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Módulo background

Monarquia

Foram localizados 60 resultados para: Monarquia

 

Referência:13007
Autor:BAIÃO, António; COELHO, P. M. Laranjo
Título:DUAS CONFERÊNCIAS NO PAÇO DUCAL DE VILA VIÇOS
Descrição:

Fundação da Casa de Bragança, Lisboa, 1956. In-4º de 71-(9) págs. Br. Ilustrado com reproduções de fac-símiles em extra-texto. valorizado pela dedicatória do Presidente do Conselho de Administração da Casa de Bragança ao professor Paulo Quintela.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

 

Observações:

Encerra os textos de duas conferências: "Vasco da Gama e as suas expedições à Índia (com documentos novos)" pelo Dr. António Baião e "D. João IV e o diplomata D. Vasco Luís da Gama, 5.º Conde da Vidigueira - 1.º Marquês de Nisa" pelo Dr. P. M. Laranjo Coelho.

Preço:10,00€

Referência:12509
Autor:CABRAL, António
Título:AS MINHAS MEMÓRIAS DE JORNALISTA Memórias. Casos da política. Lutas da imprensa. Cartas inéditas
Descrição:

Edições Gama, Lisboa, 1949. In-8.º de 195-(1) págs. Br. Capas de brochura ligeiramente empoeiradas.

INVULGAR.

Observações:

Autobiografia de apreciável interesse para o conhecimento da vida cultural e política de finais do séc. XIX e primeiro quartel do séc. XX, que destaca o papel do autor em assuntos da mais diversa importância, nomeadamente como jornalista monárquico.
Tecendo opiniões pessoais quanto ao papel do jornalista, enquanto profissional condicionado por inúmeros acontecimentos de cariz tanto histórico como político.

“prossiga eu, ou não, na minha labuta de escritor, aqui deixo aos que me têm acompanhado nessa
lida em que tanto me tenho afanado, mais este livro de «Memórias», que, se pouco vale, pode, contudo, servir de lição e ensinamento aos que enveredaram pela carreira dura e áspera do jornalismo, com a irreflexão própria de quem julga ter diante de si estrada recta, plana e lisa, quando é certo que tem de precaver-se contra obstáculos, fossos e trincheiras, que não é fácil transpor”.

Preço:26,00€

Referência:12981
Autor:CABRAL, Manuel Villaverde
Título:O OPERARIADO NAS VÉSPERAS DA REPÚBLICA (1909/1910)
Descrição:

Editorial Presença, Gabinete de Investigações Sociais, Lisboa, 1977. In-8º de 346 págs. Br. Capa de brochura ilustrada.

Observações:

Este trabalho tem um duplo intento: por um lado, inverter a ordem tradicional do discurso histórico sobre a classe operária (ordem que tem quase invariavelmente procedido das organizações para a classe); por outro lado, inverter a ordem do discurso histórico predominante entre nós sobre as relações entre o operariado e a República de 1910 (ordem que tem sempre procedido da esfera político-ideológica para a esfera socioeconómica). Um estudo que aponta, afinal, para uma maneira diferente de abordar a história em Portugal.

Preço:15,00€

Referência:13108
Autor:CARVALHO, Miguel de.
Título:MERCÊS DE D. TEODÓSIO II DUQUE DE BRAGANÇA.
Descrição:

Fundação da Casa de Bragança, Lisboa, 1967. In-8º XI-426 págs. Br. Cadernos por abrir. Ilustrado com duas reproduções de retratos de D. Teodósio. Capas de brochura com ligeiros cortes marginais.

Observações:

Obra com indice onomástico dos beneficiados pelo duque de Bragança e suas referências biográficas.

Preço:25,00€

Referência:12309
Autor:CHAGAS, João & COELHO, Ex-Tenente
Título:HISTÓRIA DA REVOLTA DO PORTO DE 31 DE JANEIRO DE 1891 (Depoimento de dois cúmplices)
Descrição:

Empreza Democrática de Portugal Editora, Lisboa, 1901. In-8.º de IV-470 págs. Encadernação inteira em tecido estampado com motivos florais, Ligeiro aparo e com rótulo de pele preta com dizeres dourados na lombada. Ilustrado ao longo do texto e em extra-texto..

