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Módulo background

Polémica

Foram localizados 50 resultados para: Polémica

 

Referência:12971
Autor:autoria indefinida
Título:RETRATO DOS JESUITAS feito ao natural pelos mais sabios, e mais illustres catholicos: OU JUIZO FEITO A CERCA DOS JESUITAS pelos maiores, e mais esclarecidos homens da igrejae do estado: DESDE O ANNO DE 1540, EM QUE FOI A SUA FUNDAÇÃO...
Descrição:

Officina de Miguel Rodrigues, Lisboa, 1761. In-8º de 256 págs. Encadernação inteira em pele, com sinais de desgaste superficial, decorada com dizeres e flores a ouro na lombada. Com algumas e muito leves manchas de humidade no miolo no entanto sem perturbar a leitura do texto.
 

Obra extremamente RARA.

Observações:

Colecção de textos anti-jesuíticos , traduzidas do francês para o português, na altura em que começou a expulsão dessa ordem de Portugal. Muito interessante para saber as opiniões que corriam pelos reinos da Europa. Os membros da Companhia de Jesus são logo à entrada apresentados por Melchior Cano, bispo de Canárias, como os percursores do Anticristo, classificando esta Ordem de anticristã: “Dizia este ilustre e religioso prelado que esta Companhia causaria à Igreja males sem número, que era uma sociedade anticristã, companhia de percursores do Anticristo, que não podia deixar de aparecer brevemente; pois começaram a aparecer os seus percursores e os seus emissários".

Preço:180,00€

Referência:13187
Autor:BOMBARDA, Miguel
Título:A SCIENCIA E O JESUITISMO. Replica a um padre sabio.
Descrição:

Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1900. In-8º de VIII-191-(3) págs.  Encadernaçãp meia francesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada. Ilustrado com a reprodução de uma gravura  antiga, de  Hogenberg, que  representa "O  Auto  de  Fé  de  Valladolid  em  1559".

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Obra que integra uma polémica entre Miguel Bombarda e o padre Manuel Fernandes de Santanna. Em 1899  Miguel Bombaarda publicara A Consciência e o Livre Arbítrio, a que o padre Manuel Fernandes de Santanna,responde  fazendo sair Questões de Biologia? O materialismo em face da Sciencia. Em resposta contra o jesuíta, o autor publica este A Sciencia e o jesuitismo replica a um padre sábio, que apresentando  numerosos  excertos  do  livro  em  causa e os contradize onde é notório o anticlericalismo do autor.


"Em trabalho anterior defendi a ideia da relegação dos condenados em ilha bem perdida por esses mares, onde não possam prejudicar nem procriar. Com os jesuítas, que menos prezam os arrebatementos místicos do que as comodidades da vida, haveria uma razão maior, e é a da arredar todo o perigo de propaganda, que é talvez ainda mais grave do que qualquer dos outros malefícios que lhes podemos dever. Seria uma prática sensata e tranquilamente apontada  pelos séculos de atraso que a humanidade lhes deve.Numa ilha bem perdida, onde não mais pudessem fartar de riquezas nem mais fantasiar os espíritos ingénuos (...) de vez se teriam extinguido."

 

Preço:42,00€

Referência:13554
Autor:BRANCO, Camilo Castelo
Título:A SENHORA RATTAZZI
Descrição:

Livraria Internacional de Ernesto Chardron Editor, Porto e Braga, 1880. In-8º de 30-II págs. Encadernação meia francesa em chagrin com dizeres e florões em casas fechadas. Conserva capas de brochura anterior, reforçada nas margens. Ante-rosto com os dizeres A SENHORA RATTAZZI enquadrados numa bonita e romântica moldura de composição tipográfica.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR

Observações:

Primeira edição deste folheto da Questão Rattazzi, polémicas em que Camilo se envolveu a propósito do livro escrito pela Princesa Rattazzi sobre Portugal. Este livro é a resposta às provocações da Sr.ª Rattazzi e termina da seguinte maneira:
“Em conclusão: o seu livro não é cano de escorrencias muito nauseabundas, nem é canal de noticias uteis, tirante a dos hoteis infamados de persevejos; não é pois cano, nem cabal; mas é canudo, porque custa sete tostões; e — vá de calão — como troça e bexiga, é caro.”

