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Livros do mês: Outubro 2020
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Ilustração

Foram localizados 64 resultados para: Ilustração

 

Referência:14418
Autor:AAVV
Título:VÉRTICE. Revista de Cultura e Arte.
Descrição:

Coimbra, nº1 Maio de 1942 ao nº 475 de Dezembro de 1986. Encadernação editorial em tela vermelha com ferros gravados a pigmento negro na lombada e pastas, ao longo de 45 volumes. Formato In-8º grande. Preservam os respectivos Índices em cada um dos volumes com excepção dos volumes 2, 3, 5, 6, 7 e 15 (omissão? falta de impressão?).
Direcção de Carmo Vaz e Raul Gomes passando mais tarde a direcção e propriedade para Raul Gomes (até 1974) sendo editor Mário Braga, Joaquim Namorado e depois Ivo Cortesão. PRESERVA ESTA COLECÇÃO TODAS AS CAPAS DE BROCHURA, ilustradas a maioria com desenhos de conceituados e destacados criadores da época.

Observações:

Publicação periódica das mais respresentativas da cultura e vida portuguesa de quase meio século. Apresenta incontornável colaboração de figuras destacadas das artes plásticas, musicologia, cinematografia, literatura, artes cénicas, filosofia, entre outras importantes disciplinas da cultura portuguesa.

Tendo aparecido em pleno fascismo, esta revista fundada em 1942 era envolvida com alguma figura lendária resultado da actividade clandestina a que foram remetidos pela ditadura muitos dos que assumiram a direcção do periódico. " ... Constitui uma tribuna do movimento neo-realista e foi palco privilegiado da resistência à ditadura. Tendo em consideração o seu valor intrínseco, faz parte do património cultural português do século XX. Com efeito, contribuiu, em paralelo com a Seara Nova, para a formação de várias gerações sendo, consequentemente, a sua análise obrigatória para o estudo dos vectores que presidiram na sociedade nacional...". (Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa,  vol. II, 2º tomo, p. 594)

Preço:1250,00€

Referência:14608
Autor:ALBOIZE, Jules-Edouard & MAQUET, August
Título:LES PRISONS DE L'EUROPE
Descrição:

a continuação do título:
Bicêtre, La Conciergerie, La Force, La Salpêtrière, Le For-L'Evêque, Saint-Lazare, Le Châtelet, La Tournelle, L'Abbaye, Sainte-Pélagie, Pierre en Cize, Poissy, Ham, Fenestrelles, Le Château d'If, Château Trompette, Le Mont Saint-Michel, Clairvaux, Les Iles Sainte-Marguerite, La Tour de Londres, Pignerolles, Le Spielberg, Les Plombs de Venise, Les Mines de Sibérie, Les Sept Tours, Les Cachots de l'Inquisition.
Histoire des prisonniers d'état, des victimes du fanatisme politique et religieux, intérieur des bagnes, travaux et punitions des forçats, détails inédits sur toutes les prisons élevées par le despotisme.

 

Administration de Libraire, Paris, 1845. In-4º de 8 tomos encadernados em 4 volumes com  340, 368, 363, 326, 344, 347, 348 e 399 páginas respectivamente. Encadernação coeva, em calf vermelho, finamente dourado na lombada. Magníficamente ilustrado com 32 gravuras abertas em chapa d'aço. Ocasioanis picos de humidade.
O vol. VIII trata exclusivamente da história das prisões públicas de mulheres. BELÍSSIMO EXEMPLAR, peça de colecção sobre a história do sistema prisional internacional.

 

Observações:
Preço:300,00€

Referência:14124
Autor:ANDRADE, José Ignácio de
Título:CARTAS ESCRIPTAS DA ÍNDIA E DA CHINA nos anos de 1815 a 1835 por ... a sua mulher D. Maria Gertrudes de Andrade. Segunda edição.
Descrição:

Tomo I (e II). Na Imprensa Nacional. Lisboa. 1847. In 8º de 2 volumes com (22) - 245 - (3) e (10) - 235 - (8) págs. respectivamente. Encadernação coeva meia inglesa com elaborados ferros gravados a ouro na lombada de pele, esta com ligeiros e insignificantes defeitos acentuados no primeiro volume. Cantos do primeiro volume com ligeiro sinais de manuseamento descuidado. Miolo impecável, muito limpo com rarísimos picos de acidez.

