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Sátira

Foram localizados 10 resultados para: Sátira

 

reservado Sugerir

Referência:13525
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:DIVERSAS OBRAS DE J.A.M
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1811; Na Impressão Regia, Lisboa, 1811;Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1812; Na Impressão Regia, Lisboa, 1822. Volume com 8  obras encadernadas juntas. In-8º de 34,31,54,77,49,30,132, 20 págs. Encadernação inteira em pele com dizeres a ouro em rótulo de pele na lombada. Aparado. Encerra um índice manuscrito das obras incluídas.

INVULGAR.

Observações:

Volume com diversas obras de José Agostinho de Macedo, encerra: Reflexões criticas sobre o episodio de Adamastor nas Lusiadas; Carta que escreveo o doutor Manuel Mendes Fogaça, a hum seu amigo transmontano, sobre huma comedia, que vira representar em Lisboa;  Carta II do Doutor Manoel Mendes Fogaça, escrita ao seu amigo transmontano — sobre mais comedia; Carta de Fogaça, ou historia do Cerco de Saragoça — segundo o vio representar em huma Comedia do Doutor Manoel Mendes Fogaça, que a descreve ao seu amigo Transmontano no estilo de seu o Avô Fernão Mendes; Carta escrita por Manoel Mendes Fogaça, a seu amigo António  Balea — sobre uma Farça anonyma, que lera impressa, e vira huma vez representar, intitulada Manoel Mendes; Carta de Manoel Mendes Fogaça, escrita a seu Amigo Transmontano, sobre huma cousa que observou em Lisboa, chamada o Observador; As Pateadas de theatro investigadas na sua origem, e causas; Epistola de Manoel Mendes Fogaça. Dirigida de Lisboa a hum Amigo da sua Terra, em que lhe refere como de repente se fez Poeta, e lhe conta as proezas de hum Rafeiro.
A maioria destaas obras encerradas neste volume abordam polémicas sobre obras teatrais e também uma critica feroz aos Lusiadas.
Na Introdução a Reflexões criticas sobre o episodio de Adamastor nas Lusiadas ele afirma "Mandava aos seus Discipulos Quintiliano, que, quando ajuizassem de alguma parvoice, que escapasse aos mais abalisados Escriptores da antiguidade, o fizessem sempre com muita modestia, e circunspecção, lembrando-se sempre, que erão grandes Varões. Eu estaria por este Canon do Rethorico, se elle me provasse que os Varões antigos tinhão authoridade para descreverem impunemente os disparates que quizessem; e os Senhores Modernos querem que se observe esta regra, mostrem-me a razão, por hum Gigante ha de ter a liberdade de fazer huma parvoice, e não ha de ter liberdade hum Pigmeo de lhe dizer = Isto, Senhor Gigante, he huma parvoice."

 

Preço:75,00€

Referência:13514
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:AS PATEADAS DE THEATRO INVESTIGADAS NA SUA ORIGEM; E CAUSAS junto com A IMPOSTURA CASTIGADA junto com O SEBASTIANISTA DESENGANADO À SUA CUSTA junto com D, LÍZ DE ATHAIDE OU A TOMADA DE DABUL junto com BRANCA DE ROSSIS
Descrição:

Na Impressão Régia, Lisboa, 1812.In-8º de 132 págs. Junto com: A impostura castigada, comedia em tres actos; composta em 1812 por J. A. D. M. Lisboa : Na Imprensa Nacional, Lisboa, 1822. In-8º de 56 págs. Junto com: O Sebastianista desenganado á sua custa. Comedia composta por José Agostinho de Macedo. Representada oito vezes sucessivas no Theatro da Rua dos Condes,  Na Imprensa Nacional, Lisboa, 1823. In-8º de 56 págs. Junto com: D. Luiz d'Athaide ou a tomada de Dabul. Drama heroico. O assumpto he tirado da Asia Portugueza de Manoel de Faria e Sousa. Tom. II. Parte III. &c. por J. A. de M. Na Imprensa Nacional,  Lisboa, 1823. In-8º de 72 págs. Junto com: Branca de Rossis. Tragedia. Na Impressão Régia, Lisboa, 1819.In-8º de 93-(3) págs. Encadernação  recente em papel marmoreado com rótulo na lombada. Assinatura de posse no rosto. Exemplar em razoável estado de conservação.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Reunião num volume só de várias obras de josé Agostinho de Macedo relacionadas com teatro. Na introdução à primeira obra  “Pateada he hum movimento espontaneo de pés, bordões, cacheiras, taboas, assobios, feito na Platéa  elos  Senhores espectadores,  de  que  resulta  huma  assoada,  açogaria,  marinada,  e  ingrezia  confusa dada nas bochechas aos cómicos, para se lhes dizer com toda a civilidade, que o que estão representando, ou acabão de representar, he huma completa parvoice, huma manifesta pouca vergonha, ou hum solemne destempero.” Esta é a definição que o autor dá na «Carta, que serve de Introducção» aos VIII  capítulos da obra, onde ele dá exemplos práticos oriundos do teatro da época.

