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Módulo background

Lisboa

Foram localizados 22 resultados para: Lisboa

 

Referência:13263
Autor:autoria indefinida
Título:A PONTE SALAZAR
Descrição:

Ministério das Obras Públicas / Gabinete da Ponte Sobre o Tejo, Lisboa, 1966. In-4º de 152-(2) págs. Encadernação editorial em tecido com dizeres e uma reprodução da ponte grravado a ouro nas pastas e na lombada. Profusamente Ilustrado com fotogravuras e plantas desdobráveis com projectos da ponte e dos seus elementos de construção e de controlo de deslocação, vibração, torção, e medição de suspensão.

Observações:

Livro publicado no ano da inauguração da Ponte Salazar onde se descreve a sua construção, exploração, financiamento e concessão. Encerra também um fac-simile do despacho ministerial (reprodução do manuscrito de  Salazar).

Preço:50,00€

Referência:12298
Autor:CRUZ, Francisco Ignacio dos Santos
Título:DA PROSTITUIÇÃO NA CIDADE DE LISBOA Ou considerações históricas, higiénicas e administrativas em geral sobre as prostitutas, e em especial na referida cidade....
Descrição:

Publicações D. Quixote, Lisboa, 1984. In-8º de 363 págs. Encadernação inteira em sintético com dizeres a ouro na lombada e capa. Integrado na colecção Biblioteca de Etnografia e Antropologia.- Portugal de Perto.

Observações:

Primeiro estudo  sobre a prostituição feminina no nosso país.Aborda a história da prostituição, as classes de prostitutas, de aspectos fisiológicos e patológicos das prostitutas, dos seus costumes e hábitos, do seu número e distribuição na cidade de Lisboa, dos lugares, famílias e idades das prostitutas, das causas da prostituição, do Virus venereo, das casas públicas de prostituição (taxas, polícia, visita sanitária, distribuição das casas pela cidade, donas das casas) e legislação antiga e moderna em Portugal e no mundo.


"É inegável que o aumento da propagação do Virus venereo está na razão directa do aumento da prostituição; e também se não pode duvidar de que o exército concorre para o incremento da prostituição. É portanto o exército uma causa influente na propagação do Virus venereo; a razão e a experiência provam suficientemente qualquer dos dois princípios enunciados. Todos os escritores sobre as enfermidades dos exércitos dizem que o maior número de moléstias que se encontram nas tropas são as venéreas, e até em número superior a todas as outras. A estatística provou a um escritor que as moléstias venéreas das prostitutas sujeitas à vigilância das autoridades administrativas eram na razão de 1:3 e que eram estas muito mais graves do que as outras. Também ele assevera que, se as leis da Natureza são sempre constantes e invariáveis, também as há na ordem social com esta constância e invariabilidade; sendo uma delas que por toda a parte onde se encontram soldados reunidos em certo número, aí se encontram prostitutas. Isto se observa em todas as nações e é o que se vê entre nós apesar de todas as leis repressivas e apesar de todos os rigores da disciplina militar."

 

Preço:25,00€

Referência:12661
Autor:DANTAS, Júlio
Título:LISBOA DOS NOSSOS AVÓS.
Descrição:

Publicações Culturais Da C.M.L., Lisboa, 1969. In-8º de 280 pags. Br. Ilustrado com o retrato do autor em anterrosto. Ilustração da capa de Roque Gameiro. Obra impressa em papel couché. Capas ligeirmente empoeiradas.

Observações:

Conjunto de crónicas onde o autor  aborda a vida quotidiana de Lisboa e as suas personagens.
Encerra capítulos como: "Tipos das ruas de Lisboa", "As velhas procissões", "Os cafés lisboetas", "As feiras", "A vida lisboeta no segundo quartel do século XIX", "Modas", "As meninas".

"Logo que a casa estivesse pronta, bem armada de damascos de seda e provida de bufetes, de contadores e de pesadas serpentinas de prata de muitos lumes, começaria a provação terrível das visitas de cerimónia. As salas encher-se-iam de peraltas, descritos pelo autor como «certos animais com figura humana, que constituem nova espécie entre racional e irracional», e de casquilhas de grandes toucados de plumas, «tão altos, que, se as velas dos lustres lhes pegassem fogo, elas não dariam por isso», - toucados que ao tempo (refere o autor, com justa indignação) se chamavam «mitras», e que os cabeleireiros só conseguiam riçar e polvilhar "montando escadas e andaimes em volta das cabeças das senhoras"".

