvidosa do crepusculo da manhã mal começava a fundir-se na claridade suavissima do plenilunio, e já os passos rijos de gente armada ressoavam nos lagedos das ruas d'Antiochia, de ordinario ainda desertas áquella hora.
Eram os soldados da antiga decima legião fretense, tisnados, robustos, espadaudos, coiraça articulada resguardando o peito, lança ao hombro, escudo no braço, saidos da caserna do palacio imperial, na ilha do bairro de Callinico, ao commando de Asclepiades, prefeito do Pretorio.
Abria a vanguarda uma columna armada de alavancas, escadas, machados, picaretas e outras ferramentas de destruição, como se se tratasse d'um trabalho de sapa, ou do ataque a uma fortaleza altamente murada. Nada faltava para que aquella marcha parecesse uma expedição de guerra, senão a turba dos escravos conduzindo bestas de carga com as bagagens, e a multidão tumultuaria  dos traficantes de toda especie de mistura com o mulherio falador; mas em seu logar seguia no coice um grupo variadamente togado."

Preço:29,00€

Referência:13696
Autor:autoria indefinida
Título:DOCUMENTAÇÃO ULTRAMARINA PORTUGUESA I, II, III, IV, V
Descrição:

Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, Lisboa, 1960-1967. Cinco volumes de In-4º de  683, 586, 391, 625 e 580 pags. Br. Capas de brochura e miolo com alguns picos de acidez.

Observações:

Obra denominada Gulbenkiana II e que reproduz a documentação ultramarina portuguesa existente nos arquivos estrangeiros, publicando-se aqui importantes códices, entre os quais: Mus. Brit. Add. 28461; Eg. 1646; B. N. Madrid Ms. 3015; Mus. Brit. 1131; Mus. Brit. Add. 9854; A. G. Simancas Secret. Prov. 1571; B. N. Madrid Cod. 3014; e Documentação sobre a Índia Portuguesa no século XVIII.

Da Introdução:

"Como se escreveu na Introdução de As Gavetas da Torre do Tombo (Vol. I - Gulbenkiana I), inicia-se agora a publicação, na íntegra, de vária, documentação ultramarina portuguesa, existente sobretudo em arquivos estrangeiros e, por conseguinte, de mais difícil acesso. Os que lidam com a história da presença de Portugal no mundo conhecem a enorme riqueza documental que jaz sepultada em bibliotecas e arquivos. O fim desta colecção - Documentação Ultramarina Portuguesa - é, justamente trazer às mesas de estudo e ao convívio dos historiadores parte dessa mesma riqueza.
O Centro de Estudos Históricos Ultramarinos vai cumprindo assim a missão que lhe foi confiada."

Vol.I - (Mus. Brit.Add. 28.461 ; Eg 1646).
Vol. II - (Bibl. Nac. Madrid : Ms. 3015) - (Mus. Brit. :- Col. Egerton Ms. 1131).
Vol. III - Mus. Brit. : - Add. 9851) - (Arch. Gen. Simancas : - Secret. Prov. 1571).
Vol. IV - (Arquivo Geral da Alfândega de Lisboa : Livro das Cartas Gerais que vão para a india e vem de lá em 1668) - (Biblioteca Nacional de Madrid : Códice 3014 cartas tocantes a la India Oriental, 1609-1641).
Vol. V - Documentação sobre a Índia Portuguesa no século XVIII.
 

Preço:60,00€

Referência:13693
Autor:autoria indefinida
Título:O IMPÉRIO DO BRAZIL NA EXPOSIÇÃO UNIVERSAL DE 1873 EM VIENNA D'AUSTRIA
Descrição:

Typographia Nacional, Rio de Janeiro, 1873. In-4º de 383-(5) págs. Encadernação meia inglesa modesta em tela. Ilustrado em extra-texto com um mapa desdobrável.

INVULGAR.

Observações:

Obra muito curiosa e informativa,  publicada aquando da Exposição de Viena em 1873 e que aborda  inúmeros tópicos sobre o Império Brasileiro, desde a  organização institucional do regime monárquico ao  relevo do Império, aos rios, às instituições de ensino e ao clima.
Logo na “Advertencia” o livro informa que um dos seus objetivos consistia em atrair imigrantes para o Brasil.

Índice:

Situação e extensão do Brasil; Clima e temperatura; reino animal; Reino vegetal; Reino mineral; Aguas mineraes;População ; Constituição do Brazil ; Divisão do Império ; Força pública ; Arsenaes de guerra e intendencia ; Presidios e colonias militares ; Marinha brazileira ; Pharoes ;Pharoletes ; Fazenda nacional ;Divida publica ; Sistema monetareo do Brazil ; Casa da Moeda ; Commercio ;Vias de communicação ; Imigração e colonisação ; Catechese ; Estrangeiros ; Naturalização ; Academia de Bellas artes ; Bibliothecas ; Theatros.
Cobertura geográfica : Brasil, descrição, Século XIX.

 

Advertencia
“Conhecer exactamente as regiões da America é hoje necessidade dos Estados da Europa, onde superabunda a população.
A uberdade do solo do Brazil e seus variados thesouros de riquezas naturaes offerecem vasto campo a todo o gênero de actividade industrial.
No intuito de demonstral-o e promover a immigração para este Imperio aproveitou-se o feliz ensejo que offerece a Exposição Universal de Vienna d’Austria, tratando-se de rever e melhorar a Breve Noticia impressa em 1867 para a Exposição Universal de Paris.
Trabalhos d’esta ordem não se podem realizar com perfeição, logo nas primeiras tentativas. Acoroçoado o zelo dos auxiliares officiaes, e crescendo a collaboração dos informantes particulares, que já d’esta vez foram elementos de grande proveito, é de esperar obra mais completa nas futuras exposições universaes.
Tendo-se por alvo principal tornar bem conhecido o Imperio do Brazil e esclarecer os immigrantes, procurou-se com todo cuidado dizer somente a verdade."

O mapa de enroems dimensões está dobrado no interior do livro. Tem a seguinte legenda: “ Carta do Império do Braszil reduzida no Archivo Militar em conformidade da publicada pelo Coronel Conrado Jacob de Niemeyer em 1846 e das especiais nas fronteiras com os Estado Limitrophes organizados ultimamente pelo Conselheiro Duarte da Ponte Ribeiro, Rio de Janeiro, 1873 “.

Preço:375,00€

Referência:13624
Autor:autoria indefinida
Título:CORTES DE LISBOA DOS ANOS DE 1697 E 1698. Congresso da Nobreza
Descrição:

Na Typografia da Academia R. das Sciencias, Lisboa, 1824. In-4º  de V-124 págs. Encadernação coeva em carneira com dizeres e florões a ouro na lombada.

INVULGAR.

Observações:

Registo das Cortes onde  foi jurado herdeiro do trono o Príncipe D. João.
"Tendo sido encarregada a Academia Real das Sciencias de Lisboa de publicar huma Collecção completa das Cortes de Portugal nos diversos Reinados até as ultimas de 1697. (…) Obra de longo hálito, e vindo a formar huma série dilatada de volumes (…) entre todas se lançou das de 1697, por serem as ultimas que se celebrarão, e mostrão o novíssimo formulário, assaz differente do que teve uso nos primeiros Reinados. (...) breves memorias que restão das Côrtes de Lisboa de 1697, e as actas que se seguem do Congreço da Nobreza em 30 sessões"

Preço:95,00€

Referência:15383
Autor:BAPTISTA, Trindade
Título:FEIXE DE SAUDADES - PREITO À MEMÓRIA D'EL-REI D. CARLOS I (Fragmentos históricos, biográficos e desportivos)
Descrição:

Livraria J. Rodrigues & C.ª, Editores, Lisboa, 1933. In-8º de 305-(3) págs. Brochado. Ilustrado com reproduções fotográficas impressas sobre papel couché, em extra-texto. Manchinhas de humidade apenas nas ilustrações, dada a qualidade hidrófila do papel.

Observações:

Obra de natureza biográfica e memorialista sobre o rei D. Carlos que segundo autor 'entrou na restrita e sublime galeria dos Reis da Moda' O autor recorda o Rei D. Carlos, através de “fragmentos históricos, biográficos e desportivos”, conforme se pode ler na folha de rosto do livro, descreve também o político D. Carlos, um Rei liberal que “pela constituição liberal patenteou sempre as mais expressivas provas de acato e fidelidade”.
Obra enriquecida por diversas fotografias e reproduções de documentos de época.

