Banner Vista de Livro
 Aplicar filtros
Livros do mês: Novembro 2022
Temas 
Palavras Chave 
Módulo background

Marquês de Pombal

Foram localizados 14 resultados para: Marquês de Pombal

 

Referência:14848
Autor:GUIMARÃES, Ribeiro
Título:SUMMARIO DE VARIA HISTORIA. Narrativas, lendas, biographias, descripções de templos e monumentos, estatisticas,costumes civis, politicos e religiosos de outras eras.
Descrição:

Em Casa de Rolland & Semiond, Lisboa, 1872 a 1875. 5 Vols. encadernados em 2. In-8º de 232-238-238-(4) e 247-241-(3) págs. Encadernações coevas meias em pele com com florões dourados em casas abertas. Colecção completa desta estimada obra.

RARO.

Observações:

Importante colectânea de interessantíssimos artigos publicados pelo autor durante 15 anos no "Jornal do Commercio" abrangendo diversos assuntos de grande curiosidade histórica como por exemplo artigos sobre a história e a cronologia completa e detalhada da devoção de Nossa Senhora do Cabo Espichel, as igrejas de Santo António da Mouraria, Santo Antonio do Rato, Nossa Senhora dos Martires e das festas profanas dos impérios do Espírito Santo, que tiveram a sua última expressão na Guia, em Cascais, onde os homens de negócio do século dezanove iam em procissão, as recordações da Marquesa de Alorna, os botequins do chiado e a freira santa da annunciada. De elevado interesse camoneano pelas inúmeras referências  ao longo dos três primeiros tomos.

José Ribeiro Guimarães é o nome do autor, nasceu em Coimbra em 1818 e faleceu no ano de 1877 em Lisboa. Foi bacahrel em Direito pela Universidade de Coimbra e redactor do Jornal do Comércio.
Inocêncio, tomo XIII, p. 181 e tomo XV, p. 336.

Preço:120,00€

Referência:14896
Autor:MANSILHA, Frei João de
Título:HISTORIA ESCANDALOSA DOS CONVENTOS DA ORDEM DE S. DOMINGOS EM PORTUGAL. 1774/1776
Descrição:

Vega, Lisboa, s.d.. In-8º de 287 págs. Brochado.

Segunda edição deste inédito escrito pelo reformador da Ordem de São Domingos. Prefácio de José Viale Moutinho.

Observações:

Da contra capa:

"A vida interna dos mosteiros, a devassidão, os escândalos do século XVIII. Desse tempo chegaram até nós informações quase todas por via do anedotário popular. Esta obra é um documento indispensável para se retratar não só uma época, mas também uma das mais escandalosas distorções que a lgreja sofreu na sua história interna. Fielmente extraídas de um manuscrito inédito, as cartas de Frei João de Mansilha, encarregado pelo Marquês de Pombal da reforma da ordem dominicana em Portugal, chocam frontalmente com outra das instituições nacionais: o espírito inquisitório... Forte motivo de leitura, justificação para se conhecer melhor sem hipocrisia o nosso passado."

 

DUAS PALAVRAS (obtido num exemplar da edição original)

No actual momento, em que a opinião publica tomou asi, comodevia, a santa cruzada da mais absoluta imposição á ideia reaccionária, tem a máxima opportunidade a publicação d'este. livro . As paginas que vão ler-se possuimo-las nós em manuscripto. ha muitos annos. e colligiu-as uma verdadeira auctoridade no assumpto, Frei João de Mansilha, que, encarregado pelo grande estadista Marquez de Pombal da reforma dos conventos da Ordem de São Domingos, as redigiu dictando-as ao seu secretario, que as escreveu. No emtanto, nós só extractamos dà obra as passagens mais interessantes, os escândalos mais notáveis, porque, aliaz, não caberiam no estreito limite dum volume tantas e tão curiosas revelações A lealdade com que estão traçadas e a fidelidade com que as damos hoje á estampa constituirão o melhor dos depoimentos contra a seita negra, rasgarão o mais eloquente foco de luz que ha de vir mostrar a verdade de todo esse movimento liberal, que óra parece querer guindar-se á altura das mais respeitáveis petições d 'um povo.

Para attestar a competência do auctor basta, de certo, o encargo que sobre elle depoz o notável ministro de D. José I, esse espirito liberal, intransigente e único que o nosso paiz teve a gloria de possuir. O integerrimo defeníor. das regalias publicas, que se chamou Sebastião José de Carvalho e Mello, nao confiaria missão tão espinhosa a individuo que não fosse por elle reconhecido como verdadeira auctoridade.

Posto isto, cremos que a nossa resolução tem o direito de ser julgada utilissima, por quanto, ao mesmo tempo que vem tornar conhecido um documento importantissimo, serve uma causa em que a razão e a justiça apparecem nitidas a todos os espíritos que
não vivam para o reinado das trevas.

Do. publico portuguez, a quem a dedicamos, esperamos nós a cooperação indispensável.

Maio, 1901.

Preço:15,00€

Referência:12304
Autor:SILVANO, Almeida
Título:O (GRANDE MARQUEZ DE POMBAL)Celebrado por um grupo de distinctos escriptores liberaes
Descrição:

Empreza de "O Bem Público", Lisoba, 1906. In-8.º de 295 págs. Br. Capa de brochura ilustrada.

INVULGAR.

Observações:

Obra crítica da figura do Marquês, onde o autor contesta a vontade de alguns de erigir um monumento em honra do estadista, e inclui textos de várias personalidades das letras nacionais como Pinheiro Chagas, Camilo Castelo Branco, Latino Coelho, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro, Coelho da Rocha, Luz Soriano, Teófilo Braga, Tomás Ribeiro, entre outros, que justificam o "erro" de tal decisão.

O livro é dedicado pelo autor,"á estudiosa mocidade portugueza, para quem a verdade é alimento do espirito, como o estudo a occupação que proporciona os mais doces prazeres da vida intellectual".

Excerto da Introdução:

"Quando ha 24 annos, alguns enthusiastas pombalistas, mais fanaticos pelo symbolo que allumiados pela verdade, conseguiram fazer commemorar em 5 ou 6 cidades do reino, e sem lusimento, o 1º centenario da morte do famoso ministro Marquez de Pombal, surgiu o projecto de lhe ser erigido um monumento em Lisboa. [...] Por occasião da recente ascensão do partido progressista ao poder, os mesmos ou similhantes elementos, chamados liberaes e avançados, renovaram a tentativa, e conseguiram que o governo nomeasse nova commissão para diligenciar a erecção do monumento. Levará a cabo a empreza? Não sei. Num paiz que fosse amante da verdadeira liberdade e sufficientemente illustrado eu diria afoitamente: Nunca; mas num paiz, como Portugal, em que temos 5/6 de analphabetos, meio milhão de ledores inconscientes e derrancados, e quasi outro meio de illustrados cultivadores da mandria nacional, que fazem papel de papagaios, restando alguns poucos milhares de homens que tem amor ao estudo e prestam culto á verdade e á liberdade, sem escumalha, é de receiar que o idolo de algumas centenas de cesaristas e algumas desenas de berradores de arengas phrigias, alcance affrontar as ruas de Lisboa, e gravar eterno labeu de vergonha sobre a nação..."

Preço:32,00€