Inocêncio. XVIII, 144. “A questão Rattazzi: esteve por differentes vezes em Portugal uma dama estrangeira, de origem italiana ou ingleza, que se apresentou com o titulo de Princeza Rattazzi dizendo-se aparentada com a familia Imperial Bonaparte, o que, aliás, segundo consta de informações notorias, as auctoridades francezas não permittiam officialmente. algumas folhas francezas, hespanholas e italianas tinham falado d"ella a proposito de seus escriptos dados ao prelo, dos seus consorcios e de varios incidentes da sua vida aventurosa. Da ultima vez que se demorou em Lisboa, por 1879, lembrou-se ella de escrever um livro de viagem acerca de Portugal: mas, ou por falta de estudo, ou por leviandade, acreditando em esclarecimentos ministrados por pessoas de sua intimidade e de acanhada consciencia quanto aos factos que inculcaram, o certo e que fizeram cair Maria Rattazi em dislates e erros gravissimos, como lhe foi demonstrado. O seu livro, pois, deu margem larga e extensa á publicacão de outras obras de refutação aspera, em que a auctora, apesar do sexo, da idade, do nome aristocratico e da fama de que se fazia cercar, e em que desejava escudár-se, padecem duros ataques, sendo os mais vivos, mordazes e acerados os que lhe vibraram sem piedade Camillo Castello Branco e Urbano de Castro, que assignava os seus escriptos sob o pseudonymo chá-ri-vá-ri. Estas controversias e criticas tomaram o caràcter de verdadeiro escandalo litterario e foram só é alastrando pela imprensa de todas as cidades, em artigos soltos, em folhetins e em correspondencias”.

Preço:90,00€

Referência:12473
Autor:CARDOSO, Joaquim
Título:FERREIRA DE CASTRO DESMASCARADO -A verdade àcêrca do romance
Descrição:

Livraria Renascença - J. Cardoso, Lisboa, 1953. In-8.º de 40 págs. Br. Rubrica de posse, no ante-rosto.

 

RARO.

Observações:

Curioso opúsculo em que Joaquim Cardoso denuncia a alegada desonestidade por parte de Ferreira de Castro na escrita do romance "Emigrantes", alegando que os documentos que estiveram na base do argumento ficcional do livro serem da sua autoria, e também de ter perdido os direitos de publicação em favor da Livraria Guimarães.

Preço:18,00€

Referência:13538
Autor:COUTO, António Maria do
Título:MANIFESTO CRITICO, ANALYTICO E APOLOGETICO em que se defende o insigne vate Luiz de Camõs, da mordacidade do discurso preliminar, que precede ao poema Oriente; e se demonstrão os infinitos erros do mesmo poema
Descrição:

Na Impressão de J.F.M de Campos, Lisboa, 1815. In-8º de 104-(1) págs. Encadernação modesta meia inglesa, desgastada, com dizeres a ouro na lombada. Rótulo de papel de núemro de ordem de biblioteca na pasta.

INVULGAR.

Observações:

Folheto onde o António Maria do Couto tece considerações e condena  o poema "O Oriente" da autoria de J. A. Macedo, que este pretendia melhor que "Os Lusíadas" de Camões.

Preço:45,00€

Referência:13191
Autor:DINIZ , Pedro
Título:AS FOLHAS CAHIDAS APANHADAS A DENTE e publicadas em nome da moralidade por Amaro Mendes Gaveta antigo collaborador do Palito Metrico.
Descrição:

em Casa de F.G. da Fonseca, Porto, 1854. In-8º de 24 págs. Encadernação moerna e modesta em pano com dizeres e florões em rótulo na lombada com gralha na atribuição de autoria. Conserva capas de brochura. Ocasionais picos de humidade própria da qualiiade do papel. Capas com restauros.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Sobre esta paródia escreveu Henrique Campos Ferreira Lima o seguinte: "Deplorável! Todo o paiz e as colonias e o Brazil se riram das 'Folhas cahidas' de Garrett, desde que a satyra de Pedro Diniz as abaixou ao raso da mordacidade que escancara sempre uma gargalhada quando topa um amor senil a carpir-se com lastimas de criança amuada".

Preço:50,00€

Referência:13539
Autor:ESTRADA, Raymundo Manoel da Silva
Título:CONFRONTAÇÃO MINUCIOSA DOS DOIS POEMAS LUSÍADAS, E ORIENTE,Defensa imparcial do grande Luiz de Camões contra as invectivas, e embustes do discurso preliminar do Oriente composto pelo padre José Agostinho de Macedo, em que se prova as suas falsas
Descrição:

Imprensa Nevesiana, Lisboa, 1834. In-8º de 56 págs. Encadernação moderna meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada sobre rótulo de pele vermelha. Frontspício com ex-libris.

INVULGAR.

Observações:

Folheto onde o autor faz uma comparação minuciosa dos Lusíadas e do Oriente, criticando o poema de Agostinho de Macedo e acima de tudo o Discurso Preliminar que antecede o poema de Macedo.