Preço:35,00€

Referência:12936
Autor:BENSAÚDE, Joaquim
Título:LES LÉGENDES ALLEMANDES SUR L'HISTOIRE DES DÉCOUVERTES MARITIMES PORTUGAISES. Réponse a M. Hermann Wagner, Professeur à l'Université de Göttingue.
Descrição:

Imprimerie A. Kundig, Genève, 1917-1920.in-8º de  122-(13) págs. Br. Capas de brochura empoeiradas. apenas o primeiro volume. Obra em língua francesa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Obra escrita em reacção àquilo que considerava "as espoliações alemãs das glórias nacionais" portuguesas ou seja, a  tese de Alexander von Humboldt, amplamente aceite pela intelectualidade alemã, segundo a qual a náutica dos descobrimentos marítimos tinha tido a sua origem na Alemanha, em particular nos trabalhos de Johannes Müller von Königsberg que teriam sido trazidos para Portugal por alguns humanistas.

Preço:39,00€

Referência:13679
Autor:BRAGA, Theophilo
Título:CURSO DE HISTORIA DA LITTERATURA PORTUGUEZA, adaptado ás aulas de instruccão secundaria por...
Descrição:

Nova Livraria Internacional, Lisboa, 1885. In-4º de 411 págs. Encadernação meia inglesa em sintético com dizeres a ouro na lombada. Sem capas de brochura. Miolo com alguns picos de acidez.

 

Observações:

Obra de intuito pedagógico, onde Teófilo Braga procurou adaptar as suas teorias acerca da História da Literatura Portuguesa às "aulas de instrução secundária", remodelando, desta maneira, o Manual da História da Literatura Portuguesa publicado 10 anos antes.


Advertência

Quando em 1875 publicámos a tentativa de um Manual da Historia da Litteratura portugueza, obedecemos ao seguinte ponto de vista : " A reforma do ensino da litteratura deve partir da conclusão a que chegou a sciencia moderna — que o estudo das creações intellectuaes não se pôde fazer em abstracto. É necessário nunca abandonar a communicação directa com os movimentos, explicando-os e apreciando-os pelas suas relações históricas com o meio e circumstancias em que foram produzidos. O estudo da litteratura feito nas vagas generalidades, conduz a essas receitas de tropos, que tiram a seriedade ás mais altas concepções do espirito humano. Na instrucção de um paiz deve entrar com toda a sua importância um elemento nacional; no ensino fundado nas ocas abstracções nunca esse sentimento se desperta. Pelo desenvolvimento histórico, mostrando como se chegou á unidade systematica de qualquer sciencia, é que se pode imprimir uma direcção justa e um vivo interesse nos espíritos que desabrocham.

A nossa tentativa falhou. Apesar de vir recommendado pela approvação da Junta consultiva de Instrucção Publica o Manual da Historia da Litteratura portugueza, a maioria dos professores recusou-se a acceita-lo para texto das suas lições ; porque, como nos escreveu o editor : " acharam-o sempre grande, e que por este motivo deixavam de o adoptar."

Isto explica-se ; a instriicção publica em Portugal faz-se á custa do emprego exclusivo da memoria segundo a "tradição pedagógica dos jesuítas, e por isso o professor quer um texto dogmático, paragraphado, em forma de definições e de enumerações cathegoricas, de modo que em interrogações peremptórias avalie do estudo do alu- mno. Combatendo este vicio, elaborámos um texto para o professor em primeiro logar, e depois para ser lido e extrahir-se d'elle a doutrina, segundo o critério de quem ensina, acostumando aquelle que aprende a applicar o processo analylico. Diz admiravelmente Augusto Comte:
"Os tratados didácticos devem unicamente dirigir-se aos mestres, através dos quaes «deve sempre passar a instrucção destinada aos discípulos. Até então, as leituras theoricas não convêm senão áquelles cuja educação está terminada, resultando o desenvolvimento scientifico de uma elaboração pessoal subordinada espontaneamente ás lições oraes... y> {Synthèse subjective, p. viii.)

O automatismo da memoria prevaleceu, e sobre o nosso Manual formaram-se alguns apanhados ; ser-nos-hia fácil explorar esta errada tendência compondo una resumo para se decorar, mas a nossa disciplina de espirito está em nós de accordo com o senso moral. O que não fizeram os professores praticámol-o nós, estudando o nosso livro emquanto aos seus defeitos de methodo e
deficiências de investigação. Podemos repetir as bellas palavras de Montaigne : « Je n'ay pas plus faict mon livre,
que mon livre m'a faict. » (Essais, II, 18.)

Compensa-nos o prazer de havermos progredido, e comnosco este novo livro em que reincidimos no mesmo intuito pedagógico.

Preço:17,00€

Referência:12753
Autor:BROCHETT, M. M. L. P
Título:O ANNO DAS BATALHAS OU GUERRA FRANCO-ALLEMÃ.
Descrição:

Livraria Portuense, Porto, 1897.  In. 4º de XV-315-(4) págs. Encadernação inteira em sintético com dizeres a ouro na lombada. Com capas de brochura conservadas. Ligeiro aparo gerenralizado. Ilustrada ao longo do texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Exaustivo estudo sobre a guerra Franco-Alemã  abordando, entre muitos outros assuntos,  A história e causas da sua origem, as biographias do Rei da Prussia, do ex-Imperador dos Francezes e dos estadistas e generaes de ambos os paízes; as condições financeiras sociaes e militares de cada um, as armas empregadas e descripção circuntanciada de todos os movimentos militares e batalhas da guerra; a revolução em França, a rendição de Paris; a conclusão da guerra, o tratado de paz e a organização do governo provisório.

Preço:48,00€

Referência:13652
Autor:BRUNO, Sampaio
Título:A DICTADURA. Subsidios moraes para seu critico.
Descrição:

Livraria Chardron, Porto, 1909. In-8º de 293.(1) págs. Encadernação editorial em percalina verde, com ferros dourados nas pastas.

Observações:

Bruno ou Sampaio Bruno (1857-1915) foi escritor, ensaísta e filósofo portuense; figura cimeira do pensamento português do seu tempo Sampaio Bruno integrou o directório do Partido Republicano Português e fundou vários semanários portuenses. Com Antero de Quental e Basílio Teles elaborou os estatutos da Liga Patriótica do Norte no seguimento do Ultimato Britânico de 1890; participou na malograda revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891, de cujo manifesto foi redactor e exilando-se depois em Paris com João Chagas. A depressão que o afectou no exílio contribuiu para encaminhar a sua pesquisa no sentido do misticismo e do esoterismo, mergulhando na literatura gnóstica de inspiração judaica, na cabala e na ideologia maçónica. No regresso a Portugal em 1893 publicou então as Notas do Exílio. Em 1898 publicou o Brasil Mental, em que desenvolveu a sua crítica ao positivismo comteano iniciada vinte anos antes. Em 1909 foi nomeado director da Biblioteca Pública Municipal do Porto mantendo o cargo após a proclamação da República até à sua morte em 1915. O seu pensamento filosófico de crescentes contornos místicos e esotéricos influênciou Fernando Pessoa.

Paulo Costa Domingos, no seu blog de informação bibliográfica, diz-nos o seguinte: "... Em pleno conflito ideológico com Afonso Costa, que chegou a agredir Sampaio Bruno fisicamente, o que levou este último a afastar-se do Partido Republicano, será ainda «[...] na qualidade de jornalista republicano independente que ele vai travar o veemente combate, que foi o seu, contra a ditadura de João Franco. Volta-lhe o ardor combativo de outrora. Escreve quase diàriamente um artigo. Insurge-se contra a supressão dos direitos cívicos e, quando, em 1908, João Franco caiu, logo após o assassinato do rei e do príncipe herdeiro, exclama: “o regicídio é, seguramente, um acto condenável, mas o despotismo não o é menos. O tiranicídio é, na verdade, um crime; mas a tirania é também um crime”. [...]»
. O vertente livro serve História na exactidão dos factos e na conotação posta nos mesmos.