Observações:

"Esta obra pretende ser o primeiro passo para a consagração d'esse movimento revolucionário..."

Trata-se da mais conhecida obra sobre a falhada revolta republicana de 1891. Ilustrado com várias fotografias de personalidades da época, reproduções de documentos, etc, algumas em folha à parte e a cores.

Preço:65,00€

Referência:12484
Autor:COSTA, Júlio de Sousa e
Título:D. MARIA II 1819-1853 (episódios do seu tempo)
Descrição:

Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa ,1947. In-8º de 207 págs. Br.  Capas de brochura ligeiramente empoeiradas.

Observações:

Curiosa biografia romanceada de D. Maria II, sendo bastante interessante para  o estudo do seu reinado e época..

Preço:17,00€

Referência:13404
Autor:CRESPO, José
Título:SANTA ISABELna doença e na morte
Descrição:

Coimbra Editora, Coimbra, 1972. In-8º de 204 págs. Br. Capas de brochura com alguns picos de acidez. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Estudo muito interessante que baseando-se na  vida da Rainha Santa Isabel analisa as condições sociais da época, a acção exercida pela rainha em obras de assistência, e nos dá um vislumbre da medicina no século XIII ao analisar a doença e morte da rainha.

Preço:28,00€

Referência:12517
Autor:DIAS, C. Malheiro
Título:ZONA DE TUFÕES
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, 1912. In-8.º de 589-(1) págs. Br. Ocasionais picos de acidez.

Observações:

Obra de análise histórica bastante polémica na recensão dos acontecimentos após a implantação República Portuguesa.

"Este livro continua na intenção e na matéria a obra "Do Desafio á Debandada", e porque lhe faltem as condições essenciaes para ser considerado um trabalho historico, o offerecemos ao leitor como um simples indice, embora prolixo, dos sucessos politicos inlcuidos no período que decorre desde a incursão monarchica de Outobro (1911) até a catastrophe sinistra de Miragaya, que consideramos como o corolario do desvario nacional n'estas sombrias páginas narrado."

Preço:18,00€

Referência:12816
Autor:FERRÃO, Francisco António Fernandes da Silva
Título:TRATADO SOBRE DIREITOS E ENCARGOS DA SERENISSIMA CASA DE BRAGANÇA.
Descrição:

 Imprensa Academica, Coimbra, 1898. In-8º de XIV-360 págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro na lombada. Ilustrado com um retrato do autor.

INVULGAR.

Observações:

Tratado escrito por  Francisco António Fernandes da Silva Ferrão, Doutor em cânones desde 1820. Maçon. Juiz da Relação de Lisboa. Membro do Supremo Tribunal de Justiça. Ativista do batalhão de voluntários académicos. Deputado em 1834-36, 42-45 e 46. Par do reino desde 1851. Ministro da justiça no governo de Saldanha, entre 22 de Agosto e 18 de Dezembro de 1847. Ministro da fazenda de 5 a 21 de Agosto de 1851.

Aborda temas como, Bens dotaes da fundacão; Dos morgados Algumas reflexões sobre a capella dos Castros e reguengo de Alviella; Acquisicões de outras propriedades e rendimentos, pelos Srs. Duques de Bragança, ja por titulo oneroso, ja por Doacao regia; Algumas reflexões sobre direitos da Serenissima Casa de Bragança no Almoxarifado de Evora Monte;  Quadro geral dos bens patrimoniaes, pertencentes à Serenissima Casa de Bragança: Leis e regras, por que foi regulada, desde a sua instituicão; Algumas consideracões sobre os servicos prestados á Nacão pelos Srs. Duques de Braganca; Conservacão da Serenissima Casa de Bragança em patrimonio ou apanagio do Principe Real, e incompatibilidade com esse encargo de quaesquer outros transmissiveis; Direitos e obrigacões da Serenissima Casa de Bragança em relacão ao Thesouro Publico; Padrões de juro, com assentamento nas rendas da mesma Casa, entre outros.