Preço:27,00€

reservado Sugerir

Referência:12873
Autor:FRANÇA, José-Augusto
Título:LISBOA POMBALINA E O ILUMINISMO
Descrição:

Livros Horizonte, Lisboa, 1965. In-fólio de 238-(88) págs. Encadernação editorial em percalina com dizeres e desenhos gravados a ferros e ouro nas pastas e na lombada. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com 13 vinhetas, 2 fac-símiles, e 99 pranchas e plantas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Obra de referência  sobre a reconstrução pombalina da baixa lisboeta que também foi a dissertação de doutoramento de J.-A. França  com prefácio de Pierre Francastel.

"A reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755 é um facto da maior importância na história cultural e social de Portugal. A energia do futuro marquês de Pombal em providenciar a reedificação da capital do País, e o valor simbólico que esta obra assumiu no quadro das reformas do ditador, "déspota esclarecido" no contexto do Iluminismo europeu, põe problemas que se articulam com os duma estética urbanística "moderna" numa globalidade cultural que assim deve ser abordada. Lisboa Pombalina e o Iluminismo trata desses problemas numa perspectiva de conjunto, e fá-los entrar num circuito internacional do conhecimento do século XVIII português."

Preço:75,00€

Referência:13348
Autor:GAMEIRO, Roque
Título:LISBOA VELHA
Descrição:

Vega, Lisboa, 1992. In-8º de 160 págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado com reproduções de cem aguarelas e desenhos de Roque Gameiro.

Observações:

Álbum de aguarelas e desenhos de Roque Gameiro, com prefácio de Afonso Lopes Vieira, sobre Lisboa antiga.

"EXPLICAÇÃO

     Não esquecerei jamais a impressão de sumptuosidade e de admiração que senti quando, ahí por Fevereiro de 1874, vindo da minha humilde aldeia, entrei em Lisboa.

Não tinha visto até então mais do que os casebres dos modestíssimos lavradores a cuja família me honro de pertencer.

     A Lisboa do fim do século xix, e especialmente a cidade baixa, caracterisadamente pombalina, apesar do seu fraco movimento e da monótona harmonia das suas construções, impressionaram o meu espírito de provinciano ingénuo, moço e ignorante, como a ultima palavra do urbanismo estonteante das capitaes.

     Começava n'essa ocasião o assentamento da linha de Carris de Ferro Americanos, do Terreiro do Paço ao Conde Barão, e existia, não havia muito, a carreira de vapores de rodas para Alcântara e Belém, de cuja opulenta frota fazia parte o roncador e cuspinhento vapor Progresso, com seu simbólico titulo de arrojado meio de transporte, e no qual tantas vezes embarquei.

     Conheci eu mui particularmente as ruas de S. Paulo e da Bôa Vista, e comquanto ligassem a parte ocidental da cidade com a baixa, não eram então, e apesar de tudo, mais movimentadas do que é hoje qualquer rua dos bairros excêntricos.

     Sob o ponto de vista pitoresco, julgo terem sido estas ruas as mais características, e de mais surprehendente efeito perspético, o qual lhes vinha do seu arco e da sua longa fila de prédios desegualmente altos, e em cujas fachadas haviam enxertado remates de variadissimas e graciosas curvas — evolução lógica da frontaria típica dos séculos anteriores.

     Breve porem, estas ruas, e as do resto da cidade, passaram infelizmente pelas maiores e mais desconchavadas transformações e, mais por preversão do gosto do que por necessidades de facto, foram as construções pombalinas e os seus lindos pormenores, sendo substituídos pelas correntezas de banalissimos casarões de platibanda, cheios de reles exotismo, os quais, por minha desgraça e de alguns outros, que assim pensam, somos, quaes passageiros deste outro «Progresso» — obrigados, bem constrangidamente, a olhar todos os dias.

     Vêm estas linhas para justificar e assignalar o desgosto profundo que desde sempre venho sentindo ao ver destruir-se todo o pitoresco de Lisboa, desgosto hoje corrente, mas que mercê da minha edade fui, talvez, dos primeiros a sofrer.

     Essa sincera mágua e uma natural e saudosa atração pelas coisas do passado, levaram-me, desde ha trinta anos, a pintar em aguarelas, a desenhar e a documentar graficamente conforme pude e soube, todos os pormenores que pouco a pouco iam desaparecendo da fisionomia da cidade, tarefa onde puz o melhor dos meus esforços e o carinho muito verdadeiro que consagro ás coisas da minha Terra.

     Essa tarefa é este livro — e eu não sei dizer melhor das suas intenções.