Preço:24,00€

Referência:13066
Autor:CADORNEGA, António de Oliveira
Título:DESCRIÇÃO DE VILA VIÇOSA Introdução, proposta de leitura e notas de Heitor Gomes Teixeira
Descrição:

Imprensa Nacional/Casa da Moeda, Lisboa, 1982. In-8º de 154 págs. Br. Integrado na colecção "Biblioteca de Autores Portugueses". Capa com lgeiras manchas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Interessante monografia histórica sobre Vila Viçosa, escrita no século XVIII  por António de Oliveira de Cadornega (Vila Viçosa, 1623/24 — Luanda, 1690) que foi um militar e historiador português radicado em Angola.

Preço:18,00€

Referência:14019
Autor:CALDAS, Pereira
Título:ALVARO DE BRAGA E NÃO ALVARO VELHO como auctor plausivel do Roteiro da viagem que em descobrimento da India, pelo Cabo da Boa-Esperança fizera Vasco da Gama em 1497, segundo um manuscripto coetaneo existente na Bibliotheca Publica do Porto ...
Descrição:

Typographia e Papelaria Costa Braga & C.a,Braga, 1898. In-8º de 45 págs.Br. Capas de brochura empoeiradas e miolo com picos de acidez. Valorizado pela dedicatória e carimbo pessoal do autor. Marcas de carimbo a óleo. "Tiragem limitada em papel escolhido".

INVULGAR.

Observações:

Opúsculo sobre a autoria do roteiro da Viagem de vasco da Gama à Índia, argumentando que seria Álvaro de Braga e não Álvaro Velho o seu autor.

Preço:24,00€

Referência:13385
Autor:CAMACHO, Brito
Título:MATÉRIA VAGA
Descrição:

Livraria Editora Guimarães & C.ª, Lisboa, 1934. In-8.º de 240 págs. Br. Apresenta ocasionais sublinhados de leitura. Alguns picos de acidez.

Observações:

Reunião de artigos sobre diversas matérias, nomeadamente: Questões sociais; Tirania e Liberdade; Crime e Virtude; Russos e Chineses; Operários e Patrões; Documentos históricos; À Margem da História; Os Judeus; Pina Manique; Harmonia Ibérica; Paralelismo Político

“A estrutura económica das sociedades do nosso tempo, moldadas sôbre o tipo burguês e capitalista, não permite que se revelem e convenientemente se utilizem todos os valores espirituais que em cada uma delas virtualmente existem. não fazem excepção À regra os portugueses, antes sucede que o defeito geral, entre nós, é agravado, visto sermos hoje, no mundo civilizado, o povo mais escravizado à ignorância (...)”.

Preço:10,00€

Referência:15166
Autor:CÂNCIO, Francisco
Título:LISBOA DE OUTROS SÉCULOS. Cem anos de pitoresco
Descrição:

Lisboa, 1940. In-4º de 463-(1) págs. Encadernação moderna em percalina bazul com dizeres dourados na lombada. Ligeiro aparo marginal. Miolo muito bem conservado. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em separado.
 

Observações:

A obra versa asuntos relacionados essencialmente com o Bairro Alto, a Mouraria da Severa e as Praias Alfacinhas.

Preço:60,00€

Referência:13264
Autor:CHARLOT, Monica
Título:LONDRES, 1851-1901era vitoriana ou o triunfo das desigualdades
Descrição:

Terramar, Lisboa, 1995. In-8º de 247 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Colectânea de artigos que retratam, revelam  e resumem a Londres da segunda metade do século XIX. A diversidade dos artigos seleccionados vai do denso ao mundano, do estatístico ao sensorial retratando assim Londres, a capital da primeira nação industrial, nesse período onde se contrastam os luxos com as misérias, revelando uma sociedade conformista e desigual.

Preço:12,00€

Referência:14272
Autor:CLARO, António
Título:O PELOURINHO Critica da nossa Historia politica desde 1817 a 1904.
Descrição:

 Livraria Depositária de J. Figueirinhas Junior, Porto, 1904. In-8º  de 519-(4) págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro na lombada. Ilustrado com o retrato do autor. Volume único, o segundo volume não foi publicado. Conserva capa de brochura.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

 Obra sobre  a história do século XIX em Portugal, desde o reinado de D. João VI até 1850, ano que antecedeu a queda de Costa Cabral e dos governos de inspiração setembrista. Obra com interesse acrescido pelas muitas notas e documentação apresentadas pelo autor.

"Procurei ser exacto. Os meus esforços visaram a exhibir, com verdade, as personalidades politicas do paiz mais em voga nos ultimos oitenta e sete annos e por algumas das quaes tive certa veneração, quando confiado singularmente na tradição, toda ella refalsada e espactaculosa, as suppuz dotadas do caracter, da energia e da sagacidade dos grandes vultos dos tempos luminosos da História das nações."

Preço:40,00€

Referência:13055
Autor:CRUZ, António
Título:ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE A VIDA ECONÓMICA E SOCIAL DA CIDADE DO PORTO NAS VÉSPERAS DE ALCÁCER QUIBIR
Descrição:

Biblioteca Municipal do Porto, Porto, 1967. In-8º de XX-207-CXCII-(3). Encadernação inteira de pele com decoração dourada em filete nas pastas e lombada com ferros corridos ao estilo gótico. Conserva capas de brochura. Nítida impressão sobre papel avergoado. Ostenta uma expressiva dedicatória autógrafa. BELO EXEMPLAR.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Importante obra histórico-regional que se divide em três partes: 1- Evolução, estruturas e conjunturas do século XVI; 2- A "Esterilidade" de 1575 e a peste de 1577 no termo da Cidade; 3- Livro primeiro de Acordãos do Arquivo Municipal do Porto.

Preço:50,00€

Referência:12298
Autor:CRUZ, Francisco Ignacio dos Santos
Título:DA PROSTITUIÇÃO NA CIDADE DE LISBOA Ou considerações históricas, higiénicas e administrativas em geral sobre as prostitutas, e em especial na referida cidade....
Descrição:

Publicações D. Quixote, Lisboa, 1984. In-8º de 363 págs. Encadernação inteira em sintético com dizeres a ouro na lombada e capa. Integrado na colecção Biblioteca de Etnografia e Antropologia.- Portugal de Perto.

Observações:

Primeiro estudo  sobre a prostituição feminina no nosso país.Aborda a história da prostituição, as classes de prostitutas, de aspectos fisiológicos e patológicos das prostitutas, dos seus costumes e hábitos, do seu número e distribuição na cidade de Lisboa, dos lugares, famílias e idades das prostitutas, das causas da prostituição, do Virus venereo, das casas públicas de prostituição (taxas, polícia, visita sanitária, distribuição das casas pela cidade, donas das casas) e legislação antiga e moderna em Portugal e no mundo.


"É inegável que o aumento da propagação do Virus venereo está na razão directa do aumento da prostituição; e também se não pode duvidar de que o exército concorre para o incremento da prostituição. É portanto o exército uma causa influente na propagação do Virus venereo; a razão e a experiência provam suficientemente qualquer dos dois princípios enunciados. Todos os escritores sobre as enfermidades dos exércitos dizem que o maior número de moléstias que se encontram nas tropas são as venéreas, e até em número superior a todas as outras. A estatística provou a um escritor que as moléstias venéreas das prostitutas sujeitas à vigilância das autoridades administrativas eram na razão de 1:3 e que eram estas muito mais graves do que as outras. Também ele assevera que, se as leis da Natureza são sempre constantes e invariáveis, também as há na ordem social com esta constância e invariabilidade; sendo uma delas que por toda a parte onde se encontram soldados reunidos em certo número, aí se encontram prostitutas. Isto se observa em todas as nações e é o que se vê entre nós apesar de todas as leis repressivas e apesar de todos os rigores da disciplina militar."

 

Preço:25,00€

Referência:15368
Autor:DELGADO, Humberto
Título:DA PULHICE DO HOMO SAPIENS Da Monarquia de vigaristas pela República de bandidos – à Ditadura de papa
Descrição:

Casa Ventura Abrantes – Livraria Depositária, Lisboa, 1933. In-8º de 272 págs. Brochado com a capacom ligeiro empoeiramento, apresentando todos os cadernos por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

 

Observações:

"Obra violenta na expressão de sentimentos, impiedosa na apreciação dos homens, destemperada no uso das palavras, é o desabafo público de um homem que confessa ter péssima impressão da humanidade em geral, vivendo num estado de “irritabilidade pela mentalidade da maioria do meu semelhante, ao ver que a víscera comanditária de quasi todos eles, desde os da extrema direita aos da extrema esquerda, é o estomago, e ao convencer-me que o seu órgão de pensamento é a língua ...”


