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Macau

Foram localizados 25 resultados para: Macau

 

Referência:14026
Autor:autoria indefinida
Título:REFORMA DO MINISTÉRIO DAS COLÓNIAS
Descrição:

Imprensa Nacional, Macau, 1936. In-8º de 73 págs. Br. Capas de brochura envelhecidas e com alguns picos de acidez. Alguns sublinhados a tinta permanente.

Observações:

Texto da reforma do Ministério das Colónias,através do decreto ecreto 26:180, de 7 de Janeiro de 1936. Encerra a Legislação correspondente à reforma do Ministério das colónias portuguesas, entre as quais Angola, Moçambique, S. Tomé, Goa, Damão, Diu, Timor, etc.

Preço:20,00€

Referência:13469
Autor:autoria indefinida
Título:CERÂMICA DECORATIVA DE MACAU
Descrição:

Direcção dos Serviços de Economia. Departamento de Promoção de Exportações, Macau, 1990. In-8º de 94 págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado com fotografias a cores de página inteira. Edição bilingue em português e inglês.

Observações:

Livro bastante interessante sobre a cerâmica decorativa macaense.

"De facto, a cerâmica produzida em Macau reflecte uma simbiose entre o Ocidente e o Oriente, entre o presente e o
passado, entre o antigo e o moderno, numa coexistência harmoniosa e numa profusão de cores e estilos."

Preço:25,00€

Referência:12932
Autor:autoria indefinida
Título:INSTRUÇÃO PARA O BISPO DE PEQUIM e outros documentos para a História de Macau
Descrição:

Instituto Cultural de Macau, Macau, 1988. In-8º de XIV-380-(4) págs. Br. Fac-símile da edição de 1943, editada pela Agência Geral das Colónias.

Observações:

Obra muito importante para a história de Macau com prefácio de Pe Manuel Teixeira.Contém as instruções e a documentação entregues ao Bispo de Pequim D. Frei Alexandre Gouveia, pelo Governador e Capitão Geral da Índia, em 1783, por altura da alteração da política e do equílibrio das potências marítimas europeias.

Preço:20,00€

Referência:12236
Autor:autoria indefinida
Título:ESTATUTO POLÍTICO-ADMINISTRATIVO DA PROVÍNCIA DE MACAU
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa. 1963, In-8º de 31 págs. Br. Ostenta um carimbo de biblioteca particular.

Observações:

Estatuto Político-Administrativo da Província de Macau, que, aprovado em 1963, consagrou em Macau o modelo colonial fundamentado na ideologia do Estado Novo.

Preço:10,00€

Referência:12406
Autor:BARREIROS, Leopoldo Danilo,
Título:A PAIXÃO CHINESADE WENCESLAU DE MORAES
Descrição:

Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1955. In-8º de 86 págs. Br. Ilustrado em extra-texto com fac-similes de correspondência e com fotografias.

Observações:

Obra que é uma excelente abordagem da vida privada e particular de Moraes pela compilação da troca de correspondência que o autor efectuou com João de Sousa Moraes, filho do autor, durante a década de 1940.

Através desta obra entramos em contacto estreito com Camilo Pessanha, José Vicente Jorge, Sun Yat-Sen, Lou-Kau, Lou-LimIok, Zeng Guanying, entre muitas outras figuras ligadas à história da vida social de Macau.

Preço:18,00€

Referência:14121
Autor:ERÉDIA, Manuel Godinho de
Título:TRATADO OPHIRICO, 1616
Descrição:

Centro Científico e Cultural de Macau, I.P. e Fundação Jorge Alvares. In-8º de 237 págs. Brochado.

Edição de Juan Gil & Rui Manuel Loureiro. as últimas 50 páginas são dedicadas a um DICIONÁRIO que funciona como roteiro geográfico e etnográfico, bem como catálogo de personagens, autores e obras referenciadas no Tratado Orphico. Encerra também um capítulo  BIBLIOTECA  DE MANUEL GODINHO  DE ERÉDIA que inclui numerosíssimas referências bibliográficas e notas biográficas dos autores referidos.

