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Judeus

Foram localizados 13 resultados para: Judeus

 

Referência:13041
Autor:autoria indefinida
Título:A INQUISIÇÃO EM PORTUGAL(1536-1821) Catálogo da Exposição Organizada por Ocasião do 1ª Congresso Luso-Brasileiro sobre Inquisição
Descrição:

Biblioteca Nacional, Lisboa, 1987. In-8º de 291 págs. Ilusstrado em extra-texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Catálogo da  exposição organizada por ocasião do 1º Congresso Luso-Brasileiro sobre Inquisição, com a descriçao dos vários elementos constantes na mesma: publicações, monografias, manuscritos e iconografia.

Preço:19,00€

Referência:13098
Autor:BETHENCOURT, Francisco
Título:HISTÓRIA DAS INQUISIÇÕES Portugal, Espanha e Itália
Descrição:

Círculo de Leitores, Lisboa, 1994. In-4º de  400 págs. Encadernação editorial com sobrecapa. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Um dos estudos mais completos sobre a instituição repressiva católica e uma tentativa de explicar porque, como e porquê actuou em Portugal, Espanha e Itália. Ele enuncia descobertas recentes, e faz um estudo comparativo sobre a instituição naqueles três países, desde o fim do séc. XV até ao princípio do XIX. Aborda temas como: formas de organização, rituais e etiquetas, modelos de ação inquisitorial, números de vítimas e a representação em imagens e pinturas da época, por inquisidores, judeus e protestantes.

Preço:25,00€

Referência:13043
Autor:HERCULANO, Alexandre
Título:HISTORIA DA ORIGEM E ESTABELECIMENTO DA INQUISIÇÃO EM PORTUGAL.
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, 1975. Três volumes de in-8º de 315-(7), 298-(16) e 344-(6) págs. Br.

Observações:

Obra ainda hoje de referência  sobre a Inquisição portuguesa, e uma das mais importantes da bibliografia de Alexandre Herculano.

"Se é delatado, ás vezes por testemunhas falsas, qualquer desses malaventurados, por cuja redenção Cristo morreu, os inquisidores arrastam-no a um calabouço, onde lhe não é licito ver ceu nem terra e, nem sequer, falar com os seus para que o socorram. Acusam-no testemunhas ocultas, e não lhe revelam nem o lugar nem o tempo em que praticou isso de que o acusam. O que pode é adivinhar e, se atina com o nome de alguma testemunha, tem a vantagem de não servir contra ele o depoimento dessa testemunha. Assim, mais útil seria ao desventurado ser feiticeiro do que cristão. Escolhem-lhe depois um advogado, que, freqüentemente, em vez de o defender, ajuda a levá-lo ao patibulo. Se confessa ser cristão verdadeiro e nega com constância os cargos que dele dão, condenam-no às chamas e os seus bens são confiscados. Se confessa tais ou tais atos, mas dizendo que os praticou sem má tenção, tratam-no do mesmo modo, sob pretexto de que nega as intenções. Se acerta a confessar ingenuamente aquilo de que é culpado, reduzem-no à última indigencia e encerram-no em cárcere perpétuo. Chamam a isto usar com o réu de misericórdia. O que chega a provar irrecusavelmente a sua inocencia é, em todo o caso, multado em certa soma, para que se não diga que o tiveram retido sem motivo. Já se não fala em que os presos são constrangidos com todo o genero de tormentos a confessar quaisquer delitos que se lhes atribuam. Morrem muitos nos carceres, e ainda os que saem soltos ficam desonrados, eles e os seus, com o ferrete de perpetua infâmia. Em suma, os abusos dos inquisidores sãos tais, que facilmente poderá entender quem quer que tenha a menor ideia da índole do cristianismo, que eles são ministros de Satanás e não de Cristo...”
 

Preço:40,00€

Referência:13033
Autor:NOVINSKY, Anita Waingort
Título:INQUISIÇÃO inventário de bens consfiscados a cristãos novos/ fontes para a história de Portugal e do BrasilImprensa Nacional –livraria Camões
Descrição:

Imprensa Nacional –livraria Camões, S/L, 1976. Inn-8º de 286 págs. Br.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Livro muito exaustivo sobre o inventário dos bens consfiscados pela inquisição aos cristão novos, a autora analisou os arquivos judiciais,e  afirma que a perseguição da Inquisição se fez sentir no Brasil nas regiões mais ricas e demograficamente mais povoadas.  A principal acusação era sempre a de judaismo e geralmente os bens eram sequestrados e não eram devolvidos  caso  o  acusado  não  fosse  condenado.

