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Livros do mês: Novembro 2020
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Monarquia

Foram localizados 84 resultados para: Monarquia

 

Referência:13653
Autor:ALMEIDA, António José de
Título:A MONARCHIA
Descrição:

Typ. Eduardo Roza, Lisboa, s.d. [1908 ?]. In-8º de 30 págs. Encadernação de execução moderna, meia francesa em pele com cantos e rótulo na pasta anterior. Folheto com picos acentuados, dada a qualidade própria do papel, de baixa gramagem. Restauro marginal com reforço tosco de charneira.

 

RARO.

Observações:

 "Discurso pronunciado na camara dos deputados, em sessão de 3 de Junho de 1908, e mandado publicar e distribuir por um grupo de republicanos", relacionado com os seguimento da conspiração contra a ditadura de João Franco sendo enclausurado quando dos acontecimentos de Janeiro de 1908. Posto em liberdade, continuou a sua propaganda nas páginas dum panfleto, Alma Nacional, e no livro A Monarquia Nova.

Preço:25,00€

Referência:14349
Autor:ARRIAGA, José d'
Título:OS ULTIMOS 60 ANNOS DA MONARCHIA. Causas da Revolução de 5 de Outubro de 1910.
Descrição:

Parceria A. M. Pereira, Lisboa, 1911. In-8º de 239-(2) págs. Brochado. Capas impressas em papel fino, apresentando alguns insignificantes defeitos marginais. Miolo muito limpo, apesar de amarelecido pela acção do tempo. Rúbrica de posse no frontspício.

Observações:

Da afamada Wikipédia, lemos o seguinte, sobre este autor, irmão de Manuel de Arriaga:

"José de Arriaga nasceu na casa do Arco, no centro da cidade da Horta, Ilha do Faial, filho de Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira e de sua esposa Maria Cristina Pardal Ramos Caldeira. Foi irmão de , o primeiro Presidente da República Portuguesa. Pertencente à melhor sociedade faialense, o pai era um dos mais ricos comerciantes da cidade, último administrador do morgadio familiar e grande proprietário. A família, com pretensões aristocráticas, traçava as suas origens até ao flamengo Joss van Aard, um dos povoadores iniciais da ilha. Foi neto do general Sebastião José Brum da Silveira, que se distinguiu na Guerra Peninsular, e sobrinho-neto do desembargador Manuel José Arriaga Brum da Silveira, que em 1821 e 1822 foi deputado pelos Açores às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa .

Depois de concluídos os estudos preparatórios na cidade da Horta, em 1860  foi para Coimbra na companhia do seu irmão Manuel de Arriaga, quatro anos mais velho, que se matriculara em Direito na Universidade de Coimbra. Depois de concluir os seus estudos preparatórios naquela cidade, em 1863 matriculou-se também no curso de Direito.

Tendo aderido, como o irmão, ao ideário do republicanismo democrático, o pai, um monárquico conservador com laivos de miguelismo, recusou-se a pagar-lhe os estudos, tendo então que recorrer à ajuda do irmão, que dava aulas particulares de inglês, e à escrita de artigos para diversos periódicos. Em 1869 tornou-se bacharel em Direito.

Ainda enquanto estudante, colaborou em jornais e realizou estudos históricos, que continuou ao iniciar a carreira burocrática como conservador do Registo Predial em várias comarcas, entre as quais Armamar, Benavente e Reguengos de Monsaraz, onde não tomou posse. Conseguiu um lugar na Biblioteca Nacional de Lisboa, o que lhe deu ensejo de se dedicar aos estudos históricos e filosóficos. A sua principal obra é a História da Revolução Portuguesa de 1820 (4 vols., Porto, 1886-1889).

Viveu sempre solitário, sofrendo de depressão. Partiu inopinadamente para o Brasil, aparentemente por julgar que os parentes e amigos o perseguiam, tendo ali passado grandes necessidade e regressado doente a Lisboa. Terminou os seus dias no recolhimento da Irmãs da Mercê, em Lisboa."

Este título que agora se apresenta, é seu último enquanto historiador.

Preço:20,00€

Referência:13996
Autor:AZEVEDO, Rogério
Título:DESPROPÓSITO A PROPÓSITO DO PAÇO DOS DUQUES DE GUIMARÃES Epístola ao Sr. Dr. Alfredo Pimenta
Descrição:

Livraria Fernando Machado, Porto, 1942. In-8º de 43-(1) págs. Br.