Observações:

2ª EDIÇÂO. Frei Francisco de S. Luis (Cardeal Saraiva) refere que o autor nos deu a conhecer “... os costumes, as leis, o génio e o singular caracter do grande Império da China, fazendo justiça ao espirito, e ao valor dos antigos portuguezes ...”. É de facto notável o desenvolvimento dado pelo o autor aos curiosos costumes orientais, bem como á história da presença dos portugueses por aquelas paragens. Ilustrado com doze belos retratos litográficos, de sua mulher, de Domingos António de Sequeira, de Rodrigo Ferreira da Costa e de importantes personagens chineses.

As cartas apresentam os seguintes títulos: Sahida de Lisboa; Ensaio da navegação em mar largo; Entrada em Calcuttá; Carta-Bade-Chasta-Brima; Das leis e sua applicação; Sacrificio das viuvas; Ordens religiosas; Decadencia do Indostão; Os lusitanos, e os inglezes na Africa, e na India; Caracter do governo inglez; Costumes dos naires; Palacio Mogol; Jardins de Calcuttá; Estado acual de Maco; Entrada, e sahida dos Jesuitas na China; Principios politicos, e moraes de Confucio, e de Meng-Tscu; Caracter, costumes, e retrato dos chinezes; População, e rendimento público; Amostra das leis chinezas; Da astronomia, e da geographia; Juizo sobre Fernão Mendes Pinto, e sobre algumas cousas vistas por elle na China; Da Medicina; Do espaço e do tempo; Da materia, e suas propriedades; Do movimento; Systema planetario; Effeitos da lua; Liberdade civil dos chineses; Costumes na mesa; Festividade chineza; Agricultura; Cultura, fabrico, e virtudes do chá; Juizo sobre a poesia, extrahido do Cou-King; Canção do Philosopho Lean; Da pintura; Do suicidio; Ilha de Santa Helena; Estado de Portugal;  entre muitos outros.

Segundo Manuela Delgado Leão ramos, esta obra de Ignácio de Andrade, que, como convidado ilustrado, percorre a China dos anos 1815-1830 onde ouviu palestras sobre a cultura chinesa em casa dos seus amigos Chá-Amui e Saoqua (onde, aliás, também explica a “filosofia experimental” europeia), num período em que a imagem da China sofre em Portugal o mesmo processo que no resto da Europa: a passagem de uma sinofilia a uma sinofobia. Esta mudança reflecte, nas suas particularidades, os moinhos de vento com que se debatia o pensamento europeu, e os ventos dominantes que, mais ou menos intensamente, chegavam cá também para moer a ‘farinha’ nacional .

José Inácio de Andrade nasceu nos Açores em 1780 e morreu em Lisboa, em 1863. Como oficial da Armada empreendeu várias viagens à Índia e à China. Foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Lisboa e figura destacada das letras portuguesas da época, deixando vasta obra.

Preço:175,00€

Referência:14306
Autor:CASTRO, João Osório de
Título:O BAILE DOS MERCADORES
Descrição:

Cosmos, Lisboa, 1964. In-8º oblongo com  X-165-(19) págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com ilustrações  de Luís Osório. Encerra também as pautas de música da autoria de Luís Sande Freire.

 

 

Observações:

Curiosa farsa em 7 quadros escrita por João Osório de Castro recheada de humor e fantasia.

