Banner Vista de Livro
 Aplicar filtros
Livros do mês: Junho 2024
Temas 
Palavras Chave 
Módulo background

Humorismo

Foram localizados 9 resultados para: Humorismo

 

Referência:15381
Autor:AAVV
Título:ALBUM DO ZÉ POVINHO
Descrição:

(Papelaria e Typographia Academica, Porto, 1908). In-8º gr de 76 folhas inumeradas. Magnífica impressão, muito cuidada, com texto a duas cores e letras capitulares, envoltos em belíssimas cercaduras floreadas tipográficas bem ao gosto da época. Encadernação editorial em skivertex com ferros dourados ao gosto arte nova na pasta anterior, ferros secos floreados na pasta posterior e dizeres gravados a pigmento branco pela frente. Ligeiro esbatimento na secção inferior das pasta anterior. Exemplar bem conservado, sem os habituais picos de acidez que ocorrem em algumas das suas páginas.

 

Este álbum, executado em 1908, na cidade do Porto, teve uma produção com a intervenção das seguintes casas: gravuras na Casa Marques Abreu & C.ª; Cromolitografia na Lytographia Nacional; composição e impressão da  primeira folha na Typographia Academica e as restantes folhas do miolo na Typographia Santos . Por fim, a encadernação esteve a cargo da Casa de Alexandre Duarte Correia. Colaboração literária e artística de notáveis escritores e artistas portugueses da época, tais como Sampaio Bruno, Maximiano Ricca, Castro Dias, Joaquim Dias de Souza, Artur Ribeiro, Manuel de Moura, desenhos de Júlio Ramos, José de Brito, Antonio Candido da Cunha, Manuel Monterroso, F. Valença entre muitos outros.

 

ESTIMADO E MUITO INVULGAR.

Observações:

Homenagem do Club Fenianos Portuenses a Alexandre Corrêa Junior, que durante o Carnaval encarnava a figura tradicional do Zé Povinho, percorrendo os bailes espalhando a “sua expontanea graça toda portuguesa e inoffensiva”.

"Celebra este álbum Alexandre Correia Junior, pitoresca figura portuense que, para quase todos, aí encarnava o Carnaval e, portanto, uma espécie de Zé Povinho nortenho... Isto segundo os próprios promotores da edição. Claro que o original lisboeta foi sempre um pouco de tudo... menos carnavalesco! Terá sido, este último, um tolo, mas um tolo virado à política e à intervenção cívica ..." (J.M.M.)

Preço:85,00€

Referência:14306
Autor:CASTRO, João Osório de
Título:O BAILE DOS MERCADORES
Descrição:

Cosmos, Lisboa, 1964. In-8º oblongo com  X-165-(19) págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com ilustrações  de Luís Osório. Encerra também as pautas de música da autoria de Luís Sande Freire.

 

 

Observações:

Curiosa farsa em 7 quadros escrita por João Osório de Castro recheada de humor e fantasia.

Preço:18,00€

Referência:14175
Autor:LIMA, João de Lebre e
Título:O CLARO RISO MEDIEVAL
Descrição:

Livraria Chardron de Lello & Irmãos Editores, Porto, 1916. In-8.º de 79(3) págs. Br. Ligeira mancha de humidade desvanecida e marginal.

Bonita dedicatória autógrafa no ante-rosto.

Observações:

"Conferência lida pelo autor, no primeiro Salão de Humoristas e Modernistas, realisada na cidade de Porto." Muito curiosa conferência, tanto pelo tema bastante invulgar.

Preço:15,00€

Referência:15272
Autor:RIBEIRO, Aquilino
Título:LEAL DA CAMÂRA vida e obra
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, 1951. In-4º de 121 págs. Encadernação meia francesa, em pele vermelha, com dizeres a ouro e decoração, também dourada, em casas fechadas na lombada. Conserva as capas de brochura. Edição cuidada com direcção artística de Abel Manta. Ilustrado ao longo do texto a preto e branco e com 12 reproduções a cores e em extra texto de obras do pintor Leal da Câmara.

PRIMEIRA EDIÇÃO, de luxo, numa tiragem limitada, numerada e marcada com sinete do autor.

Observações:

Biografia e elogio do artista Leal da Camâra escrita por Aquilino Ribeiro que foi seu amigo e admirador. Leal da Câmara “(...) desertava para a vida de arte e boémia, que tal era o ofício de desenhador e caricaturista na velha Lisboa mole e patriarcal, à qual começava a arrepelar a epiderme cascuda de conformismo a furuncolose política anti-dinástica. (...) Era uma bandeira que aparecia pela primeira vez a defraldar nos ares pátrios um ideal cheio de promessas, um abanão à sornice lusitana.”