Preço:40,00€

Referência:13522
Autor:LOPES, Joaquim José Pedro
Título:CARTA AO SR. ANTÓNIO MARIA DO COUTO,na qual se dá breve, seria, e terminante resposta ao Manifesto, em que pretende mostrar os erros do poema Oriente, e defender os das Lusiadas
Descrição:

Impressão Régia, Lisboa, 1815. In-8º de 31 págs. Br.  Páginas com alguns picos de acidez. Exemplar cosido apenas à margem estando intacto de margens, sem encadernação como na origem

INVULGAR.

Observações:

Carta que faz parte da polémica iniciada por António Maria do Couto com a publicação do  "Manifesto critico, analytico e apologético em que se defende o insigne vate Camões da mordacidade do discurso preliminar do Poema Oriente, e se demonstram os infinitos erros do mesmo poema". Esta resposta de Joaquim José Pedro Lopes, é  uma defesa do poema de Macedo e onde se apontam erros encontrados nos Lusiadas.

Preço:20,00€

reservado Sugerir

Referência:13525
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:DIVERSAS OBRAS DE J.A.M
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1811; Na Impressão Regia, Lisboa, 1811;Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1822. Volume com 8  obras encadernadas juntas. In-8º de 34,31,54,77,49,30,132, 20 págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro em rótulo de pele na lombada. Aparado. Encerra um índice manuscrito das obras incluídas.

INVULGAR.

Observações:

Volume com diversas obras de José Agostinho de Macedo, encerra: Reflexões criticas sobre o episodio de Adamastor nas Lusiadas; Carta que escreveo o doutor Manuel Mendes Fogaça, a hum seu amigo transmontano, sobre huma comedia, que vira representar em Lisboa;  Carta II do Doutor Manoel Mendes Fogaça, escrita ao seu amigo transmontano — sobre mais comedia; Carta de Fogaça, ou historia do Cerco de Saragoça — segundo o vio representar em huma Comedia do Doutor Manoel Mendes Fogaça, que a descreve ao seu amigo Transmontano no estilo de seu o Avô Fernão Mendes; Carta escrita por Manoel Mendes Fogaça, a seu amigo António  Balea — sobre uma Farça anonyma, que lera impressa, e vira huma vez representar, intitulada Manoel Mendes; Carta de Manoel Mendes Fogaça, escrita a seu Amigo Transmontano, sobre huma cousa que observou em Lisboa, chamada o Observador; As Pateadas de theatro investigadas na sua origem, e causas; Epistola de Manoel Mendes Fogaça. Dirigida de Lisboa a hum Amigo da sua Terra, em que lhe refere como de repente se fez Poeta, e lhe conta as proezas de hum Rafeiro.
A maioria destaas obras encerradas neste volume abordam polémicas sobre obras teatrais e também uma critica feroz aos Lusiadas.
Na Introdução a Reflexões criticas sobre o episodio de Adamastor nas Lusiadas ele afirma "Mandava aos seus Discipulos Quintiliano, que, quando ajuizassem de alguma parvoice, que escapasse aos mais abalisados Escriptores da antiguidade, o fizessem sempre com muita modestia, e circunspecção, lembrando-se sempre, que erão grandes Varões. Eu estaria por este Canon do Rethorico, se elle me provasse que os Varões antigos tinhão authoridade para descreverem impunemente os disparates que quizessem; e os Senhores Modernos querem que se observe esta regra, mostrem-me a razão, por hum Gigante ha de ter a liberdade de fazer huma parvoice, e não ha de ter liberdade hum Pigmeo de lhe dizer = Isto, Senhor Gigante, he huma parvoice."

 

Preço:75,00€

reservado Sugerir

Referência:13521
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:REFUTAÇÃO DO MONSTRUOSO, E REVOLUCIONÁRIO ESCRIPTO IMPRESSO EM LONDRES INTITULADO QUEM HE LEGITIMO REI DE PORTUGAL? Questão portuguesa submetida ao juizo dos homens Imparciais. Londres. Impresso na Officina Portugueza. 1828
Descrição:

Impressão Regia, Lisboa, 1828. In-8º de 80 págs. Cartonagem moderna em papel marmoreado.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Importante manifesto político, encomendado pelo Intendente da Policia, de ordem do governo para ser distribuído gratuitamente por todas as comarcas do Reino. Inocêncio, Tomo IV, pág. 197. É a resposta ao opúsculo "Quem é o legitimo Rei de Portugal?" de Paulo Midosi.
Inocêncio refere este facto nas "Memorias para a Vida Íntima de José Agostinho de Macedo":
"Produziu este opusculo uma extraordinaria impressão no governo de D. Miguel, o qual erradamente suppunha que o auctor era Almeida Garrett, quando aliás tinha sido Paulo Midosi. "N'estas circumstancias o Intendente geral da Policia, por ordem do governo miguelista, encarregou José Agostinho de Macedo de escrever uma resposta ao opusculo liberal."

