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Livros do mês: Novembro 2020
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Memórias

Foram localizados 29 resultados para: Memórias

 

Referência:12260
Autor:LUPI, Eduardo
Título:ESCOLA DE MOUSINHO episódios de serviço - Moçambique, 1895-1910
Descrição:

Edição de autor, Lisboa, s.d. In-8º de 203-(3)págs. Br. Capa de brochura com alguns picos de acidez.

INVULGAR.

Observações:

Memórias do Administrador Distrital do Governo de Moçambique sobre a sua estadia em Moçambique.

Preço:15,00€

Referência:13626
Autor:MATOS, A. Campos
Título:CARTAS DE AMOR DE ANNA CONOVER E MOLIE BIDWELL PARA JOSÉ MARIA EÇA DE QUEIROZ cônsul de Portugal em Havana (1873-1874) original letters in english
Descrição:

Assírio & Alvim, Lisboa, 1998. In-4º de 191 págs. Encadernação editorial em tela com dizeres a ouro na lombada e nas pastas. Ilustrado em extra-texto.

Observações:

Reunião das cartas enviadas a Eça de Queiroz por duas americanas que ele conheceu enquanto consul em Havana. São ao todos 33 cartas: sete de Mollie Bidwell, cinco dos seus pais e vinte e uma de Anna Conover. Estas cartas vieram abrir novas perspectivas quanto à vida do escritor, desvendando facetas de Eça que as biografias tradicionais  ainda não tinham mostrado.

Preço:24,00€

Referência:13329
Autor:RAMOS, Graciliano
Título:MEMÓRIAS DO CÁRCERE
Descrição:

Livraria José Olympio Editora, Rio de Janeiro, 1954. Quatro volumes de in-8º de 232-(4), 243-(4), 234-(4), 164-(2) págs. Br. Capas de brochura cansadas com alguns picos de acidez. Ilustrado em extra-texto com fotografias do autor  e fac-símiles originais de trechos manuscritos do livro.

Observações:

Obra autobiográfica publicada postumamente onde o auto narra as condições dramáticas de sua prisão durante o governo do ditador Getúlio Vargas. Uma narrativa amarga de alguém que foi torturado, viveu em porões imundos e sofreu privações provocadas por um regime ditatorial.
A obra divide-se em quatro volumes:
Volume I: Viagens, Volume II: Pavilhão dos Primários, Volume III: Colónia Correcional e Volume IV: Casa de Correcção.

Preço:25,00€

Referência:13467
Autor:ROSA, Augusto
Título:RECORDAÇÕES DA SCENA E DE FORA DA SCENA
Descrição:

Livraria Ferreira, Lisboa,  1915-In-4º de IV-363-(4) págs.Br. Capa de brochura com alguns picos de acidez. Profusamente ilustrado em extra-texto com ilustrações de Teixeira Lopes, Rafael Bordalo Pinheiro, Simões de Almeida e Columbano.

Observações:

Obra escrita por Augusto Rosa, uma das figuras de maior relevo do teatro português, e que trabalhou nos teatros da Trindade, de D. Maria II e de D. Amélia, foi também  professor de declamação do Conservatório. Neste livro aborda as suas memórias enquanto actor. Com uma carta prefácio de Afonso Lopes Vieira.

"Lendo este livro, fico acreditando que é um dos mais originais  e elegantes memoriais que em lingua portuguesa existem. Nestas  paginas está o roteiro de uma vida no que ela tem de mais belo  no esforço, no talento, na ternura, e nelas ficam vivendo para a  admiração dos portugueses o grande homem que foi seu pai e o  grande actor que foi seu irmão.
Que lhe direi senão que o seu papel de memorialista é um dos seus melhores papeis ? E sem duvida o mais interessante. Mas este foi Você que o escreveu, rializando uma obra tam humana e amável e tam viva, e criou-o na posse dos seus recursos todos porque quis ser sinceramente — quem é."

 

Preço:30,00€

Referência:14438
Autor:SANTOS, Ernesto Moreira dos
Título:COMBATE DE NAULILA. Cobiça de Angola. Seus heróis e seus inimigos (Memórias)
Descrição:

Guimarães. 1959. In-8º de 148 Pags. Brochado. Ilustrado e com um mapa desdobravel. Capas com sinais de manuseamento e ligeiras manchas e empoeiramento. Miolo em bom estado.
 

Observações:

SEGUNDA EDIÇÃO (a primeira foi publicada em 1957).

Esta interessantíssima obra “Cobiça de Angola” trata ser um testemunho na primeira pessoa de um homem que combateu no posto de Naulila. Ernesto Moreira dos Santos fala do combate e de como chegou ao momento em que “jazia no chão, com a perna direita ferida por um estilhaço de granada, o ante-braço esquerdo furado por uma baioneta, o parietal direito ferido e a maxila inferior partida. (...) Estava ferido e prisioneiro” (Santos, 1959, 74). A obra, escrita num tom fortemente emotivo, tem o mérito de dar um testemunho dos combates e do cativeiro, fazendo referências, também, a fontes alemãs. 

" ... Em dezembro de 1914, no sul de Angola, na região do posto fronteiriço de Naulila, forças alemãs e portuguesas confrontaram-se militarmente provocando mutuamente um considerável número de baixas, entre mortos, feridos e até prisioneiros de guerra do lado português. Datavam de 1784 os últimos combates em África, envolvendo tropas portuguesas contra forças regulares europeias (Pélissier, 1997, p. 235). Cento e trinta anos passados das invasões francesas, Portugal voltava a combater uma potência europeia. A particularidade deste combate no sul de Angola é que os dois países não estavam em guerra declarada. A Grande Guerra tinha deflagrado em agosto desse ano e embora a tensão fosse permanente, por força da aliança secular com a Inglaterra, nenhum declarou guerra ao outro, sabendo contudo, que a vizinhança de Angola com o Sudoeste Africano Alemão e de Moçambique com a África Oriental Alemã poderia vir a causar problemas, como se verificou logo em Setembro, em Moçambique, e em Angola no mês seguinte. Naulila, enquanto combate entre portugueses e alemães na frente africana da Grande Guerra foi sobejamente abordado, principalmente pelos militares que nela participaram e por outros, da mesma geração, que se sentiram impelidos a analisar este combate travado por camaradas de armas. Curiosamente foi até objeto de uma “solenidade de acto de educação militar e propaganda colonial entre alunos – oficiais e cadetes” que frequentavam o ano letivo 1946/47 na então Escola do Exército (Monteiro, 1947, p. 3). Na altura, esse acto de educação ficou a cargo do coronel Henrique Pires Monteiro, um veterano da 2ª expedição, e estando na mesa de honra uma mão cheia de veteranos das campanhas em Angola: nomeadamente, o general Freitas Soares, então comandante da Escola do Exército e que tinha sido Subchefe do estado-maior da Expedição de 19152, mas também o Almirante Afonso de Cerqueira que tinha sido comandante do Batalhão de Marinha Expedicionário (1914-15). ..."

(Miguel Freire, Naulila – Quando o inimigo ainda não o era, mas já se combatia , Actas do Colóquio Internacional “A Grande Guerra – Um Século Depois”, Academia Militar, 2015, pp. 123-152)
 

Preço:30,00€