Livro de Humberto Delgado (1906-1965) escrito quando António de Oliveira Salazar fazia aprovar a Constituição de 1933 que pautava o início do regime. Neste livro, o autor, então entusiasta do Estado Novo durante alguns anos, criticava os opositores à mudança que estava em curso e elogiava o “Grande Homem” que instaurava o regime ditatorial contra o qual viria a lutar e tece rasgados elogios a Salazar e à ditadura. O autor, socorrendo-se de uma linguagem cáustica e interpretando o estado da sociedade e da política portuguesa de novecentos, traça um quadro em que ressaltam as grandes dificuldades de Portugal nos anos que antecederam o final da Monarquia, e criticando, de igual forma, os homens da República e a sua actuação após o 5 de Outubro. No entanto, exprime ainda o seu descontentamento a respeito de certas práticas da Ditadura que se instala após o Golpe de 1926, porém, a sua visão geral desta é favorável. Não se inibe de contradizer de forma colérica e aviltante os detratores ideológicos de Salazar e do Estado Novo, personalidade que descreve como se disse atrás como o «Grande Homem». Trata-se, em suma, de uma apreciação documentada dos homens, cujos nomes são mencionados, e da política, cujos vícios são expostos, revelando igualmente uma faceta intempestiva e mordaz deste autor, célebre figura das lides políticas em Portugal.

 

 

Preço:32,00€

Referência:14913
Autor:DIAS, Gastão de Sousa
Título:RELAÇÕES DE ANGOLA (PRIMÓRDIOS DA OCUPAÇÃO PORTUGUESA).
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1934. In-8º de 256-(3) págs. Brochado. Muito bom exemplar

Ostenta uma dedicatória autógrafa.
 

Observações:

A Colónia portuguesa de Angola formou- se em 1575 com a chegada de Paulo Dias de Novais com 100 famílias de colonos e 400 soldados. Paulo Dias de Novais foi o primeiro governador português a chegar a Angola, que tinha como principais acções explorar os recursos naturais e promover o tráfico negreiro (escravatura) formando um mercado extenso. Este livro trata sobretudo das duas primeiras viagens efectuadas a Angola a partir de documentos pertencetes ao Cartório do Colégio dos Padres da Companhia, de Luanda, e transcritas do códice existente na Biblioteca Nacional de Paris.

Preço:40,00€

Referência:13852
Autor:DÓRIA, António Alvaro
Título:A RAINHA D. MARIA FRANCISCA DE SABOIA. (1646-1683). Ensaio biográfico
Descrição:

Livraria Civilização, Porto, 1944. In-8º de 425 págs. Br. Ilustrado em extra-texto com  retratos e uma grande "Árvore Genealógica" desdobrável de D. Maria Francisca. Inserido na colecção "Biblioteca Histórica - Série Régia". Miolo com alguns picos de acidez.

 

Observações:

“O presente ensaio não pretende, de modo algum, ser um estudo biográfico completo àcêrca da Rainha que foi mulher de dois Reis; é, sobretudo, uma contribuição para a biografia de D. Maria Francisca, que tencionamos escrever quando a situação da Europa se normalizar e pudermos, por isso, forragear, em Paris e em Londres, os materiais abundantes ali existentes e que nos faltam agora"

Preço:15,00€

Referência:13050
Autor:ESPARTEIRO, António Marques
Título:O ALMIRANTE MARQUÊS DE NISA
Descrição:

Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1944. in-4º de  436 págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Apresenta alguns picos de acidez. Cadernos por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

“O ALMIRANTE MARQUÊS DE NISA” constitui uma obra de interesse para todos quantos se interessam pela nossa História náutica em particular ou ainda pela História de Portugal e da Europa em geral.
Realça os feitos heróicos daquele que foi uma das maiores glórias da Armada Portuguesa, D. Domingos Xavier de Lima, vulgarmente conhecido por Almirante Marquês de Nisa.

Preço:38,00€

Referência:13102
Autor:ÉVORA, André Rodrigues de
Título:SENTENÇAS PARA A ENSINANÇA E DOUTRINA DO PRÍNCIPE D. SEBASTIÃO
Descrição:

Edição do Banco Pinto & Sotto Mayor, Lisboa, s/d. In-4.º de 28-87-(1) págs. Encadernação inteira em sintético vermelho, com dourados nas pastas e lombada. Exemplar como novo.
Edição fac-similada reproduzindo a cores o manuscrito, belamente iluminado, inédito da Casa do Cadaval.

Observações:

Magnífico "fac-simile" do "manuscrito iluminado de André Rodrigues de Évora, realizado por ocasião do nascimento do príncipe D. Sebastião.
É uma compilação de 659 máximas relativas ao estado e à condição de príncipe, as Sentenças constituem um verdadeiro regimento para a formação do perfeito soberano,onde se reúnem sentenças de sábios, filósofos, doutores da Igreja e historiadores antigos, que Rodrigues de Évora dedica ao príncipe recém-nascido para que este possa, mais tarde, imitar o bom governo dos seus antepassados.
Introdução de Luís de Matos.

Preço:50,00€

Referência:15361
Autor:FIGUEIREDO, Francisco Coelho de
Título:AGRADECIMENTO DE HUM HOMEM A MEMORIA DE OUTRO HOMEM VIRTUOSO, SÁBIO E FILÓSOFO
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1816. In-8º de 44 págs. Encadernação em papel antigo, marmoreado em tina manual. Mancha de humidade restrita à última folha, não impressa, que antecede a capa posterior. Bom exemplar, não aparado, com margens jumbo.

Exemplar que pertenceu à biblioteca de Eugénio de Castro, de quem ostenta a sua assinatura no frontspício, com uma nota manuscrita de sete linhas no verso do ante-rosto, tecendo onsiderações sobre o autor e a edição. Segundo Inocêncio este título teve uma tiragem restrita de 150 exemplares.

RARO.

Observações:

Folheto com a biografia de  Pedro José da Fonseca, professor na corte de D. José e membro fundador da Academia Real das Ciências de Lisboa. Segundo Inocêncio "Os unicos esclarecimentos biographicos, que até agora existem impressos ácerca d'este laborioso professor e distinctissimo philologo, constam de um folheto que pouco tempo depois da sua morte se publicou com o titulo: Agradecimento de um homem à memoria de outro homem virtuoso, sabio e philosopho'.

Publica-se aqui uma carta dirigida a José Pedro da Fonseca por Francisco de Borja Garção Stockler.

Preço:75,00€

Referência:13107
Autor:FREIRE, João Paulo (MARIO)
Título:FOGOS-FÁTUOS
Descrição:

Edição da Renascença Portuguesa, porto, 1923. In-8º de 173-(1) págs. Encadernação moderna inteira de sintético castanho, conservando as capas de brochura com ligeiro restauro. Amarelecimento geral do papel, dada a sua fraca qualidade.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Curioso livro que trata de "Alguns problemas nacionais à margem... da política" (primeira parte) e de "Documentos para a História do Movimento Revolucionário do 19 de Outubro" (segunda parte do livro)

"Tudo quanto se coordenou neste volume sob a rubrica geral de Fogos-Fátuos veio publicado no diário lisbonense A Imprensa da Manhã. Pareceu-me conveniente arquivar em livro as duas partes deste volume. A primeira porque dizendo respeito a melhoramentos e iniciativas nacionais mais facilmente pode ser consultada pelos que a estas ninharias dedicam a sua inteligência e o seu esforço, tão inútil perante a contra-maré imbecil das massas; a segunda porque constituindo por si mesma uma série de interessantíssimos depoimentos para a desgraçada história do movimento revolucionário de 19 de Outubro de 1921, à História pertence e como tal a ela é devida, exactamente como o calhau bruto e informe faz parte do edifício que se constrói."

Preço:25,00€

Referência:14918
Autor:GAMA E CASTRO, José da
Título:O NOVO PRINCIPE ou o espirito dos governos monarchicos, por... Segunda edição. Revista e consideravelmente augmentada pelo autor
Descrição:

Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e Comp., Rio de Janeiro, 1841. In-8º de 404 pags. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. miolo com algumas manchas de humidade. A página 33 e verso é dactiloscrita. Rúbrica de posse de antigo professor da Universidade de Coimbra.