Preço:70,00€

Referência:13520
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:O ORIENTE
Descrição:

Impressão Regia, Lisboa,1814. Dois volumes de in-8º de 247 e 238(2) págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro na lombada. Ilustrado com um retrato do autor.

PRIMEIRA EDIÇÃO

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Observações:

Poema heróico sobre a descoberta do caminho marítimo para a Índia, tendo como herói Vasco da Gama. É uma das mais discutidas obras de Macedo, pois provocou bastante polémica aquando da sua publicação dada a sua desmedida presunção literária que levou-o a criticar os Lusíadas, no Discurso Preliminar que acompanha o poema, tentando sobrepor-lhe com este livro.

Preço:80,00€

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Referência:13518
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:OS BURROSou O Reinado da Sandice: Poemaheroi-comico-satyrico em seis cantos.
Descrição:

Na Officina Typographica de Casimir, Paris, 1835. In-12º de 379 págs. Encadernação coeva em pele com  com dourados e ferros a seco na lombada e pastas. Pequena mancha marginal no canto inferior das páginas.

INVULGAR.

Observações:

Os Burros é  um dos mais célebres poemas herói-cómicos portugueses,  é uma obra difamatória e maledicente que chocou a sociedade da época e obrigou o próprio autor a renegá-la, durante algum tempo,dizendo que era obra dos seus inimigos, após ser ameaçado com um processo judicial. O autor faz a "crónica escandalosa dos presentes tempos em Portugal" através da critica à tertúlia do botequim de José Pedro da Silva.

Preço:75,00€

reservado Sugerir

Referência:13515
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:O DESENGANO
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1830. Colecção completa de 27 números.  Encadernação não coeva meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro sobre rótulo de pele vermelha na lombada. Apresenta uma gravura do autor aberta a talha doce e no final uma folha com dois sonetos assinados J.J.P.L (Joaquim José Pedro Lopes)  sobre a morte do autor.

COLECÇÃO COMPLETA

INVULGAR

Observações:

Primeira edição deste periódico, que muitos afirmam ter sido o começo do jornalismo político em Portugal o último publicado por José Agostinho de Macedo, tendo o último número sido publicado postumamente. Os temas abordados nos 27 números são:

I - Introdução;
II - Que cousa he Revoluçâo ?
III - Pretextos das Revoluções:
IV - Os Revolucionários mentem sempre;
V - Consequências da Revolução;
VI - Doutrinas da Revolução;
VII - Qual he o fim da Revolução;
VIII - Salvoconducto das Revoluções
IX - Pés de lã da Revolução;
X - Insolência da Revolução;
XI - A Escada voltada na Revolução;
XII - A Casa dos Orates na Revolução;
XIII - Os Cães ladradores, e os Cães derramados na Revolução;
XIV - O Frasquinho de Bálsamo, ou os Charlatães na Revolução;
XV - Ensaio Filosófico sobre as Malhas;
XVI - Confusão de sentimentos políticos, ou, o que querem os homens?
XVII - Quem são os Arquitectos das Revoluções? Os ladrões.
XVIII - Teima invencível;
XIX - A Desgraça universal;
XX - O Maçonismo com outra cara;
XXI - Continuação do maçonismo com outra cara;
XXII - Continuação do maçonismo com outra cara;
XXIII - Que coisa he hum Malhado?;
XXIV - A Força unida obra prodígios;
XXV - Não foi desta, nem vai d'outra;
XXVI - Origem do Mal;
XXVII - A Cegueira pertinaz.

 

Preço:125,00€

Referência:13514
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:AS PATEADAS DE THEATRO INVESTIGADAS NA SUA ORIGEM; E CAUSAS junto com A IMPOSTURA CASTIGADA junto com O SEBASTIANISTA DESENGANADO À SUA CUSTA junto com D, LÍZ DE ATHAIDE OU A TOMADA DE DABUL junto com BRANCA DE ROSSIS
Descrição:

