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Livros do mês: Junho 2024
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Política

Foram localizados 47 resultados para: Política

 

Referência:13366
Autor:ANTUNES, José Freire
Título:SÁ CARNEIRO um meteoro nos anos setenta
Descrição:

Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1982. In-8º de 227-(5) págs. Br. Ilustrado em extra-texto com fotografias.

Observações:

Biografia política de Francisco Sá Carneiro.

Da contracapa:

“José Freire Antunes conseguiu conciliar, de um modo quase inédito entre nós, a vivacidade do jornalista e a exactidão do historiador. Daí que este seu livro, sem deixar de ser um notável trabalho de investigação histórica, possa ser lido de um só fôlego, como romance de uma aventura de que todos fomos, pelo menos, espectadores."

Preço:13,00€

Referência:13962
Autor:autoria indefinida
Título:GOVERNO SOARESO Exame de S. Bento
Descrição:

Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, 1976. In-8º de 416 págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do  texto com fotografias de Rui Ochoa.

Observações:

Livro que analisa o Governo de Mário Soares em 1976. Coordenação de Miguel Reis.

"Convidado por Ramalho Eanes a constituir governo Mário Soares apresentou o respectivo programa à assembleia da  república (...) desta "concertação" terá nascido o documento que a seguir se transcreve e que, na altura foi classificado de "moderado" pelos observadores políticos"

Preço:10,00€

Referência:15388
Autor:BENOIST, Alain de
Título:NOVA DIREITA. NOVA CULTURA. Antologia crítica das ideias contemporâneas.
Descrição:

 Edições Afrodite, Fernando Ribeiro de Mello. Lisboa. 1981. In-4º de xxxix-(1)-564-(1) págs. Brochado. Ilustrado com gravuras e retratos. Inserido na Colecção Doutrina / Intervenção. Capa de Paulo Guilherme D'Eça Leal.

Excelente exemplar, em excelente estado.

Observações:

Trata-se da tradução feita por um colectivo, do título original Vu de Droite – Anthologie critique des idées contemporaines em que José Miguel Júdice assina a Nota à edição portuguesa. Através da análise dos principais ensaios aparecidos desde o início dos anos 70, esta antologia crítica constitui um vasto panorama «das ideias que regem o Mundo». Para A. Benoist, a revolução cultural prepara a revolução política do nosso tempo. Neste vasto panorama, a obra aborda a herança doutrinária e seus fundamentos (filosóficos, científicos, biológicos, etológicos, psicológicos e pedagógicos) passando pelos sistemas poliíticos e teorizadores, com áreas do debate e olhares sobre o século XX .

Na badama:
"... «Nova Direita, Nova Cultura», é um esforço, que se julgaria sobre-humano, de reunir à maneira dos enciclopedistas do final do séc. XVIII, com coerência e a partir do que se poderia chamar «o estado actual das ciências», os fundadores de uma concepção do mundo, integral e coerente. Como Terêncio, também Benoist poderia afirmar que nada do que lhe é humano é estranho. Dotado de uma inteligência analítica que se associa, o que é raro, a uma capacidade de desdobramento e de síntese invulgares, Benoist percorre com igual à vontade, os domínios da etnologia e da física atómica, os estudos psicológicos e genéticos e as investigações geopolíticas, as análises do comportamento animal e humano e a história da cultura; ao mesmo tempo que revela conhecer em profundidade não só Marx, mas também Pareto; não apenas Gramsci, mas também Evola; não só Clausewitz ou Renan, mas Marcuse, Althusser, ILIch ou Freud. ...A proposta de Benoist, rebenta todos os estereotipos com que habitualmente compramos a nossa tranquilidade cultura. ...Benoist veio da direita, mas não está na direita. ... Esta obra é, por isso, uma proposta aberta, discutível e controversa, mas com uma riqueza de conteúdo, uma novidade de teses e um rigor conceitual que a tornam um texto obrigatório. Depois da sua leitura, à esquerda e à direita, tudo se altera... ".

Preço:40,00€

Referência:15322
Autor:BRANCO, Camillo Castello
Título:O CALECHE
Descrição:

In-8.° de 15-(1) págs. Encadernação meia inglesa em pele cor de mel, com dizeres dourados na lombada. Nítida impressão em papel de linho de cor branca. Ocasionais manchinhas de humidade exclusivas às duas primeiras páginas. Ligeiro furinho de traça no canto inferior esquerdo, junto à charneira, sem afectar a mancha tipográfica. Todos os caracteres impressos na última página, são de tipo e tamanho superior dos das páginas precedentes.