Seguem-se quatro peças de teatro, comédias e tragédias, escritas pelo autor:  A impostura castigada, comedia em tres actos; O Sebastianista desenganado á sua custa. Comedia composta por José Agostinho de Macedo. Representada oito vezes sucessivas no Theatro da Rua dos Condes; D. Luiz d'Athaide ou a tomada de Dabul. Drama heroico. O assumpto he tirado da Asia Portugueza de Manoel de Faria e Sousa e  Branca de Rossis. Tragedia.

Preço:75,00€

reservado Sugerir

Referência:13511
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:CENSURA DAS LUSIADAS
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1820.  Dois tomos encadernados num volume de in-8.º  295-(1) e 271-(1) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada ao gosto da época.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Curiosa e "severa" crítica aos Lusíadas onde  o Padre José Agostinho Macedo tenta demonstrar que os os lusíadas apesar de ser em mais louvada obra poética portuguesas era na verdade um poema monstruoso,cheio de erros,  cheio de versos errados e prosaicos e incorreções de linguagem e de gramática.

Segundo  Inocêncio F. da Silva no seu livro "Memorias para a vida intima de José Agostinho de Macedo": "Entretanto José Agostinho cada vez mais indignado de que as suas invectivas contra os 'Lusiadas' não produzissem o fim a que aspirava; vendo que á proporção que avançava em seus dicterios e motejos, se realçava entre naturaes e estranhos a fama do vate portuguez, que o seu 'Oriente' bem longe de offuscar aquelle immortal poema, servira pelo contrario de incentivo para serem melhor estudadas e mais devidamente sentidas e apreciadas as innumeraveis bellezas, que n'elle resgatam com tanta usura esses inevitaveis defeitos, que a inveja ou a malevolencia tem pretendido assoalhar e avultar aos olhos do mundo; propoz-se a fazer um ultimo esforço, rompendo todos os diques da decencia, do decoro e por assim dizer do pundonor nacional, depoz os pequenos vislumbres da fingida contemplação, que em algumas occasiões figurava guardar, fallando de 'Camões'; (...) empenhou-se não menos em mostrar 'ex professo', que os 'Lusiadas' não obstante a sua celebridade e o consenso de dois compridos seculos, apezar de lidos comentados e tantas vezes traduzidos e louvados, eram na realidade um poema monstruoso, um tecido de erros, de incoherencia e de destemperos, destituido até do menor resabio de estylo e colorido poetico; cheio de versos errados e prosaicos, de incorrecções, de faltas de linguagem e de grammatica. Eis o objectivo de dois volumes de oitavo que no principio de 1820 deu á luz com o titulo de 'Censura dos Lusiadas', obra que diz compozera em dez dias, (valha a verdade!) mas que de certo não era mais que a tradução dos seus pensamentos desde muitos annos".