Na Impressão Régia, Lisboa, 1812.In-8º de 132 págs. Junto com: A impostura castigada, comedia em tres actos; composta em 1812 por J. A. D. M. Lisboa : Na Imprensa Nacional, Lisboa, 1822. In-8º de 56 págs. Junto com: O Sebastianista desenganado á sua custa. Comedia composta por José Agostinho de Macedo. Representada oito vezes sucessivas no Theatro da Rua dos Condes,  Na Imprensa Nacional, Lisboa, 1823. In-8º de 56 págs. Junto com: D. Luiz d'Athaide ou a tomada de Dabul. Drama heroico. O assumpto he tirado da Asia Portugueza de Manoel de Faria e Sousa. Tom. II. Parte III. &c. por J. A. de M. Na Imprensa Nacional,  Lisboa, 1823. In-8º de 72 págs. Junto com: Branca de Rossis. Tragedia. Na Impressão Régia, Lisboa, 1819.In-8º de 93-(3) págs. Encadernação  recente em papel marmoreado com rótulo na lombada. Assinatura de posse no rosto. Exemplar em razoável estado de conservação.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Reunião num volume só de várias obras de josé Agostinho de Macedo relacionadas com teatro. Na introdução à primeira obra  “Pateada he hum movimento espontaneo de pés, bordões, cacheiras, taboas, assobios, feito na Platéa  elos  Senhores espectadores,  de  que  resulta  huma  assoada,  açogaria,  marinada,  e  ingrezia  confusa dada nas bochechas aos cómicos, para se lhes dizer com toda a civilidade, que o que estão representando, ou acabão de representar, he huma completa parvoice, huma manifesta pouca vergonha, ou hum solemne destempero.” Esta é a definição que o autor dá na «Carta, que serve de Introducção» aos VIII  capítulos da obra, onde ele dá exemplos práticos oriundos do teatro da época.

Seguem-se quatro peças de teatro, comédias e tragédias, escritas pelo autor:  A impostura castigada, comedia em tres actos; O Sebastianista desenganado á sua custa. Comedia composta por José Agostinho de Macedo. Representada oito vezes sucessivas no Theatro da Rua dos Condes; D. Luiz d'Athaide ou a tomada de Dabul. Drama heroico. O assumpto he tirado da Asia Portugueza de Manoel de Faria e Sousa e  Branca de Rossis. Tragedia.

Preço:75,00€

reservado Sugerir

Referência:13511
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:CENSURA DAS LUSIADAS
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1820.  Dois tomos encadernados num volume de in-8.º  295-(1) e 271-(1) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada ao gosto da época.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Curiosa e "severa" crítica aos Lusíadas onde  o Padre José Agostinho Macedo tenta demonstrar que os os lusíadas apesar de ser em mais louvada obra poética portuguesas era na verdade um poema monstruoso,cheio de erros,  cheio de versos errados e prosaicos e incorreções de linguagem e de gramática.

Segundo  Inocêncio F. da Silva no seu livro "Memorias para a vida intima de José Agostinho de Macedo": "Entretanto José Agostinho cada vez mais indignado de que as suas invectivas contra os 'Lusiadas' não produzissem o fim a que aspirava; vendo que á proporção que avançava em seus dicterios e motejos, se realçava entre naturaes e estranhos a fama do vate portuguez, que o seu 'Oriente' bem longe de offuscar aquelle immortal poema, servira pelo contrario de incentivo para serem melhor estudadas e mais devidamente sentidas e apreciadas as innumeraveis bellezas, que n'elle resgatam com tanta usura esses inevitaveis defeitos, que a inveja ou a malevolencia tem pretendido assoalhar e avultar aos olhos do mundo; propoz-se a fazer um ultimo esforço, rompendo todos os diques da decencia, do decoro e por assim dizer do pundonor nacional, depoz os pequenos vislumbres da fingida contemplação, que em algumas occasiões figurava guardar, fallando de 'Camões'; (...) empenhou-se não menos em mostrar 'ex professo', que os 'Lusiadas' não obstante a sua celebridade e o consenso de dois compridos seculos, apezar de lidos comentados e tantas vezes traduzidos e louvados, eram na realidade um poema monstruoso, um tecido de erros, de incoherencia e de destemperos, destituido até do menor resabio de estylo e colorido poetico; cheio de versos errados e prosaicos, de incorrecções, de faltas de linguagem e de grammatica. Eis o objectivo de dois volumes de oitavo que no principio de 1820 deu á luz com o titulo de 'Censura dos Lusiadas', obra que diz compozera em dez dias, (valha a verdade!) mas que de certo não era mais que a tradução dos seus pensamentos desde muitos annos".

Preço:65,00€

reservado Sugerir

Referência:13513
Autor:MACEDO, Pe.José Agostinho de .
Título:OS SEBASTIANISTAS
Descrição:

Na Officina de Antonio Rodrigues Galhardo, Impressor do Conselho de Guerra, Lisboa, 1810. In-8º de V-114 págs.Encadernação moderna meia francesa em pele com ferros a ouro na lombada.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Primeira parte desta obra de repúdio ao mito sebástico, que na época das Invasões Francesas voltou a aparecer, cantando-se outra vez o regresso do Encoberto, e que segundo o autor no seu prefácio: 'Na História Universal da Demencia Humana, ainda não apareceo, nem apparecerá hum delírio similhante'.

