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O (GRANDE MARQUEZ DE POMBAL)Celebrado por um grupo de distinctos escriptores liberaes

em História geral

Referência:
12304

Autor:
SILVANO, Almeida

Palavras chave:
Marquês de Pombal

Ano de Edição:
sem ano de edição definido

32,00€


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Título:
O (GRANDE MARQUEZ DE POMBAL)Celebrado por um grupo de distinctos escriptores liberaes
Descrição:

Empreza de "O Bem Público", Lisoba, 1906. In-8.º de 295 págs. Br. Capa de brochura ilustrada.

INVULGAR.

Observações:

Obra crítica da figura do Marquês, onde o autor contesta a vontade de alguns de erigir um monumento em honra do estadista, e inclui textos de várias personalidades das letras nacionais como Pinheiro Chagas, Camilo Castelo Branco, Latino Coelho, Ramalho Ortigão, Guerra Junqueiro, Coelho da Rocha, Luz Soriano, Teófilo Braga, Tomás Ribeiro, entre outros, que justificam o "erro" de tal decisão.

O livro é dedicado pelo autor,"á estudiosa mocidade portugueza, para quem a verdade é alimento do espirito, como o estudo a occupação que proporciona os mais doces prazeres da vida intellectual".

Excerto da Introdução:

"Quando ha 24 annos, alguns enthusiastas pombalistas, mais fanaticos pelo symbolo que allumiados pela verdade, conseguiram fazer commemorar em 5 ou 6 cidades do reino, e sem lusimento, o 1º centenario da morte do famoso ministro Marquez de Pombal, surgiu o projecto de lhe ser erigido um monumento em Lisboa. [...] Por occasião da recente ascensão do partido progressista ao poder, os mesmos ou similhantes elementos, chamados liberaes e avançados, renovaram a tentativa, e conseguiram que o governo nomeasse nova commissão para diligenciar a erecção do monumento. Levará a cabo a empreza? Não sei. Num paiz que fosse amante da verdadeira liberdade e sufficientemente illustrado eu diria afoitamente: Nunca; mas num paiz, como Portugal, em que temos 5/6 de analphabetos, meio milhão de ledores inconscientes e derrancados, e quasi outro meio de illustrados cultivadores da mandria nacional, que fazem papel de papagaios, restando alguns poucos milhares de homens que tem amor ao estudo e prestam culto á verdade e á liberdade, sem escumalha, é de receiar que o idolo de algumas centenas de cesaristas e algumas desenas de berradores de arengas phrigias, alcance affrontar as ruas de Lisboa, e gravar eterno labeu de vergonha sobre a nação..."

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