Preço:18,00€

Referência:14617
Autor:HUGHES, Thomas Smart
Título:TRAVELS IN GREECE AND ALBANIA
Descrição:

Colburn & Bentley, London, 1830. In-4º de XVI-511 e VII-512 págs. Encadernação coeva em sintético verde com rótulos de pele castanha e dizeres dourados na lombada. Ilustrado com 3 mapas desdobráveis, 1 frontspício colorido, 13 gravuras abertas em chapa d'aço de página inteira e dupla. COMPLETO DE TEXTO E GRAVURAS, estas últimas efevtuadas a partir de desenhos de C.R. Cockerell. MUITO BOM EXEMPLAR, muito be conservado com ocasional e muito raro foxing, tão prórpio da acção do tempo sobre este tipo de papel, mesmo assim de belíssima qualdiade.

Observações:

Segunda edição preferível à primeira por ser consideravelmente aumentada, em dois volumes e muito mais ilustrada. Embora o título não refira, a obra apresenta uma descrição da Sicilia bastante extensa e tratado com igual peso as regiões denominadas no título.

Hughes (1786-1847) foi um erudito e clássico teólogo, formado em Cambridge. Viajou uma única vez para o Leste na companhia de Robert Townley-Parker durante os anos de 1813 e 1814. Os dois viajantes chegaram a Zakynthos em 1812 e de lá viajaram para Patras. Visitaram vários sítios arqueológicos assim como as principais cidades do Peloponeso. Mais tarde, em Atenas, eles mostraram um grande interesse pela vida cultural e pela educação das gentes da cidade. Em 1814, Hughes viajou para Ioannina na companhia de R. Cockerell. Ele dá uma descrição detalhada da mansão de seu anfitrião Nicolos Argyris (Vrettos), onde Byron e Hobhouse estiveram hospedados quatro anos antes. O convívio com ilustres e afamadas personagens locais como Ali Pasha (Hughes descreve sua primeira audiência com Vizir numa viva emoção). A personalidade de Ali Pasha é descrita com rigor a partir de perspicazes observações. Ao mesmo tempo, ele é muito criterioso quanto à situação na "terra do sátrapa", em particular suas crenças religiosas e educação.

Hughes teve conhecimento em primeira mão dos acontecimentos dramáticos de Parga e registra-os aqui com com imensa objetividade. Foi muito ativo no apoio à Revolução Grega tendo posteriormente, em Londres, publicado vários panfletos sobre o tema. A primeira edição deste leu livro, saiu em 1820. Escrito com imensa sensibilidade e sem preconceitos faz descrições detalhadas de gentes, acontecimentos, dos costumes, das paisagens, das cidades assim como outras particularidades com bastante detalhe. É considerada uma das principais crónicas de viagens da era Ali Pasha.

Preço:475,00€

Referência:13563
Autor:LANGLÉ, Joseph Adolphe Ferdinand
Título:FUNERAL DO IMPERADOR NAPOLEÃO. Relação da trasladação dos despojos mortaes, de Santa Helena para Paris, e descripção da pompa funebre, illustrada com oito estampas
Descrição:

Na Imprensa Nacional, Lisboa, 1842. In-8.º de 63-(1) págs.Encadernação inteira moderna com dizeres a ouro em rótulo em pele na lombada. Desconhecemos se teve capas de brochura. Ilustrado em extra-texto com 8 litografias anunciadas no frontispício foram executadas na Lith. da Imp. Nacional e desenhadas por Miguel Ângelo Lupi.

RARO.

Observações:

Publicação muito curiosa onde se descreve a exumação dos restos de napoleão em St.Helena, a autópsia do corpo, o  transporte para Paris e a cerimónia fúnebre em Dezembro de 1840, quando os restos voltaram a ser enterrados.

Preço:135,00€

Referência:14484
Autor:LISBOA, Irene
Título:COMEÇA UMA VIDA.
Descrição:

Seara Nova, Lisboa, 1940. In-8º de 134-(4) págs. Encadernação moderna, meia inglesa com cantos em pele. Oreserva as capas de brochura, o Exemplar ostenta todas as margens intactas.

Observações:

Novela ilustrada por Maria Keil do Amaral . PRIMEIRA EDIÇÃO de um dos primeiros livros de Irene Lisboa, utilizando ainda aqui o seu pseudónimo João Falco, considerado um dos mais originais autores da literatura portugesa.

