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Livros do mês: Julho 2020
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Madeira

Foram localizados 14 resultados para: Madeira

 

Referência:14382
Autor:AMARAL,João Bosco Mota
Título:O DESAFIO INSULAR
Descrição:

Eurosigno, Ponta Delgada, 1990. In-8º de 73-(2) págs. Br.

Observações:

Conferência proferida no simpósio internacional das ilhas, em Hiroshima a 2 de Outubro de 1989 onde o autor faz uma reflexão sobre a insularidade:

“O desenvolvimento para ser completo e alcançar as suas finalidades humanistas – desenvolver o Homem todo e todos os homens – tem de ser feito, em qualquer comunidade, de dentro para fora. (...) É impossível, e ineficaz, pretender desenvolver as ilhas de fora para dentro, segundo esquemas pensados longe do meio insular e sem participação das respectivas populações”.

“Assim, alcançados padrões razoáveis de qualidade de vida, e apesar do natural desnível com outras áreas, as ilhas onde floresça uma cultura própria continuarão a mostrar possuir força vital, fixando a população, inclusivamente jovem, em níveis razoáveis, mantendo laços e estreito intercâmbio com núcleos de naturais residentes no exterior, fortemente ligados à realidade insular, e enriquecendo a Humanidade com o seu contributo de diversidade”

Preço:10,00€

Referência:14460
Autor:DAEHNHARDT, Rainer
Título:PÁGINAS SECRETAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
Descrição:

Edições Nova Acrópole, Lisboa,1995. Dois volumes cartonados de in-8º de 191 e 227 págs, respectivamente. Encadernação editorial ilustrada, assim como Ilustrado se apresenta ao longoda obra e em extra-texto.

Observações:

Esta obra é um compêndio de várias histórias, mais ou menos secretas organizado por  este historiador luso-alemão acrescentando sempre a sua análise e as fontes a que recorreu para abordar diversos casos omissos e falsas verdades da História de Portugal.

Abordam-se perguntas como, entre muitas outras:

Damião de Goes foi assassinado porque sabia demais? Houve um "Artigo Secreto" no tratado da aliança luso-britânica? A custódia de Belém esteve quase a ser derretida para cunhar moeda? O Mosteiro da Batalha foi vendido em hasta pública para servir de pedreira? Os antepassados de D. Afonso Henriques vieram do Báltico? Os lusitanos eram cristãos-arianos? Lisboetas já tinham ido aos Açores antes dos homens enviados pelo Infante D. Henrique?

Do Índice:

Volume I

- Um Deus Lusitano disfarçadamente ainda venerado
- O secretismo acerca dos Vândalos
- A origem Borgonhesa da 1ª dinastia portuguesa
- Dom João I, Fernão Lopes e a mudança da data
- Porque assassinaram Damião de Goes?
- O Avanço tecnológico do armamento português e sua influência nos contactos co outras culturas
- Lusitânea é a Coroa da Europa
- Para evitar Nova Guerra Portugal comprou o Brasil à Holanda
- O Conde de Lippe, um Homem de Espanto
- Moeda Falsa oficializada
- Dom Fernando II e seu amor por Portugal
- A Aliança Luso-Britânica e sua cláusula secreta
- Campos de concentração portugueses
- Serviço de correio estrangeiro a funcionar em Portugal

Volume II
- Terão Moçárabes lisboetas chegado aos Açores?
- Acerca da pergunta: "Quem foi Lopo de Calvo"?
- Contactos Luso-coptas
- Os cristãos de São Tomé
- Fernão de Magalhães não traiu Portugal
- Um presente português que mudou o Extremo-Oriente
- Uma investigação alemã sobre o falso (?) D. Sebastião
- O sebastianismo, a lenda messiânica portuguesa
- Um canhão no Cabo da Roca
- Uma carta de brasão espanhola passada em Lisboa
- O Duque de Schomberg, herói da Guerra da Restauração
- Uma rainha da Grã-Bretanha passou uma sentença de morte no Brasil
- Zeppelins nos Açores e Madeira
- Perdemos a nossa "Rampa de Lançamento"

Preço:45,00€

Referência:12694
Autor:FREIRE, António de Abreu
Título:DIÁRIO DE BORDO NA ROTA DE VIEIRA - Pelos 400 Anos do Nascimento do Pe. António Vieira, 1608-1967
Descrição:

Portugália Editora, Lisboa, 2008. Inn-8º de 393-(7) págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com fotografias.