Preço:28,00€

Referência:13039
Autor:SARAIVA, António José
Título:INQUISIÇÃO E CRISTÃOS-NOVOS
Descrição:

Editorial Inova, Porto,1969. In-8º de 319-(10) págs. Br. Com uma pequena assinatura de posse.

SEGUNDA EDIÇÃO corrigida.

Observações:

Obra muito importante e polémica para o estudo do Judaísmo em Portugal onde o autor defende que  a Inquisição em Portugal não foi mais do que um episódio da luta de classes entre a aristocracia tradicional que tinha o poder e a burguesia mercantil em ascensão.
O livro apresenta aspectos menos conhecidos da Inquisição portuguesa como instrumento da política dos reis de Portugal, desejosos de eliminar o judaísmo e a sua influência no reino.

Preço:19,00€

Referência:13044
Autor:TAILLAND, Michèle Janin-Thivos
Título:INQUISITION ET SOCIÉTÉ AU PORTUGAL le cas du tribunal d'Evora, 1660-182
Descrição:

 Centro Cultural Calouste Gulbenkian, Paris, 2001. In-4º de 534 págs. Ilustrado ao longo do texto. Livro em lingua francesa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Estudo muito aprofundado sobre o papel da inquisição em Portugal através da análise do tribunal da Inquisição de Évora.

Preço:26,00€

Referência:13038
Autor:TAVARES. Maria José Pimenta Ferro
Título:JUDAÍSMO E INQUISIÇÃO estudos
Descrição:

Editorial Presença, Lisboa, 1987. In-8º de 199-(17) págs. Br.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Estudo muito exaustivo sobre Judaísmo e Inquisção escritos por uma das maiores especialistas portuguesas sobre o assunto. Encerra, entre outros.  capítulos sobre os antecedentes da inquisição e  a integração ou a expulsão dos judeus.

"O  fenómeno  inquisitorial  é  demasiado  complexo,  para poder  ser  exclusivamente  definido  nas  suas  vertentes políticas  e  religiosas.  Tão  pouco  a  decisão  do  seu estabelecimento   pertenceu   totalmente   ao   rei   – certamente não iria até esse extremo o ‘absolutismo’ de D. João III –, nem tão pouco coube à Igreja."
 

Preço:21,00€

Referência:13035
Autor:TEIXEIRA, AntónioJosé
Título:ANTONIO HOMEM E A INQUISIÇÃO
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1895. In-4º de 326 págs. Br. Com falta da capa de brochura posterior e com a anterior "restaurada" com fita gomada. A necessitar de encadernação.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

"Auctor doctor ou preceptor infelix assim foi chamado por antonomasia o distinctissimo lente de Prima da faculdade de Canones e conego doutoral da sé de Coimbra (...) Antonio Homem queimado em Lisboa na Ribeira defronte do Terreiro do Trigo a 5 de maio de 1624 em resultado da sentença lavrada pela Inquisição nos processos em que imputavam ao reu os crimes de judaismo e do pecado nefando”.

Preço:50,00€

Referência:13042
Autor:TURBERVILLE, A. S.
Título:A INQUISIÇÃO ESPANHOLA
Descrição:

Vega, Lisboa, s/d. In-8º de 131-(4) págs. Br. Integrado na colecção "Documenta Histórica".

Observações:

Estudo muito importante sobre a Inquisição espanhola.

"Em 1232, Gregório IX publicou uma bula ("Declinante"). dirigida ao Arcebispo de Tarragona, ordenando-lhe a busca e o castigo dos hereges compreendidos em sua diocese. É digno de nota que essa bula parece ter sido publicada sob a influência de um espanhol, Raimundo de Peñafort, o maior dominicano de sua época, o qual gozava de grande poder na corte papal e foi até o principal inspirador da política de perseguições seguida por Gregório e, portanto, o criador original da Inquisição medieval. No ano seguinte, Jaime, aconselhado pelos eclesiásticos reunidos em Tarragona, promulgou uma lei que castigava com o confisco de seus bens a todos os senhores que protegem herege"


 

Preço:18,00€