 

Preço:40,00€

Referência:13209
Autor:FONSECA, Faustino da
Título:EL-REI D. MIGUEL Chronica popular do absolutismo
Descrição:

Guimarães & C.ª , Lisboa, 1905. In-8º de 524 págs. Encadernação em tela. Não conserva capas de brochura. Profusamente ilustrado com retratos e monumentos.

 

Observações:

Crónica do Reinado de D. Miguel que encerra capítulos como

Constitucional ou absoluto; Contra a Maçonaria;  A conspiração maçónica ; O corpo diplomático;A independa do Brasil; D. Miguel reconhece D. Pedro como rei; O goveruo constitncional; Invasão miguelista; Commentarios dos estrangeiros

Excerto sobre a Rainha:

"No torpor da sesta, sorvendo com delicia pitadas de rapé, que mais lhe sujavam de polvilhos o penteador, a rainha D. Carlota Joaquina, também hespanhola, outr’ora companheira nas danças, mas agora derrancada e gasta, feia, bexigosa, a face descahida, a bocca de maus dentes, fatigada de excessos, velha já aos quarenta e oito anos, encruzada n’um tapete de veludo, onde mais se amesquinhava a saia de chita, fundo amarello em ramos verdes, gosava o espectaculo excitante, embriagada de prazer, olhos húmidos, peito arquejante, narinas dilatando-se nervosas."

Preço:27,00€

Referência:12987
Autor:FRANCO, João
Título:CARTAS D'EL-REI D. CARLOS I A JOÃO FRANCO CASTELLO-BRANCO SEU ULTIMO PRESIDENTE DO CONCELHO
Descrição:

Livrarias Aillaud e Bertrand, s/l, 1924. In-8.º de 338 págs. Encadernação moderna inteira de sintético azul. O exemplar apresenta ocasionais picos nas capas. POR APARAR e com os cadernos fechados. 5ª edição.

Observações:

Obra onde o autor qual transcreve e comenta a correspondência trocada com o soberano, entre Maio de 1906 e Dezembro de 1907. No capítulo final da obra, João Franco relata a forma como viveu os dramáticos momentos do Regicídio.
Apresenta fac-similes das cartas.

Preço:25,00€

Referência:12991
Autor:GAMA E CASTRO, José da
Título:O NOVO PRINCIPE ou oespirito dos governos monarchicosPor... Segunda edição. Revista e consideravelmente augmentada pelo autor
Descrição:

Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e Comp., Rio de Janeiro, 1841. In-8º de 404 pags. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. miolo com algumas manchas de humidade. A página 33 foi dactiloscrita.

MUITO INVULGAR.

Observações:

Segunda edição  desta obra, publicada  depois do autor, no ano anterior, ter publicado uma tradução portuguesa de The Federalist.
Contra a máxima de Thiers, segundo a qual, "rei reina, mas não governa" o autor propõe um outro aforismo, "o rei governa, mas não administra". Considera que as "leis fundamentais" e os "corpos intermediários" é que distinguem a monarquia do despotismo, pois  "tanto no despotismo como na tyrannia o procedimento de quem manda he arbitrario; mas no primeiro caso he arbitrario por falta de lei, e no segundo porque se abusa, porque se despresa, ou porque se calca a lei".
Afirma que  "todos os governos possíveis são ou relativamente bons ou relativamente máos conforme as circunstâncias da nação a que se applicão; mas o único bom para huma nação determinada he aquelle que resulta da história, isto he, da experiência dessa nação". Faz a distinção entre  legitimidade e legalidade "nunca he possível ir dar na história do mundo com o momento da sociedade constituindo-se, mas sempre com a sociedade constituída". Porque "as relações entre os differentes membros da sociedade não se fizerão, apparecerão já feitas". Já a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica:"certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são ao mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes"