MUITO INVULGAR.

Observações:

Segunda edição  desta obra, publicada  depois do autor, no ano anterior, ter publicado uma tradução portuguesa de The Federalist.
Contra a máxima de Thiers, segundo a qual, "rei reina, mas não governa" o autor propõe um outro aforismo, "o rei governa, mas não administra". Considera que as "leis fundamentais" e os "corpos intermediários" é que distinguem a monarquia do despotismo, pois  "tanto no despotismo como na tyrannia o procedimento de quem manda he arbitrario; mas no primeiro caso he arbitrario por falta de lei, e no segundo porque se abusa, porque se despresa, ou porque se calca a lei".
Afirma que  "todos os governos possíveis são ou relativamente bons ou relativamente máos conforme as circunstâncias da nação a que se applicão; mas o único bom para huma nação determinada he aquelle que resulta da história, isto he, da experiência dessa nação". Faz a distinção entre  legitimidade e legalidade "nunca he possível ir dar na história do mundo com o momento da sociedade constituindo-se, mas sempre com a sociedade constituída". Porque "as relações entre os differentes membros da sociedade não se fizerão, apparecerão já feitas". Já a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica:"certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são ao mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes"


Inocêncio IV, 358 e 340.
“Diz-se que a primeira edição, constando de menor numero de capitulos, se publicára em Lisboa. Nem a vi, nem d’ella pude achar até agora noticias mais precisas. Da segunda edição possuo um exemplar desde muitos annos. José da Gama e Castro, Era filho de Mauricio José de Castro e Sá, natural de Sernancelhe, empregado na camara ecclesiastica de Coimbra. Nasceu em 1795, sendo baptisado em 21 do mesmo mez na igreja de S. João de Almedina da mesma cidade, sendo padrinho o bispo conde D. Francisco de Lemos. Fez formatura em medicina na universidade de Coimbra no anno de 1819, recebendo o grau de doutor em philosophia em 1820. Consta que exerceu a clinica em Villa Real de Traz os Montes por 1832. Lançado por suas convicções politicas no partido do sr. D. Miguel, a quem serviu com grande zêlo e dedicação, foi por elle nomeado Physico-mór do exercito, e incumbido de outras commissões importantes. Depois de assistir ao desfecho da lucta politica em 1834, emigrou de Lisboa em Dezembro d’esse anno, e apoz uma longa digressão emprehendida por varios paizes da Europa, resolveu transportar-se para o Brasil. Morreu em Paris a 8 de setembro de 1873.”

 

José da Gama e Castro foi Médico desde 1819. Assume-se como miguelista. Físic o-mor em 1834. Emigra para a Itália em Dezembro de 1834, onde redige O Precursor, órgão do miguelismo no exílio. Em 1837 passa pela Suíça e pela Alemanha. Instala-se no Brasil a partir de 1838, onde publica as suas obras, destacando-se a tradução portuguesa de The Federalist e o tratado O Novo Príncipe, considerado como uma espécie de bíblia do pensamento contra-revolucionário português do século XIX, apesar de ser pouco densa e nada original. Considera que a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica: "certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são a o mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes".

 

Preço:95,00€

Referência:13647
Autor:JUNIOR, Martins
Título:OPRESIDENTELANDRÚNAREPUBLICADACALABRIA
Descrição:

J.Rodrigues & Cª,Lisboa, 1927. In-8.º de XVI-660 págs. Br. Ilustrado com um retrato do autor. Capas e brochura empoeiradas.

Segunda Edição.

INVULGAR.

Observações:

Obra polémica escrita por um radical onde ele  critíca os políticos da Primeira República  e especialmente António Maria da Silva. É de notar também que  o autor, nascido em Abrantes, não deixa de referir a sua terra e o respectivo ambiente na época.

"Declaramos  que  este  livro  foi  escrito  pelo  seu  autor durante a "dinastia" do sr. Antonio Maria da Silva e que, de então para cá, ele não foi alterado, uma virgula sequer, no que estava produzido. Fazemos  esta  declaração  para  que  os  mal  intencionados  não  digam  que  a  violencia  da  linguagem contra os "do Landrú", fôra feita depois dele haver cahido. Este  livro  estava  concluido  no dia 31 de Maio de 1926".

Preço:25,00€

Referência:14803
Autor:LEAL, Raúl
Título:SOCIOLOGIA DE OLIVEIRA MARTINS
Descrição:

Livraria Figueirinhas, Porto, 1945. In-8º de 284-(3) págs. Brochado.

Observações:

A autoria da presente publicação nada tem a ver com o autor Raul Leal - HENOCH , «Note-se, desde já, que dois autores portugueses assinavam as suas obras com o nome Raul Leal» – alerta-nos Aníbal Fernandes na reedição de Sodoma Divinizada (Hiena Editora, Lisboa, 1989) –. «Além [do] colaborador de Orpheu, [...] o outro [...] é nortenho e doutorado em Economia pela Universidade de Paris.»

Preço:17,00€

Referência:15105
Autor:LOBO, D. Francisco Alexandre
Título:OBRAS DE D. FRANCISCO ALEXANDRE LOBO, Bispo de Vizeu. Impressas às custa do Seminario da sua Diocese. Tomo I( a III)
Descrição:

Typographia de José Baptista Morando, Lisboa, 1848 (1849 e 1853 respectivamente). In-8º de 3 volumes com XVIII-(1)-462-(2), III-485-(3) e (6)-500-(1) respectivamente. Encadernação coeva, meia francesa em pele verde com etiquetas de número de ordem da biblioteca antiga. Aparo marginal e muito bom estado geral. Assinatura de posse antiga (Prof. Dr. Bernardo Albuquerque) no frontspício do primeiro volume. Ilustrado com litografia original representando o retrato do autor  segurando pena de escrita e livros, assim como reprodução facsimilada da sua assinatura, realizado nas oficinas calcográficas dos Mártyres em Lisboa, por António Joaquim de Santa Bárbara.

PRIMEIRA EDIÇÃO, póstuma de toda a sua grandiosa obra (o autor tinha falecido 4 anos antes). Foram publicados três volumes das Obras Completas deste historiador, embora o plano de edição constasse de dez volumes, permanecendo inédita até hoje a restante parte da sua obra.

Observações:

Francisco Alexandre Lobo (1763, Beja — 1844, Lisboa), bispo de Viseu, foi um clérigo e político português, historiador e homem de letras erudito, que, entre outras funções, exerceu o cargo de Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Reino, então equivalente a Primeiro-Ministro de Portugal, no executivo pró-miguelista que governou entre 1826 e 1827. Conservador, considerado um apostólico moderado, era próximo de D. Miguel I, por quem foi escolhido para conselheiro de Estado e encarregado de fazer a reforma geral dos estudos. Após a vitória liberal teve de exilar-se abandonando Portugal em 1834. Foi um escritor brilhante e erudito, revelou-se um historiador de mérito, sendo admitido como sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa.

António Joaquim de Santa Bárbara (1838-1864) foi um gravador português, autor de alguns dos melhores retratos litografados de políticos, membros da alta sociedade e artistas do século XIX em Portugal. Santa Bárbara foi um artista com uma enorme capacidade de desenho, sendo que algumas das suas gravuras, particularmente as que executou a partir de daguerreotipos, são de um realismo espantoso em que, alguns dos retratos que litografou foram partir de daguerreotipos.

Preço:195,00€

Referência:15136
Autor:MARQUES, Alfredo Pinheiro
Título:A MALDIÇÃO DA MEMÓRIA DO INFANTE DOM PEDRO e as origens dos Descobrimentos Portugueses.
Descrição:

Centro de Estudos do Mar, Figueira da Foz, 1994. In-8º de 625 págs. Brochado. Ostenta uma extensa dedicatória autógrafa de página inteira.

Primeira e única edição desta polémica obra, muito bem fundamentada, que deita por terra toda a historiografia até então, tida como válida, e que atribuia autoria dos descobrimentos ao Infante D. Henrique na vez do Infante D. Pedro. Trata-se, segundo o autor, d' O Livro que mudou para sempre a História dos Descobrimentos e a História de Portugal.