 

Observações:

Diário de bordo da viagem de barco à vela, que durou aproximadamente um ano, do professor Antônio Abreu Freire, que percorreu dez mil quilómetros numa  viagem comemorativa e de investigação, marcando em cada lugar os passos do Padre António Vieira. É, por isso, um diário  de uma navegação que o levou até à Madeira, litoral do Brasil, Caraíbas e Açores.


"Quinta-feira, 13 de Setembro

Alcântara, Maranhão
Existe uma lenda sebastianista por estas terras. A 4 de Agosto de cada ano aparece um galeão todo iluminado nos Lençóis do Maranhão, um imenso deserto entremeado de lagoas de água doce; dele desce el-rei D. Sebastião que logo desaparece debaixo do areal onde reina numa cidade prodigiosa, rodeado de uma corte brilhante. Depois, na noite de S. João, disfarçado de touro negro, o rei deixa a sua corte subterrânea e corre pelas praias ao luar. Se alguém conseguir atingir a sua cabeça e dela fazer jorrar sangue, quebrar-se-á o encantamento e ficará vivo e presente el-rei D. Sebastião".

Preço:15,00€

Referência:12734
Autor:MELO, Luís de Sousa
Título:VICENTES PHOTOGRAPHOS
Descrição:

Edições Ilhatur, Funchal, 1978. In-8º de 43-(5) págs. Br. Profusamente ilustrado com fotografias ao longo do texto.

 

INVULGAR.

Observações:

Livro de homenagem aos fotógrafos madeirenses Vicente Gomes da Silva (pai e filho) publicado na altura da passagem do seu espólio a Património Público.

Vicente Gomes da Silva foi “Photographo da Casa Real Portuguesa” e também “Photographe de Sa Majesté L’Impératrice d’ Austriche”.

 

Preço:19,00€

Referência:13012
Autor:PEREIRA, Fernando Jasmins Pereira; COSTA, José Pereira
Título:LIVROS DE CONTAS DA ILHA DA MADEIRA 1504 - 1537 I - Almoxarifados e Alfândegas
Descrição:

Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, Coimbra, 1985. In-4º de 113 págs. Br. Cadernos por abrir,

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

"Os livros de contas cuja publicação agora iniciamos são quanto, da espécie, circunscrição e período, chegou aos nossos dias. Instrumentos base da verificação da actividade dos diversos oficiais da fazenda, iam depois recolhendo aos armários da Casa da Coroa, onde o Terramoto de 1755, com todo o arquivo, os soterrou nos escombros do castelo. Não podemos hoje averiguar quantos teriam desaparecido antes, mas afigura-se lícito supor que alguns estragos causou: o livro dos quintos da Ribeira Brava de 1536, por exemplo, localizámo-lo em pedaços nas pastas dos Fragmentos.
No mesmo acervo de salvados, beneditinamente recolhidos por Manuel da Maia e seus homens, foi possível encontrar outras folhas, que se juntaram aos livros a que pertenciam. No Corpo Cronológico havia folhas, cadernos e mesmo um livro inteiro — o do almoxarifado dos quartos de 1504-1505. Outros livros, no entanto, desde logo tinham sido incluídos no Núcleo Antigo, alguns deles com falta de folhas, que em parte foi possível reconstituir.
O facto de só agora haver sido feito este trabalho sugere que a documentação a publicar não tem suscitado interesse; e, na verdade, pelo menos em trabalhos impressos não a encontrámos referenciada. A sua importância, de que adiante falaremos, merece estudo pormenorizado e profundo, não apenas numa perspectiva regional como global. Deve acentuar-se também que, além dos elementos nela constantes, proporciona um conhecimento bastante nítido da escrituração fazendária na primeira metade de Quinhentos."

Preço:20,00€