Inocêncio IV, 358 e 340.
“Diz-se que a primeira edição, constando de menor numero de capitulos, se publicára em Lisboa. Nem a vi, nem d’ella pude achar até agora noticias mais precisas. Da segunda edição possuo um exemplar desde muitos annos. José da Gama e Castro, Era filho de Mauricio José de Castro e Sá, natural de Sernancelhe, empregado na camara ecclesiastica de Coimbra. Nasceu em 1795, sendo baptisado em 21 do mesmo mez na igreja de S. João de Almedina da mesma cidade, sendo padrinho o bispo conde D. Francisco de Lemos. Fez formatura em medicina na universidade de Coimbra no anno de 1819, recebendo o grau de doutor em philosophia em 1820. Consta que exerceu a clinica em Villa Real de Traz os Montes por 1832. Lançado por suas convicções politicas no partido do sr. D. Miguel, a quem serviu com grande zêlo e dedicação, foi por elle nomeado Physico-mór do exercito, e incumbido de outras commissões importantes. Depois de assistir ao desfecho da lucta politica em 1834, emigrou de Lisboa em Dezembro d’esse anno, e apoz uma longa digressão emprehendida por varios paizes da Europa, resolveu transportar-se para o Brasil. Morreu em Paris a 8 de setembro de 1873.”

 

José da Gama e Castro foi Médico desde 1819. Assume-se como miguelista. Físic o-mor em 1834. Emigra para a Itália em Dezembro de 1834, onde redige O Precursor, órgão do miguelismo no exílio. Em 1837 passa pela Suíça e pela Alemanha. Instala-se no Brasil a partir de 1838, onde publica as suas obras, destacando-se a tradução portuguesa de The Federalist e o tratado O Novo Príncipe,considerado como uma espécie de bíblia do pensamento contra-revolucionário português do século XIX, apesar de ser pouco densa e nada original. Considera que a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica: "certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são a o mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes".

 

Preço:50,00€

Referência:13221
Autor:LIMA, Henrique de Campos Ferreira
Título:PRINCESAS ARTISTAS (As filhas de El-Rei D. José)
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1925.In-8º de 68 págs. Br. Ilustrado em extra-texto com 10 estampas.

Observações:

Estudo com interesse histórico sobre os dotes artisticos das infantas, filhas de D. José.

Preço:26,00€

Referência:12990
Autor:MACEDO, Jorge Borges de; BOTELHO, Afonso; LARA, António de Sousa; RAPOSO, Mário; SERRÃO, Joaquim Veríssimo
Título:ESTUDOS SOBRE A MONARQUIA
Descrição:

Tipografia Cardim, Lisboa, 1984. In-4.º de 230-(4) págs. Br.

PRIMEIRA EDIÇÃO. Faz-se acompanhar de uma carta autógrafada.

Observações:

Esta obra é o resultado das conferências no Grémio Literário, que decorreram entre 2 de Novembro e 14 de Dezembro de 1982 e que  contribuíram para uma ideia de  Monarquia que tinha entrado na modernidade. A longa introdução é como que o «ponto da situação» da praxis monárquica ao tempo das conferências. Os textos dos conferencistas foram a base da doutrina que tem acompanhado novas gerações monárquicas.

Preço:24,00€

reservado Sugerir

Referência:13521
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:REFUTAÇÃO DO MONSTRUOSO, E REVOLUCIONÁRIO ESCRIPTO IMPRESSO EM LONDRES INTITULADO QUEM HE LEGITIMO REI DE PORTUGAL? Questão portuguesa submetida ao juizo dos homens Imparciais. Londres. Impresso na Officina Portugueza. 1828
Descrição:

Impressão Regia, Lisboa, 1828. In-8º de 80 págs. Cartonagem moderna em papel marmoreado.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Importante manifesto político, encomendado pelo Intendente da Policia, de ordem do governo para ser distribuído gratuitamente por todas as comarcas do Reino. Inocêncio, Tomo IV, pág. 197. É a resposta ao opúsculo "Quem é o legitimo Rei de Portugal?" de Paulo Midosi.
Inocêncio refere este facto nas "Memorias para a Vida Íntima de José Agostinho de Macedo":
"Produziu este opusculo uma extraordinaria impressão no governo de D. Miguel, o qual erradamente suppunha que o auctor era Almeida Garrett, quando aliás tinha sido Paulo Midosi. "N'estas circumstancias o Intendente geral da Policia, por ordem do governo miguelista, encarregou José Agostinho de Macedo de escrever uma resposta ao opusculo liberal."