PRIMEIRA E RARÍSSIMA EDIÇÃO dos dois curiosos escritos reunidos em opúsculo. Henrique Marques na sua Bibliographia Camilliana, declara conhecer apenas 2 exemplares desta primeira edição, conhecendo-se na actualidade em mãos de particulares cerca de 10 exemplares (Descrição Bibliográfica Camiliana, 2003). Existe alguma confusão na identificação das edições de O Caleche de 1849, e a de 1889, não havendo diferenças das indicações de local de e data de impressão. No entanto, distinguimo-las todas por comparação com outras que na ocasião tivemos acesso e publicadas as características em 2003 em Descrição Bibliográfica Camiliana . Deste modo, o exemplar que aqui se apresenta, a raríssima e a primeira, apresenta-se conforme pelas seguintes características:

i) - página 3 inicia-se com “Determinou isso a providencia para de uma vez …” versus “cahir no dominio publico, …” da segunda  edição;
ii) - página 8 “ São funestos capítulos …”  versus “ perdeu o governo do reino …” da segunda edição;
iii) - página 15 “facto na tua admnistração…” versus “Tudo por ti! …” da segunda edição;
iv) - na página 13, lê-se SCENA 4ª e não como na segunda edição;
v) - todo o texto do presente exemplar apresenta o mesmo corpo (ou tamanho) e tipo de caracteres dos da primeira página enquanto que no fac-simile  se distinguem nítidamente dois tipos de caracteres diferentes quando comparada a primeira com a segunda página e, por sua vez, esta com as seguintes.

HENRIQUE MARQUES, 9; MANUEL DOS SANTOS,177, 463, 464, 465, 525, 631; JOSÉ DOS SANTOS, 105, ALMEIDA MARQUES, 359; CARVALHO, 36.

Observações:

O título completo:
O CALECHE // Ou o requerimento que o jornal a NAÇÃO, publicou // pedindo a S. M. a senhora D. Maria II. demita dos // seus conselhos, e de ministro do reino, ao conde de // Thomar, por crime de peita: ou de dar uma com- // menda por um caleche no anno de 1849, seguido do // FOLHETIM // Escripto pelo snr. Camillo Castello Branco, publicado // no NACIONAL de 19 de Dezembro.

O Caleche já havia sido publicado no jornal lisboeta A Nação de 28 de Novembro de 1849 e o Fragmento de um drama do Futuro intitulado o Ultimo Anno de um Vallido, saíra primitivamente no periódico portuense Nacional, a 19 de Dezembro do mesmo ano. Apesar de O Caleche não ser da autoria de Camilo, e segundo Henrique Marques, a sua participação neste opúsculo deve-se ao facto de ser o texto de ataque e propaganda política contra Costa Cabral. A propósito disto, no Dicionário de Camilo Castelo Branco por Alexadnre Cabral, (Caminho, 1988), lemos o seguinte: " ... Henrique Marques, na mesma obra, afirma que o folheto fora editado por José Joaquim Gonçalves Basto* , o proprietário de O Nacional, e explica a razão de aparecer o texto camiliano em estranho conúbio com uma prosa alheia: tratar-se «de propaganda política contra Costa Cabral e ser o opúsculo um ataque em forma a este odiado estadista». Não vamos entrar em minudências sobre as proclamadas intimidades da rainha com o seu ministro. A verdade é que António Bernardo da Costa Cabral, conde (e depois marquês) de Tomar, regressara triunfante do desterro, em consequência das eleições de 1848. A imprensa en-carniçava-se contra o detestado político, que acusava de «ladrão», sem subterfúgios. ...".

 

 

Preço:1875,00€

Referência:14272
Autor:CLARO, António
Título:O PELOURINHO Critica da nossa Historia politica desde 1817 a 1904.
Descrição:

 Livraria Depositária de J. Figueirinhas Junior, Porto, 1904. In-8º  de 519-(4) págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro na lombada. Ilustrado com o retrato do autor. Volume único, o segundo volume não foi publicado. Conserva capa de brochura.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

INVULGAR.

Observações:

 Obra sobre  a história do século XIX em Portugal, desde o reinado de D. João VI até 1850, ano que antecedeu a queda de Costa Cabral e dos governos de inspiração setembrista. Obra com interesse acrescido pelas muitas notas e documentação apresentadas pelo autor.