     Affonso Lopes Vieira, que me acompanha com a sua alma de grande poeta e de grande português, melhor do que eu próprio me explicará.

     Daqui pois lhe agradeço do fundo do coração as palavras com que ilumina as minhas despretenciosas e modestas notas gráficas."

 

 

 

Preço:32,00€

Referência:13414
Autor:INCHBOLD, A. C.
Título:LISBON & CINTRA with some account of other cities and historical sites in Portugal.
Descrição:

Chatto & Windus, London, 1907. In-8º de XII-247-(1) págs. Encadernação editorial inteira de sintético vermelho com brasão de armas reais e dizeres dourados gravados nas pastas (canto superior direito). Ilustrações de página inteira impressas sobre papel couché da autoria de Stanley Inchbold. Ligeiras manchas de humidade marginal nas folhas de guarda e pastas. Pequenas e insignificantes manchas de humidade dispersos pelo volume. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade.

Observações:

Interessante livro de viagens que embora aborde principalmente Lisboa e Sintra não deixa de referir outras  cidades portuguesas como Évora, Santarém, Coimbra, Porto  e  Braga. Faz referências abundantes a város monumentos olisiponenses  e  sintrenses e refere também personagens históricas.

Preço:65,00€

Referência:13586
Autor:LE CHEVALIER D'OLIVEYRA
Título:DISCOURS PATHÉTIQUE AU SUJET DES CALÁMITES PRÉSENTS, ARRIVÉES EN PORTUGAL
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1922. IN. 8.º de 118 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada artisticamente decorada. Conserva capas de  brochura. Exemplar duma tiragem especial de 150 exemplares, numerados e rubricados por Joaquim de Carvalho. Papel mais encorpado do que a tiragem normal e por aparar.

Observações:

Obra que aborda o Terramoto de Lisboa de 1-1-1755 e onde o autor aproveita para atacar a Religião Católica, ao mesmo tempo que dizia que fora um castigo divino. Esta  edição encerra também uma notíca de bibliográfica pelo Dr. Joaquim de Carvalho.

"A presente edição é cópia da edição dita fac-simile que o bibliógrafo e estudioso da obra do Cavaleiro de Oliveira, Joaquim de Araújo, fez imprimir no Porto, em 1893"

Do prefácio:

 

Tanto do opúsculo, que não sabemos onde se guarde um exemplar, como do Discours são bem ténues os sinais da sua repercussão no campo mais sereno das ideias. Não seria acaso uma réplica a impressão da tradução da obra do capuchinho Fr. Norberto, feita pelo culto estrangeirado, o físico João Jacinto de Magalhães: A fé dos catholicos: obra dirigida a instruir e confirmar na sua crença os catholicos, e mostrar aos que o não são que não têem razão alguma para os accusar de que vivem errados, ... Escripta pelo abbade Platel e traduzida do francez. Lisboa, 1763?

Que o Discours era absolutamente contrário à mediana mentalidade e cultura do séc. XVIII em Portugal, não é para surpreender. Desde o sentimento religioso, exacerbado com o terramoto, às ideias políticas que orientavam o Estado; desde a estrutura mental e moral da época, cimentada numa tradição de intolerância e purificação, ao tom, por vezes jocoso ou irreverente, e quase sempre panfletário do Discours —, tudo concorria para a repulsa com que foi recebido e para a conspiração de silêncio, verdadeiramente tumular, que em seu torno se fez.

Obra de sinceridade, o leitor atento nela pode encontrar aspetos interessantes do espírito de seu autor, definido no geral pelas Cartas, e, de par com algumas notícias autobiográficas, um ou outro facto não desprovido de valor para a história das ideias em Portugal.

Abril de 1922.

Preço:40,00€

Referência:13765
Autor:LISBOA, Irene
Título:ESTA CIDADE!
Descrição:

Edição de Autor, Lisboa, 1942. In-8º de 427-(4) págs. Br. Capas de brochura levemente empoeiradas e com alguns picos de acidez. Ilustração da capa de Ilda Moreira. Com alguns carimbos de posse.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Livro de crónicas escrito por Irene Lisboa, que com esta obra abandonou o pseudonimo de João Falco. São crónicas que retratam o quotidiano lisboeta, de várias classes sociais, vistas e narradas com a peculiar sensibilidade que caracteriza esta  escritora.

Da introdução

 “Recolho neste volume umas tantas observações sobre casos que conheci, que me pus a desfiar e a reconsiderar tranquilamente. Tirei deles novelas? Creio que não. Fiz deles histórias pitorescas ou até morais? Também não o creio. Pu-los simplesmente em letra redonda, contei-os.”