Preço:45,00€

Referência:14263
Autor:LOPES, A.
Título:NOVO METHODO DE DANÇAS DE SALÃO OU O VERDADEIRO GUIA DAS DANÇAS MODERNAS, Composto expressamente para uso dos portuguezes
Descrição:

Papelaria e Typ. Azevedo, Porto, 1885. In-8º de 354-(12) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele vermelha com dizeres e florões a ouro na lombada. Profusamente ilustrado com gravuras abertas a chapa de aço em extra-texto representando os diferentes tipos de danças, inclui também partituras para piano para diferentes tipos de danças de salão.  Com uma fotografia do autor. Ornada com 42 gravuras representado técnicas e estilos de dança e 10 partituras em desdobráveis de maiores dimensões. Texto emoldurado à maneira romântica. Ligeiro aparo marginal. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade.

PRIMEIRA EDIÇÃO (e única?).

RARÍSSIMA.

Observações:

Livro muito interessante sobre as danças de salão com uma descrição pormenorizada de cada umas das modas.

Preço:245,00€

Referência:14410
Autor:MARTINS, Albano
Título:A MARGEM DO AZUL
Descrição:

Tipografia A. desportida Lda, (1982).In-8.º oblongo de 49(4) págs. Br. Ilustrado.

Observações:

Albano Dias Martins (n. Fundão, 6 de Agosto de 1930), é um poeta português. Nasceu em 1930 na aldeia do Telhado, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco, província da Beira Baixa, Portugal. Albano, formado em Filologia Clássica clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professor do Ensino Secundário de 1956 a 1976. Presentemente, é professor na Universidade Fernando Pessoa, do Porto. O poeta foi um dos fundadores da revista Árvore e colaborador da Colóquio-Letras e Nova Renascença.

Preço:15,00€

Referência:14194
Autor:PESSOA, Fernando
Título:CORAÇÃO DE NINGUÉM
Descrição:

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1985. In-8º de 136 págs. Brochado. Ilustrado. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior. Bom exemplar, em excelente estado de cosnervação.

Observações:

Livro da exposição na Fundação Calouste Gulbenkian (1985), organizada pela comissão executiva das Comemorações do Cinquentenário da Morte de Fernando Pessoa. Reprodução facsimilada da cartas, manuscritos, livros, e outros documentos seleccionados por Teresa Rita Lopes.

Preço:25,00€

Referência:14551
Autor:PIRES, José Cardoso
Título:O BURRO-EM-PÉ
Descrição:

Moraes Editores, Lisboa, 1979. In-8.º de 175-(1) págs. Brochado. Ilustrações de Júlio Pomar impressas sobre página inteira e capa de Sebastião Rodrigues sobre pormenor de "As Amigas " de Júlio Pomar. Exemplar em excelente estado de conservação.

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Preço:37,00€

Referência:14612
Autor:ROCHA, Natércia
Título:BIBLIOGRAFIA GERAL DA LITERATURA PORTUGUESA PARA CRIANÇAS
Descrição:

Editorial Comuncação, Lisboa, 1987. In-8º de 260-(1) págs. Brochado.

Observações:

Diz também respeito esta bibliografia de literatura infanto-juvenil a textos de teatro, rol de ilustradores, a prémios nacionais de obras e autores. O prefácio é da autoria de David Mourão-Ferreira.

Preço:23,00€

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Referência:12718
Autor:RODRIGUES, Paulo Madeira
Título:TESOUROS DA CARICATURA PORTUGUESA. 1856-1928. A política portuguesa através da sátira ilustrada
Descrição:

Círculo de Leitores, Lisboa,1979. In- 4º de 170-(4) págs. Encadernação editorial com sobrecapa. Profusamente ilustrado ao longo do texto. O texto apresenta-se em duas colunas.