"Procurei ser exacto. Os meus esforços visaram a exhibir, com verdade, as personalidades politicas do paiz mais em voga nos ultimos oitenta e sete annos e por algumas das quaes tive certa veneração, quando confiado singularmente na tradição, toda ella refalsada e espactaculosa, as suppuz dotadas do caracter, da energia e da sagacidade dos grandes vultos dos tempos luminosos da História das nações."

Preço:40,00€

Referência:15358
Autor:COUTINHO, João de Azevedo Sá
Título:QUADRO POLÍTICO HISTORICO E BIOGRAPHICO DO PARLAMENTO DE 1842 por Um Eremita da Serra d'Arga.
Descrição:

Typographia de Manoel de J. Coelho, Lisboa, 1845. In-8º de 136 págs. Encadernação moderna em sintértiuco azul escuro. Preerva as capas de brochura e mantém intactas as margens fortemente desencontradas.

 

INOCÊNCIO, t.III, p. 297

Observações:

João de Azevedo Sá Coutinho (Viana do Castelo, 1811 - Lisboa, 1854), bacharel formado em Cânones pela Universidade de Coimbra, foi deputado na legislatura de 1842, durante a qual se opôs a Costa Cabral. Na formatura pela Universidade de Coimbra em 1831, foi nomeado nesse mesmo ano pelo governo de D. Miguel, Juiz de fóra de Freixo de Numão. Segundo Inocêncio, " ... Em 1842 veiu para a capital, com o intento de obter algum emprego publico, o que todavia não conseguiu, mostrando-se-lhe a fortuna sempre avessa n'esta parte. Dotado de innegavel talento, carecia ás vezes da prudencia necessaria para regular as suas acções; d'essa falta lhe provieram alguns desgostos, que talvez concorreram poderosamente para abbreviar-lhe a existencia ...".».

Obra dividida em três partes:
parte 1) descreve os casos mais relevantes da legislatura;
parte 2) composta por notas biográficas dos parlamentares com apreciações críticas dos seus traços de carácter e das suas actuações;
parte 3) faz um balanço geral da situação política da época.

Fonte muito importante para o estudo da Monarquia Constitucional e em especial dos governos de Costa Cabral.

Preço:65,00€

Referência:13820
Autor:CUNHA, Adelino
Título:ÁLVARO CUNHALRetrato Pessoal e íntimo.
Descrição:

Esfera dos Livros, Lisboa, 2010. In-8º de 631-(1) págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto com fotografias.

Observações:

Biografia exaustiva e fundamental sobre uma das  figuras mais importantes da  história contemporânea portuguesa. O autor  ouviu testemunhos únicos de pessoas próximas de Álvaro Cunhal, como Cândida Ventura, Sofia Ferreira, Margarida Tengarrinha, Carlos Costa, Joaquim Gomes, Aurélio Santos, a sua ex-companheira Isaura Moreira e a filha Ana Cunhal, que revelaram facetas e factos  desconhecidos da vida de Álvaro Cunhal.

Preço:17,00€

Referência:14648
Autor:FERREIRA, Vergílio; RÊGO, Raul; VINHAS, Manuel, OLIVEIRA, Barradas de & GRANADEIRO, Francisco
Título:SER OU NÃO SER POR UMA ABERTURA A LESTE
Descrição:

Arcádia, Lisboa, 1973. In-8º de 185 págs. Brochado. Conserva fragmento da cinta de propaganda editorial.

Observações:

Apresenta ainda uma introdução de Armando Castro que ocupa as primeiras 18 páginas do livro, seguindo-se o importante texto de Vergílio Ferreira.
Este livro "...traz a lume um debate que não deve ser adiado: haverá ou não vantagens económicas, políticas e culturais num contacto sistemático e mesmo diplomático com os países do Leste? quais as hipóteses para a economia portuguesa nos mercados do Leste? Cinco opiniões de cariz ideológico diferenciado, ou de especialistas nas matérias expostas, dão uma resposta adequada à sua perspectiva. A este naipe de depoimentos controversos, junta-se uma introdução do jurista e economista Armando de Castro que, numa notável síntese, faz uma análise deste tema tão actual e premente..."