Preço:70,00€

Referência:13105
Autor:MACEDO, Maria Candida Consolação
Título:REI DOM CARLOS campanhas oceanográficas.estudo das colecções malacológicas
Descrição:

Edições Inapa, Lisboa, 1996. In-4º de 188 pags. Encadernação editorial com sobrecapa. Profusamente ilustrado ao longo do texto. Publicado com o patrocínio da Shell Portuguesa. Edições Culturais da Marinha no Centenário das Campanhas Oceanográficas do Rei D. Carlos. 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra bilingue (português e inglês) sobre as campanhas oceanográficas do Rei D. Carlos e com fichas descritivas dos espécimes estudados nessas campanhas.

Preço:35,00€

Referência:12734
Autor:MELO, Luís de Sousa
Título:VICENTES PHOTOGRAPHOS
Descrição:

Edições Ilhatur, Funchal, 1978. In-8º de 43-(5) págs. Br. Profusamente ilustrado com fotografias ao longo do texto.

 

INVULGAR.

Observações:

Livro de homenagem aos fotógrafos madeirenses Vicente Gomes da Silva (pai e filho) publicado na altura da passagem do seu espólio a Património Público.

Vicente Gomes da Silva foi “Photographo da Casa Real Portuguesa” e também “Photographe de Sa Majesté L’Impératrice d’ Austriche”.

 

Preço:19,00€

Referência:13106
Autor:MORAES SARMENTO, José Estevão de
Título:D. PEDRO I E A SUA ÉPOCA Por... General de Divisão; Antigo deputado, Par do reino e Ministro da Guerra (etc)
Descrição:

Imprensa Portuguesa, Porto, 1924. In-8º de XLIV-562 págs. Br. Encadernação meia inglesa com dizeres a ouro na lombada.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR

Observações:

Biografia de Dom Pedro I que causou alguma polémica pelo facto de o autor contestar algumas dos factos escritos por Fernão Lopes, até aí dados como verdadeiros.

Preço:35,00€

Referência:12770
Autor:NOBRE, Eduardo
Título:CASA REALFotografias, Documentos, Manuscritos, Memorabilia
Descrição:

Quimera Editores Lda, Lisboa, 2003.In-4º de 238 págs. Encadernação editorial com sobrecappa. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

 

Observações:

Obra que  "reúne fotografias raras que retratam personagens e fixam momentos fulcrais da história de Portugal. Documentos, manuscritos e autógrafos inéditos constituem uma amostra representativa da correspondência da Família Real, revelando emocionantes pormenores de carácter pessoal, familiar e público. Um conjunto de objectos de memorabilia destaca a representação de retratos de reis e príncipes portugueses, em suportes tão variados quanto o papel recortado, o vidro pintado, a faiança ou mesmo a fotografia aguarelada numa jóia de valor. Valioso – pela extensão, variedade e raridade – é também um conjunto de impressos da Casa Real, com destaque para convites e menus, alguns de casas reinantes europeias e que testemunham acontecimentos a que assistiram membros da Família Real portuguesa. Texto e imagem são o guia para uma fascinante viagem ao passado."

Preço:30,00€

Referência:13014
Autor:PAIS, Fr. Álvaro
Título:ESPELHO DOS REIS Vol. I
Descrição:

Instituto de Alta Cultura, Lisboa, 1955. In-4º de 489-(7) págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Obra de Álvaro Pais, Bispo de Silves que antes exercera o cargo de Secretário do Papa João XXII, em Avinhão,  que é uma espécie de manual do bom governo. O autor considera que o poder político vem de Deus, indicando três formas como rectamente chega uma pessoa ao governo. A primeira "quando é posta à frente das outras por geral e comum consenso da multidão (communi consensu multitudinis)"; a segunda, "por especial mandato do próprio Deus, como sucedeu no povo israelítico"; a terceira "por instituição daqueles que fazem as vezes de Deus". Este livro é considerado o primeira obra conhecida de filosofia política escrito em Portugal, contudo as informações nele contidas abrangem aspectos que ultrapassam o pensamento político, abordando temas de interesses diversos para o estudo da Península Ibérica.