José Agostinho de Macedo acusa os sebastianistas incriminando-os de quatro graves delitos: são maus cristãos, maus vassalos, maus cidadãos e tolos. Maus cristãos, porque têm a impiedade de equiparar profecias fantasiadas às canónicas; maus vassalos, porque, esperando a vinda de D. Sebastião, não reconhecem sinceramente a Casa de Bragança; maus cidadãos, porque, contando com intervenções milagrosas, se imergem na inércia; tolos, porque acreditam em asneiras.

 

Preço:100,00€

Referência:13570
Autor:MACHADO, Fr. José
Título:NOVO MESTRE PERIODIQUEIRO, ou dialogo de hum sebastianista, hum doutor, e hum ermitão , sobre o modo de ganhar dinheiro no tempo presente.
Descrição:

Na Imprensa de Galhardo, Lisboa, 1821. In-8º de 38 págs. Encadernação moderna em papel marmoreado. Ostenta um pequeno autocolante de biblioteca particular.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

Opúsculo polémico que atacava as ideias de liberdade da época. Nele o autor defendia os estabelecimentos antigos, as ordens religiosas e mesmo a Inquisição. Foi o primeiro de uma série de opúsculos.

Preço:45,00€

Referência:13545
Autor:OLAVO, Carlos
Título:A VIDA TURBULENTA DO PADRE JOSÉ AGOSTINHO DE MACEDO
Descrição:

Liv. Ed. Guimarães, Lisboa, 1938. In-8º de 284-(4) págs. Br. Capas de brochura com alguns picos de acidez.

Observações:

A obra é a biografia de um dos maiores polemistas portugueses (1761-1831). Encheu a sua época com as suas polémicas, com a loucura das suas atitudes e com o clamor dos seus impropérios.

“Será interessante saber, para determinar a origem dêste meu trabalho, a razão porque pensei, escolhi e estudei a personalidade de José Agostinho de Macedo, velha figura literária com mais dum século de túmulo, quási esquecida, quási apagada nas sombras que a luz dos tempos vai deixando nos recantos da história. (...) êle é uma das personagens mais interessantes da nossa história literária porque, além de polemista, foi poeta, prêgador, epistológrafo, dramaturgo, crítico e dominou a sua época pela fôrça quási incrivel da sua personalidade."

Preço:18,00€

Referência:13169
Autor:PETRUS, (pseud. de Pedro da Veiga)
Título:O SR. ADOLFO CASAIS MONTEIRO E OS MODERNISTAS PORTUGUESES. MAIS UMA PERFÍDIA DO PUETA DA «CONFUSÃO». Subsídios para a História do Adágio «Ódio Velho não Cansa»
Descrição:

C. E. P., Porto,  s/d. In-4º de 31-(1) págs. Br. Edição em papel de cor.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Invulgar.

Observações:

Obra que transcreve várias peças duma das polémicas  entre  Petrus e Adolfo Casais Monteiro.

INTRODUÇÃO


"Este texto é extraído da obra em Publicação «ADOLFO CASAIS MONTEIRO' EM HASTES LIMPAS. Exercício tauromáquico sobre o pueta da Confusão». Elaborada em julho de 1958 e revista em Dezembro, a réplica foi enviada ao jornal O Comércio do Porto no último dia do prazo designado na Lei de Imprensa. Foi a seguir devolvida, depois de mutilada em quase metade do seu texto pela censura pessoal do sr. Fortunato, dono daquela Tribuna. Conjuntamente com esta resposta publica-se o protesto enviado àquele porta--voz nos dias imediatos à publicação na sua página literária (?) do grosseiro e rancoroso artigo: «Uma Malfeitoria (Literária) Útil» e por último a carta que terminou o diálogo com o jornalisteiro-mor da Folha. Todos os outros documentos respeitantes a este assalto à dignidade e reputação dum trabalhador intelectual num Órgão de im-prensa que pretendia ser sério e indepen-dente serão publicados no Livro mencionado. Por ora basta."

Petrus

Preço:20,00€

Referência:13250
Autor:PINA, Mariano
Título:O ESPECTRO Castigo semanal da politica
Descrição:

Edição do autor, Porto, 1890. Conjunto de cinco opúsculos  (os quatro primeiros e o nº7) em in-8 de 16-19-15-19-15 págs. Encdernação em papel com picos de acidez. Conserva todas as capas de brochura. Aparado com algum prejuizo para a leitura. O n.º 4 saiu com o título "Novo espectro".

RARO.