Índice:
 A Adelina, etc…. (1). – Helma. – O velatório. – No cabeleireiro. – O Lavra. – Modista de chapéus. – A Adelina, etc…. (2). – Épocas. – Rapariguinha da rua. – O amante. – O barracão. – Um dito. – A Adelina, etc… (3).

 

Preço:25,00€

Referência:12668
Autor:LUIS, Pepe
Título:LISBOA DAS TOIRADAS
Descrição:

Livraria Popular, Lisboa, s.d. In-8º de 440-(5) págs. Br  Cadernos por abrir. Apresenta uma bela capa de brochura ilustrada por Alvaro Duarte de Almeida. Leves picos de humidade na capa, extensívos por contacto ao ante-rosto. Miolo muito limpo. Ricamente ilustrado ao longo do texto com fotogravuras de toureiros, forcados (apresentando as respectivas notas biográficas), cenas de praça e com inúmeros desenhos da autoria de Roque Gameiro, Alberto de Sousa, Alfredo Morais, Rocha Vieira, Alvaro Duarte de Almeida. As fotografias são da autoria de Egídeo Costa. P. Guedes, Benoliel, Silva Nogueira, F. Santos, Cameão, Ismael, Figueiredo e Serrano.

 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:


Estudo da maior importância para a história das toiradas em Lisboa e também em Portugal, abordando entre outros assuntos ligados à tauromaquia, biografias de  toureiros e forcados.

"Se o autor do trabalho que tendes ante os olhos, leitor amigo não conseguiu realizar a sua ideia, o seu honrado propósito, com citações completas, análises precisas, noticias mais pormenorizadas, inclusivé a nota de todos os nomes que aqui deviam figurar, não foi por falta de vontade e esforço extremo empregados em tão demorado labor, que foi sempre orientado pelo objectivo de bem servir."

Preço:40,00€

Referência:13744
Autor:RIBEIRO, M. Felix
Título:OS MAIS ANTIGOS CINEMAS DE LISBOA DE 1896-1939
Descrição:

Instituto Português de Cinema/Cinemateca Nacional, Lisboa, 1978. In-8º de 264 págs. Br. capa algumas marcas de uso. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Obra muito interessante do fundador e primeiro presidente da Cinemateca Portuguesa onde ele faz  um estudo exaustivo  sobre as salas de cinema em Lisboa, desde que o animatógrafo foi introduzido na cidade. O autor para  além de recorrer à documentação da época, recorre à sua  memória pessoal.

A obra contém ainda um apêndice que complementa os temas estudados pelo autor ao longo do livro, abordando temáticas como a música nos filmes, legendagem, a segurança nos cinemas  entre outros temas.

 

 

Preço:30,00€

Referência:13352
Autor:SANCHES, José Dias
Título:BELÉM DO PASSADO E DO PRESENTE
Descrição:

Separata do Jornal Ecos de Belém, Lisboa, 1970. In-8º de 242-(2) págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto. Ostenta vários carimbos de biblioteca particular.

Observações:

Exaustiva monografia sobre a história da zona de Belém em Lisboa, encerra capítulos sobre os seus monumentos e quintas. Encerra também um interessante capítulo com  apontamentos sobre as famílias tradicionais daquele bairro lisboeta.

Preço:17,00€

Referência:13281
Autor:ZAGALLO, Manuel C. de Almeida Cayolla
Título:PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA - Roteiro
Descrição:

Lisboa, 1961. In-4.º de 118-(7) págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto. Os desenhos que ilustram a obra são do artista Alexandre Salgado Dias e as gravuras extra-textos foram executadas sobre fotos do artista Mário Novais.

Observações:

Roteiro muito detalhado do Palácio Nacional da Ajuda.

Do prefácio do Dr. João Couto:

"Dos Palácios Nacionais, mantidos pela Direcção-Geral da Fazenda Pública, do Ministério das Finanças, o único que se encontra no perímetro de Lisboa é o Palácio da Ajuda.
Magnífica habitação Real, o edifício ou foi utilizado pelos monarcas ou tem servido para pompas oficiais nos recentes anos da vida nacional.
Circunstâncias favoráveis permitiram que o seu recheio se conservasse com bom aspecto e em condições de ser utilizado e, por isso, esta casa, dos princípios do século XIX, apresenta-se como um museu de grande valia para os que pretendem auscultar a vida e os arranjos das habitações numa época da qual, por incúria ou desinteresse, os exemplos vão tristemente rareando."

Preço:23,00€