Preço:29,00€

Referência:13067
Autor:PIMENTEL, Alberto
Título:A CORTE DE D. PEDRO IV
Descrição:

Parceria A. M. Pereira, Lisboa, 1972. In-8º de 331-(2) págs. Brochado
 

Observações:


 Estudo histórico muito interessante sobre D. Pedro IV e a sua corte.

 

Preço:15,00€

Referência:13250
Autor:PINA, Mariano
Título:O ESPECTRO Castigo semanal da politica
Descrição:

Edição do autor, Porto, 1890. Conjunto de cinco opúsculos  (os quatro primeiros e o nº7) em in-8 de 16-19-15-19-15 págs. Encdernação em papel com picos de acidez. Conserva todas as capas de brochura. Aparado com algum prejuizo para a leitura. O n.º 4 saiu com o título "Novo espectro".

RARO.

 

Observações:

Conjunto de cinco opúsculos publicados por Mariano Pina em 1890, em consequência das leis contra a liberdade de imprensa que vigoravam  nessa altura. Numa carta dirigida a Bordalo Pinheiro ele  aborda o assunto " As estas horas já deves ter recebido o 1º numero d’um panphleto semanal, o Espectro que acabo de lançar e que sahirá todos os sabbados. Esse panphleto será a expressão exacta do asco que causa a todo o portuguez a situação politica e financeira que nos criou este governo no estrangeiro, e principalmente na França. Hoje somos perante a Europa mais do que um povo ridículo – somos um povo enlameado.Toda a auctoridade e dictadura tem a sua razão de ser (...) mas d’ahi á mascarada a que estamos assistindo desde a famosa lei de 9 de Abril contra a imprensa – é o que é loucura fazer-se, mais do que uma loucura – um crime.” avisando que ” O Espectro diz
coisas do diabo. Ora enquanto o não suprimem, recommenda-o vivamente aos leitores dos Pontos nos ii e diz-me se a leitura te agradou. Mais te peço (...) que me mandes para Paristodos os jornaes governamentaes em que eu vou passar a ser insultado e difamado ".

Preço:35,00€

Referência:13023
Autor:SARDINHA, António
Título:PROCESSO DUM REI
Descrição:

Livraria Civilização Editora, Porto, 1937. In-8º de 158-(1)págs. Br.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Neste livro  o autor aborda a soberania e legitimidade ou não do Rei D. Miguel no direito ao trono de Portugal.

Antonio Sardinha foi um dos grandes ideologos do nacionalismo portugues do primeiro quartel do seculo passado. Tradicionalista, antiparlamentarista e defensor de uma monarquia organica, foi um dos destacados dirigentes do Integralismo Lusitano - e talvez o maior dos seus ideologos.


"Mas a legitimidade não é apenas determinada pelo direito dinástico do soberano. Para que esse direito exista, importa saber como se formula e adquire. Oiçamos Ribeiro Saraiva definir-nos a legitimidade: «...la Légitimité ne consiste pas seulement en ce que Don Miguel soit la personne qui occupe le thrône, mais en ce que les véritables Contracts Sociaux, le véritable Droit Public Portugais, la véritable ancienne Constitution Nationale, soient observés». (Mémorandum d'ne conference... avec Lord Grey).
Conforma-se a opinião do ilustre escritor tradicionalista e diplomata de El-Rei D. Miguel I com a opinião corrente dos publicistas. Por exemplo, De la Barre de Nanteuil já entendia que «a restauração da monarquia não é simplesmente o Poder restituído ao Rei, mas a restauração de todas as leis fundamentais do povo».
Não se veja agora, nem nos Contracts Sociaux, de Ribeiro Saraiva, nem nas Leis fundamentais do povo, de la Barre da Nanteuil, um regresso ao mito romântico da vontade nacional. As leis fundamentais do povo são as liberdades municipais, corporativas e provinciais. Entre nós, com o serem os antigos foros e franquias do reino, eram ainda os actos das côrtes de Lamego, que, se são apócrifas debaixo do ponto de vista histórico, tiveran força legal, por serem recebidos como direito político da Nação nas côrtes de 1641, que reconheceram como lei legítimo a D. João IV."