Preço:65,00€

Referência:13510
Autor:MACEDO, José Agostinho de
Título:CARTAS FILOSOFICAS A ATTICO por...
Descrição:

Na Impressão Regia, Lisboa, 1815. In-8.º de 240 págs (As duas últimas páginas estão numeradas com o nº 239 e 240). Encadernação inteira de pele (com sinais de ressequimento) decorada com dizeres e florões a ouro sobre rótulo de pele vermelha na lombada. Pequena assinatura de posse no frontispício. Corte das folhas carminadas.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra onde Agostinho de Macedo aborda temas políticos, sociais, religiosos, culturais e económicos.
Encerra os seguintes capítulos: I. Sobre os bens da Fortuna; II. Sobre o Suicidio; III. Sobre a Filosofia de Mendelson; IV. Sobre o Bello; V. Sobre a Exageração dos males da Sociedade; VI e VII. Sobre o Sublime; VIII e IX. Sobre o ser a ignorancia mais conducente para a felicidade do que a Sciencia, (Sustenta-se este paradoxo); X. Sobre o modo de ser eloquente; XI. Sobre o Estylo, etc.; XII. Sobre as Bellas Artes; XIII. Sobre a Poesia em relação com a Musica; XIV. Sobre o Desterro; XV e XVI. Sobre o Patriotismo; XVII. Sobre o assumpto de que a maior Bibliotheca não he mais que hum só Livro (Sustenta-se este Paradoxo); XVIII. Sobre o assumpto das Cartas; XIX. Sobre ser o homem o objecto mais ignorado pelo mesmo homem; XX. Sobre Seneca e Young serem dois Escriptores prejudiciaes; XXI. Sobre não haver Sciencia sem a Sciencia moral; XXII. Sobre as operações do entendimento; XXIII. Sobre o Genio; XXIV. Sobre o Gosto; XXV. Sobre a Indifferença, etc.: XXVI. Sobre as inclinações fysicas e espirituaes; XXVII. Sobre os poucos conhecimentos do homem.

Este livro tem uma extensa dedicatória a uma religiosa Cisterciense do Mosteiro de Odivelas, D. Joana Tomásia de Brito Lobo de Sampaio.
Segundo Inocêncio nas  "Memorias para a vida intima de José Agostinho de Macedo": "Já dissemos no XIX d'este capitulo, como José Agostinho de Macedo vivera por algum tempo ligado em intimo trato com a actriz 'Maria Ignacia da Luz', porém este commercio amoroso em breve arrefeceu como era de esperar e José Agostinho voltando-se rapidamente do theatro para o claustro, depressa se lhe deparou para substituir a actriz uma religiosa do mosteiro de Odivellas, por nome 'D. Joanna Thomasia de Brito Lobo de Sampaio' a qual durante annos foi cortejada com assiduidade, fazendo por seu respeito amiudadas visitas àquelle convento. Estas deram azo a que se divulgasse o segredo, e a que seus inimigos tirassem d'ahi assumpto para motejos e zombarias. Era esta dama, ao que parece, dotada de alguma instrucção e apaixonada das lettras: José Agostinho de Macedo dedicou-lha as suas 'Cartas Philosophicas a Attico', em 1815, bem como a traducção de uma pequena novella com o titulo de 'Arrependimento premiado', que sahiu anonyma em 1818. Se tivesemos de dar credito aos elogios e louvores de que são tecidas as dedicatorias que precedem estas duas producções, teriamos que collocar tal senhora, quando menos, a par de Mad. de Sevigné, Dacier ou Staël; porém José Agostinho, encarecia em todas as suas cousas e assim como não sabia fazer uso dos doestos e das satyras individuaes, tambem não podia louvar senão adulando aquelles a quem procurava engrandecer, tecendo-lhas os mais encomiasticos e hyperbolicos panegyricos, rescendentes de podres incensos e malbaratadas lisonjas."

Preço:60,00€

Referência:13534
Autor:RODRIGUES DA COSTA, José Daniel
Título:COMBOY DE MENTIRAS vindo do Reino Petista com a fragata verdade encoberta por capitania.
Descrição:

Na Of. de Simão Thaddeo Ferreira, Lisboa, 1801. Um volume com os 24 números de 16 páginas cada num total de 384 págs. Encadernação coeva  inglesa em pele com dizeres a ouro na lombada. Etiqueta de ordem de biblioteca na cabeça da lombada. Guardas em papel marmoreado da época. Ilustrado com vinhetas decorativas xilogravadas.

