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Livros do mês: Novembro 2022
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Raro

Foram localizados 23 resultados para: Raro

 

Referência:14795
Autor:AAVV
Título:A ILHA. À Memória de Sebastião da Gama.
Descrição:

Editor Élio Santana, Setúbal (Tipografia Sado), 1957. In-8º de 16 págs. Brochado. Com um retrato colado de Sebastião da Gama. Capa ilustrada com composição surrealista. Tiragem limitada a 300 exemplares, de circulação muito restrita. Picos de acidez, também marginal e lombada restaurada.

O único exemplar que encontrámos referido corresponde ao descrito na BN.
Desconhecido das principais bibliografias consultadas sobre Sebastião da Gama.
RARO.

 

Observações:

Colaboração de Artur Ribeiro, César Pratas, Manuel Tomé, Maria Elisa Reynaud, Maria Manuel, Miguel de Castro, Sebastião da Gama, Artur Ribeiro.

Encerra um inédito de Sebastião da Gama - A ILHA,  poema que dá o título à plaquete.
 

Preço:60,00€

Referência:14481
Autor:FONSECA, Manuel da
Título:ROSA DOS VENTOS. Desenhos de Manuel Ribeiro
Descrição:

Edição do Autor, Lisboa, 1940. In-8º de 71-(3) págs. Encadernado inteira de percalina verde com dizeres dourados na lombada. Preserva as capas de brochura.

RARA e importante obra

Observações:

PRIMEIRA EDIÇÃO DO PRIMEIRO LIVRO deste consagrado poeta neo-realista, autor de uma das mais importantes poemas do século XX - DOMINGO, aqui publicado. Fez parte do grupo do grupo do NOVO CANCIONEIRO e através da sua arte teve uma intervenção social e política muito importante, retratando o povo, a sua vida, as suas misérias e as suas riquezas, exaltando-o e, mesmo, mitificando-o.

Segundo Osvaldo Silvestre, "... a obra de Manuel da Fonseca (1911-1993) acaba por realizar o destino interventivo que desejou. De tal modo que não é possível estudá-la hoje à margem da mitologia revolucionária de que se alimentou, por longas décadas, a resistência ao regime, mitologia para a qual, afinal, contribuiu decisivamente. De certo modo poderíamos mesmo dizer que a sua obra coloca, como nenhuma outra, a questão da mitologia neo-realista - assim como a do neo-realismo enquanto mitologia (...) A publicação de "Rosa dos Ventos" em 1940, altura em que o neo-realismo na poesia não conseguira ultrapassar a inconsistência de algumas tentativas exploratórias, veio viabilizar uma alternativa ao presencismo dominante".
"A sua poesia propor-se-á como oralidade dramática, pela qual a enunciação é delegada num vasto friso de personagens que assim conquistam finalmente a sua voz, no que é afinal uma reparação feita a todos aqueles a quem a História interditara a voz, relegando-os para a esfera do não-dito - e daí a oralidade desta poesia, tão devedora no tom e nas formas poéticas de tradições maioritariamente populares, isto é, não cultas. É esta, pois, uma poesia em que o realismo se declina em termos históricos e, sobretudo, materialistas, pela forma como se enraíza na concretude de personagens e situações." ALVARO RIBEIRO DOS SANTOS-1288

Preço:160,00€

Referência:14855
Autor:MAZAREM, Joaquim da Rocha
Título:COMPILAÇÃO DE DOUTRINAS OBSTETRICAS EM FORMA DE COMPENDIO PARA INSTRUCÇÃO DOS QUE SE DEDICÃO AO ESTUDO DESTA ARTE por ...
Descrição:

Na Imprensa da Rua dos Fanqueiros, Lisboa, 1933. In-4º de 395-(1) págs. Encadernação coeva inteira de carneira marmoreada com lombada decorada a ouro ao gosto victoriano e rótulo de pele verde com dizeres dourados. Miolo mantendo a sonoridade original do papel saudável. SEM DEFEITOS APONTAR.

Observações:

Em 1823 surge do mesmo autor uma obra com título Compêndio de Obstetrícia. Inocêncio não refere nenhuma edição anterior 1833 mas cita Recopilação da arte de partos, ou quadro elementar obstetricio para instrucção das aspirantes que frequentam o curso de partos, Lisboa, 1838.