Preço:19,00€

Referência:13708
Autor:FIGUEIREDO, Fidelino de
Título:NOTAS PARA UM IDEARIUM PORTUGUÊS - POLÍTICA E LITTERATURA
Descrição:

Livraria Sá da Costa, Lisboa, 1929. In. 8.º de 221-(1) págs. Br.Rubrica de posse. exemplar autenticado com rubrica de autor e editor.

Observações:

Conjunto de artigos  de um autor injustamente esquecido, Fidelino Figueiredo, que abordam temas de política e literatura.

Preço:23,00€

Referência:15273
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:O DESENGANO. Periodico Politico, e Moral por ...
Descrição:

Lisboa na Impressão Regia, 1830 (Setembro 1830 a Setembro de 1831). In-8º de 27 números, composto maioritariamente por 12 páginas cada: Colecção completa de 27 numeros encadernados num volume. Encadernação meia de pele cor de mel, século XX, com rótulo de pele vermelha gravada cm dizeres a ouro na lombada. Corte coevo das folhas salpicado a pigmento azul indigo. Exemplar acompanhado do retrato que por vezes falta nos exemplares que aparecem no mercado, gravura esta desenhada por H. J. da Silva e gravada por D. J. Silva . Inocêncio, no seu Dicionário Bibliográfico, diz-nos que a obra " ... compõe- se de 27 n.ºs, dos quaes o ultimo sahiu posthumo, tendo ficado incompleto pela morte do auctor ...", dado esse que se obtem também no último parágrafo do último número, onde refere a data de cessão de escrita e do passamento do autor "... por lhe obstar a finalisal-o o ataque das sezões de que lhe sobreveiu a morte ..."

Exemplar apresenta ainda uma folha final, constituída por 2 sonetos assinados J.J.P.L. [Joaquim José Pedro Lopes], intitulados «Por ocasião da sentida morte do Padre J.A. de Macedo» e o «Índice dos títulos dos numeros desta obra».

Publicação periódica completa, de difícil obtenção no mercado e cujas descrições não referem, nem a gravura, nem a folha final.

Inocêncio, IV, 197; Manuel Ferreira, Cat. LXXXII

 

 

Observações:

Periódico afeiçoado à causa absolutista em que o autor " .... arremedando uma espécie sui generis de heteronímia ou máscaras da mentira, criou, sem paralelo, um verdadeiro estilo de intervenção desorbitada na vida política portuguesa, habitualmente mais passiva e impessoal (...) e verdadeiro profissional da demagogia, converteu a polémica de intenção literária num registo ideológico ..." (Maria Ivone Ornellas Andrade, in A Contra-revolução em português, José Agostinho de Macedo, vol. II, 2004, p. 316)

Preço:250,00€

Referência:14911
Autor:MACHADO, Bernardino
Título:A SOCIALISAÇÃO DO ENSINO + 5 opúsculos
Descrição:

In-8º de 6 folhetos encadernados num volume, com meia francesa em pele com cantos e dourados na lombada. Alguns dos opúsculos são raros.

Observações:

Inclui ainda:

O DR AUGUSTO ROCHA (Coimbra, 1901)
PORTUGAL E HESPANHA (Coimbra, 1901)
PELA LIBERDADE (Coimbra 1901)
A UNIVERSIDADE E A NAÇÃO (Coimbra, 1904)
A IRRESPONSABILIDADE GOVERNATIVA e as duas reacções: monárquica e republicana (Coimbra, 1924)

Preço:55,00€

Referência:14850
Autor:MACHADO, Bernardino
Título:AFFIRMAÇÕES PUBLICAS 1888-1893
Descrição:

Imprensa da Universidade, Coimbra, 1896. In-8º de VII-546 págs. Encadernação meia francesa com cantos, em pele vermelha e com dourados na lombada. Conserva capas de brochura, com ligeiros picos de humidade e só aparado à cabeça. Papel ligeira acidez marginal, próprio da sua qualidade.