Observações:

" ... Em Portugal a opinião pública e a maior parte dos historiadores, nos últimos séculos, têm estado sempre iludidos com a trombeteada importância do Infante D.Henrique, e ofuscados pelas apregoadas "grandezas manuelinas". De tal maneira têm estado obcecados e condicionados por estes apriorismos que esqueceram-se de colocar a hipótese de que a realidade possa ter sido diferente: de que tudo isso possa ter sido uma legitimação historiográfica, deturpada a posteriori, fomentada por quem sobreviveu e ganhou no fim manipulada para reescrever a História ao sabor das conveniências do Presente (...) Iludida pela alegada importância do Infante D.Henrique, a maior parteda historiografia sobre os Descobrimentos Portugueses - mesmo quando bem intencionada - tem até agora laborado em erro. (...) A Casa de Viseu-Beja e a Ordem de Cristo (do Infante D.Henrique até ao Rei D.Manuel) não foram decisivas - ou sequer particularmente pioneiras ou importantes - nos momentos cruciais dos Descobrimentos Portugueses (...). Se esse longo protagonismo coube a alguma Casa senhorial, ela foi a Casa de Coimbra ... - para além, claro, do Povo Português que, esse sim, foi sempre o verdadeiro protagonista. (...) É que o Rei D João II foi "Duque de Coimbra" ... foi herdeiro e Senhor da Casa de Coimbra... (e, por isso, depois, foi testador dessa mesma Casa...). O Rei D. João II foi o neto e herdeiro do Infante D.Pedro. Foi-o, como já tem sido apontado, no que diz respeito às orientações estratégicas da política interna portuguesa (processos de controle da grande nobreza feudal e de reforço do Poder da Coroa, com o apoio dos povos e dos Concelhos, em articulação com uma exemplar vingança pessoal e familiar contra as grandes Casas senhoriais que haviam assassinado o seu avô em Alfarrobeira), mas, além disso, foi-o também no que diz respeito aos Descobrimentos e à Expansão Ultramarina. Porquê? Por uma razão até de pura herança material. Porque, logo na juventude, recebeu o Senhorio das terras e dos homens que haviam sido de seu avô Infante D.Pedro: as regiões do litoral do Ducado de Coimbra... (Buarcos, Montemor-o-Velho, Aveiro, Mira...) e, depois, não por acaso, recebeu também, para além desses homens e dessas terras, igualmente o controle dos Descobrimentos. (...)

Os Descobrimentos Portugueses, nos inícios e na fase decisiva, na primeira e na segunda metade do século XV, foram ordenados pela Coroa e pela Casa de Coimbra - com os mercadores e pescadores do litoral Norte e Centro, e com a Ordem de Santiago da Espada (do litoral alentejano) - e não pelo Ducado de Viseu-Beja e pela Ordem de Cristo... (que nem sequer tinham saída para o mar... e que com o mar sempre tiveram pouco a ver ...), apesar das contínuas manipulações historiográficas com que, para futuro, se lhes atribuiu essa glória. (...) A tarefa para os historiadores do presente e do futuro é: despolitizar os "Descobrimentos"; recusar as ilegítimas pressões e censuras políticas a que esta área científica tem estado sujeita; resgatar a figura silenciada do Infante D.Pedro. Isto implica a demolição radical das lendas infantis e dos mitos inaceitáveis que têm sido, e continuam a ser, avolumados em torno da figura do Infante D.Henrique - para fazer esquecer o Infante D.Pedro e, sobretudo, para fazer esquecer o Príncipe Perfeito, o Rei D.João II, que foi o verdadeiro responsável pelos Descobrimentos e pela prematura (e, infelizmente, frustrada) modernização de Portugal (...) A maneira como na História de Portugal tem sido silenciado o que diz respeito ao Infante D.Pedro (e, depois, ao seu neto Rei D.João II e à Casa de Coimbra-Aveiro) levou a que tenham sido falseados aspectos importantes e decisivos dessa mesma História - aspectos que tentamos agora esclarecer. (...)

Uma mentira pede sempre outra e outra, para esconder a primeira. Mas, quando se descobrir a primeira, descobrem-se todas. E por isso que é preciso descobrir a primeira. ..."

Preço:95,00€

Referência:13978
Autor:MATTOSO, José
Título:IDENTIFICAÇÃO DE UM PAÍS Ensaio Sobre as Origens de Portugal 1096-1325
Descrição:

Editorial Estampa, Lisboa, 1985. Dois volumes de in-8º de 459 e 330 págs. Br. Miolo com amarelecimento marginal próprio da qualidade do papel.

Observações:

Do Prefácio

"Este livro nasce de uma insatisfação: a de não encontrar na historiografia portuguesa respostas para muitas interrogações que a moderna ciência histórica não pode deixar de colocar. Tentei dar as minhas e coordená-las num conjunto que constituísse uma visão global da História de Portugal durante os seus dois primeiros séculos. A minha curiosidade orientou-se especialmente para os homens concretos, a sua maneira de viver e de pensar. As instituições, as estruturas, as formações sociais e económicas interessaram-me sobretudo na medida em que os podem revelar. Mas o que mais me atrai no passado medieval é a mentalidade: como é que os homens viam o mundo e se organizavam para tentarem dominar a realidade, nessa época tão diferente da nossa? A mentalidade parece-me, por sua vez, uma das chaves mais decisivas para a compreensão das estruturas. [...] Mais do que exaltar a Pátria, interessa-me o relacionamento dos Portugueses uns com os outros. Acabado o trabalho, pergunto a mim próprio se o tema escolhido e a maneira como o tratei não são fruto das minhas interrogações acerca das divergências políticas e de todo o género que atualmente dividem o povo português, e que parece estarem longe de se resolverem. A resposta do passado medieval, pelo menos a que ouvi, foi esta: Portugal é irredutível e simultaneamente uno e múltiplo. A História convida-nos a viver com as incomodidades daí decorrentes e a tentar tirar delas algum partido."

Preço:28,00€

Referência:13766
Autor:MOTA, Francisco Teixeira da
Título:ALVES REIS - UMA HISTÓRIA PORTUGUESA
Descrição:

Contexto Editora Lda, Lisboa, 1996. In-8.º de quatro volumes com 103, 94, 79 e 99 páginas respectivamente. Br.
Profusamente ilustrados.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Biografia exaustiva de Alves Reis que com apenas 22 anos conseguiu o lugar de director na Companhia dos Caminhos-de-Ferro de Moçâmedes. e quando regressa a Lisboa compra uma empresa ferroviária em Angola com um cheque sem cobertura. Preso por dois meses, engendra a maior burla que Portugal conheceu: a falsificação de dois milhões de notas de 500$00 que serão injectadas em Angola!  É  constituída por quatro volumes com os seguintes títulos: A Paixão por Angola; E as notas que fizeram-se dinheiro; O sonho desfeito e O julgamento final.

Preço:30,00€

Referência:12715
Autor:NABAIS, António J.
Título:HISTÓRIA DO CONCELHO DO SEIXAL I- CRONOLOGIA
Descrição:

Edição da Câmara Municipal do Seixal, Seixal, 1982. In-8.º de 143 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.

Observações:

"Esta cronologia pretende oferecer uma leitura breve de alguns aspectos históricos do concelho do Seixal, situados no ocntexto histórico do País. (...) É um trabalho que resulta da pesquisa do Grupo de Apoio para o Levantamento Histórico e Cultural do Município do Seixal, dos elementos fornecidos pelos Núcleos de dinimização para a defesa do património , existentes nas Juntas de Freguesia, da colaboração do Padre Duarte Teixeira, pároco de Paio Pires e da amável ajudante, na revisão final do texto, do munícipe Fernando António Baptista Pereira, assitente da Faculdade Letras de Lisboa."

Preço:16,00€

Referência:15125
Autor:NASCIMENTO, João Cabral do
Título:APONTAMENTOS DE HISTÓRIA INSULAR
Descrição:

(Madeirense Editora Ldª), Funchal, 1927. In-8º de 139-(1) págs. Encadernação coeva inteira de sintético castanho com dizeres dourados na lombada. Impressão, embora cuidada, tem um ar primitivo, conferindo alguma beleza à mancha tipográfica quando utilização de diversos tipos e tamanhos no mesmo plano. Aparo marginal generalizado, duas rubricas de posse (uma no ante-rosto e outra no frontspício), papel ligeiramente amarelecido, próprio da sua inferior qualidade. Desprovido de capas de brochura.