INVULGAR

Observações:

Opúsculo que faz parte da acesa polémica mantida entre o autor e  Alfredo Pimenta provocada pela restauração feita pelo autor do paço dos Duques de Guimarães e que Alfredo Pimenta condenava.

Preço:15,00€

Referência:14427
Autor:BAPTISTA, Trindade
Título:FEIXE DE SAUDADES - PREITO À MEMÓRIA D'EL-REI D. CARLOS I (Fragmentos históricos, biográficos e desportivos)
Descrição:

Livraria J. Rodrigues & C.ª, Editores, Lisboa, 1933. In-8º de 305-(3) págs. Br. Ilustrado com reproduções fotográficas impressas sobre papel couché, em extra-texto. Manchinhas de humidade apenas nas ilustrações, dada a qualidade hidrófila do papel.

Observações:

Obra de natureza biográfica e memorialista sobre o rei D. Carlos que segundo autor 'entrou na restrita e sublime galeria dos Reis da Moda' O autor recorda o Rei D. Carlos, através de “fragmentos históricos, biográficos e desportivos”, conforme se pode ler na folha de rosto do livro, descreve também o político D. Carlos, um Rei liberal que “pela constituição liberal patenteou sempre as mais expressivas provas de acato e fidelidade”.
Obra enriquecida por diversas fotografias e reproduções de documentos de época.

Preço:35,00€

Referência:14447
Autor:BRAGA, Luís de Almeida
Título:O CULTO DA TRADIÇÃO
Descrição:

F. França Amado, Coimbra, 1916. In-8º de 81-(1) págs. Brochado. Nítida impressão sobre papel de linho, tão títpico deste impressor/editor.

Observações:

Conferência realizada na Associação Católica do Porto na noite de 26 de Março de 1916. exemplar com sinais de uso em especial na cabeça da lombada. Texto pro-Catolicismo e pro-Monarquico exaltando os valores e feitos da Igreja na História de Portugal.

Preço:15,00€

Referência:13652
Autor:BRUNO, Sampaio
Título:A DICTADURA. Subsidios moraes para seu critico.
Descrição:

Livraria Chardron, Porto, 1909. In-8º de 293.(1) págs. Encadernação editorial em percalina verde, com ferros dourados nas pastas.

Observações:

Bruno ou Sampaio Bruno (1857-1915) foi escritor, ensaísta e filósofo portuense; figura cimeira do pensamento português do seu tempo Sampaio Bruno integrou o directório do Partido Republicano Português e fundou vários semanários portuenses. Com Antero de Quental e Basílio Teles elaborou os estatutos da Liga Patriótica do Norte no seguimento do Ultimato Britânico de 1890; participou na malograda revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891, de cujo manifesto foi redactor e exilando-se depois em Paris com João Chagas. A depressão que o afectou no exílio contribuiu para encaminhar a sua pesquisa no sentido do misticismo e do esoterismo, mergulhando na literatura gnóstica de inspiração judaica, na cabala e na ideologia maçónica. No regresso a Portugal em 1893 publicou então as Notas do Exílio. Em 1898 publicou o Brasil Mental, em que desenvolveu a sua crítica ao positivismo comteano iniciada vinte anos antes. Em 1909 foi nomeado director da Biblioteca Pública Municipal do Porto mantendo o cargo após a proclamação da República até à sua morte em 1915. O seu pensamento filosófico de crescentes contornos místicos e esotéricos influênciou Fernando Pessoa.

Paulo Costa Domingos, no seu blog de informação bibliográfica, diz-nos o seguinte: "... Em pleno conflito ideológico com Afonso Costa, que chegou a agredir Sampaio Bruno fisicamente, o que levou este último a afastar-se do Partido Republicano, será ainda «[...] na qualidade de jornalista republicano independente que ele vai travar o veemente combate, que foi o seu, contra a ditadura de João Franco. Volta-lhe o ardor combativo de outrora. Escreve quase diàriamente um artigo. Insurge-se contra a supressão dos direitos cívicos e, quando, em 1908, João Franco caiu, logo após o assassinato do rei e do príncipe herdeiro, exclama: “o regicídio é, seguramente, um acto condenável, mas o despotismo não o é menos. O tiranicídio é, na verdade, um crime; mas a tirania é também um crime”. [...]»
. O vertente livro serve História na exactidão dos factos e na conotação posta nos mesmos.