Observações:

"... durante este periodo continuei a minha campanha educativa, já na camara dos pares do reino, aonde, por benevola iniciativa da nossa universidade, se dignou enviar-me o collegio scientifico, e em varias commissões, tanto officiosas, de admnistração docente, ja no seio de importantes assembleias, a mais notavel das quaes foi o solemne congresso em que o magisterio primario accentou tão nobremente as suas aspirações, e em sociedades dedicadas á instrução, principalmente na Academia de estudos livres, creada pelo arrojo patriotico d'alguns bellos rapazes, a cujo lado tive a fortuna de congregar para a propaganda e para o ensino um escol de trabalhadores. Deb toda esta convergencia de vontades, - que não recordo sem viva saudade -, saiu a honrosa participação de Portugal no Congresso pedagogico hipano-português-americano celebrado em 1892. Para prestigio da minha campanha de muito valeram as preciosa relações, de grata intimidade intellectual, que, desde a minha viagem de 1886, pude travar com alguns dos mais espiritos d'outras nações." (prefácio do autor no livro)

Preço:39,00€

Referência:14980
Autor:MARTINS, Rocha
Título:JOÃO FRANCO E O SEU TEMPO e comentários livres às cartas D'El Rei D. Carlos
Descrição:

Edição do Auctor, Lisboa, In-8.º de 524 págs. Encadernação meia inglesa em estopa, com dizeres dourados na lombada, sobre rótulo vermelho. Conserva capas de brochura.
Exemplar aparado.
Ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Diz-nos o autor logo ao abrir do livro:
"Sem o aparecimento retumbante das «Cartas de El-Rei D. Carlos I a João Franco Castelo Branco, seu ultimo Presidente do Conselho", êste livro seguiria a rota dos seus outros irmãos, nos quais, em desbrincado estilo, sujeitos aos pecados dos escritores contemporaneos dos factos, ao tracejarem-nos, mas num fundo de sinceridade, bem do meu temperamento, tenho procurado legar ao historiador futuro uma herança de burgaus para alicerçar melhores pedras, mais polidas alvenarias e relevos de lavores na obra definitiva - se é difinitiva alguma vez a História - relativa aos ultimos e agitados desassete anos da vida portuguesa (...) . A presente obra, porém, recebeu vasto refundimento em virtude das «Cartas» surtas, quando ia no fim aquela primitiva publicação, como se quisessem corroborar o que ali se talhara pois traziam documentação insófismavel à narrativa onde se recortava a figura do Rei. Traçara-a eu, segundo as descrições, as anedoctas, os papeis do Estado, a im-prensa, as notas pessoais dos seus servidores, desde os moços dos Paços Reais à alta nobreza, destacara-a clara, com seus habitos, valores e imperfeições - porque era humana - baseando-me até nas campanhas de seus adversarios, bem aprendidas e analisadas; fincando-me em trechos de conversa, em palavras molhadas de lagrimas ou sacudidas de rancores, nas confidencias dos intimos, nas elucidações requeridas àqueles que se sumiram, após Ele, no espesso e revolto pó das Instituições derrocadas. Ouvi muita gente, monarquicos e republicanos, revolucionarios e estadistas e o homem de singular destino, o conselheiro intimo do soberano ...".

 

Preço:60,00€

Referência:14901
Autor:Sem autoria
Título:PROFECIA POLITICA verificada no que está succedendo aos Portuguezes pela sua cega affeição aos Inglezes escrita depois do Terramoto do ano de 1755 e publicada porordem superior no ano de 1762, em Madrid. Traduzida do Hespanhol.
Descrição:

Tipografia Rollandiana, Lisboa, 1808. In-8º de 188 páginas. Brochado da época com ligeira falha no canto inferior direito. Nírtida impressão em papel azul de superior gramagem. Carimbo de antiga biblioteca priovada (de Bayolo Pacheco de Amorim) no frontspício e outro, de Henrique Hoezar (carimbo heráldico) no final, na última página. Manchas de humidade disseminadas ao longo do texto.
Obra muito invulgar.

Observações:

Curiosa obra anti-inglesa publicada em Lisboa durante a I Invasão Francesa (1808). Publicado pela primeira vez em Madrid em 1762, quando decorria a Guerra Fantástica entre Portugal e Espanha, na qual a Inglaterra apoiou Portugal, o seu conteúdo antibritânico tinha então plena justificação. Foi esse cariz contra a Inglaterra que levou à sua tradução para português e publicação em 1808, em plena 1ª Invasão Francesa. Contém muitos elementos sobre o terramoto de 1755 e suas consequências das páginas 167 a 188 incluindo uma relação histórica do sismo.

As quatro últimas páginas são um catálogo do editor. Gonçalves Rodrigues (Tradução, 2817) não identifica o autor nem o tradutor.