Observações:

Da contra capa: "... O CCM traz a público uma das mais interessantes produções textuais luso-asiáticas da época da expansão portuguesa. Derradeira obra de Manuel Godinho de Erédia, o Tratado Ophirico permanecia inédito quando se vão cumprir quatro séculos sobre a sua original redacção. O manuscrito autógrafo, que se conserva actualmente numa biblioteca francesa, foi completado em finais de 1616, quando o cosmógrafo luso-malaio vivia em Goa e se dedicava a actividades artísticas e cartográficas. Obra ambiciosa, o Tratado Ophirico propunha-se apresentar “matérias dificultosas” de uma forma acessível, nada mais nada menos que a identificação da exacta localização da mítica região de Ofir, de onde provinha o ouro de Salomão...".

O Tratado Orphico de Manuel Godinho Erédia, uma das mais interessantes produções textuais luso-asiáticas da e´poca da expansão portuguesa, permanecia inédito, quando se vão cumprir quatro séculos sobre a sua original redacção. Derradeiro escrito do celebrado cosmógrafo luso-maio, cujo manuscrito autógrafo se conserva actualmente numa biblioetca francesa, foi completado em finais de 1616, quando o autor vivia em Goa e se dedicava a actividades artísticas e cartográficas. Trata-se de um ambicioso tratado, que se propõe apresentar "Materias difficultosas" de uma forma acessível, nada mais nada menos que a identificação da exacta localização da mítica região de Ofir, de onde provinha o ouro de Salomão. O tratado é dedicado a Filipe II, dividindo-se em cinco partes, das quais apenas três são dedicadas ao assunto referido no título. (Rui Manuel Loureiro).

Preço:17,00€

Referência:14120
Autor:KEIL, Luis
Título:JORGE ÁLVARES O PRIMEIRO PORTUGUÊS QUE FOI À CHINA (1513)
Descrição:

Instituto Cultural de Macau, Macau, 1990. In-4º de 51 págs. Brochado. Com um prefácio de João de Deus Ramos.

Trata-se da reedição do raro opúsculo publicado em 1933 (Lisboa). Edição trilingue

Observações:

Do prefácio:
"... J.M. Braga escrevia, em 1955, no prefácio ao seu trabalho sobre o mesmo tema, China Landfall 1513 " ... for a long time, the voyage of Jorge Álvares do China in 1513 was forgotten. We are indebted to Luis Keil for an excellent little study in Portuguese, published in 1933, clarifying the circunstances and pointing the way to the existence of a great deal of source material, which had to be suitably interpreted."

Preço:17,00€

Referência:14122
Autor:MANRIQUE, Sebastião
Título:ITINERÁRIO DE SEBASTIÃO MANRIQUE
Descrição:

Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1946. In-8º de 2 volumes com XV-324-429 pags. Brochados. Ilustrados em separaddo sobre papel couché facsímile da edição de 1608 e com um mapa desdobrável da região onde Manrique passou a maior parte do tempo relatado na obra. Ligeiro empoeiramento das capas mas miolo muito limpo. 

Edição organizada e prefaciada por Luís Silveira.

Observações:

Frei Sebastião Manrique, natural da cidade do Porto, e foi ermita Augustiniano, professou no convento de Goa no ano de 1604; mandado por Frei Luís Coutinho, provincial da congregação da Índia, no ano de 1628 às missões de Bengala, em cujo ministério consumiu o largo espaço de treze anos; regressou a Roma por terra, onde foi eleito definidor geral, e Procurador Geral da província de Portugal. A curia de Roma transferiu-o para Londres no ano de 1669, em cuja jornada um seu criado o matou com o intento de lhe roubar o dinheiro que levava. Este foi o trágico fim que teve Fr. Sebastião Manrique, digno certamente de outro mais feliz pelas largas peregrinações que fez em obséquio da religião cristã, nos reinos do Pegu, Mogor, Cochinchina (Vietnam), ilha de Macassar, e outros emporios do oriente, cuja memória permanece eternizada em alguns escritores. O Itinerário de Sebastião Manrique, de valor universal, teve uma adaptação romanceada em Inglaterra com grande aceitação.

