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Livros do mês: Fevereiro 2020
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Presença

Foram localizados 9 resultados para: Presença

 

Referência:14298
Autor:FONSECA, Branquinho da
Título:A POSIÇÃO DE GUERRA drama em um acto
Descrição:

Composto e impresso na Tipografia da “Atlântida”, Coimbra, 1931. In-4.º de 15-(1) págs. Br. Capa da brochura impressa a duas cores, com o aspecto modernista que a revista «Presença» imprimia em todas as suas publicações. Ilustrado com um desenho de José Régio, impresso em página inteira. Ligeiro e insignificante restauro na capa de brochura posterior

RARO.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Primeira incursão na escrita dramática de Branquinho da Fonseca que é não só uma das mais raras e representativas peças do seu Teatro, como  também uma das apreciadas edições «Presença», revista de que o autor foi fundador e director.

 

Preço:150,00€

Referência:14267
Autor:MONTEIRO, Adolfo Casais
Título:A POESIA DA "PRESENÇA"
Descrição:

Ministério da Educação e Cultura - serviço de documentação, Rio de Janeiro, 1959. In-8º de 363 págs. Br. Rubrica de posse no frontispício.
Primeira edição.

Observações:

Esta obra começa por fazer uma antologia das poesias de António Nobre, dos poetas da Geração do Orpheu, posteriormente apresenta poesias e poetas contemporâneos brasileiros e portugueses.

Preço:25,00€

Referência:14261
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:LA VOYELLE PROMISE poemes
Descrição:

Edições Presença, Coimbra, 1935. In-8º de 67 págs. Br. Cadernos por abrir.

Observações:

Das edições "Presença", embora se leia na capa "Éditions R.A. Corrêa, Paris".

Criação poética «por dentro» da língua francesa (que o autor dominava perfeitamente), carregada de vivências insulares.
É, segundo Fernando Guimarães, na sua obra "A Poesia da Presença e o aparecimento do Neo-Realismo", um dos principais livros de poesia publicados em 1935.

Preço:90,00€

Referência:14357
Autor:SOUSA, António de
Título:CRUZEIRO DE OPALAS. Versos de amor e Saudade que Antonio de Portucale compoz nos anos de MCMXVI, MCMXVII e MCMXVIII nas cidades de Lisboa, Porto, Coimbra e na aldeia de Santa Cruz do Douro.
Descrição:

(Typ. Popular, Coimbra, 1918). In-8º de 43-(5) págs. Brochado

Observações:

São raríssimos os exemplares deste primeiro livro de António de Sousa, livro publicado sob pseudónimo - ANTONIO PORTUCALE.
 

António de Sousa, nasceu no Porto a 25 de Dezembro de 1898. Estudou na Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Direito, e onde viveu largos anos. Casado com a pintora Alice Toufreloz Brito de Sousa, vem para Lisboa, em finais dos anos 40, indo residir para Algés, concelho de Oeiras. Tal como Edmundo de Bettencourt, passara primeiro pela Faculdade de Direito de Lisboa, antes de aportar a Coimbra. Teve uma vida académica muito intensa durante o seu percurso por Coimbra, em que a poesia e os ventos de um Modernismo crescente, o envolveram profundamente, levando a que o final curso, se fosse ficando um pouco tardio. António de Sousa já como estudante de Direito, mostrara ser um poeta de rara sensibilidade, que escreveu poesia da mais pura água, alguma da qual, foi gravada e cantada, pelos grandes cantores da chamada primeira “década de oiro” da Canção de Coimbra. Ainda hoje não a dispensam, na maior parte de repertório dos cantores de Coimbra.

Foi presidente da Associação de Basquetebol de Coimbra, secretário-geral e presidente a Associação Cristã dos Estudantes de Coimbra e um dos fundadores da Universidade Livre Conimbricense. Pertenceu à Comissão de Propaganda do Centro Republicano Académico em 1927, foi Presidente da Associação Académica nos anos 1934-35, e um ano depois, fazia parte da Comissão Promotora de uma Homenagem aos estudantes mortos na 1ª Grande Guerra. A comissão era presidida pelo Dr. Fernando Martins, e pelos estudantes Otílio de Figueiredo, e António de Sousa, que presidia à Associação. A homenagem realizada pela Academia, veio a culminar no descerrar de uma lápide, a 9 de Abril de 1935, na sala da Associação Académica, sediada na Rua Larga, perpetuando a memória dos estudantes caídos no campo de batalha.

No decurso da sua longa vida estudantil, em que conciliava o trabalho, com o estudo, a poesia e a intervenção social, António de Sousa começara cedo a escrever, e a colaborar em revistas. Com o pseudónimo António Portucale, publica em 1918, a poesia “Cruzeiro de Opalas”, e em 1919, “O Encantador”. Nos anos 20, foi um dos percursores do Movimento Presencista. O poeta da Ereira, mais velho que todos os outros, homem de grande estatura moral, lutador contra a ditadura, que o afasta compulsivamente do ensino, nos anos 30, é um dos elos aglutinador do movimento. Afonso Duarte era sem dúvida uma referência na seriedade e sensibilidade, expressa na sua postura de homem de carácter e de poeta. Depois, em 1924, foi um dos criadores da revista Triptico, juntamente com João Gaspar Simões e Vitorino Nemésio. Colabora com as revistas Ícaro, Byzancio, Vértice, Presença, Portucale e a Revista de Portugal. Trabalhou largos anos na Associação Cristã da Juventude de Coimbra, como secretário-geral e presidente, tendo assegurado essas funções, poucos anos após a sua inauguração, a 20 de Junho de 1918.

Foi ainda Presidente do Orfeon Académico, cargo de que não tomou posse, devido a um conflito com o regente Padre Elias de Aguiar. Bettencourt e Paradela gravaram poesias suas, e muitos outros as cantaram. Foram várias, as suas poesias, na Canção de Coimbra, mas as que encantaram mais os seus cantores, talvez tenham sido as que tiveram gravação.

Preço:100,00€