 

 

Preço:65,00€

Referência:12993
Autor:Sem autoria
Título:NOÇÕES ELEMENTARES DE ECONOMIA POLITICA
Descrição:

Imprensa Libanio da Silva, Lisboa, 1897. In-8º de VII-258-(1) págs. Encadernação modesta, meia inglesa em sintético com dizeres a ouro na lombada.

INVULGAR.

Observações:

Obra escrita por Luís d’Almeida e Albuquerque, lente de economia política da Escola Politécnica e Instituto de Lisboa e que aborda os conceitos fundamentais da ciência económica.

 

Preço:19,00€

Referência:13972
Autor:SOARES, Mário
Título:ESCRITOS POLITICOS
Descrição:

Editorial Inquérito, Lisboa,1969. In-8º de 242-(6) págs. Br.

Observações:

Colectânea de textos de Mário Soares a que ele próprio chamou de textos de circunstância escritos ao sabor das actividades oposicionistas do autor e publicado em 1969. Há textos biográficos e políticos juntamente com  teses enviadas às reuniões republicanas e oposicionistas, entrevistas e intervenções em colóquios, entre outros textos.
o livro foi proíbido pela censura mas apesar disso teve quatro edições sucessivas.

Da contra-capa:
"Personalidade de destaque na vida pública portuguesa, o dr. Mário Soares nasceu em Lisboa em 7 de Dezembro de 1924; a sua fibra de lutador, apurou-se-lhe na infância, quando seu pai, o Prof. João Soares, deputado, governador civil e ministro da República, conhecia a prisão, o exílio, a clandestinidade e a deportação.
Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, na Faculdade de Letras de Lisboa; e depois na Faculdade de Direito, abrindo escritório de advogado. Os grandes julgamentos políticos dos últimos anos, no Tribunal Plenário ou nos Tribunais Militares, têm contado sempre com ele: 11 de Março, caso dos militares da Guiné, crise académica de 1962, caso de Beja, FAP, aderentes do MPLA, e de muitos militantes do Partido Comunista, entre eles Octávio Pato. Como advogado ainda tomou a peito conseguir justiça no caso do assassinato do General Humberto Delgado, representando a família do antigo candidato à Presidência, tendo-se deslocado à Espanha e a Itália, para o efeito. É também advogado no caso do assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz, defendendo, entre outros, Hermínio da Palma Inácio;
Como advogado, interveio ainda em muitos processos civis e comerciais; e é membro da Comissão de Relações Internacionais da Ordem dos Advogados, tendo participado em congressos da União Internacional dos Advogados.
A vida política de Mário Soares tem sido intensa. Ainda estudante de Letras, foi um dos fundadores do MUD Juvenil, em 1946. E como representante da juventude do MUD pertenceu à Comissão Central, de 1946 a 1948.
(...)
Raul Rego"


Do ÍNDICE:
- Prefácio;
- Tributo de homenagem:
Em exemplo;
Um mestre de civismo;
- No centenário de Fernão Boto Machado;
- Nos quarenta anos do regime;
- Oposição e governo em Portugal;
- Depoimento indirecto;
- Uma entrevista que não foi publicada;
- O 31 de Janeiro;
- Notas esparsas sobre a actualidade política nacional;
- Breve comentário a uma 'Conversa em família';
- A Constituição de 1933 e a evolução democrática do País;
- APÊNDICE:
A NAÇÃO (Dezembro de 1968);
AOS PAIS (Maio de 1969);

Preço:10,00€

Referência:13963
Autor:SOARES, Mário
Título:DEMOCRATIZAÇÃO E DESCOLONIZAÇÃO Dez meses no Governo Provisório
Descrição:

Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1975. In-8º de 290 págs. Br. Algum desgaste na capa. Algumas anotações e sublinhados (inocentes) a caneta no miolo.

Observações:

Obra muito interessante do ponto de vista histórico.
 

Do Prefácio:

A recolha de alguns textos - entrevistas, tomadas de posição, discursos - que a seguir se lerão marca a reacção pessoal do autor e a sua natural evolução face aos acontecimentos complexos do País dos últimos dez meses, a partir de 25 de Abril de 1974. Trata-se, pois, de uma compilação de textos políticos conjunturais, que pareceram por uma ou outra razão significativos, escritos ou ditos (porque muitos deles resultam de gravações) a quente, no meio de uma batalha política permanente, em que se tentaram conjugar, nem sempre com felicidade, as actividades de secretário-geral do Partido Socialista e do ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
A maior parte desses textos, como é natural, refere-se especialmente aos problemas da descolonização e da política externa portuguesa - evidenciando as gradações e as sucessivas precisões de uma mesma linha de pensamento, elaborada em resposta à evolução acelerada do processo político dos últimos dez meses.