 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra que nos fala da política portuguesa, através da sátira ilustrada referindo-se à época de 1856-1928 onde entre outros há grandes nomes da caricatura como Nogueira da Silva e Bordalo Pinheiro.

“O cartoon não é a simples ilustração de um acontecimento, antes dum desenho executado com certa habilidade profissional, onde o artista procura dirigira a visão do leitor para o ponto focal da ideia que tenta transmitir”.

Preço:20,00€

Referência:14621
Autor:Sem autoria
Título:A GENERAL ATLAS being a collection of maps of the World and Quarters the principal Empires, Kingdoms, &c with their several Provinces & others subdivisions correctly delineated.WORLD AND QUARTERS
Descrição:

Robert Wilkinson, London, 1800 (frontspício) a 1803 (Índice). In-fólio de (4)- 48 mapas aguarelados. Encadernação meia inglesa e pele preta coeva com dizeres dourados na lombada; papel de guarda e das pastas substituido com papel fantasia moderno. Frontspício com uma bela gravura alegórica aberta em chapa de aço, com manchas de humidade antigas. Nítida impressão sobre papel de gramagem superior, com gravuras cartograficas abertas em chapa de cobre assinadas por w. Harrison, George Allen, T. Conder, E. Bourne,  J. Roper, B. Baker, T. Foot e I. Puke, de belo efeito visual realçado pela aguarela coeva.
PEÇA DE COLECÇÃO
Phillips, Atlases 696, 701, 3532a, 4301.
 

Observações:

Os livros "General Atlas" de Robert Wilkinson foram primeiramente impressos em Londres em 1794. A edição do nosso exemplar data de 1800 , ano impresso no frontspício e 1803 na tábua descritiva. Os mapas foram elaborados entre 1794 e 1807.
 

Robert Wilkinson (c. 1768 - 1825) foi um comerciante de mapas e cartografia em Londres desde finais de séc. XVIII até primeiro quartel do séc.XIX . A maioria do seu trabalho comercial e editorial ocorreu entre 1794 e 1816.  A sua publicação de referência foi  A General Atlas, being a Collection of Maps of the World and Quarters, the Principal Empires, and Kingdoms &c ... assim como Atlas Classica, being a Collection of Maps of the Countries Mentioned by the Ancient Authors, both Sacred and Profane ambos publicados com aditamentos ao longo de vários anos durante este período. O trabalho primitivo de Wilkinson como editor de cartógrafia baseou-se essencialmente  na compilação de informação proveniente de diversas fontes. Mas foi enquanto impressor de cartografia e editor de livros que se destacou com exímio trabalho. Depois da morte de John Bowles em 1779, Wilkinson tomou conta do seu acervo e da sua casa comercial em Cornhill que teve actividade até a sua morte em 1825, ano em que ocorreu o leilão das suas gravuras cartográficas e livros. Ao lonbgo da sua carreira, ele lucrou com a reimpressão do trabalho de Bowles, mas criando seus próprios mapas em parceria com um gravador. No início trabalhou com o artista gravador Louis Stanislas de la Rochette. Mais tarde, Wilkinson trabalhou com Ebenezer Bourne que gravou uma grande poarte dos mapas que ora se apresenta.

 

Preço:675,00€

Referência:13561
Autor:SOYÉ, Luis Rafael
Título:NOITES JOZEPHINAS DE MIRTILO SOBRE A INFAUSTA MORTE DO SERENISSIMO SENHOR D. JOZE PRINCIPE DO BRAZIL edicadas ao consternado povo luzitano por
Descrição:

Na Regia Officina Typografia, Lisboa, 1790. In-8º de 248-(2) págs. Encadernação coeva da época inteira de carneira mosqueada com dizeres a ouro na lombada sobre rótulo de pele vermelha. Obra de grande apuro tipográfico magnificamente ilustrada com 16 gravuras de página inteira em extra texto, o frontispício gravado e decorado com figuras alegóricas e o retrato do autor e 12 vinhetas de meia página no começo de cada canto pelos melhores desenhadores e gravadores portugueses da época: Carneiro da Silva, Jerónimo de Barros, Soyé, Frois, João Tomás da Fonseca, Ventura da Silva, Lucius, Ramalho, entre outros. Cremos estar falho do retrato de D. José.