Preço:24,00€

Referência:12981
Autor:CABRAL, Manuel Villaverde
Título:O OPERARIADO NAS VÉSPERAS DA REPÚBLICA (1909/1910)
Descrição:

Editorial Presença, Gabinete de Investigações Sociais, Lisboa, 1977. In-8º de 346 págs. Br. Capa de brochura ilustrada.

Observações:

Este trabalho tem um duplo intento: por um lado, inverter a ordem tradicional do discurso histórico sobre a classe operária (ordem que tem quase invariavelmente procedido das organizações para a classe); por outro lado, inverter a ordem do discurso histórico predominante entre nós sobre as relações entre o operariado e a República de 1910 (ordem que tem sempre procedido da esfera político-ideológica para a esfera socioeconómica). Um estudo que aponta, afinal, para uma maneira diferente de abordar a história em Portugal.

Preço:15,00€

Referência:13404
Autor:CRESPO, José
Título:SANTA ISABELna doença e na morte
Descrição:

Coimbra Editora, Coimbra, 1972. In-8º de 204 págs. Br. Capas de brochura com alguns picos de acidez. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Estudo muito interessante que baseando-se na  vida da Rainha Santa Isabel analisa as condições sociais da época, a acção exercida pela rainha em obras de assistência, e nos dá um vislumbre da medicina no século XIII ao analisar a doença e morte da rainha.

Preço:28,00€

Referência:14460
Autor:DAEHNHARDT, Rainer
Título:PÁGINAS SECRETAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL
Descrição:

Edições Nova Acrópole, Lisboa,1995. Dois volumes cartonados de in-8º de 191 e 227 págs, respectivamente. Encadernação editorial ilustrada, assim como Ilustrado se apresenta ao longoda obra e em extra-texto.

Observações:

Esta obra é um compêndio de várias histórias, mais ou menos secretas organizado por  este historiador luso-alemão acrescentando sempre a sua análise e as fontes a que recorreu para abordar diversos casos omissos e falsas verdades da História de Portugal.

Abordam-se perguntas como, entre muitas outras:

Damião de Goes foi assassinado porque sabia demais? Houve um "Artigo Secreto" no tratado da aliança luso-britânica? A custódia de Belém esteve quase a ser derretida para cunhar moeda? O Mosteiro da Batalha foi vendido em hasta pública para servir de pedreira? Os antepassados de D. Afonso Henriques vieram do Báltico? Os lusitanos eram cristãos-arianos? Lisboetas já tinham ido aos Açores antes dos homens enviados pelo Infante D. Henrique?

Do Índice:

Volume I

- Um Deus Lusitano disfarçadamente ainda venerado
- O secretismo acerca dos Vândalos
- A origem Borgonhesa da 1ª dinastia portuguesa
- Dom João I, Fernão Lopes e a mudança da data
- Porque assassinaram Damião de Goes?
- O Avanço tecnológico do armamento português e sua influência nos contactos co outras culturas
- Lusitânea é a Coroa da Europa
- Para evitar Nova Guerra Portugal comprou o Brasil à Holanda
- O Conde de Lippe, um Homem de Espanto
- Moeda Falsa oficializada
- Dom Fernando II e seu amor por Portugal
- A Aliança Luso-Britânica e sua cláusula secreta
- Campos de concentração portugueses
- Serviço de correio estrangeiro a funcionar em Portugal

Volume II
- Terão Moçárabes lisboetas chegado aos Açores?
- Acerca da pergunta: "Quem foi Lopo de Calvo"?
- Contactos Luso-coptas
- Os cristãos de São Tomé
- Fernão de Magalhães não traiu Portugal
- Um presente português que mudou o Extremo-Oriente
- Uma investigação alemã sobre o falso (?) D. Sebastião
- O sebastianismo, a lenda messiânica portuguesa
- Um canhão no Cabo da Roca
- Uma carta de brasão espanhola passada em Lisboa
- O Duque de Schomberg, herói da Guerra da Restauração
- Uma rainha da Grã-Bretanha passou uma sentença de morte no Brasil
- Zeppelins nos Açores e Madeira
- Perdemos a nossa "Rampa de Lançamento"

Preço:45,00€

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Referência:12816
Autor:FERRÃO, Francisco António Fernandes da Silva
Título:TRATADO SOBRE DIREITOS E ENCARGOS DA SERENISSIMA CASA DE BRAGANÇA.
Descrição:

 Imprensa Academica, Coimbra, 1898. In-8º de XIV-360 págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro na lombada. Ilustrado com um retrato do autor.