A obra que se apresenta foi escrita para os estudantes da Escola Médico-Cirúrgica em Lisboa. Ela discute a anatomia do pelvis e do útero, a concepção, ,tipos de gravidez desenvolvimento do feto, o processo de nascimento e suas possíveis complicações, modos de cuidar dos recém nascidos e enfermagem. Rocha Mazarem apresenta no prefácio uma tradução de vários atrtigos do Dictionnaire de Médecine, mas também acrescenta muito à custa da sua própria experiência médica: "... muitas cousas são propriedade minha, fructo de meditação e prática" (p. 3). Ferreira de Mira descreve este título como sendo um original e pioneiro que teve duas edições (p. 385) e comenta: " ... O compêndio de Mazarem é mais digno de apreço, ao mesmo tempo pela sua concisão e pelo rigor na indicação das operações cirúrgicas necesárias em clínica obstétrica. Foi lido por várias gerações de parteiros e dele se fez ainda uma edição em 1843 ... " (p. 286).

Inocêncio tomo IV, p. 150; tomo XII, p.139.
Catálogo da colecção portuguesa II, Faculdade de Medicina, Lisboa p. 275 refere apenas esta edição.
Pires de Lima, Catálogo da Bibliotheca da Escola Médico-Cirurgica do Porto refere também o Compendio de obstretricia, Lisboa 1823 (nº. 2677).
Ferreira de Mira, em História da medicina portuguesa p. 277, 281, 286, 327, 350, 385, 421, 485.
A Library of Congress catálogo online não refere esta edição.
A Biblioteca Nacional de Portugal apenas refere um exemplar.

São muito RAROS os exemplares em PRIMEIRA EDIÇÃO deste tratado (um dos pioneiros) de obstetricia do transmontano de Chaves Rocha Mazarem.

Joaquim da Rocha Mazarem nasceu em Chaves, Portugal, em 12 de dezembro de 1775. Licenciou-se em cirurgia na Escola Cirúrgica do Hospital São José, em Lisboa, em 1806. Em 1807 acompanhou a vinda da família real para o Brasil como primeiro-cirurgião da Nau Príncipe Real. No Brasil foi nomeado lente de anatomia na Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro (1808), implantada por José Correia Picanço, e primeiro-cirurgião do Real Hospital Militar, do morro do Castelo. Traduziu para o português as obras Indagações fisiológicas sobre a vida e a morte, de Bichat, e Novo ensaio sobre a arte de formular, de J. L. Aliber, além do Tratado de inflamação, feridas e úlceras, extraído da Nosografia cirúrgica, de Anselmo Richerand, obras originalmente publicadas em francês. Em 1821 regressou a Portugal junto com d. João VI. Em Lisboa assumiu diversos cargos como cirurgião da Armada e da Casa Real, lente de obstetrícia na Escola de Cirurgia de Lisboa, da qual foi diretor, e chefe da enfermaria de partos do Hospital São José. Publicou ainda numerosas obras, como Compilação de doutrinas obstétrica (1833) e o Anuário clínico da arte obstétrica (1825-1826). Morreu em Lisboa, em 21 de abril de 1849.

Preço:465,00€

Referência:14870
Autor:MOTTA, António Jose Salvado
Título:MONOGRAFIA DE ALPEDRINHA
Descrição:

Tipografia particular e curiosa do autor, Alpedrinhas, 1933. In-8º de 533-(1) págs. Encaddernação elegante com conjuntos de filets gravados a dourados e a pigmento negro,  segundo a clássica disposição de "7 fios". Apenas aparado à cabeça preservando as capas de brochura. Desenhos da autoria de Antonio Vaz Mendes representando recolhas epigráficas, heráldicas e artísticas.

PEÇA DE COLEÇÃO desta muito rara monografia, de primitva impressão, feita em casa do autor, mas com um rigor e erudição científica de grande e reconhecido mérito sendo obra citada e muitas vezes referneciada na bibliografia regional.

Observações:

Alpedrinha é uma freguesia do concelho do Fundão, a sul da Serra da Gardunha, e devido à sua beleza natural e  ao seu património monumental é conhecida como sendo a Sintra da Beira.