 

Preço:95,00€

Referência:15233
Autor:Sem autoria
Título:ALMANACH REI CARAMBA faceto e noticioso para o anno de 1868 (bissexto) illustrado com uma gravura representando o retrato de su magestade.
Descrição:

Livraria Verol, Lisboa, 1867. In-8º de 96 págs. ilustrado. Brochado com as capas fragilizadas, dada a sua fina gramagem, e defeitos marginais. A necessitar de encadernação. Os defeitos, são próprios da acção do tempo sobre este papel de baixa qualidade, papel este usado nas edições populares de intenso manuseamento.

Preserva a carismática gravura que representa o Rei Caramba.

INVULGAR, curiosa e muito cómica publicação, da responsabilidade da Livraria Verol, fundada em 1836 e que teve mais de um século de existência entre actividade livreira, encadernadora e papelaria.

Observações:

Depois da Declaração de Sua Magestade (Rei Caramba), afirmando " ... Hoje publicando este almanak, não intento mais do que uma especulação pecuniaria. Ainda assim fiquem todos sabendo, que quero dar a maxima liberdade aos meus compradores, e apraz me dar licença que todos entrem nos quartos da lua, analysando-os como entenderem. ..." seguem-se Pensamentos do Rei Caramba acerca do amor, Eu perdi a eleição (sátira a um deputado proposto pelo então governo), Conselhos de Sua Magestado Rei Caramba para o monumento de Tancos, Aforismos e Pensamentos do Rei Caramba, etc ...

Preço:35,00€

Referência:14604
Autor:SILVA, Antonio Diniz da Cruz e Silva
Título:O HYSSOPE - Edição critica, disposta e annotada por José Ramos Coelho, com um prólogo, pelo mesmo, ácerca do auctor e seus escriptos.
Descrição:

Empreza do Archivo Pittoresco, Lisboa, 1879. In-4º de (6)-461-(3) págs. ilustrado. Edição especialmente apreciada pelas ilustrações em xilogravura, da autoria Alberto, Hildibrand, Pedroso e Severini, segundo desenhos de Manuel de Macedo, ao longo do texto como em separado, de página inteira. Encadernação editorial de luxo, em chagrin na lombada com elaborados ferros gravados a seco e pastas com molduras estilizadas a circundar os dizeres e vinheta alegórica, gravada a ouro fino. Corte das folhas brunido a ouro. Ocasionais picos de acidez.

Observações:

Esta obra apresenta a particularidade de ser a PRIMEIRA OBRA HEROI-COMICO publicada em Portugal, durante o governo de Junot, cuja edição original terá sido impressa em Paris, em 1802 e da autoria de António Dinis da Cruz e Silva (1731-1799), cujo pseudónimo arcádico era Elpino Nonacriense (um dos fundadores da Arcádia Lusitana).
No seu tempo, teve esta obra grande popularidade tendo sido traduzida para francês, inglês e alemão. Nela são ridicularizadas, sobretudo, a mentalidade escolástica e os abusos praticados pelas altas esferas da Igreja quando em 1768, o bispo de Elvas, " ... D. Lourenço de Lencastre, e o deão do cabido, José Carlos de Lara, tiveram um arrufo que pôs fim ao costume que o último tinha em obsequiar o hissope (ou aspersório, instrumento utilizado para aspergir água benta) ao bispo, sempre que este se dirigia à sé. Ofendido, D. Lourenço de Castro conseguiu que o cabido emitisse um acórdão para obrigar o deão a continuar a executar o antigo costume. O deão protestou ao cabido, ao bispo e até ao metropolita de Évora, vendo sempre baldados os seus esforços e acabando mesmo por morrer, poucos meses depois, sem ver alterada a sentença. Sucedeu-lhe no cargo um seu sobrinho, ao qual também se exigiu o mesmo, sob pena de repreensão e multa. Sem se deixar intimidar, o novo deão apelou desta vez à Coroa. Prevendo um desfecho malogrado, o bispo e o cabido acabaram por riscar os acórdãos do respectivo livro e negar tudo o que se tinha passado (...) Este caso, que durou à volta de dois anos, foi acompanhado de perto pelos habitantes de Elvas, entre os quais se encontrava António Diniz da Cruz e Silva, exercendo funções de magistratura junto do exército da cidade. Tendo sido um dos fundadores da Nova Arcádia, Diniz aproveitou os seus dotes poéticos para caricaturizar esta "bagatela", compondo assim uma obra intitulada O Hissope, que começava com os seguintes versos: Eu canto o Bispo e a espantosa guerra // Que o hissope excitou na Igreja d'Elvas.

 



 

Preço:80,00€