INVULGAR.

Observações:

Tratado escrito por  Francisco António Fernandes da Silva Ferrão, Doutor em cânones desde 1820. Maçon. Juiz da Relação de Lisboa. Membro do Supremo Tribunal de Justiça. Ativista do batalhão de voluntários académicos. Deputado em 1834-36, 42-45 e 46. Par do reino desde 1851. Ministro da justiça no governo de Saldanha, entre 22 de Agosto e 18 de Dezembro de 1847. Ministro da fazenda de 5 a 21 de Agosto de 1851.

Aborda temas como, Bens dotaes da fundacão; Dos morgados Algumas reflexões sobre a capella dos Castros e reguengo de Alviella; Acquisicões de outras propriedades e rendimentos, pelos Srs. Duques de Bragança, ja por titulo oneroso, ja por Doacao regia; Algumas reflexões sobre direitos da Serenissima Casa de Bragança no Almoxarifado de Evora Monte;  Quadro geral dos bens patrimoniaes, pertencentes à Serenissima Casa de Bragança: Leis e regras, por que foi regulada, desde a sua instituicão; Algumas consideracões sobre os servicos prestados á Nacão pelos Srs. Duques de Braganca; Conservacão da Serenissima Casa de Bragança em patrimonio ou apanagio do Principe Real, e incompatibilidade com esse encargo de quaesquer outros transmissiveis; Direitos e obrigacões da Serenissima Casa de Bragança em relacão ao Thesouro Publico; Padrões de juro, com assentamento nas rendas da mesma Casa, entre outros.

 

Preço:40,00€

Referência:13746
Autor:LEITÃO, Ruben Andresen
Título:CARTAS DE D. PEDRO V AOS SEUS CONTEMPORÂNEOS
Descrição:

Livraria Portugal, Lisboa, 1961. In-8º de  367 págs. Br. Capas de Brochura empoeiradas e com alguns picos de acidez. Cadernos por abrir. Ilustrado em extra-texto.

Observações:

Obra que reúne a correspondência de D. Pedro V com figuras ilustres  coligidas  Por Ruben Andresen Leitão ( Ruben A.)  que também escreveu a apresentação, estudo e notas.

"o que importa fixar é que não se pode mais estudar o século XIX em Portugal sem recorrer ao que D. Pedro V escreveu — e isto julga ser o melhor tributo que lhe presta quem há mais de uma quinzena de anos dedica os seus estudos a este homem singular, que deu a Portugal o melhor do seu trabalho e da sua vida. A história de Portugal no século XIX, cuja documentação é tão escassa, passa deste modo a contar com mais uma peça fundamental no corpo dos volumes já dados à estampa. o romantismo e o saudosismo históricos, tão em moda em décadas atrás, têm assim os dias contados. É pela obra que os homens se avaliam, e não pelo que po-
diam ter sido, ou pelas interpretações apaixonadas de quaisquer correntes políticas ou históricas. os grandes nomes vivem alheios a elogios fáceis"

Preço:28,00€

Referência:14454
Autor:MARTINS, Rocha
Título:A INDEPENDÊNCIA DO BRAZIL no rumor duma epopeia o levedar duma nação forte
Descrição:

Oficinas Lumen, Coimbra, 1922. In-4º de  407 págs. Encadernação meia francesa em pele. Conserva capas de brochura. Capa e ilustrações de Alberto de Sousa. Profusamente ilustrado ao longo do texto. Acidez generalizada como consequência da qualidade do papel.

Observações:

Obra monumental sobre o começo da independênica do Brasil, encerra os seguintes capítulos: Os antepassados da independência; A revolução de 1820; As revoltas precursoras; O Brasil e as côrtes de Lisboa; O dia do fico; O defensor perpétuo; Nas vésperas da independência; O grito de Ypiranga; No início do império; As revoltas do Brasil e de Portugal; O reconhecimento da independência; O império e a nação.