Preço:120,00€

reservado Sugerir

Referência:14681
Autor:Sem autoria
Título:CARTILHA EM TAMUL E PORTUGUÊS impressa em 1554 por ordem do Rei.
Descrição:

Ministério da Educação Nacional. Lisboa. 1970. In-8º de 27-(46) pags. Brochado. Impresso com 3 linhas a duas cores reproduzindo as vinhetas e letras capitais decorativas bem como o texto bilingue em português e tamil. O texto fac-similado é antecedido por um resumé/sumário em françês e inglês

Observações:

Edição Fac-simile do Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia com preâmbulo de D. Fernando de Almeida. Direcção Geral do Ensino Superior d das Belas-Artes. Preambulo à obra em louvor de Leite de Vasconcelos e enumerando os manuscritos e impressos raros recolhidos e inéditos com significação histórica para o povo português.

No preâmbulo:
"... É escusado esclarecer o que ela é e o que ela representa para o estudo da acção portuguesa no Oriente: por isso só lhe juntamos as sucintas notas que se seguem ..."

Preço:20,00€

Referência:14877
Autor:VASCONCELOS, Jorge Ferreira de
Título:MEMORIAL DAS PROEZAS DA SEGUNDA TAVOLA REDONDA. Ao Muyto Alto e Poderoso Rey Dom Sebastião prymeiro deste nome em Portugal, Nosso Senhor, impressa pela primeira vez no anno de 1567.
Descrição:

Typ. do Panorama, Lisboa, 1867. In-4.° de VIII-368 págs. Encadernação moderna inteira de percalina imitando a carneira mosqueada antiga. Rótulo verde com dizeres douyrados na lombada. Não preserva as capas de brochura e apresenta aparo marginal. Rúbrica de posse a tinta, rasurada, no frontspício. Apesar destes aspectos, o exemplar está muito fresco, com as folhas mantendo a sonoridade original, apesar das raras manchinhas de humidade disseminadas pela obra.

Observações:

Segunda edição (a primeira é de 1567). Clássico entre os "Romances de Cavalaria".

Diz M. Bernardes Branco, coordenador desta edição, os leitores deste Memorial' "Hão de ser, com raríssimas excepções, os amantes dos livros portuguezes antigos, que considerarão sempre esta obra como util para os amantes da pureza de lingoagem, para os que gostam de ver os progressos que os estudos romanticos fizeram em Portugal, para os estudiosos dos antigos usos e costumes nacionaes e para pouco mais."

INOCÊNCIO t.IV, p.167 e t.XII, p.179 refere que da edição original, apenas tem "presente a notícia da existência de dous exemplares em Portugal". Diz-nos ainda que  "... Barbosa aponta em logar d"esta edição outra, com alguma differença no titulo, e dá-a como impressa no dito anno, pelo mesmo impressor, mas em Lisboa, e no formato de folio. Tudo induz a crer que se enganou em suas indicações, e que jamais existiu essa duplicada edição. Da que fica descripta, e que é rarissima, apenas tenho ao presente noticia da existencia de dous exemplares em Portugal. Oxalá que dentro em pouco tempo não tenhamos a lamentar a perda de algum d"elles, ou ainda a de ambos juntos participando de sorte egual á de outras similhantes preciosidades litterarias que possuiamos, e que vão infelizmente desapparecendo de dia em dia, para mais se não recuperarem!

Preço:75,00€

Referência:14812
Autor:VIEIRA, Luandino
Título:A CIDADE E A INFÂNCIA. Contos
Descrição:

Edição da Casa dos Estudantes do Império, Lisboa (1957). In-8º de 78-(2) págs. Brochado. Capas de brochura com ligeiríssimas e insignificantes manchinhas de humidade.

MUITO RARO.

Observações:

Livro de Contos de estreia de Luandino Vieira com um prefácio de Costa Andrade, que termina o texto da seguinte forma:

"... Eis a tua mensagem de Amor que ninguém destruirá porque não há força capaz. O teu livro, um pouco de todos nós e da terra imensa, é uma época que as crianças de agora não vivem e muitos não entendem, mas um dia virá, meu Caro, que fará dos portos do mundo, portos de todo o mundo. Um dia virá ..."

Livro proibido e cuja edição foi destruída pela polícia política (Maria Aparecida Ribeiro, in Biblos - Enciclopédia Verbo das Literaturas de Língua Portuguesa).

 

Preço:100,00€