Observações:

Trata-se a primeira obra de índole historiográfica deste enorme autor da poesia nacional modernista. João Cabral do Nascimento nasceu (1897 - 1978) foi escritor, professor e colaborador de revistas como Cadernos de Poesia, Litoral, Távola Redonda, Tempo Presente, entre outras. A sua escrita é classificada, segundo Rui Nepomuceno, como "... sempre utilizando uma linguagem aprimorada, e uma escrita elegante ...". Sobre ele escreveram ainda imensos críticos, dos quais destacamos João Gaspar Simões "... paralelamente a Fernando Pessoa, ele mesmo, Cabral do Nascimento, sem a complexidade intelectual nem o cerebralismo do mestre da «Mensagem», oferece-nos uma perspectiva que não podemos deixar de considerar um dos primeiros «apports» do modernismo do tipo classicizante ... " e ainda  David Mourão-Ferreira, "ninguém representava, como Cabral do Nascimento, o lirismo na sua forma mais pura, decantada, mais liberta de todos os compromissos e de todos os hibrismos".

 

Preço:45,00€

Referência:13678
Autor:NORONHA, Eduardo
Título:PINA MANIQUE O Intendente de antes quebrar... (Costumes banditismo e policia no fim do século XVIII, princípios do século XIX.)
Descrição:

Livraria Civilização, Porto, 1923. In-8º de 320 págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto.  Ostenta uma dedicatória não autógrafa. Capas e miolo com alguns picos de acidez.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Biografia de  uma personagem central do absolutismo português do século XVIII, que se tornou o homem de mão do Marquês de Pombal e que no reinado de D. Maria ascendeu  ao cargo de Intendente Geral da Polícia.

 

Preço:17,00€

Referência:12391
Autor:OLIVEIRA, João Brazão d'
Título:NARRATIVAS NAVAES
Descrição:

Typographia da Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1908. In. 8.º de 410-(1) págs. Encadernação meia inglesa com lombada em sintéctico azul.

INVULGAR.

Observações:

"Escreveram-se estas Narrativas especialmente para leitura das guarnições dos navios de guerra portuguezes: Não é um livro destinado à escola primaria mas sim para depois de saberem ler aproveitarem algum tempo de folga do serviço, em leitura, que se relacione com a sua profissão; que lhes fale da Historia da Marinha, e dos feitos dos Marinheiros; que as inicie na tradição da Armada...Intimamente ligada com a Historia de Portugal está a Historia da sua Marinha. "

Preço:30,00€

Referência:13100
Autor:PESSOA, Alfredo Amorim
Título:OS BONS VELHOS TEMPOS DA PROSTITUIÇÃO EM PORTUGAL
Descrição:

Arcádia Editora, Lisboa, 1976. In-8.º de 248 págs. Br. Integrado na Colecção Curiosa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Antologia de histórias e documentos colhidos na História da Prostituição em Portugal de Alfredo Amorim Pessoa (1887), com  selecção e anotações de Manual João Gomes onde ele  denuncia a  "trafulhice" e a leviandade de Alfredo Amorim Pessoa.

 

Preço:25,00€

Referência:15137
Autor:PIMENTA, Alfredo
Título:IDADE-MÉDIA (Problemas e Soluçoens)
Descrição:

Edições Ultramar, Lisboa, 1946. In-4º de XVI-(5)-397-(1) págs. Brochado. Capa de brochura ligeiramente empoeirada. Miolo impecável.

Observações:

Matérias de que se ocupa:

O termo de Braga em 572; A cathedral mozárabe de Colmbra, no séc. XI, A palavra Hispania nos documentos medievais, D. Theresa de Portugal e Fernando Peres de Trava, Anotaçoens ao tomo IV da História de Portugal de Gonzaga de Azevedo; Cargos na Côrte de D. Affonso I; Ainda a batalha de Ourique...; Quatro documentos affonsinos; Reis dos Portugaleses;  Pedro Affonso, bastardo de D. Affonso I; A Santa Verónica da Collegiada de Guimaraens; A Bulla Ea te novimus, do séc. XIII; O Foral de Figueiró dos Vinhos; O Foral de Pena Ruiva e o de Villa Franca; A eleição dos Papas no séc. XI; Migalhas históricas (A Chronica dos Godos; Amadeo de Mauritania; Que é «nutuit»? ; As duas Rainhas mulheres de Affonso) ; Na batalha das Navas de Tolosa ...; «Rei das Espanhas»; Quem matou o Andeiro?; Jacome de Maiorca; A crise de 1383-1385; As trégoas de Monção de 1389; Os testamentos do Infante D. Henrique; Quando chegou a Lisboa a notícia do descobrimentoda India? ; As Ilhas do Açores; A data do descobrimento do Brasil.

 

Preço:35,00€

Referência:15284
Autor:RIBEIRO, Aquilino
Título:OEIRAS
Descrição:

Imprensa Portugal, Lisboa, 1940. In-8º de 103-(1) págs. Brochado. Ilustrado ao longo do texto e em separado. Dizeres e brasão da vila de Oeiras impressos na capa anterior com pigmento dourado. Ocasionais picos de humidade nas primeiras 3 páginas, no sector superior da página. Reforço da charneira com restauro da lombada, pequena falha de papel na cabeça da lombada (área correspondente a meio centímetro quadrado). Belo exemplar, muito limpo, em excelente estado geral de conservação.

PRIMEIRA EDIÇÃO desta muito estimada e valiosa monografia, título de Aquilino Ribeiro, provavelmente, o mais aro de aparecimento no mercado

Observações:

No colofón: Coligiu estas notas para ser agradável aos seus amigos de Oeiras, Tenente Coentro, Dr. Sílvio Pelico, Leonino Simões, e seu vizinho Agostinho de Macedo, em homenagem ainda à terra onde viveu de 1918 a 1927 - Aquilino Ribeiro.

Preço:125,00€

Referência:13637
Autor:RIBEIRO, José Vitorino
Título:A IMPRENSA NACIONAL DE LISBOAsubsídios para a sua história 1768-1912. Memória premiada em primeiro lugar no concurso aberto em 27 de Junho de 1912.
Descrição:

Imprensa Nacional de Lisboa, Lisboa, 1912. In-4º com X-176-(1)págs. Encadernação meia francesa em chagrin com dizeres e florões na lombada. Livro impresso em papel de qualidade superior.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Invulgar.

Observações:

História muito exaustiva da Imprensa Nacional de Lisboa que hoje é a  Imprensa-Nacional Casa da Moeda.

Da introdução:

"Como é mais ou menos do conhecimento de todos, deve-se à fecundíssima iniciativa do grande estadista Marquês de Pombal - como tantas outras medidas de elevado alcance social, económico, artístico, industrial ou scientífico, que antes e depois promulgara e fizera executar - a criação da Imprensa Nacional de Lisboa, que primitivamente se denominou Impressão Régia ou Régia Oficina Tipográfica."

Preço:75,00€

Referência:13000
Autor:SALGADO, Plínio
Título:O CONCEITO CRISTÃO DA DEMOCRACIA
Descrição:

Edições Estudos, Coimbra, 1945. In-8.º de 167(4) págs. Encadernação meia inglesa com lombada em pele.
Conserva capas de brochura.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra do fundador do Integralismo Brasileiro e que  encerra  os seguintes temas: O mito científico; Materialismo negativista; Teoria prática do Neo-Marxismo; O Estado Totalitário Nacionalista; Estado, Governo e Povo.

Preço:13,00€

Referência:14603
Autor:Sem autoria
Título:MÉMOIRE PRESENTÉ PAR LE GOUVERNEMENT PORTUGAIS SUR LA RÉCLAMATION DU SUJET ITALIEN MICHELANGELO LAVARELLO soumise par accord des gouvernements italien et portugais a l'arbitrage de S. M. la Reine de Hollande.
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1892. In-4º de 147 págs. Brochado. Cadernos por abrir, dedicatória autógrafa na capa de brochura. Papel acidificado e capas empoeiradas. Exemplar em bom estado.
 