"... Como é sabido, nas diferentes geografias orientais, coalhadas de reis e tiranetes, nada, absolutamente nada se conseguia se não viesse acompanhado pelo respectivo presente.

Tomemos como exemplo a epopeia de Sebastião Manrique, frade agostinho, autor do Itinerário, o relato de uma das aventuras mais fascinantes do início da centúria de Seiscentos, obra bem mais conhecida no estrangeiro do que em Portugal.

Goa, pela sua importância política e posição geoestratégica, foi, para o monge agostinho, local de diversas passagens e prolongadas estadas. A Companhia de Jesus era então o mais moderno, culto e prestigiado organismo, e, por esse motivo, tinha a seu cargo a administração do afamado hospital local, com tal nível de excelência que muitos o consideravam superior ao Hospital do Espírito Santo, em Roma, ou à Enfermaria dos Cavaleiros de Malta, os dois estabelecimentos de referência naquela época. Diz-nos Sebastião Manrique que na janta, numa ampla sala desse hospital, serviram-lhe coisas agradáveis, “um frango a cada doente”, salientando que os pratos e os copos eram de porcelana Ming, então uma raridade na Europa. Consta que o lorde tesoureiro Burghley, ministro das finanças da Inglaterra, ao deparar com a preciosidade oriental pensou tratarem-se de tijelas, copos e pratos “de porcelana branca guarnecidos a ouro”, desde logo considerando ser essa a prenda ideal de ano novo para à rainha Isabel.

Em 1628, Manrique parte de Cochim para Uglim a bordo de um navio mercante, o Santo Agostinho, carregado de búzios, essas grandes conchas usadas como trombetas e (ainda hoje) utilizadas nos templos hindus, e em si um objecto  apetecido, susceptível de ser utilizado como prebenda. Se cortados em rodelas, os ditos búzios serviam de adorno às mulheres. Esta pequena achega, aparentemente fora do contexto, serve para demonstrar a diferença do conceito daquilo que é um presente de acordo com as diferentes culturas.

Os produtos chineses foram protagonistas na gestação e fortalecimento da feitoria de Uglim, que esteve na origem da metrópole de Calcutá. Relatam-nos as crónicas coevas que, em 1577 o imperador mogol Acbar mandou chamar um mercador e aventureiro de nome Pedro Tavares. O português, previdente, viu uma excelente oportunidade de negócio, e aproveitou-a. Garantiu uma entrega anual de quantos objectos de luxo chineses fossem requeridos, desde que lhe permitissem construir uma cidade importante em Uglim, para residência dos seus compatriotas e dos respectivos padres. Pelo teor da oferta, ficamos com uma vaga ideia de quão significativo era o comércio feito pelos portugueses ao longo da costa da China, duas décadas apenas após a fundação da cidade de Macau.  Acbar acedeu face aos desejos de Tavares e logo deu instruções ao vice-rei de Daca, a cuja jurisdição pertencia Uglim, no sentido de conceder todas as facilidades possíveis, não se esquecendo de avisar, simultaneamente, que se houvesse qualquer interrupção nos fornecimentos, o vice-rei naturalmente perderia o seu lugar. Assim, pode-se dizer que foi graças aos presentes chineses transportados pelos portugueses que Uglim singrou muito rapidamente, atraindo pessoas das mais variadas crenças e nações.

