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Módulo background

Salazar

Foram localizados 17 resultados para: Salazar

 

Referência:13263
Autor:autoria indefinida
Título:A PONTE SALAZAR
Descrição:

Ministério das Obras Públicas / Gabinete da Ponte Sobre o Tejo, Lisboa, 1966. In-4º de 152-(2) págs. Encadernação editorial em tecido com dizeres e uma reprodução da ponte grravado a ouro nas pastas e na lombada. Profusamente Ilustrado com fotogravuras e plantas desdobráveis com projectos da ponte e dos seus elementos de construção e de controlo de deslocação, vibração, torção, e medição de suspensão.

Observações:

Livro publicado no ano da inauguração da Ponte Salazar onde se descreve a sua construção, exploração, financiamento e concessão. Encerra também um fac-simile do despacho ministerial (reprodução do manuscrito de  Salazar).

Preço:50,00€

Referência:13258
Autor:CÁDIMA, Francisco Rui
Título:SALAZAR, CAETANO E A TELEVISÃO PORTUGUESA
Descrição:

Editorial Presença, Lisboa, 1996. In-8º de 419 págs. Br. Miolo com picos de acidez.

Observações:

Investigação histórica sobre o tipo de relações estabelecidas entre o poder político  e o Telejornal, designadamente no período que decorre entre o aparecimento da televisão em Portugal e o fim do regime de Salazar e Caetano.
A investigação centra-se, fundamentalmente, sobre os textos de opinião (Comentários e Editoriais) produzidos ao longo de 17 anos nas aberturas dos telejornais, conseguindo com eles manipular a opinião publica contribuindo para o para o retardamento da sua queda a 25 de Abril de 1974.

Preço:17,00€

Referência:13337
Autor:CASTRO, Augusto de
Título:A EXPOSIÇÃO DO MUNDO PORTUGUÊS E A SUA FINALIDADE NACIONAL.
Descrição:

Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1940. In-8º de 218 págs. Br. Capas de brochura envelhecidas com um pequena falha na capa anterior.

Observações:

Reunião de textos e discursos do Comissário Geral da Exposição do Mundo Português que versam sobr esta exposição. Este evento foi organizado para celebrar os 800 anos da fundação de Portugal e os 300 da Restauração e realizou-se de 23 de Junho e 2 de Dezembo de 1940. Inclui também um roteiro da Exposição.

"Uma Exposição de História Portuguesa poderia obedecer a dois planos: o plano cronológico, fundado sôbre a sucessão das datas, abrangendo a vida e a expansão da Nação através da sua natural evolução no tempo – ou o plano de uma síntese, em largas visões decorativas, não de datas, mas de acção nacional, através das grandes expressões colectivas do seu génio. Preferiu-se esta segunda solução. A cronologia implica a dispersão dos
factos, constitue uma espécie de história física dos povos, deixando na sombra a sua gestação moral, o seguimento natural do pensamento construtivo, lento e obscuro, que prepara os acontecimentos, os liga e os explica. E assim, a Exposição não se desdobra em períodos dinásticos, nem em galerias de grandes figuras, nem em divisões arbitrárias do tempo, mas, sim, na evocação, em grandes séries, das expressões culminantes da criação, do crescimento, da expansão civilizadora e heróica da Pátria – alma e casa dos Portugueses"

 

Preço:18,00€

Referência:13507
Autor:COELHO, Eduardo; COELHO,António Macieira
Título:SALAZAR. O FIM E A MORTE história de uma mistificação
Descrição:

Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1995. In-8º de  251 págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto.

Observações:

Livro escrito pelo médico pessoal de Salazar,onde se apresenta um retrato humano de Salazar, enquanto doente e moribundo,e também um retrato do conflito de interesses que gravitavam à volta do político, que nesta obra surge numa intimidade nunca antes revelada. Um documento notável que traz luz sobre um momento decisivo da História recente de Portugal.

Preço:12,00€

Referência:13918
Autor:INEZ, Artur
Título:OIÇA, ANTÓNIO FERRO!
Descrição:

Imprensa Beleza, Lisboa, 1933. In-8.º de 43 págs. Encadernação meia inglesa com cantos e lombada em pele, conserva as capas.

RARO.

Observações:


Violento artigo publicado previamente no jornal «A República», de Artur Inez, contra António Ferro, como réplica ao seu artigo, "A Morte do Sebastianismo”.
Carta-prefácio de Ribeiro de Carvalho.

 

"Nós não pertencemos ao número, elevado por sinal, dos que o consideram simplesmente um imbecil que passa horas trágicas e aflitivas curvado sôbre a sua secretária do Notícias, de mãos fincadas nos parietais, suando, bufando em busca dum adjectivo salvador e bonito.
Não pertencemos a êsse número, porque o sabemos razoavelmente inteligente, embora de raciocínio lento e de precária realização verbalista, ainda que os seus panegiristas imaginem ou digam o contrário.
O senhor, Ferro, é um torturado da forma, que leva duas horas para escrever um período de quatro linhas que levou quatro horas a raciocinar...
E nem sequer é original!