Observações:

Curiosa memória sobre direito maritimo elaborado à custa de um caso particular sucedido em São Vicente de Cabo Verde no ano de 1884, em que Miguelangelo Lavarello, italiano, reclama ao governo português uma indemnização do montante de 165.000 francos pelo prejuízo que lhe causou o procedimento ilegal, abusivo e injustificável, usado pelas autoridades sanitárias portuguesas de São Vicente de Cabo Verde, em torno do vapor italiano Adria, as duas vezes que atracou nesta vila, a primeira vez no mês de Agosto, vindo de Gênes com destino a Argentina (La Plata), com paragem em São Vicente e a segunda vez no regresso a Europa, em Outubro do mesmo ano. Para a resolução do caso, foram chamados os Reis de Italia e  Portugal para submeter uma decisão arbitrária de um jurisconsul afim de nomear pelo governo holandês, o diferendo existente entre ambas as partes no seguimento da reclamação apresentada por Lavarello contra o governo português. Ao processo jurídico suplementa o Livro Branco e a curiosa descrição da viagem assim como os incidentes que motivaram o presente escrito em forma de memória.
 

Preço:60,00€

Referência:13753
Autor:SILBERT, Albert
Título:DO PORTUGAL DE ANTIGO REGIME AO PORTUGAL OITOCENTISTA
Descrição:

Livros Horizonte, Lisboa, 1972. In-8º  297 págs. Br. Integrado na colecção "Os Nossos Problemas Para a História de Portugal e Brasil" dirigida por Vitorino Magalhães Godinho. Alguns sublinhados a lápis.

Observações:

Colectânea de artigos que aborda aprofundadamente a problemática das estruturas económicas e sociais  portuguesas  das  primeiras  décadas  do  século  XIX.   

Preço:25,00€

reservado Sugerir

Referência:12701
Autor:SILVA, Beatriz Bastos da
Título:CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DE MACAU
Descrição:

Direcção dos Serviços de Educação, Macau, 1992-1995. # volumes de 198, 216 e 467 págs. Br. Apenas os 3 primeiros volumes desta obra. Profusamente ilustrados ao longo do texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra monumental que percorre 500 anos de relações luso-chinesas, fundamental  para o ensino e para a investigação sobre Macau e segundo a autora “É uma obra que vai alargar o conhecimento da História de Macau, não só a estudiosos que dali partirão para outros voos, como para pessoas comuns, naturais de Macau, que visitam Macau e até, como vou lançá-la mais tarde em Portugal, será de muito boa informação para quem nunca saiu de Portugal e não conhece Macau ou para quem já tem saudades de Macau por cá ter vivido”

 

Preço:30,00€

Referência:13999
Autor:TAUNAY, Affonso de E.
Título:HISTÓRIA DA CIDADE DE SÃO PAULO
Descrição:

Edições Melhoramentos, São Paulo, 1953. In-8º de  272 págs. Encadernação editorial em tela com dizeres a ouro na pasta e na lombada. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Relata a história de São Paulo desde sua fundação (1554) até a época em que o livro foi escrito, fazendo uma rigorosa análise histórica e um estudo da formação do antigo burgo, vila e depois cidade de São Paulo. Encerra capítulos sobre os aspectos sociais, económicos, culturais, geográficos, o comércio, as drogas da terra, a indústria algodoeira, a agricultura, a fauna e a flora, as bandeiras, as mudanças demográficas, os vários governos coloniais, etc.

"AO APROXIMAR-SE a efeméride, quadricentenária, de 25 de janeiro de 1954, observaram-me diversos amigos que me caberia apresentar ao público uma súmula da história da Cidade de São Paulo, já que, desde largo lapso, vinha examinando detidamente os seculares anais do burgo de Manuel da Nóbrega evoluído em vila e cidade, para atingir o extraordinário vulto, que o consenso universal lhe reconhece, como dimensões e importância, civilização e progresso acelerado. E realmente trinta e cinco anos decorreram desde que encetei uma série de trabalhos dos quais resultou a publicação de extensa seqüência de volumes baseados no exame pormenorizado dos fastos paulistanos, a partir da era quinhentista e dos próprios dias da fundação."

Preço:35,00€

Referência:13868
Autor:VILHENA, Júlio de
Título:CARTAS INÉDITAS DA RAINHA D. ESTEFÂNIA prefaciadas e comentadas por...
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1922. In-8º de xvii-251 pags. Br.  Capas de brochura envelhecidas e com alguns picos de acidez. Exemplar a necessitar de encadernação.

INVULGAR.

Observações:

Obra que completa, segundo o autor, o estudo sobre D. Pedro V e o seu reinado (1853-1861) pois "As cartas da Rainha D. Estefânia que são, além de uma fotografia da formosa alma da sua autora, também documentos de alto valor para a história do reinado de seu marido"

Preço:18,00€

Referência:12328
Autor:VILLAS, Gaspar do Couto Ribeiro
Título:HISTORIA COLONIAL
Descrição:

Lisboa, 1938. In-8º de dois volumes com 308 e 428-(2) páginas respectivamente. Br. Ambos os volumes revelam sinais de manuseamento e ocasionais picos de acidez.

Observações:

"O presente volume destina-se a apresentar em síntese de vulgarização os factos essências, fundamentais, que assinalam, definem e explicam a marcha de acontecimentos vinda de longe e alcançando os nossos dias, acabando por constituir o Movimento de Expansão, que, no limite, criou o Problema Colonial no seu aspecto de hoje, de tam alto alcance na vida social moderna."

Encerra os seguintes capítulos: Os antecedentes da Obra Colonial Moderna - Da Pré-História à Expedição a Ceuta: A Terra e os Homens; Antiguidade; O Período Medieval: A Formação das Nações Modernas; O Problema da Terra Desconhecida; O Descobrimento. A Obra Colonial Moderna - Da Expedição de Ceuta a Nossos Dias: O Movimento Expansão; O Mundo do Século XV; A Ideia de Expansão - Portugal e o Acontecimento, O Infante de Sagres; A Marcha da Expansão; A Ciência de Navegar - Origens, Antigas Navegações, A Ciência Nova; Navegações - Descobrimentos; O Pensamento do Infante; As Causas; A Directriz; A Sequência das Navegações - Sagres, A Arrancada, As Bases Navais, O Arquipélago da Madeira, O Arquipélago das Canárias, O Arquipélago dos Açores, O Infante D. Pedro e o Descobrimento, Bojador, As Grandes Navegações, A economia do empreendimento, Valorização colonial, Preparação de Coloniais, A Marcha "Sul", A Base Naval do Arquipélago de Cabo Verde, Prossegue a "Rota Sul", O Caminho Marítimo da Índia, As Terra de Oeste, A Viagem de Colombo, A Viagem de Circunnavegação da Terra. A Obra Colonial Moderna: Marrocos; Ilhas Atlânticas - Canárias, Madeira, Açores, Cabo Verde e S. Tomé e Princípe; Oriente - Índia, Macau, Oceãnia, Japão; Brasil; Penetração dos Continentes; A Economia no acontecimento; Os Estados Europeus no "Movimento Colonial".

 

Preço:50,00€

Referência:15187
Autor:WEISS, M. Ch.
Título:L'ESPAGNE DEPUIS LE RÈGNE DE PHILIPPE II JUSQU'A L'AVÉNEMENT DES BOURBONS par ... Tome premier (et second)
Descrição:

L. Hachette, Paris, 1844. In-8º de (8)-442 e 408 págs. Encadernação coeva meia francesa em marroquin preto com dizeres dourados e ferros secos brunidos na lombada, em casas simples e fechadas. Aparo marginal. Guardas em papel fantasia manual da época. Primeiro volume com apontamento manuscritos coevos, que não conseguimos transcrever mas cremos que trata de um apontamento sobre crítica realizado num periódico ao tempo da sua publicação..~Rúbrica de posse coeva em ambos os volumes, no frontspício.

Edição original da obra da autoria do historiador Charles Weiss (1812-1881).

Observações:

A obra surge na sequência de uma tese que o autor defendeu em 1839 em torno das causas da decadência da indústria e comércio em Espanha e, aqui, trata de analisar as suas causas durante os séculos XVI a XVII, na indústria, na agricultura e no comércio, assim como na literatura e arte, apresentando as considerações acerca das novas políticas introduzidas pelos Bourbons.

Preço:115,00€
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