COLECÇÃO COMPLETA

INVULGAR
 

Observações:

Colecção completa destes folhetos onde o autor faz a reunião de "Poesias, Maximas , Casos , e Avisos de todos os lotes , para satisfazer a vossa curiosidade".

Segundo Inocêncio, Rodrigues da Costa era muito dado ao bom humor e todos aplaudiam "os seus chistes e ditos naturalmente engraçados e satíricos". Faleceu em 1832, pouco depois de ter recebido uma pensão anual de D. Miguel, de quem era partidário. Deixou uma vasta obra, sendo esta uma das mais estimadas. Inoc., IV

Preço:90,00€

Referência:13531
Autor:RODRIGUES DA COSTA, José Daniel
Título:BARCO DA CARREIRA DOS TOLOS obra critica, moral e divertida
Descrição:

Typographia de Elias José da Costa Sanches, Lisboa, 1850. Volume com 12 folhetos de 32 págs cada. Encadernação moderna meia francesa em pele com florões e dizeres a ouro em rótulos de pele vermelha na lombada. Exemplar em magnífico estado de conservação estando apenas aparado à cabeça carminada. Mantem intactas e muito ireegulares com todas as barbas, as restantes margens.

COLECÇÃO COMPLETA.

Observações:

Uma das mais estimadas obras do autor, onde ele faz uma critica da sociedade portuguesa da altura,  "Muito se alegrou o diligente Navegante com a descoberta, sacrificando se ao louvável fim de fazer ditosos os que tinham nascido para o ser: e por isto destinou transportar à mesma Ilha os Tolos…"

Doze classes de que se compõe esta obra:

Folheto os tôlos modistas; folheto os tôlos namorados; folheto os tôlos mal casados; folheto os tôlos mal creados; folheto os tôlos velhacos encobertos; folheto os tôlos bebedos; folheto os tôlos soberbos; folheto os tôlos presumidos;  folheto os tôlos queixosos da fortuna; folheto os tôlos crédulos; folheto os tôlos que em tudo se mettem; folheto os tôlos em geral.
 

Preço:160,00€

Referência:13529
Autor:RODRIGUES DA COSTA, José Daniel
Título:IDÉAS VAGAS sobre varios assumptos para Recreio de todas as pessoas de ambos os sexos.
Descrição:

Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira, Lisboa, 1822. In-8º de 79 págs. Encadernação moderna inteira em percalina azul com dizeres e florões a ouro na lombada. Exemplar inteiramente por aparar.

INVULGAR.

Observações:

Curioso folheto com poemas sobre Portugal  e a sociedade portuguesa, deste escritor e frequentador das tertúlias da Arcádia Lusitana.

Innocêncio afirma  “Dotado  de  bom humor, e maneiras affaveis, era bem quisto de todos que o conheciam, e que applaudiam os seus chistes e ditos naturalmente engraçados, e satyricos. Viveu por muitos annos decentemente dos proventos do seu emprego, e do producto dos muitos papeis que imprimia, e que eram bem acolhidos do  publico. Sabendo amoldar-se ás circumstancias politicas do tempo, escreveu sucessivamente a favor  das idéas liberaes e do governo absoluto.”

Preço:42,00€

Referência:13527
Autor:RODRIGUES DA COSTA, José Daniel
Título:JOGO DOS DOTES PARA RECREIO DAS SOCIEDADES,Em que se tirão lindas Sortes em verso; e outro Jogo de 40 perguntas, e 40 respostas, que se deve separar deste Livro, para se usar delle cortado, e pregado com massa nas Cartas de Jogar, ou em cartão
Descrição:

Na Typografia Rollandiana, Lisboa, 1818. In-8º de 308-(4) págs. Encadernação inteira com dizeres a ouro na lombada. Por aparar. Terceira edição.

INVULGAR.

Observações:

Curioso livro com um jogo de cartas por naipes,  em cada página contém 2 poemas de cartomancia (questão e adivinhação) em rima tradicional portuguesa.

Inocêncio IV, 304" José Daniel Rodrigues da Costa (1757-1832) natural da cidade de Leiria, não podendo cursar os estudos superiores aos de primeiras letras e gramática latina por falta de recursos pecuniários, acolheu-se á protecção do desembargador"

Preço:65,00€