PRIMEIRA EDIÇÃO

MUITO RARA.

 

Observações:

Poema elegíaco sobre a morte de  D. José, príncipe do Brasil e duque de Bragança.

Inocêncio V, 316. “LUIS RAPHAEL SOYÉ, n. em Madrid a 15 de Abril de 1760, filho de paes estrangeiros, é certo que Soyé veiu para Lisboa trazido ainda na primeira infancia por seus paes, que em breve faleceram, correndo a sua educação, ao que posso julgar, por conta do morgado da Oliveira João de Saldanha Oliveira e Sousa, depois primeiro conde de Rio maior, que parece haver sido o seu protector durante muitos annos. Consta que aprendêra tambem as artes da pintura e gravura a buril, do que nos deixou documento em algumas estampas das suas Noites Josephinas Do seu tracto e amisade com Francisco Manuel existe a prova em uma ode que este lhe dirigiu, na qual se lhe mostra muito affeiçoado. Alguns versos que publicára nos annos de 1808 e seguintes em louvor de Napoleão, e que traduzidos em francez agradaram ao imperador, e foram por elle remunerados generosamente, fizeram que depois da restauração dos Bourbons o poeta ficasse malquisto, e vendo se então em pobreza e impedido de voltar para Portugal, como parece desejava, partiu para o Rio de Janeiro. - Alli conseguiu emfim que por elle se interessassem algumas pessoas influentes, e obteve a nomeação de Secretario da Academia das Bellas artes, logar que pouco tempo. Noites Josephinas de Myrtillo, Tem um frontispicio gravado a buril, os retratos do principe D. José e do auctor, e mais quatorze estampas havendo ainda no principio de cada um dos doze cantos, ou noutes (em quartetos hendecasyllabos rythmados) de que se compõe o poema, uma vinheta allusiva ao assumpto do canto: tudo executado pelos melhores gravadores nacionaes d'aquelle tempo. Posto que este poema elegiaco (o primeiro do seu genero que se imprimiu em Portugal) esteja mui longe de poder julgar se perfeito, não parece todavia tão mau como se esforçaram em fazer crer alguns emulos do auctor. Um d'estes, Manuel Rodrigues Maia, de quem tractarei em seu logar, levou o desejo de ridiculisal o ao ponto de compor á sua parte outro poema heroi comico em tres cantos de outava rythma, com o titulo Josephinada (do qual conservo uma copia manuscripta, e vi o autographo em poder do falecido F. de P. Ferreira da Costa) cujo assumpto é a publicação das Noites Josephinas tractada comicamente, e revestida de episodios satyricos, sem comtudo transcender os limites de uma critica litteraria. Conta se tambem com referencia ás Noites uma anecdota, que não é para ser omittida. Dizem que logo depois da publicação do poema, estando o poeta na loja de não sei qual livreiro onde o tinha posto á venda, entrára ahi um sujeito desconhecido, pedindo um exemplar que lhe foi para logo apresentado. Então o sujeito pediu tambem uma tesoura, e com ella foi cuidadosamente cortando as estampas e vinhetas da obra, as quaes depois de juntas embrulhou n'uma folha de papel. Isto feito, e tirando da bolsa os 1:200 réis, preço do volume, entregou os ao livreiro, dizendo lhe: «Eu pago só as estampas quanto ao livro, ahi fica: póde guardal o para mechas!» E sahiu, comprimentando polidamente as duas personagens, cujo desapontamento é facil de imaginar!”

 

Preço:185,00€

Referência:12609
Autor:TAXIL, Leo; MILO, Karl.
Título:OS MYSTERIOS DA EGREJA Versão de Gomes Leal
Descrição:

Empreza Luzo-Brazileira, Lisboa, 1889. Dois tomos de in-4º de 368 e 624 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. Profusamente ilustrado com  magnificas gravuras de Karl Milo ao longo do texto. Conserva as capas de brochura. Algumas págnas com picos de acidez.