Preço:15,00€

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Referência:14782
Autor:TARQUINI, José Miguel
Título:A MORTE NO MONTE - CATARINA EUFÉMIA
Descrição:

Empresa Tipográfica Casa Portuguesa, Lisboa, 1974. In-8.º de 148 págs. Brochado. Exemplar em excelente estado de conserrvação

Ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Catarina Efigénia Sabino Eufémia (Baleizão, 13 de Fevereiro de 1928 — Monte do Olival, Baleizão, 19 de Maio de 1954) foi uma ceifeira portuguesa que, na sequência de uma greve de assalariadas rurais, foi assassinada a tiros, pelo tenente Carrajola da Guarda Nacional Republicana. Com vinte e seis anos de idade, analfabeta, Catarina tinha três filhos, um dos quais de oito meses, que estava no seu colo no momento em que foi baleada. A trágica história de Catarina acabou por personificar a resistência ao regime salazarista, sendo adoptada pelo Partido Comunista Português como ícone da resistência no Alentejo. Sophia de Mello Breyner, Carlos Aboim Inglez, Eduardo Valente da Fonseca, Francisco Miguel Duarte, José Carlos Ary dos Santos, Maria Luísa Vilão Palma e António Vicente Campinas dedicaram-lhe poemas.

Preço:19,00€

Referência:13657
Autor:VALDEMAR, António [coord.]
Título:SER OU NÃO SER PELO PARTIDO ÚNICO
Descrição:

Editora Arcádia, s/l, 1973. In-8º de 271 págs. Br.
 

Observações:

Obra sobre  “Ser ou Não Ser Pelo Partido Único” onde se reúnem os depoimentos de seis personalidades políticas portuguesas:  Magalhães Godinho, Nogueira Pinto, Barrilaro Ruas, Coelho da Silva, Victor Wengorovius e Pinto Balsemão.

 

 

Preço:16,00€

Referência:13971
Autor:VASCO, Nuno
Título:VENCER A CRISE Preparar o Futuro Um ano de Governo Constitucional
Descrição:

Secretaria de Estado da Comunicação Social, Lisboa, 1977. In-8º de 583 págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Publicação elaborada pelo gabinete do Secretário de Estado Adjunto do PM para os Assuntos Políticos comc oordenação do jornalista Nuno Vasco.

"Este livro é o resultado de uma obra colectiva – a que, durante o primeiro ano de actividade do Governo Constitucional, foi realizada por todos os seus membros – ministros, secretários e sub-secretários de Estado. (…)
Seja permitido, contudo, salientar que não se fez uma política demagógica, nem houve a preocupação de ganhar votos ou conquistar louvores. Fez-se sim, a política necessária, nas condições presentes para salvar Portugal, consolidar a democracia e garantir um futuro melhor para todos os portugueses. Dessa política, que é uma política global e coerente, vos fala este livro. Ele aí fica, como testemunho de uma acção que o Povo, em última instância, julgará."

Preço:19,00€

Referência:13677
Autor:VENTURA, António
Título:TEÓFILO JÚNIOR
Descrição:

Câmara Municipal de Arronches, Arronches, 1991.  In-8º de 217 págs. Br.

Observações:

Obra sobre Teófilo Júnior,  Républicano, Natural de Arronches, e que escreveu bastantes textos sobre os ideais Republicanos.

"Na manhã do dia 5 começou a afluir ao Centro Republicano grande quantidade de povo que aclamava febrilmente a República e os seus maiores vultos. Pouco depois saía do centro a filarmónica acompanhada de povo que já era em número considerável, à frente do qual marchavam os membros da comissão municipal repúblicana empunhando bandeiras.
Dirigiu-se o cortejo aos paços do concelho, onde foi içada, numa das janelas a primeira bandeira da República.
(...)De uma das janelas da câmara falaram entusiasticamente os académicos Barradas Tenório e Teófilo Júnior e o operário José Lopes, os quais receberam do povo grandes manifestações de simpatia."

 

Encerra os seguinte capítulos:

Introdução; Textos autobiográficos; Textos literários filosóficos, Polémica com António Sardinha, Textos políticos.

 

Preço:14,00€
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