Preço:20,00€

Referência:13164
Autor:SOUSA COSTA, Alberto
Título:HERÓIS DESCONHECIDOS Lisboa Revolucionária
Descrição:

Livraria Editora Guimarães,  Lisboa, 1935.In-8º de 324 pags. Br. Cadernos por abrir,

 

Observações:

Livro de memórias relativas aos primeiros anos da República, onde Sousa Costa retrata  protagonistas locais desconhecidos.


"Alguns episódios destas páginas colhi-os em três, quatro e mais fontes – cada uma dando-me a sua versão, a sua verdade, sinceras muitas vezes, embora por vezes absolutamente contraditórias.

Por isso, eu sei que vai repetir-se com o livro Heróis Desconhecidos o caso já experimentado como romance Coração de Mulher – os acontecimentos políticos que condicionam o drama sentimental carimbados de legítimos ou ilegítimos conforme as becas que os julgam. Os republicanos acham-lhe sabor monárquico. Os monárquicos feição republicana. E no entanto, mereceu a António José de Almeida a afirmação, tal a sua comunicativa sinceridade, de que teria adiantado em meses a segunda amnistia aos presos realistas, se meses antes dela tivesse vindo a público."

Preço:28,00€

Referência:12680
Autor:SOUSA, Gen. Gomes de
Título:MEIO SÉCULO DE VIDA MILITAR 1888 - 1938
Descrição:

Coimbra Editora, Coimbra, 1938. In-8º de 209-(5) págs. Br. Cadernos por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Relato autobiográfico muito interessante  onde o autor narra o seu percurso militar que começa no final da Monarquia e vai até ao começo da Ditadura Militar.

Preço:15,00€

Referência:12972
Autor:VALE, A. de Lucena e
Título:GENTE DE PROL Evocações e Rectificações Históricas
Descrição:

Edição de autor, Viseu, 1967. In-8º de 236 págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Cadernos por abrir. Capas de brochura ligeiramente empoeiradas.
 

RARO.

Observações:

Monografia regional muito invulgar, com interesse histórico e artístico, abordando a genealogia de vários descendentes da Casa Real portuguesa e a sua relação com Viseu.

Preço:32,00€

Referência:13281
Autor:ZAGALLO, Manuel C. de Almeida Cayolla
Título:PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA - Roteiro
Descrição:

Lisboa, 1961. In-4.º de 118-(7) págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto. Os desenhos que ilustram a obra são do artista Alexandre Salgado Dias e as gravuras extra-textos foram executadas sobre fotos do artista Mário Novais.

Observações:

Roteiro muito detalhado do Palácio Nacional da Ajuda.

Do prefácio do Dr. João Couto:

"Dos Palácios Nacionais, mantidos pela Direcção-Geral da Fazenda Pública, do Ministério das Finanças, o único que se encontra no perímetro de Lisboa é o Palácio da Ajuda.
Magnífica habitação Real, o edifício ou foi utilizado pelos monarcas ou tem servido para pompas oficiais nos recentes anos da vida nacional.
Circunstâncias favoráveis permitiram que o seu recheio se conservasse com bom aspecto e em condições de ser utilizado e, por isso, esta casa, dos princípios do século XIX, apresenta-se como um museu de grande valia para os que pretendem auscultar a vida e os arranjos das habitações numa época da qual, por incúria ou desinteresse, os exemplos vão tristemente rareando."

Preço:23,00€
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