(...)

O leitor que me perdoe. Fui mais longe do que queria. Com esta facilidade de escrever com que o destino me dotou, fui por aqui fora e não consegui responder ao Ferro.
Deixá-lo. Já agora não respondo.
É que entrou, neste instante, no meu gabinete, um camarada a dizer-me que o 1936, da 8.ª esquadra, sem que o chefe lhe encomendasse o sermão, estava ontem, na Baixa, de chanfalho na dextra a arrancar das paredes alguns exemplares do jornal onde lhe ferrei aquela trepa que o deixou a pão e laranjas.
Ora como posso eu responder ao amigo e correligionário do 1936 da 8.ª esquadra?
Nessa não caio eu..."

 

Preço:24,00€

Referência:13408
Autor:MOUTA, Oliveira
Título:DIREITA VOLVER!
Descrição:

Edição do autor, Lisboa, 1939. In-8º de 94-(2) págs. Br. Capa e vinhetas do Artista Húngaro Mestre de Gravura em Madeira Atyila Mendley de Vétyemy”.

Observações:

Curioso livro sobre Salazar onde ele é apresentado como um enviado de Deus para conseguir a  manutenção da independência da nação.

"Estas notas sao impressões gravadas ao acaso, desde que o autor passou a ver os seus compatriotas e a vida portuguesa através da doutrina do chefe inconfundível."

Preço:25,00€

Referência:13896
Autor:OLIVEIRA, Cândido
Título:TARRAFAL o pântano da morte
Descrição:

Editorial República, S/L, 1974. In-8º de 152-(4) págs. Br. Capa com ilustração de Stuart Carvalhais. Livro com alguns sinais de uso.

Observações:

Livro publicado postumamente e bastante expressivo sobre  a Colónia Penal do Tarrafal, na Ilha de Santiago e que estava estava destinada a receber os presos condenados a pena de desterro pela prática de crimes políticos.


"... à memória dos 30 mortos que repousam no cemitério do Tarrafal; aos mártires do campo de concentração do Tarrafal de Santiago de Cabo verde; aos heróis e mártires da luta antifascista..."


Com uma nota prévia de  José Magalhães Godinho, "... Curvo-me, respeitoso, comovido, e com a maior saudade perante a memória do meu querido amigo e companheiro Cândido de Oliveira, homem íntegro, lutador intemerato, um dos sacrificados e uma das grande vítimas, pelo muito que sofreu, pelas brutalidades inumanas de que foi objecto, nesse negregado período do salazarismo que só por ironia, maldade e má fé, ainda há quem teime em considerar um regime meramente paternalista!"


Excerto:
"Para além da espessa e alta muralha de terra, do profundo e largo fosso, da intrincada e agressiva teia de arame farpado está o Campo.Colónia e Campo não têm ali a mesma compreensão. Justificadamente. A Colónia significa toda a área da Achada Grande, de um quilómetro quadrado, adquirida pelo Estado, e desgarrada da jurisdição do governador de Cabo Verde para ficar directamente dependente do capitão Agostinho Lourenço da PVDE.A área da Colónia não pertence nem depende do Ministério das Colónias. É zona autónoma. As autoridades locais não têm a menor jurisdição sobre aqueles terrenos nem sobre os indivíduos que neles vivem. Nem ali podem entrar sem prévia autorização do director do Campo de Concentração, que depende sob todos os aspectos do Ministério do Interior.É uma dependência da PVDE! Como o Forte de Caxias ou o Forte de Peniche ou a cadeia do Aljube. Enquadra-se na série de depósitos de presos à disposição da polícia política, e sujeitos à autoridade discricionária do capitão Agostinho Lourenço- o Krammer português- o que lhe permite transferir livremente o preso político de um depósito para outro... A passagem do Aljube para Caxias ou de Peniche para o Tarrafal é da competência do director da PVDE!Deste modo, a Colónia, é terreno feudal. Nem o Ministério da Justiça, nem o Ministério das Colónias, nem qualquer outra autoridade pode intervir ou conhecer o que se passa no Tarrafal".

Preço:18,00€

Referência:13445
Autor:PIMENTEL, Irene Flunser
Título:A HISTÓRIA DA PIDE
Descrição:

Círculo de Leitores/ Temas & Debates, Lisboa, 2007. In-8º de 575 págs. Br. Profusamente ilustrado em extra-texto.

Observações:

Livro de referência sobre a PIDE. É um estudo exaustivo sobre  o funcionamento e os métodos da actividade da polícia política no tempo da ditadura portuguesa.

Da contracapa:

"Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974."

 

 

Preço:12,00€