Também o poderoso Sirisudhammaraja, rei de Arracão (região do actual Myanmar), beneficiou dos presentes oriundos da China. Era dever dos oficiais, em todas estas monarquias, enviarem despachos pelos estrangeiros de elevado estatuto social, especialmente quando estes transportavam presentes para o rei, como era o caso. Manrique, que se fazia acompanhar pelo capitão Gonçalves Tibau – sobrinho do homónimo Sebastião Gonçalves Tibau, misto de aventureiro e pirata, senhor absoluto durante largos anos da ilha de Sundiva, ao largo do actual  Bangladesh – tinha dado a conhecer a sua chegada e, como incentivo adicional, mandara “ao governador da província de Perorem” um presente de “quatro tabuleiros chineses cheios de cravos-da-índia, canela, pimento e cardamomo especiarias que no local não podiam obter-se e haviam sido importadas para Djanga pelos navios portugueses que vinham de Java e de Samatra”.

Note-se que as ditas prebendas eram servidas, invariavelmente, em tabuleiros de fabrico chinês.

Manrique e o companheiro receberiam do governador, como moeda de troca, “cinquenta galinhas, dois gamos, quatro sacos de arroz perfumado, que era uma especialidade de Chebuba, ilha perto da costa, situada ao sul e manteiga, frutas e doces”. Satisfeitos com a retribuição, os viajantes ofereceram ao filho do monarca “doces à moda da Europa, maçapães de formas fantásticas que divertiram o rapaz”.

Numa posterior etapa da épica jornada rumo a Mrauk-U, capital do reino, outras ofertas se seguiram, primeiro “a um inspector” e, posteriormente, “a um almirante”. Consistiam “em quatro tabuleiros dourados cheios de especiarias e mais outro com três peças de seda chinesa, duas de cetim e uma de veludo, tendo cada uma peça de largura bastante para uma saia”. Também neste caso, antes foi aberto o caminho com a oferta de maçapães, certamente para lhes adoçar a boca. Diz-nos Manrique que o capitão Tibao fez sinal aos criados “para trazerem doces e bolos, os maçapães que tão apreciados tinham sido em Perorem”. (preciosa informação obtida no Instituto Internacional de Macau)

Preço:45,00€

Referência:13903
Autor:MORAES E CASTRO, Armando A. G. de; CARDOSO, A. Pereira
Título:UMA VIAGEM ATRAVÉS DAS COLÓNIAS PORTUGUESAS
Descrição:

Companhia Portuguesa Editora, Porto, 1926. In-8º de 240-(2) págs. Br. Capas de brochura empoeiradas. miolo amarelecido. Com uma pequena assinatura de posse.

INVULGAR

Observações:

Livro com prefácio do Almirante Ernesto de Vasconcelos que  é o relato de forma epistolar da viagem efectuada por Armando Moraes e António Cardoso pelas colónias portuguesas, no ano de 1926. Analisa as  colónias sob o ponto de vista físico, económico e político usando uma escrita tipica  de propaganda colonial.

Preço:19,00€

Referência:13671
Autor:OLIVEIRA, Celina Veiga de
Título:CAMILO PESSANHA o Jurista e o Homem
Descrição:

Instituto Cultural de Macau, Instituto Português do Oriente, Macau, 1993. In-8º de 568págs. BR. Ilustrado em extra-texto com 63 fac-símiles de processos.

 

Observações:

Obra onde se estuda o papel de Camilo Pessanha não como poeta mas como jurista, e que mostra  uma  faceta quase desconhecida da sua personalidade : a sua  enorme capacidade de argumentação e um aceso sentido crítico que punha a nú os males de que minavam a comarca de Macau.

Das Badanas:

"Dos poeirentos processos dos arquivos do Tribunal, lutando contra o rebarbativo da escrita e a letra esmaecida no papel amarelecido pelo tempo e a humidade, a autora arrancou a outra face de Camilo Pessanha.
Não o poeta que extravasa o tempo, mas o homem, o jurista perante a sociedade e a circunstância.
Trabalho precioso e que confirma que Pessanha nunca foi banal."