 

Preço:45,00€

Referência:13838
Autor:MARTINS, Rocha
Título:JOÃO FRANCO E O SEU TEMPO Comentários livres às cartas d'el-rei D. Carlos.
Descrição:

Edição do Auctor, Lisboa, In-8.º de 524 págs. Encadernação meia francesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada. Conserva capas de brochura. Exemplar aparado. Profusamente ilustrado ao longo do texto com reprodução de fotografias, retratos e fac-similes de mensagens, telegramas e outros textos, impressos e manuscritos.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:


Estudo histórico sobre o franquismo, acompanhado de comentários a várias cartas de D. Carlos a João Franco.
Obra de grande interesse para a história dos últimos anos da Monarquia em Portugal.

Encerra capítulos como:
Os meandros da política monárquica em 1906: Uma sessão agitada na Câmara dos Pares; A questão dos tabacos no Parlamento; As oposições; Os primeiros vivas à República; José Luciano e José de Alpoim à luz da verdade; O partido regenerador e o seu chefe; João Franco e o Franquismo; Da defesa de Guimarães à organização Regeneradora_Liberal; Como caíu o Ministério Progressista; De "Fervilha" a "Messias".

Preço:50,00€

Referência:12734
Autor:MELO, Luís de Sousa
Título:VICENTES PHOTOGRAPHOS
Descrição:

Edições Ilhatur, Funchal, 1978. In-8º de 43-(5) págs. Br. Profusamente ilustrado com fotografias ao longo do texto.

 

INVULGAR.

Observações:

Livro de homenagem aos fotógrafos madeirenses Vicente Gomes da Silva (pai e filho) publicado na altura da passagem do seu espólio a Património Público.

Vicente Gomes da Silva foi “Photographo da Casa Real Portuguesa” e também “Photographe de Sa Majesté L’Impératrice d’ Austriche”.

 

Preço:19,00€

Referência:12770
Autor:NOBRE, Eduardo
Título:CASA REALFotografias, Documentos, Manuscritos, Memorabilia
Descrição:

Quimera Editores Lda, Lisboa, 2003.In-4º de 238 págs. Encadernação editorial com sobrecappa. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

 

Observações:

Obra que  "reúne fotografias raras que retratam personagens e fixam momentos fulcrais da história de Portugal. Documentos, manuscritos e autógrafos inéditos constituem uma amostra representativa da correspondência da Família Real, revelando emocionantes pormenores de carácter pessoal, familiar e público. Um conjunto de objectos de memorabilia destaca a representação de retratos de reis e príncipes portugueses, em suportes tão variados quanto o papel recortado, o vidro pintado, a faiança ou mesmo a fotografia aguarelada numa jóia de valor. Valioso – pela extensão, variedade e raridade – é também um conjunto de impressos da Casa Real, com destaque para convites e menus, alguns de casas reinantes europeias e que testemunham acontecimentos a que assistiram membros da Família Real portuguesa. Texto e imagem são o guia para uma fascinante viagem ao passado."

Preço:30,00€

Referência:13067
Autor:PIMENTEL, Alberto
Título:A CORTE DE D. PEDRO IV
Descrição:

Parceria A. M. Pereira, Lisboa, 1972. In-8º de 331-(2) págs. Brochado
 

Observações:


 Estudo histórico muito interessante sobre D. Pedro IV e a sua corte.

 

Preço:15,00€

Referência:14444
Autor:Sem autoria
Título:D. CARLOS DE BRAGANÇA Naturalista e occeanógrafo
Descrição:

Fundação da Casa de Bragança, (Lisboa, 1957). In-4 de 41-(10) págs+ilustrações. Brochado. Com uma dedicatória autógrafa.
Ilustrado à parte sobre papel encorpado com facsimiles de manuscritos, desenhos de utensílios utilizados na campanha oceanográfica, cartas desdobráveis de correntes costeiras realizadas nas campanhas do Yacht Amélia, etc ...

Observações:
Preço:26,00€

Referência:14443
Autor:Sem autoria
Título:CORRESPONDÊNCIA DE EL-REI D. MANUEL II com o Dr. Maurice L. Ettinghausen sobre os LIVROS ANTIGOS PORTUGUESES.
Descrição:

Fundação da Casa de Bragança, (Lisboa, 1957). In-4 de 90-(7) págs. Brochado. Com uma dedicatória autógrafa.

Observações:

Prefácio  de Prof. Dr. M. B. Amzalak.

