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Modernismo

Foram localizados 9 resultados para: Modernismo

 

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Referência:13169
Autor:PETRUS, (pseud. de Pedro da Veiga)
Título:O SR. ADOLFO CASAIS MONTEIRO E OS MODERNISTAS PORTUGUESES. MAIS UMA PERFÍDIA DO PUETA DA «CONFUSÃO». Subsídios para a História do Adágio «Ódio Velho não Cansa»
Descrição:

C. E. P., Porto,  s/d. In-4º de 31-(1) págs. Br. Edição em papel de cor.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Invulgar.

Observações:

Obra que transcreve várias peças duma das polémicas  entre  Petrus e Adolfo Casais Monteiro.

INTRODUÇÃO


"Este texto é extraído da obra em Publicação «ADOLFO CASAIS MONTEIRO' EM HASTES LIMPAS. Exercício tauromáquico sobre o pueta da Confusão». Elaborada em julho de 1958 e revista em Dezembro, a réplica foi enviada ao jornal O Comércio do Porto no último dia do prazo designado na Lei de Imprensa. Foi a seguir devolvida, depois de mutilada em quase metade do seu texto pela censura pessoal do sr. Fortunato, dono daquela Tribuna. Conjuntamente com esta resposta publica-se o protesto enviado àquele porta--voz nos dias imediatos à publicação na sua página literária (?) do grosseiro e rancoroso artigo: «Uma Malfeitoria (Literária) Útil» e por último a carta que terminou o diálogo com o jornalisteiro-mor da Folha. Todos os outros documentos respeitantes a este assalto à dignidade e reputação dum trabalhador intelectual num Órgão de im-prensa que pretendia ser sério e indepen-dente serão publicados no Livro mencionado. Por ora basta."

Petrus

Preço:20,00€

Referência:13750
Autor:QUADROS, António
Título:O PRIMEIRO MODERNISMO PORTUGUÊS
Descrição:

Publicações Europa-América, Mem Martins, 1989. In-8º de 341-(7)págs.Br. Páginas amarelecidas pelo tempo.

Observações:

Estudo muito completo sobre o primeiro modernismo português, abordando não só a Geracão do Orpheu como os poetas que os influenciaram como Cesário Verde e Camilo Pessanha.

"O primeiro modernismo português resume-se afinal ao grupo do Orpheu, isto é, ao grupo que em Portugal antes de todos aceitou e assumiu certas caracteristicas de afrontamento da herança cultural do realismo, do naturalismo, do neo-romantismo ou do Lusitanismo saudosista. (...)
Que poetas e artistas o constituem? Se folhearmos os dois números publicados do Orpheu, bem como o terceiro número, que estava em provas, só recentemente reeditado; se percorrermos as páginas das revistas posteriores suas herdeiras, como o Exílio (1916), o Centauro (1916), o Portugal Futurista (1917), a Contemporânea (iniciada em 1922) ou a Revista Portuguesa (1923); ou se estudarmos a obra de outros intelectuais das mesmas esferas de influência - deparam-se-nos efectivamente dois grupos de escritores e artistas.
De um lado os que, muito ligados ainda ao neo-romantismo, ao saudosismo ou ao simbolismo, surgem no movimento por companheirismo geracional e pela solidariedade dos cafés lisboetas. Do outro, os verdadeiramente inovadores, no conteúdo e na forma.
Já tem sido notado por críticos e historiadores da literatura o hibridismo do movimento órfico: o simbolismo e o decadentismo constituem importantes linhas de força e delas não são completamente independentes os mais modernistas, como Sá-Carneiro ou Pessoa; ao seu lado, porém, irrompem poesias, desenhos, colagens e um grafismo que podem ser considerados francamente como inovadores, dentro do eixo crónico 1910-1920. Ora, àquela sensibilidade e àquela estética, muito mais do que à modernista, pertencem poetas como Luis de Montalvor, (...) Camilo Pessanha, Alberto Osório de Castro, o próprio Ângelo de Lima, etc., etc.
Daqui se depreende ter sido no fim de contas restrito o subgrupo efectivamente modernista ou vanguardista que animou o movimento do Orpheu, entendendo-c no amplo sentido e incluindo pois a já citada sucessão dos seus órgãos, culminando com a Contemporânea, dirigida por José Pacheco ou José Pacheko (como então gostava de
assinar), que fora o orientador gráfico da revista-matriz, de 19155; resume-se ele, quanto a nós, a sete personalidades: as de Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Santa-Rita Pintor, Amadeo de Souza-Cardoso, José Pacheco e António Ferro."

Preço:21,00€