 

Observações:

Conjunto de cinco opúsculos publicados por Mariano Pina em 1890, em consequência das leis contra a liberdade de imprensa que vigoravam  nessa altura. Numa carta dirigida a Bordalo Pinheiro ele  aborda o assunto " As estas horas já deves ter recebido o 1º numero d’um panphleto semanal, o Espectro que acabo de lançar e que sahirá todos os sabbados. Esse panphleto será a expressão exacta do asco que causa a todo o portuguez a situação politica e financeira que nos criou este governo no estrangeiro, e principalmente na França. Hoje somos perante a Europa mais do que um povo ridículo – somos um povo enlameado.Toda a auctoridade e dictadura tem a sua razão de ser (...) mas d’ahi á mascarada a que estamos assistindo desde a famosa lei de 9 de Abril contra a imprensa – é o que é loucura fazer-se, mais do que uma loucura – um crime.” avisando que ” O Espectro diz
coisas do diabo. Ora enquanto o não suprimem, recommenda-o vivamente aos leitores dos Pontos nos ii e diz-me se a leitura te agradou. Mais te peço (...) que me mandes para Paristodos os jornaes governamentaes em que eu vou passar a ser insultado e difamado ".

Preço:35,00€

Referência:13551
Autor:RAMALHO, Monteiro
Título:AS RATICES DA RATTAZZI O Pello Nacional
Descrição:

Typ. do Jornal da Manhã, Porto, 1880. In-8º de 20 págs.Br. Capas de brochura com dizeres do frontispício enquadrados numa moldura de composição tipográfica.

INVULGAR.

Observações:

Um dos folhetos  mais apreciados da famosa polémica suscitada pelo livro "Le Portugal à vol d’oiseau".

"A sr.ª Maria Laetizia, Solms, Rattazzi e Rutte, e não sei que mais, quando os innumeros exemplares do seu livro vieram para o explorado Portugal, havia de forçosamente seguil-o passo a passo, com o seu terno affecto maternal, a ver com inexcedivel cuidado o que lhe poderia acontecer. Supponho bem ser este um ponto que não póde admittir duvida, porque todos nós nos interessamos vivamente pelo que mais ou menos nos diz respeito, tanto mais quando o objecto é, como o supracitado livro, filho querido das nossas entranhas. (Não esquecer com isto que nunca femeas pódem conceber, sem o respectivo auxilio productor dos machos).

De maneira que sua altez sua excellencia actualmente, e ainda aqui se revela a sua nenhuma vaidade...havia de portanto procurar logo nos jornaes portuguezes, conhecer as impressões que elle inspirava.

Com o succedido, é mais que natural, como já tive occasião de presagiar aqui mesmo, que -sua excellencia- se risse expansivamente da nossa ingenuidade quasi infantil, saboreando com as maiores doçuras os recentes favos de mel da respectiva lua, que por pouco a não allumia mais vezes do que a sua collega planeta o faz á terra.

Mas se ella se desse todos os dias á improba massada de consultar os ditos jornaes, e os achasse sempre muito caladinhos, mudos e serios, sem caírem na tolice inaudita de lhe popularisar o nome--oh! então é que
deveria ser bom vel-a, mesmo que fôsse à vol d'oiseau !..."

 

Preço:20,00€

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Referência:13550
Autor:RAMALHO, Monteiro
Título:AS RATICES DA RATTAZZI. O Pello Nacional.
Descrição:

Typ. do Jornal da Manhã, Porto, 1880. In-8º de 20 págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. Conserva capas de brochura.

INVULGAR

Observações:

Um dos folhetos  mais apreciados da famosa polémica suscitada pelo livro "Le Portugal à vol d’oiseau".

"A sr.ª Maria Laetizia, Solms, Rattazzi e Rutte, e não sei que mais, quando os innumeros exemplares do seu livro vieram para o explorado Portugal, havia de forçosamente seguil-o passo a passo, com o seu terno affecto maternal, a ver com inexcedivel cuidado o que lhe poderia acontecer. Supponho bem ser este um ponto que não póde admittir duvida, porque todos nós nos interessamos vivamente pelo que mais ou menos nos diz respeito, tanto mais quando o objecto é, como o supracitado livro, filho querido das nossas entranhas. (Não esquecer com isto que nunca femeas pódem conceber, sem o respectivo auxilio productor dos machos).

De maneira que sua altez sua excellencia actualmente, e ainda aqui se revela a sua nenhuma vaidade...havia de portanto procurar logo nos jornaes portuguezes, conhecer as impressões que elle inspirava.

Com o succedido, é mais que natural, como já tive occasião de presagiar aqui mesmo, que -sua excellencia- se risse expansivamente da nossa ingenuidade quasi infantil, saboreando com as maiores doçuras os recentes favos de mel da respectiva lua, que por pouco a não allumia mais vezes do que a sua collega planeta o faz á terra.