João Fernandes


"As intervenções processuais que agora vêm a público revelam-nos Camilo Pessanha como um jurista de formação que ultrapassava os cânones da sua época, reivindicando práticas e princípios que só em tempos mais recentes ganharam consagração plena."
Júlio Pereira

 

Preço:19,00€

Referência:12701
Autor:SILVA, Beatriz Bastos da
Título:CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DE MACAU
Descrição:

Direcção dos Serviços de Educação, Macau, 1992-1995. # volumes de 198, 216 e 467 págs. Br. Apenas os 3 primeiros volumes desta obra. Profusamente ilustrados ao longo do texto.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra monumental que percorre 500 anos de relações luso-chinesas, fundamental  para o ensino e para a investigação sobre Macau e segundo a autora “É uma obra que vai alargar o conhecimento da História de Macau, não só a estudiosos que dali partirão para outros voos, como para pessoas comuns, naturais de Macau, que visitam Macau e até, como vou lançá-la mais tarde em Portugal, será de muito boa informação para quem nunca saiu de Portugal e não conhece Macau ou para quem já tem saudades de Macau por cá ter vivido”

 

Preço:30,00€

Referência:12233
Autor:SILVA, José de Azevedo e
Título:MACAU Pequena Monografia
Descrição:

Agencia Geral do Ultramar, Lisboa, 1965.  In. 4º de 71 págs. Ilustrado com diversas fotografias a preto e branco (Hotel Estoril, Hospital S. Rafael, Colégio Santa Rosa de Lima, Gruta de Luís de Camões, Praia Grande, Fortaleza do Monte, Igraja de S.Paulo, etc).Inclui ainda um pequeno mapa da província e uma lista cronológica dos governadores da Província. Ostenta um carimbo de biblioteca particular.

Observações:

Pequeno livro cujo objectivo é servir de um guia rápido para se ficar a conhecer o Território nas perspectivas mais diversas: geografia, população, economia, finanças, turismo, etc. Encerra temas como  “situação geográfica e superfície”, “clima”, “população”, “bosquejo histórico”, “pequena bibliografia”, “informações gerais”

Preço:22,00€

Referência:14119
Autor:ZHILIANG, Wu
Título:SEGREDOS DA SOBREVIVÊNCIA - História Política de Macau
Descrição:

Associação de Educação de Adultos de Macau, Macau, 1999. In-8º de IV-(2)-502-(4) págs. Brochado e ilustrado ao longo do texto e a cores em separado com mapas desdobráveis e facsilimes de documentos antigos.

Tese de doutoramento apresentado na Universidade de Nanjing.

Observações:

Do epílogo:

"... a obra que se apresenta agora, abriu novos horizontes ao historiar os anos de Macau, situando-se numa evolução do seu sistema político, admnistrativo intreno, área que os investigadores chineses não têm podido penetrar por razões várias. Esta tese de doutoramento baseia-se em fontes chinesas, portuguesas e de outros países que cedo iniciaram as suas relações com China. Por razões sobejamente conhecidas, os arquivos chineses sobre as relações sino-portugueses estão depositadas dos dosi lados do Estreito da Formosa. Nos últimos anos, a publicação de fontes documentais promovida pela Fundação de MAcau revela que os estudos das relações sino-portuguesas vão-se modernizar com fontes inéditas relativas a vários temas-chave do relacionamento multisseculat entre o País do Meio e o Ta-Sssi-Yang-Kuo. Só com inventariação e invetsigação das fontes chinesas e portuguesas é que se pode fazer uma desapaixonada e objectiva história de Macau, sem um nacionalismo que tem marcado bastantes estudos até agora produzidos tanto em chinês como em línguas ocidentais. Um estudo documentado em fontes várias de Macau vai revolucionar os estudos da História Moderna e a História da Diplomacia da própria China. Eis a importância da História de Macau..." (Jin Guo Ping, 1999)

Preço:35,00€