" Reunem-se neste volume uma interessante colecção de cartas dirigidas por El-Rei Manuel II ao Dr. Maurice Ettinghausen a propósito do seu monumental trabalho de bibliografia, e ainda outras cartas escritas pela sua bibliotecária sobre o mesmo assunto. São acrtas muito interessantes. Nelas se trata da organização, da publicação e da expansão daquele livro valioso. O Senhor D. Manuel manifestou nestas cartas escritas em francês e inglês, não só a sua grande erudição, a sua paixão de coleccionador, o seu desejo de máxima expansão do seu livro, mas também um profundo conhecimento da história, dos homens e da Vida ..."

Preço:19,00€

Referência:13868
Autor:VILHENA, Júlio de
Título:CARTAS INÉDITAS DA RAINHA D. ESTEFÂNIA prefaciadas e comentadas por...
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1922. In-8º de xvii-251 pags. Br.  Capas de brochura envelhecidas e com alguns picos de acidez. Exemplar a necessitar de encadernação.

INVULGAR.

Observações:

Obra que completa, segundo o autor, o estudo sobre D. Pedro V e o seu reinado (1853-1861) pois "As cartas da Rainha D. Estefânia que são, além de uma fotografia da formosa alma da sua autora, também documentos de alto valor para a história do reinado de seu marido"

Preço:18,00€

Referência:14526
Autor:WAGNER, Padre Franz
Título:VIDA E VIRTUDES HEROYCAS DA AUGUSTISSIMA EMPERATRIZ LEONOR MAGDALENA THEREZA Esposa de LEOPOLDO O GRANDE, EMPERADOR DOS ROMANOS, DEDICADA A Serenissima Senhora INFANTE DE PORTUGAL D. MARIA NETA DA MESMA EMPERATRIZ, Composta por hum Religioso da Compa
Descrição:

Na PATRIARCAL OFFICINA DA MUSICA, Lisboa, Anno M. DCC. XXVII (1727). In-4º de xxxiii-487 págs. Encadernação artistica coeva em carneira mosqueada selectivamente a constituir elementos geométricos de decoração limitados por ferros gravados a seco e a ouro nas pastas, com ferros a ouro na lombada em casas fechadas e rolados nas esquadrias das pastas (com cantos coçados), Obra primorosamente impressa em papel de elevada gramagee ilustrada com conjunto apropriado de vinhetas decorativas de grande mestria (brasão da Infanta de Portugal, brasão de armas do Barão de Seegh, Monograma da Companhia de Jesus, monograma do Santo Oficio, monograma do Patriarcado, brasão de armas do Paço Real, brazão de armas da Imperatiz, miniatura do retrato da Imperatriz, mausoléu da Imperatriz e vinheta final); bem como bela estampa aberta a talhe-doce por Röster, ocupando página inteira e desdobrável (com legenda em rodapé), com o retrato a corpo inteiro da Imperatriz Leonor antecendendo a sua biografia.
RARO.

Observações:

Tem no fim um elogio, composto pelo conde da Ericeira D. Francisco Xavier de Menezes.

Preço:300,00€

Referência:13281
Autor:ZAGALLO, Manuel C. de Almeida Cayolla
Título:PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA - Roteiro
Descrição:

Lisboa, 1961. In-4.º de 118-(7) págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto. Os desenhos que ilustram a obra são do artista Alexandre Salgado Dias e as gravuras extra-textos foram executadas sobre fotos do artista Mário Novais.

Observações:

Roteiro muito detalhado do Palácio Nacional da Ajuda.

Do prefácio do Dr. João Couto:

"Dos Palácios Nacionais, mantidos pela Direcção-Geral da Fazenda Pública, do Ministério das Finanças, o único que se encontra no perímetro de Lisboa é o Palácio da Ajuda.
Magnífica habitação Real, o edifício ou foi utilizado pelos monarcas ou tem servido para pompas oficiais nos recentes anos da vida nacional.
Circunstâncias favoráveis permitiram que o seu recheio se conservasse com bom aspecto e em condições de ser utilizado e, por isso, esta casa, dos princípios do século XIX, apresenta-se como um museu de grande valia para os que pretendem auscultar a vida e os arranjos das habitações numa época da qual, por incúria ou desinteresse, os exemplos vão tristemente rareando."

Preço:23,00€
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