INVULGAR.

Observações:

Romance histórico, anti-clerical,  sobre a vida privada do Papa Leão X e do monge dominicano Johann Tetzel, traduzido para português por Gomes Leal, e escrito origialmente por Léo Taxil.

Léo Taxil foi um escritor e jornalista francês, conhecido por ter enganado parte das hierarquias eclesiásticas com uma falsa confissão sobre a Maçonaria.

Depois de uma educação em colégios católicos, durante a qual perdeu a fé, transformou-se num anti-cristão fanático e, depois de numerosas burlas e mudanças de morada, estabeleceu-se em Paris, onde se dedicou a escrever pornografia para publicações periódicas desse género  que estava na moda. Fundou uma revista chamada O Anti-clerical.
Em 1879 um panfleto de Taxil, intitulado Abaixo com o Clero, alcançou uma tiragem de 130.000 exemplares, e provocou um escândalo tal, que o autor foi levado a tribunal por violar uma lei de 1819 que proibia ultrajar uma religião reconhecida pelo Estado. Os membros do jurado eram, na sua maioria, anti-clericais, pelo que Jogand-Taxil foi absolvido.

Organizou uma série de conferências sobre "os crimes da Inquisição". Durante estas conferências, mostrava instrumentos de tortura que dizia ter comprado aos herdeiros dum carrasco. Claro que se tratava de artefactos inventados pelo próprio Taxil.

Acabou por fingir uma conversão à fé católica para posteriormente zombar dos católicos, e de passagem, ganhar a vida mais facilmente explorando a credibilidade destes.

 

Preço:75,00€

Referência:8258
Autor:[CASTRO, Francisco Meyrelles do Canto e] - ALARCON, D. Pedro A. de
Título:O CHAPEU DE TRES BICOS. Historia verdadeira de um caso que anda em romance, escripta agora como em verdade se passou por
Descrição:

Livraria editora de Matos Moreira & Cª, Lisboa, 1877. In 8º de 206 págs. Encadernação em sintético. Conserva capas de brochura anterior. Ligeiro aparo marginal.

Observações:

Versão de Francisco Meyrelles do Canto e Castro. Ilustrações humorísticas e caricaturais da autoria de Manuel de Macedo.
Este livro conta a história de Lucas, o moleiro que adora sua bela mulher Frasquita. Ele não ignora que ela é o magneto que atrai para sua casa as personalidades notáveis da cidade – entre elas o Corregedor de Justiça, Don Eugênio, homem vaidoso e conquistador. Don Eugênio imagina uma intriga para atrair Frasquita, mas sua armadilha é descoberta e ele, além de não conseguir seduzir a bela moleira, ainda passa pelo constrangimento de ver seu estratagema revelado.
...“O chapéu de três bicos” desse excelente escritor espanhol proporciona além do prazer estético uma viagem à época do rei Carlos IV, último rei da Espanha antiga, mecenas de Goya que criou para ele as tapeçarias do Escorial; da velha Espanha antes da invasão francesa que a europeizará, do país separado do mundo pelos Pirineus e pela tradição antiga; e numa província remota, ingênua, onde tudo foi possível como num conto de fadas....

Preço:20,00€

Referência:14552
Autor:[Trad. Mário CESARINY] - RIMBAUD, Jean-Arthur
Título:ILUMINAÇÕES - UMA CERVEJA NO INFERNO
Descrição:

Estúdios Cor, Lisboa, (1972). In-8º de 152-(5) págs. Brochado. Exemplar em excelente estado de conservação.

Observações:

Tradução, prefácio e notas de Mário Cesariny com sete traduções plásticas das Iluminações.
Trata-se da tradução definitiva portuguesa da magnífica obra de Rimbaud, poema extenso escrito em 1873 e único trabalho publicado pessoalmente. O título teve superior influência nos surrealistas, artistas plásticos e escritores.

Preço:13,00€