Mas se ella se desse todos os dias á improba massada de consultar os ditos jornaes, e os achasse sempre muito caladinhos, mudos e serios, sem caírem na tolice inaudita de lhe popularisar o nome--oh! então é que
deveria ser bom vel-a, mesmo que fôsse à vol d'oiseau !..."

Preço:30,00€

Referência:13553
Autor:RATTAZZI, Princesse
Título:PORTUGAL À VOL D’OISEAU. Portuguezes e Portuguezas, seguido das apreciações de Camillo Castello Branco à primeira e segunda edição e da nova carta da princeza aos criticos do seu livro
Descrição:

Typographia Litteraria de C. A. de Moraes, Rio de Janeiro, 1880 In-8º de 296 págs. Encadernação moderna em chagrin preto, meia francesa com dizeres e florões em casas fechadas. Conserva ambas as capas de brochura. BELO EXEMPLAR embora apresente papel ligeiramente acidificado próprio da sua qualidade. PEÇA DE COLECÇÃO

MUITO RARA edição brasileira, a primeira na língua portuguesa.

Observações:

Tradução publicada no Brasil e diferente da edição portuguesa deste polémico livro da princesa rattazzi. Encerra também uma apreciação escrita por Camilo Castelo Branco. Saiu um ano antes da edição portuguesa.

Maria Rattazzi escreveu as memórias das suas estadias em Portugal através de cartas. O livro não agradou à maioria dos intelectuais portugueses dando origem a uma polémica, segundo Inocêncio XVIII, 154:
"QUESTÃO RATTAZZI. - Esteve por differentes vezes em Portugal uma dama estrangeira, de origem italiana ou ingleza, que se apresentou com o título de princeza Rattazzi, dizendo se aparentada com a familia imperial Bonaparte, o que, aliás, segundo consta de informações notorias, as auctoridades francezas não permittiam officialmente. Algumas folhas francezas, hespanholas e italianas tinham falado d'ella a proposito de seus escriptos dados ao prelo, dos seus consorcios e de varios incidentes da sua vida aventurosa. Da ultima vez que se demorou em Lisboa, por 1879, lembrou se ella de escrever um livro de viagem acerca de Portugal: mas, ou por falta de estudo, ou por leviandade, acreditando em esclarecimentos ministrados por pessoas de sua intimidade e de acanhada consciencia quanto aos factos que inculcaram, o certo e que fizeram cair Maria Rattazi em dislates e erros gravissimos, como lhe foi demonstrado. O seu livro, pois, deu margem larga e extensa á publicacão de outras obras de refutação aspera, em que a auctora, apesar do sexo, da idade, do nome aristocratico e da fama de que se fazia cercar, e em que desejava escudár se, padecem duros ataques, sendo os mais vivos, mordazes e acerados os que lhe vibraram sem piedade Camillo Castello Branco e Urbano de Castro, que assignava os seus escriptos sob o pseudonymo Chá Ri Vá Ri."

Preço:125,00€

Referência:12769
Autor:RODRIGUES, A. Gonçalves
Título:SOBRE A AUTORIA DAS "LETTRES PORTUGAISES" notas à margem de um artigo de crítica
Descrição:

Edição de autor, Coimbra, 1932. In-8º de 15 págs. Br. Separata da Revista BIBLOS, Vol. VIII, nº 5-8, Maio-Agosto de 1932. Valorizado pela dedicatória autógrafa.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Artigo muito interessante sobre a autoria do livro atribuido a Mariana Alcoforado.

Preço:14,00€

Referência:12761
Autor:RODRIGUES, António Gonçalves
Título:MARIANA ALCOFORADO história e crítica de uma fraude literária
Descrição:

Coimbra Editora, Coimbra, 1944. In-8º de 176 págs. Br. Ilustrado ao longo do texto.

Segunda edição revista, seguida de uma bibliografia das cartas

INVULGAR.

Observações:

Obra fundamental para o estudo da autoria das "Lettres Portugaises", livro publicada no século XVII pelo editor francês Claude Barbin em que são tratados os amores de uma freira portuguesa por um oficial francês. A autoria destas cartas foi atribuída a Mariana Alcoforado sendo contudo contestada por vários autores.

“Mais de dois séculos e meio depois da publicação das Lettres Portugaises, a batalha erudita travada à volta do problema da sua autenticidade não dá mostras de esmorecer. A cada novo argumento a sustentar ou a contradizer a teses tradicional, a querela readquire, pelo contrário, vigor inesperado”.

Preço:17,00€
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